Congresso Nordestino de Educação Médica

14/06


2019

Partidos querem volta da Previdência aos estados

Líderes de diferentes partidos começaram a articular emenda que devolva os estados à reforma da Previdência. Ela deverá prever a aprovação de lei ordinária pelos governadores que desejarem replicar as regras para os servidores locais.

Aliado de Paulo Guedes na reforma, o Novo vai romper trato que havia firmado com o governo e deve apresentar, ainda na comissão especial, sugestão de mudança ao texto. A sigla quer tentar derrubar o aumento da tributação dos bancos, que pegou os deputados de surpresa. “É taxar indiretamente a população”, diz Vinicius Poit (SP).  (Folha)


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Governo de PE

14/06


2019

Defesa do chefe a uma das estrelas do governo

defesa incisiva que Bolsonaro fez de Sergio Moro (Justiça), nesta quinta (13), foi vista por parlamentares como resposta do presidente a seu próprio eleitorado, que torcia pela guarida a uma das estrelas do governo.

A avaliação é de que boa parte dos que votaram no presidente não vê justificativa para condenar eventual avanço de sinal na atuação do ex-juiz se em nome da “depuração da política”.

O aceno de cargos a partidos começou a criar desgastes. O DEM soube que o presidente havia decidido dar a chefia da Codevasf a um general e estrilou. Líderes da legenda contavam que indicariam o nome. A pressão é para manter a nomeação política para o comando do órgão.  (Daniela Lima – FSP)


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Prefeitura de Caruaru

14/06


2019

Mais um general. Desta vez da ativa e político

O general Luiz Eduardo Ramos, que assume o posto de Santos Cruz, é descrito como “mais político do que Onyx Lorenzoni”, o chefe da Casa Civil. Seu perfil conciliador é elogiado até por integrantes de siglas de esquerda que o conheceram no Comando do Militar do Sudeste.

A chegada de Ramos ampliou a expectativa por uma reorganização das tarefas atribuídas à Casa Civil e à Secretaria de Governo. Hoje, as duas funcionam num sistema quase híbrido.  (Painel – FSP)


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Prefeitura de Gravatá

14/06


2019

Queda do general foi orquestrada muito antes

Aliados do presidente  dizem que o general Santos Cruz  teve dificuldade de trocar a farda pelo traje de político. Lembram que o Lide, grupo fundado pelo governador de SP, João Doria (PSDB), disparou nesta semana convite para almoço com a presença do general.

Bolsonaro, que já havia colocado a lealdade de Santos Cruz em xeque no auge do embate entre militares e olavistas, teria torcido o nariz. Aliados do presidente dizem que o agora ex-ministro deveria ter ponderado se era o caso de prestigiar entidade vinculada a Doria –potencial concorrente em 2022.

Há 15 dias, quando decidiram  mexer na equipe da Casa Civil, a queda de Santos Cruz foi ventilada. A debilidade da articulação política caiu na conta dele.  (Painel – FSP)


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14/06


2019

Sem cerimônia: Santos Cruz via Bolsonaro como capitão

Daniela Lima  Painel – Folha de S.Paulo

Pronome de tratamento -  A demissão de Santos Cruz revela mais do que um suposto novo ato na disputa entre militares e olavistas, incluídos aí os filhos do presidente. Jair Bolsonaro demonstrou nos últimos meses profundo incômodo com o que considerou sinais de insubordinação e displicência com sua estratégia política.

Nenhum aliado recorreu a episódios eloquentes para exemplificar a raiz da insatisfação. A cena citada foi: Augusto Heleno (GSI) chama Bolsonaro de “senhor”; Santos Cruz o acionava pelo nome.

Pessoas próximas ao presidente viam a falta de cerimônia de Santos Cruz como uma evidência de que ele, general e contemporâneo de Bolsonaro no Exército, ainda enxergava o mandatário como capitão.


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ArcoVerde

14/06


2019

Santos Cruz era um bom ministro, diz senador

"Estava ajudando o governo"

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, demitido do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo, era um bom ministro e estava “ajudando” o governo. “O Santos Cruz é muito bom, dedicado, estava ajudando muito, mas quem tem o poder de

Alcolumbre relatou não conhecer o novo ministro indicado para o cargo, Eduardo Ramos Baptista Pereira. Em conversa reservada, de acordo com interlocutores, o presidente do Senado havia manifestado preocupação com os rumos da articulação política do governo após a informação da saída de Santos Cruz.

Comando Militar

O Comando Militar do Sudeste emitiu uma nota para informar que o comandante do órgão, general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, recebeu a indicação do presidente Jair Bolsonaro para a Secretaria de Governo por meio do comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, e que mantém o compromisso de “cumprir as missões” impostas.  (Estadão Conteúdo)


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Asfaltos

14/06


2019

Bolsonaro vê "esquerdalha semianalfabeta" por derrota

O presidente Jair Bolsonaro parece não ter engolido a rejeição sofrida por seu decreto que flexibiliza o porte e posse de armas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado na noite de quarta, 12. Na live desta quinta, 13, repetiu o que havia dito durante o dia, de que não fora uma derrota dele, mas uma derrota “do povo”, acrescentando xingamentos aos partidos de oposição.

Ao lado do deputado Marco Feliciano (Pode-SP), que recentemente foi se aconselhar com o ex-astrólogo Olavo de Carvalho, lá na Virgínia (EUA), e voltou com um pedido de impeachment do vice Hamilton Mourão na mala, Bolsonaro esbravejou:

“Metade dessa gente é semianalfabeta, essa esquerdalha, gente que nunca trabalhou na vida”. O texto ainda precisa passar pelo plenário do Senado e pela Câmara para ser aprovado.  (Estadão)


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14/06


2019

Defesa de Lula inclui conversas em pedido de HC

A defesa do ex-presidente Lula apresentou nesta quinta-feira, 13, ao ministro Edson Fachin, do STF, uma manifestação com as reportagens do site The Intercept Brasil que levantam suspeitas sobre a condução de ações da Operação Lava Jato pelo ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Para os advogados, o conteúdo das supostas conversas entre as duas partes mostra “completo rompimento da imparcialidade objetiva e subjetiva” a partir de diálogos em que Moro orienta Dallagnol.

O documento foi anexado ao habeas corpus em que o petista acusa Moro de agir com parcialidade ao condená-lo no caso do triplex do Guarujá e depois assumir cargo no primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro (PSL), informa o Estadão. No dia 25 de junho, a Segunda Turma deve julgar o recurso de Lula.  (Estadão - BR 18)


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