Congresso Nordestino de Educação Médica

19/06


2019

Partido do governo: forças de segurança bem na reforma

O PSL, sigla do presidente Jair Bolsonaro, vai brigar para ser o partido a apresentar emenda que preserve as categorias das forças de segurança, como policiais e bombeiros, das regras mais duras da reforma, como a que amplia o tempo de serviço para a aposentadoria.

A simpatia de integrantes das forças de segurança é cobiçada por outras legendas, como o PL, que também se prontificou a trabalhar pelos policiais. O setor deu apoio importante à candidatura de Bolsonaro em 2018.  (Folha)


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Governo de PE

19/06


2019

Exagerou: Maia arrependido pela “”covardia sem precedentes”

Cobrado a baixar o tom por diversas alas de seu partido e também por integrantes do governo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu que passou do ponto ao classificar como uma “covardia sem precedentes” de Paulo Guedes (Economia) a demissão de Joaquim Levy.

A fala soou como ataque pessoal. A ordem agora é todo mundo deixar baixar a temperatura.  (Painel – FSP)


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Prefeitura de Caruaru

19/06


2019

Partidos querem cargos prometidos

Governo promete pacote de nomeações; siglas indicam que, sem isso, podem atrasar reforma

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Para cumprir o cronograma dos sonhos do governo, que prevê a votação da reforma da Previdência na comissão especial semana que vem e no plenário da Câmara até a primeira quinzena de julho, a Casa Civil vai ter de acelerar a entrega de cargos a partidos de centro e centro-direita. As negociações não deslancharam porque o governo quer fazer todas as nomeações em pacote, mas a demora abriu espaço para disputas. A Codevasf, por exemplo, é alvo de queda de braço entre Câmara e Senado.

Presidentes de partidos de centro e integrantes da cúpula do Congresso dizem que o clima de desconfiança é mútuo e que “se o Planalto não entregar o que afiançou, ninguém vai votar no crédito”. Ou seja: sem a formalização das indicações, o andamento da reforma pode travar.


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São João Petrolina

19/06


2019

Senado comemora queda de decreto das armas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, comemorou a decisão do Senado de derrubar o decreto de armas de fogo de Jair Bolsonaro. Apesar de não ter votado, Alcolumbre fez questão de se posicionar contra a flexibilização da posse

 “Violência não se combate com violência. Decretar facilidades para o uso de armas de fogo é terceirizar a responsabilidade pela segurança pública e, em última instância, sinalizar para um estado de barbárie”, disse.

 “O Senado diz que violência não se combate com violência. Existem alternativas pacíficas e civilizadas para a ordem social. Basta que o poder público faça a sua parte.”  (Estadão – BR 18)


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19/06


2019

Deltan terá de explicar troca de mensagens com Moro

Jornal do Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou nesta terça um requerimento de convite ao procurador federal Deltan Dallagnol para que preste esclarecimentos sobre trocas de mensagens com o então juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, nas investigações da Operação Lava Jato. A data da sessão ainda não foi marcada.

Na avaliação do senador Ângelo Coronel (PSD - BA), autor do requerimento, o teor da troca de mensagens indica desvirtuamento das funções do procurador e também que o então juiz Sergio Moro extrapolou funções e desrespeitou deveres da magistratura. À época das mensagens, Moro era o juiz responsável por julgar réus alvo da operação, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso.

Na quarta, às 9h, a CCJ ouve Sergio Moro, que se colocou espontaneamente à disposição para se explicar. Segundo a presidente do colegiado, senadora Simone Tebet (MDB-MS), a segurança na CCJ será reforçada. A senadora adiantou ainda que ministro terá 30 minutos para uma exposição inicial com direito a réplica e tréplica dos parlamentares.

As supostas conversas pelo aplicativo Telegram, entre Moro e Dallagnol, foram divulgadas no dia 9 pelo site de notícias The Intercept Brasil.


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19/06


2019

Derrota: Senado, força contra armas de Bolsonaro

Folha de S.Paulo - Daniel Carvalho

Por 47 votos a 28, o plenário do Senado decidiu nesta terça-feira (18) derrubar os decretos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que flexibilizam o porte e a posse de armas no Brasil.

A decisão ainda tem que passar pela Câmara, e os decretos valem até que a Casa vote. O tema deverá tramitar em regime de urgência, indo direto para o plenário. Não há, porém, prazo para a votação.

Depois da votação no Senado sobre o tema, Bolsonaro escreveu em rede social dizendo esperar que a "Câmara não siga o Senado, mantendo a validade do nosso decreto, respeitando o Referendo de 2005 e o legítimo direito à defesa". 

"O governo tem uma defesa do decreto que eu acho que é frágil, mas eu respeito", afirmou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Se o texto também for derrotado pelos deputados, o governo cogita recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) por entender que o PDL (projeto de decreto legislativo), votado nesta terça para sustar os decretos, é inconstitucional por interferir no mérito da norma editada pelo Executivo.

Questionado sobre o que faria se fosse derrotado, Bolsonaro respondeu nesta terça: "Eu não posso fazer nada. Eu não sou ditador, sou democrata, pô".

A validade do decreto é questionada em três ações que serão analisadas no Supremo no próximo dia 26.


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Asfaltos

19/06


2019

Sergio Moro ficou contra investigar FHC, diz site

Em novo trecho de conversas divulgadas pelo "The Intercept Brasil", Moro diz que processo "melindraria alguém cujo apoio é importante".

Do portal Terra

Novas mensagens atribuídas ao ex-juiz Sergio Moro, divulgadas pelo site The Intercept Brasil nesta terça-feira (18), revelam que o atual ministro da Justiça foi contrário a investigações contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

O site tornou público uma conversa entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol sobre citações a FHC na delação da Odebrecht. O ex-juiz perguntou se havia alguma coisa séria contra o tucano. "O que vi na TV pareceu muito fraco. Caixa dois de 96?", questiona.

O diálogo ocorreu depois que o Jornal Nacional veiculou uma reportagem sobre as suspeitas contra FHC, em abril de 2017. Na época, a menção ao ex-presidente foi enviada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para análise da Justiça Federal de São Paulo. Posteriormente, o caso foi arquivado por ser considerado prescrito. Os pagamentos teriam ocorrido no âmbito da campanha de FHC em 1993 e 1997. Nas duas ocasiões, ele foi eleito presidente.

Após o questionamento de Moro, Dallagnol responde que em princípio o conteúdo era fraco. O ex-juiz pergunta novamente se o caso não estava prescrito. "Foi enviado para SP sem se analisar prescrição. Suponho que de propósito. Talvez para passar recado de imparcialidade", diz o procurador.

"Ah, não sei. Acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante", comenta então Moro.

LAVA JATO PARCIAL

Na época, a Operação Lava Jato estava sendo acusada de ser parcial. Críticos diziam que eram investigados apenas políticos do PT e poupados os do PSDB. Segundo The Intercept Brasil, esse novo diálogo sugere "mais uma vez a parcialidade na Lava Jato". Moro e os procuradores negam irregularidades nas conversas divulgados.

Em nota, a assessoria de Moro afirmou que "não comenta supostas mensagens de autoridades públicas colhidas por meio de invasão criminosa, que podem ter sido adulteradas e editadas e que sequer foram encaminhadas previamente para análise".

O texto destaca que o caso envolvendo FHC não passou pelo atual ministro. "Nenhuma interferência do então juiz seria sequer possível e nenhuma foi de fato feita", acrescenta.

A série de reportagens divulgadas pelo The Intercept Brasil, com base em conversas entre Moro e membros do Ministério Público Federal (MPF) no aplicativo Telegram entre 2015 e 2018, levantaram questionamentos éticos sobre a conduta de Moro ao longo da operação e possíveis ilegalidades em seu relacionamento com a força-tarefa.

O site defende a publicação do material, que recebeu de uma fonte anônima. "Informar à sociedade questões de interesse público e expor transgressões foram os princípios que nos guiaram durante essa investigação, e continuarão sendo conforme continuarmos a noticiar a enorme quantidade de dados a que tivemos acesso", escreveram os editores do The Intercept Brasil.


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18/06


2019

Líder da Oposição faz defesa da Previdência

Durante reunião plenária, hoje, o deputado estadual Marco Aurelio Meu Amigo (PRTB), líder da Oposição na Alepe, lamentou o posicionamento de alguns deputados federais de Pernambuco contrários a Reforma da Previdência. Para o parlamentar “não tem mais nada para ser contra”, citando a retirada de quatro itens da proposta inicial.

Marco Aurélio argumentou que com a retirada de alguns pontos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), como as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aposentadoria rural, uma das exigências dos deputados contrário a Reforma, já é suficiente para ficarem todos a favor do Brasil e o momento de somar esforços para a aprovação da proposta. “Esses quatro itens saíram da Reforma, se eles (deputados) tivessem coerência, eram para dizer: agora vamos votar”, defendeu Marco Aurélio. 

O parlamentar aproveitou para fazer um apelo ao governador Paulo Câmara (PSB), para que solicite aos deputados federais da base que apoiem a proposta do Governo Federal, “todos nós sairemos ganhando. Mas importante do que a política do dia a dia, é pensar no melhor para a população”, destacou.   

Em aparte o deputado Alberto Feitosa (SD) parabenizou o discurso do líder de oposição, “Parabéns pela lucidez em defesa da reforma. Esse é um apelo também do deputado Alberto Feitosa”, argumentou também em apelo ao governador Paulo Câmara.


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Bm4 Marketing 2

18/06


2019

Deputado aciona ANEEL após Celpe provocar prejuízos

O deputado federal Eduardo da Fonte solicitou à ANEEL providências à Celpe. Segundo moradores de várias áreas da Região Metropolitana do Recife, a energia elétrica está “oscilando”, “sem força”, o que já provocou prejuízos a vários consumidores, como a perda de eletrodomésticos.

Em Jaboatão dos Guararapes, em Piedade, no Conjunto Dom Hélder Câmara, moradores ficaram sem água; porque, com a energia fraca, a bomba d’água de vários edifícios não funcionou, relatou uma moradora ao parlamentar, hoje.

“Pedimos providência à agência reguladora. A Celpe, além de cobrar caro pela energia, ainda causa prejuízo pelo péssimo serviço fornecido. Em 2018, com o apagão, muitos cidadãos ficaram no prejuízo e a Celpe não foi punida. Agora, a história vai se repetir?”, questionou Eduardo da Fonte.


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