Congresso Nordestino de Educação Médica

16/06


2019

Governador quer explodir traficantes com míssil

As declarações do governador do Rio Wilson Witzel foram feitas durante um discurso na sexta-feira, 14, na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em referência às imagens de criminosos armados na Cidade de Deus, na zona oeste do Rio.

"A nossa Polícia Militar não quer matar, mas não podemos permitir cenas como aquela que nós vimos na Cidade de Deus. Se fosse com autorização da ONU, em outros lugares do mundo, nós teríamos autorização para mandar um míssil naquele local e explodir aquelas pessoas", discursou Witzel.

A deputada estadual Renata Souza (PSOL/RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), divulgou nota de repúdio sobre as declarações do governador.


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Governo de PE

16/06


2019

Demissão: os cotados para o lugar de Joaquim Levy

Gustavo Franco, ex-BC, e Salim Mattar, secretário de Guedes, são cotados para lugar de Levy

Bolsonaro afirmou neste sábado que presidente do BNDES está com a 'cabeça a prêmio'

Adriana Fernandes  e  Anne Warth - O Estado de S.Paulo

Com a permanência ameaçada pelo presidente Jair Bolsonaro, integrantes da área econômica já falam reservadamente sobre quem são os mais cotados para substituir o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy. A avaliação é a de que a permanência de Levy tornou-se insustentável depois da bronca em público do presidente.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, largam na frente Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central que assumiu a presidência do conselho do BNDES neste ano, e Salim Mattar, secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Também estão no páreo Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do banco, e Solange Vieira, funcionária de carreira do BNDES e atual presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep).


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Prefeitura de Caruaru

16/06


2019

Armínio: absurdo vetar alguém ex do governo do PT

Sonia Racy - Estadão

Ao tomar conhecimento de que Jair Bolsonaro quer demitir Joaquim Levy do BNDES por causa da contratação de Marcos Pinto, que já trabalhou no governo PT, Arminio Fraga, ex-BC, reagiu: “Um absurdo vetar alguém simplesmente por ter trabalhado em um governo do PT.” E mais: “ Um detalhe menor, mas digno de nota, é que Marcos Pinto é um cara do bem e um superprofissional”, defendeu, em conversa com a coluna na tarde deste sábado, 15. O economista foi sócio de Fraga na Gávea Investimentos.

Por outro lado, pelo que se apurou, Bolsonaro estaria insatisfeito com a atuação de Levy há meses. Fala-se, nos corredores do Palácio do Planalto, que o presidente do BNDES não seria arrojado no comando do banco. E que sua atuação está fora da sintonia dentro da equipe do ministro Paulo Guedes. A ameaça de demissão, de forma pública, seria uma maneira de pressionar Levy a tomar a iniciativa.

A maneira encontrada pelo Presidente da República para tirar Levy do comando do banco, entretanto, é para lá de questionável. Afinal, Levy sequer teria chegado à presidência do BNDES se ter trabalhado para um partido de oposição fosse regra limitadora estabelecia por Bolsonaro. Ou será que o presidente se esqueceu que o economista foi ministro da petista Dilma?


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São João Petrolina

15/06


2019

Gato por lebre

As lideranças do Congresso afinadas com a reforma da Previdência colocam a responsabilidade pela retirada da capitalização da proposta no ministro Paulo Guedes, da Economia.

Ele teria vendido a ideia de que o sistema, no Chile, é uma maravilha —quando, na verdade, sofre ampla resistência e pode ser alterado.  (Mônica – Bergamo)


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15/06


2019

Pote até aqui de mágoa com Doria

O encontro entre o governador João Doria (SP) e o coronel de quem chamou a atenção em evento na quinta (13) não conseguiu aplacar todo o mal-estar gerado pelo episódio.

A bancada da bala, que já votou contra o tucano, diz que o desconforto cresceu.

Durante discurso, Doria deu uma bronca pública no coronel ao ver que ele manuseava o telefone. Daí a polêmica.  (Painel)


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15/06


2019

General em marcha: maleta, tchau a copeiro e secretária

Santos Cruz se despediu do copeiro à secretária e desejou sorte para Bolsonaro

Demitido pelo presidente, ex-secretário de governo mandou triturar documentos

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O general Santos Cruz voltou a sua sala ontem por volta das 17h, logo após ser demitido por Jair Bolsonaro da Secretaria de Governo da Presidência. Fez uma reunião com a equipe, comunicou a demissão, disse que havia sido convidado para assumir os Correios —mas preferiu recusar. 

BAGAGEM

Santos Cruz pegou uma mala pequena, colocou dentro objetos pessoais e mandou triturar o restante dos documentos. 

Antes de sair, despediu-se de todo mundo, do copeiro à secretária. E disse que torce pelo sucesso do governo de Jair Bolsonaro. 


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ArcoVerde

15/06


2019

Nova lei trabalhista é questionada no STF

Nova lei trabalhista é questionada em 14 ações no STF. 

Por Marta Cavallini, G1

 

Pontos da lei trabalhista estão sendo questionados no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de Ações Diretas de Inconstitucionalidade, as chamadas ADIs. Atualmente, há 14 ações esperando por decisões dos ministros do STF. Até o momento, foram julgados dois temas pelo Supremo: o fim da contribuição sindical obrigatória e o trabalho de grávidas e lactantes em atividades insalubres. A nova lei trabalhista entrou em vigor em novembro de 2017.

No caso da contribuição sindical, o STF decidiu, em junho de 2018, pela constitucionalidade do ponto da reforma trabalhista que extinguiu a obrigatoriedade do tributo. O tema foi questionado em 19 ADIs por entidades que congregam várias categorias de trabalhadores.

No dia 29 de maio, o STF determinou que grávidas e lactantes não podem exercer atividades consideradas insalubres. A ação foi apresentada em abril de 2018 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, que questionou trecho que permitiu o trabalho de gestantes e lactantes em atividades insalubres, exceto em caso de atestado médico.

Assim, desde agosto de 2017, antes mesmo da nova lei trabalhista entrar em vigor, o STF recebeu 34 ADIs, segundo levantamento feito pelo G1 no site do STF. [...] Confira a reportagem na íntegra clicando aqui: Nova lei trabalhista é questionada em 14 ações no STF


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15/06


2019

Vão pagar pela Nova Previdência e levar só a velha

“As pessoas vão pagar pela Nova Previdência e levarão só a velha”, disse um auxiliar do ministro Paulo Guedes. A queixa serviria ainda para tentar evitar uma desidratação maior na proposta.

O time de Guedes tentou justificar a fala do ministro dizendo que a expectativa era de uma economia maior –R$ 950 bilhões sem aumento de tributos.

A irritação do ministro foi atribuída por deputados à derrubada do sistema de capitalização. A equipe econômica diz que a iniciativa é fundamental para alavancar o emprego já que abre espaço para um regime de contratação mais   (Painel – FSP)


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bm4 Marketing 3

15/06


2019

Jair balança mas não cai

Recorte inédito de pesquisa da XP Investimentos mostra que as revelações de diálogos controversos entre Sergio Moro (Justiça) e o procurador Deltan Dallagnol não derrubaram o apoio da maioria dos eleitores de Jair Bolsonaro à Lava Jato.

Entre os entrevistados que declaram ter votado no presidente, 63% dizem que a Lava Jato não cometeu excessos; 13% afirmam que cometeu, mas o resultado valeu a pena –mesmo índice dos que reconhecem abuso e cobram a revisão de decisões. 12% não sabem ou não responderam.

Já 52% dos eleitores de Fernando Haddad (PT) veem excessos e dizem que algumas decisões devem ser revistas, enquanto 14% acham que os fins justificam os meios e 26% validam toda a ação da força-tarefa.

Entre os entrevistados que disseram ter votado em braco ou nulo ou que não quiseram responder, a maior fatia (33%) reprova atos da Lava Jato, mas a distância entre esses e os que não veem problemas na operação (28%) é bem pequena.  (Daniela Lima – FSP)


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15/06


2019

A troca de farpas entre Guedes e Maia

Ação e reação

A troca de farpas entre Paulo Guedes e Rodrigo Maia começou por telefone.
O ministro da Economia, Paulo Guedes e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Fonte Brasil247
Por José Fucs, O Estado de S.Paulo

 

A troca de farpas entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), começou por telefone. Ao ser informado das duras críticas de Guedes ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) para a reforma da Previdência, Maia tomou a iniciativa de ligar para ele. 

“Ministro, o senhor não deveria ter feito isso. Eu vou ter de defender o Congresso”, afirmou Maia, segundo apurou o ‘Estado’. “Então defenda”, respondeu Guedes, que assistiu à resposta de Maia pela TV. “Eu não tinha como ficar em silêncio vendo a reforma ser desidratada.” 

Apesar do tom de confrontação que acabou predominando no caso, Guedes ainda espera reverter as mudanças efetuadas na proposta encaminhada ao Congresso pelo governo. O ministro ficou particularmente irritado com o fato de Moreira ter cedido ao lobby dos funcionários do Legislativo, chamado por ele de “Sindilegis”. 

Pelas contas oficiais, Moreira drenou R$ 30 bilhões da reforma da Previdência ao acatar as reivindicações dos servidores. Depois, para não deixar evidente que se curvou à pressão do funcionalismo, segundo fontes do ministério, drenou mais R$ 70 bilhões do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), voltado aos trabalhadores do setor privado, elevando as perdas a R$ 100 bilhões e inviabilizando a capitalização defendida por Guedes. 


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15/06


2019

Senado culpa Guedes:retirada da capitalização

Reforma da Previdência

Senadores culpam Guedes por retirada da capitalização em reforma da Previdência.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, no Senado em Março - Foto: Fonte Brasil247

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo
 

As lideranças do Congresso afinadas com a reforma da Previdência colocam a responsabilidade pela retirada da capitalização da proposta no ministro Paulo Guedes, da Economia.

Ele teria vendido a ideia de que o sistema, no Chile, é uma maravilha —quando, na verdade, sofre ampla resistência e pode ser alterado.


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15/06


2019

Armas: Bolsonaro pede que povo cobre Senado

Decreto das Armas

Presidente Jair Bolsonaro pede que população cobre Senado sobre decreto das armas
Na próxima terça-feira, serão discutidos no plenário da Casa sete projetos que sustam os efeitos do documento que flexibiliza porte e posse

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, faz gesto de armas com as mãos (Paulo Whitaker/Reuters)

Da Veja - Giovanna Romano

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) pediu o apoio de seus seguidores nas redes sociais neste sábado, 15, para que eles “cobrem os senadores do seu estado” a rejeitarem projetos que anulam os decretos que flexibilizam a posse e o porte de armas de fogo. Na próxima terça-feira 18 serão discutidos no plenário do Senado sete projetos de decreto legislativos que sustam os efeitos do decreto 9.797/2019.

“A CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) do Senado decidiu revogar nossos decretos sobre CACs (caçadores, atiradores esportivos e colecionadores de armas) e posse de armas de fogo. Na terça, o PL será votado no plenário. Caso aprovado, perdem os CACs e os bons cidadãos, que dificilmente terão direito de comprar legalmente suas armas. Cobrem os senadores do seu estado”, escreveu Bolsonaro.

Na última quarta-feira, 12, a CCJ deu aval à discussão em plenário de sete projetos que sustam os efeitos do decreto que flexibiliza a posse de armas no Brasil. Uma das medidas adicionadas no decreto de posse é que todos os brasileiros que viverem em área rural ou em cidades localizadas em estados com mais de dez homicídios a cada 100.000 habitantes terão direito a adquirir armas e munições.

Ainda, o decreto sobre o porte amplia as categorias que podem transitar com armas fora da residência para profissionais como advogado, oficial de Justiça, caminhoneiro, jornalista que atue na área policial, conselheiro tutelar e agente de trânsito, entre outros, além do grupo conhecido como CACs, composto por caçadores, atiradores esportivos e colecionadores de armas.

Os senadores da comissão rejeitaram relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), que recomendava a derrubada dos sete projetos. Com isso, as propostas agora serão discutidas e votadas em regime de urgência pelo restante da Casa.

O relator do projeto defendeu o decreto presidencial. “É uma falácia achar que esse decreto está liberando arma para todo mundo. O que o decreto está fazendo é tornar público o que a Polícia Federal já fazia. Não está liberado para todo mundo (…), você vai ter que passar por todos os critérios, que são super difíceis. É mais fácil você entrar para a polícia para ter a sua arma do que hoje você ter a posse de armas, ainda assim com o decreto”, disse.


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15/06


2019

Bolsonaro: "Por aqui" com Levy e ameça demiti-lo

Ameaça ao presidente do BNDES

Presidente diz Levy está "com a cabeça a prêmio já tem algum tempo"

Amanda Almeida e Geralda Doca – O Globo

O presidente Jair Bolsonaro ameaçou, neste sábado, demitir o presidente do BNDES, Joaquim Levy. Ele disse que Levy "não vem sendo leal" a ele.

Segundo Bolsonaro, o último problema com Levy foi a nomeação do chefe da área de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. O presidente exigiu que o presidente do BNDES o demita.

- Qual o nome do assessor do BNDES? (Pergunta a assessores) Marcos Pinto. O Levy o nomeou para uma função no BNDES. Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: demita esse cara na segunda-feira ou eu demito você sem passar pelo Paulo Guedes - disse Bolsonaro, ao sair do Palácio do Alvorada e cumprimentar turistas.

E completou:

- Um governo tem de ser assim. Quando coloca gente suspeita em cargos importantes e essa pessoa, como o Levy, já vem há algum tempo não sendo leal àquilo que foi combinado e àquilo que ele conhece a meu respeito. Ele está com a cabeça a prêmio já tem algum tempo.


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