Congresso Nordestino de Educação Médica

16/06


2019

Levy não abriu "caixa-preta" prometida por Bolsonaro

Em passagem pelo banco, economista reestruturou cargos e reformulou áreas chave

Folha de S.Paulo

Joaquim Levy, 58, pediu demissão da presidência do BNDES(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) neste domingo (16), sete meses após aceitar o convite feito por Paulo Guedes. Desde que assumiu, o economista anunciou reestruturação na instituição com reduções e mudanças de cargos, mas não conseguiu "abrir a caixa-preta" do BNDES, promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Esse era um dos principais pontos prometidos pelo então candidato do PSL durante a eleição na área de economia — ele costuma apontar problemas em empréstimo do BNDES para países como Cuba e Venezuela. Levy sempre sofreu resistência de Bolsonaro por ter atuado como ministro de Dilma Rousseff (PT) e secretário de Sérgio Cabral (MDB) no governo do Rio de Janeiro.

Ao longo da campanha, a promessa de "abrir a caixa-preta" do banco gerou diversos memes e mensagens virais no Whatsapp. Uma delas dizia que "se o povo brasileiro acha que o 'petrolão' foi o maior escândalo de todos os tempos no país, esperem até ver o que fizeram no BNDES". Outras acusavam supostas obras financiadas pela instituição no exterior.


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Governo de PE

16/06


2019

Temos um arquivo colossal, diz editor do Intercept

De acordo com Leandro Demori, "não há dúvida em relação à autenticidade" dos arquivos

O POVO

Editor-executivo do "The Intercept Brasil", Leandro Demori afirma em entrevista exclusiva ao O POVO que os arquivos obtidos pelo site jornalístico sobre diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol contêm "centenas e centenas" de áudios, mensagens e vídeos. Neles, antecipa o jornalista, as evidências revelam uma zona cinzenta da maior operação de combate à corrupção da história do País: a Lava Jato. De acordo com Demori, "não há dúvida em relação à autenticidade" dos arquivos que vêm causando estupor no País.

O POVO - Há uma quase ansiedade em relação aos próximos capítulos da série Vaza Jato, do "The Intercept Brasil". Qual é a real dimensão do conteúdo que vocês têm em mãos?

Leandro Demori - A gente não está falando sobre o tamanho do arquivo. Não posso responder isso. O que posso dizer é que é um arquivo muito grande, um arquivo colossal, e que foram centenas e centenas de diálogos de grupos e de situações. Estamos falando aí de anos, praticamente a maior parte dos anos da Operação Lava Jato. É realmente muito grande, já fizemos um sobrevoo até agora, já conseguimos mergulhar um pouco mais, mas é um trabalho de longo prazo. É uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: "Temos um arquivo colossal", diz editor do Intercept Aguanambi282


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Prefeitura de Caruaru

16/06


2019

Petistas no governo Bolsonaro vão além de Levy

Ministro da Defesa, presidente da Infraero e assessores de Guedes participaram também dos governos Lula e Dilma

Época

Apontado pelo presidente Jair Bolsonaro como estopim para a saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES, o advogado Marcos Barbosa Pinto não é o único integrante do atual governo que trabalhou para as gestões petistas de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. A lista inclui técnicos do próprio Ministério da Economia, executivos de agências reguladoras e até um ministro militar.

O ministério de Paulo Guedes é um dos principais abrigos de ex-colaboradores de administrações do PT. No cargo de assessor especial do ministro, por exemplo, está Guilherme Afif Domingues. Entre maio de 2013 e outubro de 2015, ele foi ministro da Secretaria de Micro e Pequena Empresa do governo Dilma. Após a extinção do ministério, a petista o indicou para a presidência do Sebrae, de onde só saiu em junho de 2018.

Leia a reportagem completa clicando ao lado: Lista de ex-integrantes de gestões petistas no governo Bolsonaro vai ...


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São João Petrolina

16/06


2019

70 mil pessoas lotam Pátio de Eventos de Gravatá

Para onde se olhava havia um mar de forrozeiros que lotaram o Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, na noite de ontem. Com apresentações de Mano Walter, Fulô de Mandacaru e Galeguinho de Gravatá, teve forró, vaquejada e até clássicos do brega que o público cantou em coro com os artistas.

De acordo com a Polícia Militar, cerca de 70 mil pessoas curtiram a segunda noite de programação do São João 2019 em Gravatá de forma pacífica, e mais uma vez nenhuma ocorrência policial foi registrada.

"Nossa festa mantém o padrão e se destaca pela infraestrutura e segurança, tivemos milhares de pessoas brincando e aproveitando a festa em família, vi crianças com seus pais, idosos e todo mundo respeitando o espaço do outro. São João em Gravatá tem esse diferencial, o público vem para curtir e não para arrumar confusão. Agradeço a todos os gravataenses que acolhem com carinho os nossos visitantes, no próximo final de semana teremos muito mais", falou o prefeito.

"Quando se encontra um público como o de Gravatá fica difícil não se empolgar. O povo vive as músicas com a gente, é uma entrega mútua e nós só temos o que agradecer por mais uma experiência incrível nesta cidade maravilhosa. Esperamos voltar em breve para receber mais uma vez o carinho dos gravataenses", disse Pingo Barros, componente do Fulô de Mandacaru.

Também teve um arrasta-pé arretado no palhoção do Polo da Sanfona. Com apresentações do Rei do Cangaço, Marcos de Lima e Carol Capim, só não dançou quem não quis. A festa vai ser garantida neste domingo com shows de Andrea Santos, Don Tronxo e Lady Falcão, que iniciam a partir das 20h30.

Na próxima sexta-feira (21) o Pátio de Eventos volta a realizar mais um final de semana de apresentações com grandes sucessos da música regional e nacional, como Léo Magalhães, Leonardo e Gustavo Mioto.


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16/06


2019

Prepare o bolso

Vem aí uma conta pesada para a Petrobras. Assim como fizeram, com sucesso, os investidores americanos, alguns fundos brasileiros prejudicados pelas malfeitorias ocorridas na Petrobras, querem ser indenizados.

Por enquanto, a conta (parcial) está em R$ 58 bilhões.

A burocracia da empresa e a União empurram o caso com a barriga e hoje há uma disputa para se saber se o processo deve ser submetido à Câmara de Arbitragem ou mandado para a Justiça. O caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a relatora Nancy Andrighi já se decidiu pela arbitragem. Se essa tese prosperar a sentença pode sair ainda neste ano.  (Elio Gaspari - Folha de S.Paulo)


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16/06


2019

Guerra é guerra

Carlos Brickmann

A próxima batalha entre o Intercept e Moro pode ser deflagrada ainda hoje, com a publicação de novas mensagens. Mas a seguinte é a da Polícia Federal contra quem forneceu informações ao Intercept.

 

O que se diz é que nada será feito que viole a liberdade de imprensa: quem publicou tinha o direito de fazê-lo. O que se investiga, dizem, é quem obteve ilegalmente as mensagens, e como. Suspeita-se até de um esquema internacional, com o objetivo de desmoralizar as decisões da Justiça e conseguir libertar Lula.

De acordo com o jornalista Cláudio Humberto (www.diariodopoder.com.br), pode haver operações de busca e apreensão nos endereços dos responsáveis pelo Intercept. Fala-se em respeitar a liberdade de imprensa, mas sabe-se lá.


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Fernandes

Greenwald desafia Sérgio Moro e procuradores: mostrem os originais das conversas. Mostram?


Asfaltos

16/06


2019

Silêncio profano

Ascânio Seleme - O Globo

presidente do Sindicato Rural de Rio Maria (PA), Carlos Cabral Pereira, foi assassinado no final da tarde de terça-feira passada, abatido com um tiro na cabeça quando voltava de moto para casa. Cabral é o terceiro sindicalista morto na cidade desde 1985. Todos perderam a vida em razão de questões fundiárias. Ele próprio já havia sido objeto de um atentado, em 1991, quando foi alvejado na perna. Rio Maria fica na região conhecida como Bico do Papagaio, que abrange o norte do Tocantins, o leste do Pará e o sudoeste do Maranhão, onde se acumulam histórias de violência no campo.

O PT praticamente ignorou o assassinato. Apenas o senador Paulo Rocha (PT-PA) foi à tribuna falar. Talvez porque seja paraense como o sindicalista morto. Mesmo assim, ele se referiu a dois fatos ocorridos no seu estado no mesmo dia. Em primeiro lugar, segundo o portal Senado Notícias, Rocha fez referência a uma ordem de despejo contra 212 famílias que ocupam fazendas em Eldorado dos Carajás. Só depois referiu-se ao sindicalista morto. Talvez o silêncio do PT deva-se ao fato de Cabral ter apoiado Bolsonaro na eleição do ano passado.


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Fernandes

Tinha que que ser jornalista da globosta.



16/06


2019

Gilmar ri, ri

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

RIU POR ÚLTIMO

Durante cinco anos o ministro Gilmar Mendes apanhou que nem boi ladrão porque criticava os procedimentos jurídicos da Lava Jato.

Agora ele começou a rir e a falar. Não para de rir nem de falar.

Um velho advogado viu o ministro Sergio Moro numa cerimônia militar dando continência para a tropa e, no dia seguinte, vestindo uma camisa do Flamengo na tribuna de honra de um estádio.

Lembrou-se que Moro está na cadeira onde sentaram-se Tancredo Neves, Francisco Campos, Rui Barbosa, o Marquês de Paraná e Bernardo Pereira de Vasconcelos.

Achou que teve um pesadelo.

Alguém precisa avisar ao presidente Bolsonaro que não deve receber quadros do segundo escalão do governo sem o conhecimento dos ministros a quem eles são subordinados.

Às vezes isso é feito em nome de velhas amizades, mas o amigo pensa que está com a bola cheia e acaba segurando fio desencapado.


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Bm4 Marketing 7

16/06


2019

Conflito inglório

O QUE A FOLHA PENSA - Texto não assinado que expressa a opinião da Folha

A investida de Ricardo Salles contra Fundo Amazônia faz parecer que a motivação tem origem dogmática

Permanece difícil atinar com a razão para o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, investir contra o Fundo Amazônia. Esse mecanismo de financiamento para combater a devastação de florestas funcionava bem, sem contenciosos —até a estreia do novo governo.

Salles fez estardalhaço com uma suposta auditoria em que teriam sido detectadas irregularidades em um quarto dos projetos apoiados pelo fundo. Nunca apresentou detalhes ou provas, mas usou-a para justificar proposta de mudança na gestão do portfólio pelo BNDES, o banco federal de fomento.

O ministro pretendia reduzir o comitê orientador do fundo de 23 para 7 assentos, 5 dos quais ficariam com o governo federal. Foi rechaçado pelos governos da Noruega e da Alemanha, que descartam desvios e se dizem satisfeitos com a estrutura de governança, adequada a padrões internacionais. 

Salles afirma que continua a negociar com os doadores. Seu objetivo seria dar liberdade ao ministério para usar parte dos mais de R$ 3 bilhões já amealhados no pagamento de indenizações para desalojar ocupantes de unidades de conservação. Pelas regras do fundo, isso não seria possível.

O ministro faz vista grossa para o fato de que, na Amazônia, fazendeiros presentes em áreas de florestas e parques nacionais e de terras indígenas são, em geral, grileiros. Apossaram-se de terras públicas e, por isso, carecem de títulos autênticos de propriedade.

Além do mais, mesmo para as desapropriações justificáveis não faltariam verbas. Salles cria um latifúndio de contradição por encrencar com o Fundo Amazônia ao mesmo tempo em que mantém paralisado mais de R$ 1 bilhão de compensações para licenciamento de grandes obras, que poderia ser usado para tal fim.

O ministro dissolveu comitê para gerir o recurso ao assumir a pasta. Agora, diz que a câmara de compensação ambiental foi reativada e que os valores serão usados em parte para regularização fundiária das unidades de conservação.

A duplicidade faz parecer que a motivação de Salles tem origem dogmática. Predomina entre nacionalistas e militares, afinal, a doutrina de que países estrangeiros almejam internacionalizar a floresta, ameaçando nossa soberania.

Se fosse esse o propósito de Noruega e Alemanha, o Fundo Amazônia seria bem ineficaz. As doações se dão na proporção do recuo de taxas de desmatamento obtido por iniciativa do Estado brasileiro, que tem autonomia de aplicar os recursos nos projetos que seleciona —não outros governos.


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16/06


2019

O autoengano de Moro e Deltan

Ministro acredita (ou faz que acredita) que a forma apaga o conteúdo

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Uma semana depois da divulgação das conversas do juiz Sergio Moro com o procurador Deltan Dallagnol pelo site The Intercept Brasil, consolidou-se a linha de defesa do governo segundo a qual o que houve ali foi um crime.

Trata-se de uma magnífico exercício de autoengano. Foi praticado um crime na forma, mas a essência do episódio está no seu conteúdo. A divulgação dos Pentagon Papers, em 1971, decorria de um indiscutível crime contra a segurança nacional dos Estados Unidos, pois os documentos que contavam a ação americana no Vietnã eram secretos e foram roubados. A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou a tentativa do governo de proibir a sua divulgação.

Governantes inventam (e fingem que acreditam) coisas incríveis. O governo petista e seu comissariado desqualificavam o conteúdo das colaborações de alguns de seus companheiros e cúmplices com a Lava Jato de Sergio Moro denunciando a forma como os procuradores obtinham as confissões (encarcerando os suspeitos). Em junho de 2015 a presidente Dilma Rousseff disse: “Não respeito delator”.

O autoengano petista custou o mandato a Dilma e a liberdade a Lula, bem como aos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci.

Um ano depois da fala de Dilma, Sergio Moro lembrou a Deltan Dallagnol que a Lava Jato estava há “muito tempo sem operação”.

(Dias depois foi para a rua a Operação Arquivo X.) Na mesma conversa, o juiz ofereceu ao procurador o nome de uma “fonte séria” que “estaria disposta a prestar a informação”. (Não devia ser séria porque oferecia informações que não se materializaram sobre o filho de Lula. Além disso, não topou falar.) À época não se sabia que o juiz Moro e o procurador Dallagnol tinham tamanha fraternidade. Sabe-se agora, graças ao The Intercept Brasil.

Em 2015 autoenganavam-se empreiteiros e petistas. Hoje, quem acredita (ou faz que acredita) que a forma apaga o conteúdo é o ministro Moro.

Em novembro de 1971 a filósofa Hannah Arendt publicou um artigo intitulado “Mentindo na Política: Reflexões sobre os Papéis do Pentágono” e nele cuidou do mecanismo do autoengano. Ela disse o seguinte:

“O autoengano pressupõe que a distinção entre a verdade e a falsidade, entre o realidade e a fantasia, desaparece numa cabeça que se desligou dos fatos. No campo político, onde o segredo e a dissimulação sempre desempenharam um importante papel, o autoengano é o perigo por excelência: o enganador autoenganado perde todos os contatos, não só com seu público, mas com o mundo real”.


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Fernandes

Greenwald desafia Sérgio Moro e procuradores: mostrem os originais das conversas. Mostram?



16/06


2019

Lá como cá?

A ministra Tereza Cristina (Agricultura)telefonou ao seu correspondente no governo chileno para avisar que, por ora, não restringirá as importações de vinhos que estão chegando ao Brasil com 7% de água. Por aqui, o percentual não pode passar de 2%. Os produtores domésticos se queixam de competição desleal.


TIROTEIO

De Ricardo Patah, presidente da UGT, sobre a campanha ‘Demita um grevista e contrate um desempregado’, projetada nas redes na sexta

“Há uma série de ataques ao movimento sindical. Um desrespeito a ato legítimo e constitucional que os trabalhadores fizeram”  (Daniela Lima – Painel  da Folha)


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