Congresso Nordestino de Educação Médica

19/06


2019

Defesa de Lula e o vazamento sobre FHC

Exploradas na  última reportagem do The Intercept sobre mensagens da Lava Jato, as doações da Odebrecht ao Instituto FHC foram usadas pela defesa do ex-presidente Lula para apontar que as transações feitas entre a empreiteira e o Instituto Lula eram similares às realizadas entre a empresa e a entidade do tucano.

contestou o tratamento dado pelos investigadores às doações da Odebrecht ao instituto do petista em maio de 2018. As transações da empreiteira com a entidade de FHC foram usadas como exemplo de que não era possível tratar contribuições a entidades, de partida, como ilegais.

Três anos antes, em 2015, os integrantes da força-tarefa da Lava Jato falaram sobre o assunto, como mostrou o Intercept. Uma ala dos procuradores sugeriu investigar as transações de FHC para evidenciar que sua atuação não tinha viés partidário.

A ideia foi abortada, segundo publicou o The Intercept, porque rapidamente os procuradores perceberam que uma investida sobre o IFHC sem suspeita de crime de corrupção poderia, na verdade, dar argumentos à defesa de Lula.(Daniela Lima – Painel FSP)


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Governo de PE

19/06


2019

Moro, quem diria, hoje na berlinda do Senado

Coluna de Carlos Brickimann

Moro, quem diria, já esteve no Programa do Ratinho, o que ninguém iria imaginar. Hoje vai ao Senado, diante de uma plateia majoritariamente hostil, para defender a Lava Jato e o Projeto Anticrime. O projeto anticrime já ficou para o segundo semestre. No caso Lava Jato, terá o apoio dos evangélicos, mas de novo as bancadas governistas permitiram que a oposição ocupasse a maior parte das posições entre os debatedores. Apesar disso, Moro só tem de se manter sereno para sair-se bem. Se perder a calma, entrar em bate-bocas, jogará contra seu próprio time. O que neste Governo, aliás, não é novidade.

A linha de defesa

Moro deve adotar, no debate, algumas posições do tipo “meu time é que tem razão”. Tentará deixar de lado o conteúdo das mensagens, dando grande importância à maneira como foram obtidas, que classificará de inaceitável, ilegal.  Pode desmentir uma ou outra transcrição, certamente pedirá que seja publicada a íntegra da interceptação, talvez diga que, mesmo verdadeiras, as mensagens não indicam nenhuma violação da lei. Moro tem uma situação privilegiada: com ou sem transcrições, mantém alto nível de popularidade.


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Prefeitura de Caruaru

19/06


2019

Odebrecht: dívida de R$ 307 milhões para executivos

Entre os delatores, o que tem mais a receber é Emílio Odebrecht, um dos acionistas do grupo

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

O Odebrecht S.A., que pediu recuperação judicial na segunda (17), reconheceu na Justiça uma dívida de pelo menos R$ 307 milhões com 50 ex-executivos que também participaram da delação da empresa.

Entre os delatores, o que tem mais a receber é Emílio Odebrecht, um dos acionistas do grupo. Ele aparece na lista como credor de R$ 80,9 milhões.

Depois dele vêm os ex-diretores Marcio Faria da Silva, com R$ 74,5 milhões, Hilberto Mascarenhas, com R$ 24,6 milhões, e Benedicto Barbosa, com R$ 14,4 milhões.

O ex-executivo que tem a maior bolada a receber é Newton de Souza, que não virou delator —R$ 285 milhões. O crédito está relacionado à venda de ações, em 2014. Naquele ano, ele migrou para o conselho de administração.

O “preço” da saída de Souza da direção da empresa foi estabelecido por um avaliador independente, o banco Credit Suisse, obedecendo a um acordo assinado entre os controladores da Odebrecht e os acionistas minoritários.

Além de indenizações e bônus de ex-executivos, o grupo assume que tem dívidas de R$ 3,9 milhões com o espólio de Norberto Odebrecht, fundador do grupo, e com outros integrantes da família. 

Mônica Bahia Odebrecht, filha de Emílio, tem um crédito de R$ 1,6 milhão. O irmão dela, Marcelo, aparece como credor de R$ 16 milhões.


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São João Petrolina

19/06


2019

PT no pé do depoimento de Moro: primeiro eu

O PT pretende madrugar na fila da Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta (19) para a oitiva de Sergio Moro (Justiça). Vai tentar repetir a estratégia adotada com Paulo Guedes (Economia), na Câmara, de monopolizar as intervenções no início da sessão.

A despeito da lista tríplice formada por procuradorespara a sucessão de Raquel Dodge na PGR, um nome ganhou atenção no mundo político. Integrante do Conselho Nacional do Ministério Público e ex-procurador-geral da Justiça Militar, Marcelo Weitzel tem sido citado em Brasília como o favorito da família de Bolsonaro.  (Folha Painel)


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Prefeitura de Gravatá

19/06


2019

Partido do governo: forças de segurança bem na reforma

O PSL, sigla do presidente Jair Bolsonaro, vai brigar para ser o partido a apresentar emenda que preserve as categorias das forças de segurança, como policiais e bombeiros, das regras mais duras da reforma, como a que amplia o tempo de serviço para a aposentadoria.

A simpatia de integrantes das forças de segurança é cobiçada por outras legendas, como o PL, que também se prontificou a trabalhar pelos policiais. O setor deu apoio importante à candidatura de Bolsonaro em 2018.  (Folha)


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19/06


2019

Exagerou: Maia arrependido pela “”covardia sem precedentes”

Cobrado a baixar o tom por diversas alas de seu partido e também por integrantes do governo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu que passou do ponto ao classificar como uma “covardia sem precedentes” de Paulo Guedes (Economia) a demissão de Joaquim Levy.

A fala soou como ataque pessoal. A ordem agora é todo mundo deixar baixar a temperatura.  (Painel – FSP)


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ArcoVerde

19/06


2019

Partidos querem cargos prometidos

Governo promete pacote de nomeações; siglas indicam que, sem isso, podem atrasar reforma

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Para cumprir o cronograma dos sonhos do governo, que prevê a votação da reforma da Previdência na comissão especial semana que vem e no plenário da Câmara até a primeira quinzena de julho, a Casa Civil vai ter de acelerar a entrega de cargos a partidos de centro e centro-direita. As negociações não deslancharam porque o governo quer fazer todas as nomeações em pacote, mas a demora abriu espaço para disputas. A Codevasf, por exemplo, é alvo de queda de braço entre Câmara e Senado.

Presidentes de partidos de centro e integrantes da cúpula do Congresso dizem que o clima de desconfiança é mútuo e que “se o Planalto não entregar o que afiançou, ninguém vai votar no crédito”. Ou seja: sem a formalização das indicações, o andamento da reforma pode travar.


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19/06


2019

Senado comemora queda de decreto das armas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, comemorou a decisão do Senado de derrubar o decreto de armas de fogo de Jair Bolsonaro. Apesar de não ter votado, Alcolumbre fez questão de se posicionar contra a flexibilização da posse

 “Violência não se combate com violência. Decretar facilidades para o uso de armas de fogo é terceirizar a responsabilidade pela segurança pública e, em última instância, sinalizar para um estado de barbárie”, disse.

 “O Senado diz que violência não se combate com violência. Existem alternativas pacíficas e civilizadas para a ordem social. Basta que o poder público faça a sua parte.”  (Estadão – BR 18)


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