Congresso Nordestino de Educação Médica

15/06


2019

Gato por lebre

As lideranças do Congresso afinadas com a reforma da Previdência colocam a responsabilidade pela retirada da capitalização da proposta no ministro Paulo Guedes, da Economia.

Ele teria vendido a ideia de que o sistema, no Chile, é uma maravilha —quando, na verdade, sofre ampla resistência e pode ser alterado.  (Mônica – Bergamo)


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Governo de PE

15/06


2019

Pote até aqui de mágoa com Doria

O encontro entre o governador João Doria (SP) e o coronel de quem chamou a atenção em evento na quinta (13) não conseguiu aplacar todo o mal-estar gerado pelo episódio.

A bancada da bala, que já votou contra o tucano, diz que o desconforto cresceu.

Durante discurso, Doria deu uma bronca pública no coronel ao ver que ele manuseava o telefone. Daí a polêmica.  (Painel)


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Prefeitura de Caruaru

15/06


2019

General em marcha: maleta, tchau a copeiro e secretária

Santos Cruz se despediu do copeiro à secretária e desejou sorte para Bolsonaro

Demitido pelo presidente, ex-secretário de governo mandou triturar documentos

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O general Santos Cruz voltou a sua sala ontem por volta das 17h, logo após ser demitido por Jair Bolsonaro da Secretaria de Governo da Presidência. Fez uma reunião com a equipe, comunicou a demissão, disse que havia sido convidado para assumir os Correios —mas preferiu recusar. 

BAGAGEM

Santos Cruz pegou uma mala pequena, colocou dentro objetos pessoais e mandou triturar o restante dos documentos. 

Antes de sair, despediu-se de todo mundo, do copeiro à secretária. E disse que torce pelo sucesso do governo de Jair Bolsonaro. 


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Prefeitura de Gravatá

15/06


2019

Nova lei trabalhista é questionada no STF

Nova lei trabalhista é questionada em 14 ações no STF. 

Por Marta Cavallini, G1

 

Pontos da lei trabalhista estão sendo questionados no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de Ações Diretas de Inconstitucionalidade, as chamadas ADIs. Atualmente, há 14 ações esperando por decisões dos ministros do STF. Até o momento, foram julgados dois temas pelo Supremo: o fim da contribuição sindical obrigatória e o trabalho de grávidas e lactantes em atividades insalubres. A nova lei trabalhista entrou em vigor em novembro de 2017.

No caso da contribuição sindical, o STF decidiu, em junho de 2018, pela constitucionalidade do ponto da reforma trabalhista que extinguiu a obrigatoriedade do tributo. O tema foi questionado em 19 ADIs por entidades que congregam várias categorias de trabalhadores.

No dia 29 de maio, o STF determinou que grávidas e lactantes não podem exercer atividades consideradas insalubres. A ação foi apresentada em abril de 2018 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, que questionou trecho que permitiu o trabalho de gestantes e lactantes em atividades insalubres, exceto em caso de atestado médico.

Assim, desde agosto de 2017, antes mesmo da nova lei trabalhista entrar em vigor, o STF recebeu 34 ADIs, segundo levantamento feito pelo G1 no site do STF. [...] Confira a reportagem na íntegra clicando aqui: Nova lei trabalhista é questionada em 14 ações no STF


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15/06


2019

Vão pagar pela Nova Previdência e levar só a velha

“As pessoas vão pagar pela Nova Previdência e levarão só a velha”, disse um auxiliar do ministro Paulo Guedes. A queixa serviria ainda para tentar evitar uma desidratação maior na proposta.

O time de Guedes tentou justificar a fala do ministro dizendo que a expectativa era de uma economia maior –R$ 950 bilhões sem aumento de tributos.

A irritação do ministro foi atribuída por deputados à derrubada do sistema de capitalização. A equipe econômica diz que a iniciativa é fundamental para alavancar o emprego já que abre espaço para um regime de contratação mais   (Painel – FSP)


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ArcoVerde

15/06


2019

Jair balança mas não cai

Recorte inédito de pesquisa da XP Investimentos mostra que as revelações de diálogos controversos entre Sergio Moro (Justiça) e o procurador Deltan Dallagnol não derrubaram o apoio da maioria dos eleitores de Jair Bolsonaro à Lava Jato.

Entre os entrevistados que declaram ter votado no presidente, 63% dizem que a Lava Jato não cometeu excessos; 13% afirmam que cometeu, mas o resultado valeu a pena –mesmo índice dos que reconhecem abuso e cobram a revisão de decisões. 12% não sabem ou não responderam.

Já 52% dos eleitores de Fernando Haddad (PT) veem excessos e dizem que algumas decisões devem ser revistas, enquanto 14% acham que os fins justificam os meios e 26% validam toda a ação da força-tarefa.

Entre os entrevistados que disseram ter votado em braco ou nulo ou que não quiseram responder, a maior fatia (33%) reprova atos da Lava Jato, mas a distância entre esses e os que não veem problemas na operação (28%) é bem pequena.  (Daniela Lima – FSP)


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Asfaltos

15/06


2019

A troca de farpas entre Guedes e Maia

Ação e reação

A troca de farpas entre Paulo Guedes e Rodrigo Maia começou por telefone.
O ministro da Economia, Paulo Guedes e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Fonte Brasil247
Por José Fucs, O Estado de S.Paulo

 

A troca de farpas entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), começou por telefone. Ao ser informado das duras críticas de Guedes ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) para a reforma da Previdência, Maia tomou a iniciativa de ligar para ele. 

“Ministro, o senhor não deveria ter feito isso. Eu vou ter de defender o Congresso”, afirmou Maia, segundo apurou o ‘Estado’. “Então defenda”, respondeu Guedes, que assistiu à resposta de Maia pela TV. “Eu não tinha como ficar em silêncio vendo a reforma ser desidratada.” 

Apesar do tom de confrontação que acabou predominando no caso, Guedes ainda espera reverter as mudanças efetuadas na proposta encaminhada ao Congresso pelo governo. O ministro ficou particularmente irritado com o fato de Moreira ter cedido ao lobby dos funcionários do Legislativo, chamado por ele de “Sindilegis”. 

Pelas contas oficiais, Moreira drenou R$ 30 bilhões da reforma da Previdência ao acatar as reivindicações dos servidores. Depois, para não deixar evidente que se curvou à pressão do funcionalismo, segundo fontes do ministério, drenou mais R$ 70 bilhões do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), voltado aos trabalhadores do setor privado, elevando as perdas a R$ 100 bilhões e inviabilizando a capitalização defendida por Guedes. 


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15/06


2019

Senado culpa Guedes:retirada da capitalização

Reforma da Previdência

Senadores culpam Guedes por retirada da capitalização em reforma da Previdência.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, no Senado em Março - Foto: Fonte Brasil247

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo
 

As lideranças do Congresso afinadas com a reforma da Previdência colocam a responsabilidade pela retirada da capitalização da proposta no ministro Paulo Guedes, da Economia.

Ele teria vendido a ideia de que o sistema, no Chile, é uma maravilha —quando, na verdade, sofre ampla resistência e pode ser alterado.


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