Faculdade de Medicina de Olinda

05/01


2014

Barbosa prevê ano agitado no Supremo Tribunal

 “Nós vamos começar o ano com um grande julgamento, que é aquele dos planos (econômicos), que vai ter sequência já em fevereiro. Acho que não faltarão grandes temas em 2014: financiamento de campanhas, modulação dos precatórios, que faltou tempo. Acredito que, no primeiro semestre, teremos também a questão das biografias e dos royalties”, disse o ministro Joaquim Barbosa, logo depois da última sessão plenária de 2013, em 19 de dezembro.

Os trabalhos do Supremo Tribunal Federal (STF) serão retomados oficialmente em 3 de fevereiro. Na pauta de julgamentos do primeiro semestre, há uma lista de pelo menos 30 processos que tiveram a análise interrompida por pedidos de vista ou foram suspensos por decisões dos ministros. Entre os principais temas, segundo o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, estão o fim do financiamento de campanha por empresas, a necessidade de autorização prévia para a publicação de biografias, a validade dos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990 e os embargos infringentes apresentados por condenados no processo do mensalão.(Do Correio Braziliense)


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Comentários

José Pereira da Silva

Viva a Veja que denunciou, viva a rede Globo que mostrou, viva Joaquim Barbosa que colocou a quadrilha na cadeia.

Adilson

Num tá faltando mais nada nessa pauta, Sr. JB????? Taí um exemplo de justiceiro que viram politiqueiro. Também, tou sentindo falta dos moralistas de plantão para cobrar os julgamentos de todos mensalões. Num disseram que não importava se era do PT ou do PSDB???

Wellington Antunes

E o mensalão tucano que foi denunciado desde a época pré-delubiana não vai entrar em pauta em 2014?


Governo de PE

05/01


2014

Governo paga aluguel de R$ 54 mil a diplomata em NY

 O governo brasileiro arca mensalmente com um aluguel de US$ 23 mil, o equivalente a R$ 54 mil, para o embaixador Guilherme de Aguiar Patriota em Nova York.

O diplomata é adjunto do irmão, o ex-ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota, que assumiu a chefia da missão do país na ONU após a polêmica fuga do senador boliviano Roger Pinto para o Brasil.

Antônio Patriota vive na residência oficial do governo brasileiro em Manhattan. Já seu irmão mora do outro lado do Central Park, na região nobre do Upper West Side, segundo a Folha de S. Paulo.

O valor do aluguel seria 35% superior ao subsídio mais alto pago por empresas privadas a brasileiros que moram em NY.


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Prefeitura de Abreu e Lima

05/01


2014

FHC quer um novo rumo para o país: um choque liberal

 O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cotado para ser vice de Aécio Neves numa chapa puro-sangue em 2014, não poderá ser acusado de falta de coerência. Em artigo publicado neste domingo (''Mudar o rumo''), nos jornais O Globo e Estado de S. Paulo, FHC, que traça a linha de ação do PSDB e será, na prática, um dos formuladores do plano de governo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), pede um novo rumo ao País, que pode ser traduzido na retomada da agenda liberal dos anos 90.

Na visão do ex-presidente, o Brasil teria retrocedido em várias frentes, durante os governos dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Ele pede mudanças profundas, a começar pela política externa.

''É óbvio que a política externa brasileira precisará mudar de foco, abrindo-se ao Pacífico, estreitar relações com os Estados Unidos e a Europa, não temer a concorrência e ajudar o país a se preparar para ela'', afirma.

Embora não fale em retomada da Área de Livre Comércio das Américas, FHC, claramente, condena o fato de o Brasil ter priorizado o Mercosul em sua política externa. ''Não devemos ficar isolados em nossa região, hesitantes quanto ao bolivarianismo, abraçados às irracionalidades da política argentinta'', diz ele.

FHC também prega um papel menor para a Petrobras nos leilões do pré-sal. ''A imposição de que a Petrobras seja operadora única e responda por pelo menos 30% da participação acionária em cada consórcio (...), afugenta número maior de interessados nos leilões do pré-sal, reduz o potencial de investimento em sua exploração e diminui os recursos que o Estado poderia obter com decantado regime de partilha. É ruim para a Petrobras e péssimo para o país.''

Naturalmente, o ex-presidente também faz um elogio da privatização e diz que ''o governo faz contorcionismo verbal para negar que concessões sejam modalidades de privatização'', o que, segundo ele, seria ''patético''. Ele afirma ainda que a inflação só não saiu da meta, porque diversos preços estariam sendo controlados artificialmente pelo governo.

''É preciso redesenhar a rota do país. Dois terços dos entrevistados em recentes pesquisas eleitorais dizem desejar mudanças no governo. Há um grito parado no ar, um sentimento difuso, mas que está presente. Cabe às oposições expressá-lo e dar-lhe consequências políticas. É a esperança que tenho para 2014 e são meus votos para que o ano seja bom'', diz FHC.

Na prática, o ex-presidente prega um novo choque liberal no País. Será que é isso o que os brasileiros estarão buscando em outubro de 2014?  (Do portal BR247)

Leia na íntegra o artigo de FHC clicando aí:  Mudar o rumo


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Comentários

MARCOS BARBOSA

Com esse discurso ele acha que vai ganhar eleição ?

suricato

O ministério da Saúde adverte ,ódio provoca câncer e metastase , basta ver o exemplo de xavito da venezuela a bruxa do 71 da argentina o 9 dedos do brasil e seu poste.

Lucidio de Figueiredo Galvão Júnior

ESSE VEIACO QUER MESMO É REEDITAR A ´´PRIVATARIA`` TUCANA NO BRASIL, SÓ QUE AGORA COM TODA EXPERIENCIA DA CORRUPÇÃO DO METRÔ DE SÃO PAULO ONDE OS TUCANOS DESVIARAM COMPROVADAMENTE MAIS DE HUM BILHÃO E MEIO DE REAIS.

Wellington Antunes

Nossa! mas que cheiro de enxofre!

Wellington Antunes

Ainda bem que esse traíra tá sendo sincero ao revelar suas intenções. O povo já o conhece e são suficientes para que ninguém, de sã consciência, vote na dupla anunciada: Aecim/FHC... Que dupla, meu Deus!!!!! O Brasil não merece


Prefeitura de Limoeiro

05/01


2014

Alianças do PSB não têm coerência, diz Erundina

 Para a deputada, falta sentido político nos acordos regionais de seu partido

Semana passada, PSB anunciou a entrada do PSDB no governo de PE, o que desagradou aliados de Campos

DA FOLHA DE S.PAULO - MARINA DIAS

 A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) diz que não existe ''coerência política'' nas alianças regionais que seu partido tem fechado para fortalecer a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência.

''A certeza que tenho é que não há coerência política a ponto de se conseguir dar unidade a alianças que podem ser reproduzidas no resto do país'', disse à Folha.

Na semana passada, o PSDB de Pernambuco aderiu ao governo de Campos. Erundina critica a natureza das decisões e afirma que elas não passaram pela Executiva Nacional do PSB. Apesar das ressalvas, ela diz que Campos ''tem o desejo de fazer as coisas de maneira diferente''.

Folha - Em que medida a entrada do PSDB no governo de Eduardo Campos altera o acordo entre PSB e Rede?

Luiza Erundina - Cada caso é fruto do sistema político exaurido, esgotado em responder às demandas da sociedade. Mantemos regras, normas e sistemas partidários e eleitorais defasados, sem identidade, e isso explica esse caos que existe nas políticas de alianças locais. A certeza que tenho é que não há coerência política a ponto de se conseguir dar unidade a alianças que podem ser reproduzidas no resto do país.

PSDB e PSB acordaram possíveis alianças em Pernambuco, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul e São Paulo. Qual é o limite para esses acordos acontecerem?

Isso já está dado. O processo já andou tanto, as conversas já se deram com tanta frequência e não passaram pelas direções partidárias. Marina Silva insiste em encaminhar as coisas de outra forma, mas é uma tentativa muito recente. A junção entre PSB e Rede é salutar, é a construção coletiva de um processo novo e vamos acumular para, se não for nessa eleição, introduzir algo novo num futuro que espero ser próximo.

O presidente estadual do PSB-SP, Márcio França, articula há meses um acordo para ser vice na chapa de Geraldo Alckmin. Mas interlocutores dizem que Marina e Campos conversaram e que essa possibilidade agora ''tende a zero''.

A partir da aliança PSB-Rede esse quadro se encontra mais complicado.

É mais importante o PSB ter um candidato próprio ou se aliar ao PSDB de Alckmin?

Defendo candidatura própria junto com a Rede para construir uma nova força política e quebrar a polarização PT-PSDB, que é artificial, já que os dois partidos têm muita identidade do ponto de vista de alianças e propostas políticas. Precisamos introduzir novos elementos para renovar a política brasileira. Essa história de palanque duplo, palanque triplo, é um absurdo, é contribuir para esse quadro político caótico.

A senhora está disposta a ser candidata ao governo de SP?

É um processo complexo, e não podemos colocar as coisas nesses termos, para não quebrar a unidade PSB-Rede.

As posturas de Marina e Campos frente à política de alianças não são contraditórias?

Não. Há uma intenção de Campos em contribuir para que as coisas se deem de maneira diferente, mas a lógica eleitoral se superpõe a tudo. Somos vítimas dessa lógica.


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Comentários

João Bosco Nogueira de Lima

Nunca vi uma política mais antiquada que essa do PSB e REDE. Em fim, eles são o que mesmo? Ruralistas, neoliberais,... digam.

Wellington Antunes

Para quem se propõe a ser o novo e fazer mais e melhor essa é a típica aliança de jacaré com cobra d''água.



05/01


2014

Equipe de Dilma aposta em atritos de Eduardo no NE

Pesquisas em posse do PT concluíram que Eduardo Campos (PSB) não teria êxito, se a eleição fosse hoje, na estratégia de se apresentar como candidato ''do Nordeste''. Quem avalia é Vera Magalhães, hoje na sua coluna da Folha de S.Paulo. Diz a colunista que os levantamentos detectaram rejeição ao pernambucano no Ceará, na Bahia e mesmo na Paraíba, governada pelo PSB.

''''Os estrategistas de Dilma querem usar a tradicional rixa existente entre Estados da região para tentar restringir o apelo de Campos a Pernambuco.

A direção nacional do PSB decidiu que Campos vai ocupar todas as propagandas regionais de TV e rádio a que o partido terá direito no primeiro semestre deste ano. O objetivo é compensar a desvantagem de exposição que o pernambucano tem em relação a Dilma.''''


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Magno coloca pimenta folha

05/01


2014

Só 8% dos municípios arrecadam mais do que gastam

 A grande maioria dos municípios brasileiros tem gastos públicos maiores do que o que sua economia gera de imposto sobre a produção, somando as arrecadações municipais, estaduais e federais. No total, apenas 417 cidades brasileiras geram mais dinheiro público do que gasta. Elas são as responsáveis pelo superávit usado nos outros 4.875 municípios que apresentam gastos maiores que o arrecadado em impostos. Os números foram calculados pelo Estadão Dados com base na pesquisa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios de 2011, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de dezembro.

Eles mostram um retrato revelador de como a produção e geração de riqueza é extremamente concentrada no Brasil: a arrecadação total de impostos sobre a produção é de R$ 612 bilhões por ano, enquanto os gastos calculados pelo IBGE chegam a R$ 576 bilhões. No entanto, apenas 7,8% das 5.292 cidades que constam no levantamento geram mais impostos desse tipo do que gastam. Todo o resto do Brasil é deficitário. (De O Estado de S.Paulo - Rodrigo Burgarelli)

Clique aí e leia mais: Só 8% dos municípios brasileiros arrecadam mais do que gastam


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Comentários

Francisco Eugênio Marinho de Barros

A grande maioria das gestões municipais no Brasil têm como piloto as despesas, quando esta deveria figurar como passageiro, sendo os lugares de piloto e copiloto ocupados, respectivamente, pelas receitas e informações. Ainda tem os pilotos, Dick Vigaristas, que ninguém merece.


Banner de Arcoverde

05/01


2014

Chapa Eduardo-Marina será apresentada já

 O PSB espera para o final deste mês, ou no mais tardar para o início de fevereiro, a formalização do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como o candidato do partido à Presidência.

Campos avisou a correligionários que faria o anúncio nas próximas semanas. Espera-se que, com a decisão, a ex-senadora Marina Silva também formalize seu nome como vice na chapa do pernambucano.

O anúncio ocorrerá após o PSDB formalizar sua entrada no governo de Eduardo Campos e no meio das discussões em São Paulo sobre uma possível aliança do PSB com o governador tucano Geraldo Alckimin.

O diretório paulista do PSB é resistente à pressão feita por Marina para que o partido não se alie a Alckmin, que tentará a reeleição.

O presidente estadual do PSB, deputado federal Márcio França, articula há meses uma aliança com o tucano.

Conforme publicado na coluna Painel da Folha na última quarta, Eduardo Campos e Marina Silva estão prestes a selar um acordo para que o PSB se afaste da candidatura Alckimin em São Paulo.

Segundo interlocutores, o pernambucano foi convencido por Marina a buscar uma alternativa longe do PSDB paulista. Marina rechaça a possibilidade de subir no palanque tucano e quer uma candidatura própria do PSB-Rede no Estado. Em troca, ela anteciparia para os primeiros meses do ano o anúncio de que será vice na chapa presidencial de Eduardo Campos.

''Quando ela [Marina] optou ser vice do Eduardo, não foi apresentada nenhuma condicionante. Isso não é coisa dela, mas de gente do seu entorno'', afirmou França. (Da Folha de S.Paulo)


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05/01


2014

Brasil e EUA serão potências energéticas, diz estudo

 O economista-chefe da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, está seguro de que o mercado de energia global passa por uma transição que fará os Estados Unidos e o Brasil emergirem como grandes potências. Com os EUA prestes a se tornar um exportador de energia excedente e o Brasil aumentando a produção nos campos de petróleo de águas profundas, o turco - responsável pelo “World energy outlook”, publicação anual que é considerada a principal fonte de análises estratégicas do setor e cuja edição de 2013, que deu destaque ao Brasil, foi divulgada no início de dezembro.

Apesar desses novos recursos, diz Birol, o petróleo de baixo custo do Oriente Médio continuará tendo papel central no futuro próximo. (De O GLOBO - Isabel de Luca)

Leia mais clicando aí:  EUA e Brasil serão potências energéticas, diz estudo


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