Faculdade de Medicina de Olinda

15/09


2019

Chance de Lula: STF deve reexaminar caso do petista

Chance de Lula

(Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

Por Carlos Brickmann

 

No final deste mês, ou no início de outubro, no máximo, o Supremo deve reexaminar o caso de Lula (que acusa Sérgio Moro de ter sido parcial) e a prisão após condenação em segunda instância (a Constituição determina a prisão após trânsito em julgado, ou seja, quando não houver mais nenhuma possibilidade de recurso). Segundo a Folha de S.Paulo, o ministro Celso de Mello não gostou do conteúdo das mensagens que, segundo The Intercept, Moro trocou com os procuradores da Lava Jato.

Se Celso de Mello, que votava pela prisão após condenação em segunda instância, mudar de posição, o Supremo retornará à posição anterior, de só admitir prisões após o trânsito em julgado. Dizem os lavajatistas que com isso estará liquidada a Operação Lava Jato: sem ameaça de ir logo para a prisão, para cumprir longas penas, por que alguém iria aderir à delação premiada?


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Governo de PE

15/09


2019

Extremos unidos no apoio a Augusto Aras

Extremos unidos.

Augusto Aras (Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE)

Por Carlos Brickmann

 

Os grupos mais felizes com Augusto Aras, escolhido por Bolsonaro para a Procuradoria Geral da República, são os bolsonaristas e os petistas. 

Os extremos se tocam. Aras não chega a ser fã da Lava Jato e disse que usará o cargo para fazer justiça e não para perseguir políticos e a política. A leitura bolsonarista: Aras não irá perseguir Flávio Bolsonaro. Disse também que não será só acusador, mas buscará absolver os injustiçados. Leitura do PT: “injustiçado” é Lula. Jaques Wagner pediu aos petistas um voto de confiança a Aras. Nada como ter problemas parecidos para apoiar soluções idênticas.


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Governo de PE

15/09


2019

Contribuintes pagam a vida mansa da classe política

Quem paga a vida mansa.

Charge do blog Nei Alberto Pies

Por Carlos Brickmann

 

Quando eu era garoto, os políticos não eram muito diferentes dos de hoje. Jogavam pesado durante o mandato, faziam o que não deviam na campanha. Mas tudo com dinheiro recolhido por eles: havia quem tomasse algum dos bicheiros, das prostitutas, dos motoristas de táxi, dos pequenos empresários (muitos) e dos grandes empresários (poucos). Havia chantagem, havia toma lá dá cá, havia promessa de favores a quem doasse mais – mas cada partido, cada candidato, cuidava de sua arrecadação, sem botar a mão no bolso dos eleitores. E nunca faltou dinheiro para uma eleição.

Aí inventaram o tal do financiamento público de campanha, pelo qual um eleitor tem obrigatoriamente de contribuir para a eleição de candidatos de que não gosta, de partidos que despreza. E é um monte de dinheiro: no nosso apertado Orçamento, a verba eleitoral atinge R$ 3,7 bilhões. Falta dinheiro para vacinas, falta dinheiro para saneamento, mas não falta dinheiro para dar boa vida a candidatos que, definitivamente, não chegam a nos fascinar.

Fora sustentar os pançudos, há outro problema: abrir partidos virou bom negócio, porque participam da divisão da megaverba. Políticos podem olhar-nos com desprezo. Somos os babacas que pagam quem vai nos desapontar.


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Prefeitura do cabo

14/09


2019

Mercado financeiro: as apostas nas quedas de juros

O mercado financeiro e as próximas reuniões do Copom.

Miguel Schincariol | AFP

O Globo - Por Lauro Jardim

 

O mercado financeiro aposta numa nova queda da taxa de juros no Copom da semana que vem. Mais uma vez, 0,5%. 

É consenso também que o Copom sinalizará com mais uma queda até o fim do ano.


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14/09


2019

Sérgio Cabral pede que contratem seu filho

Cabral pede que contratem filho como advogado. Sérgio Cabral tem pedido ajuda para Marco Antonio Cabral.

Sérgio Cabral e Marco Antonio Cabral Foto: Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

 

Sérgio Cabral tem pedido a amigos e advogados que o visitam na cadeia ajuda para o filho, Marco Antonio Cabral, ser contratado como advogado.

Após não se reeleger, Marco Antonio começou a advogar, na área trabalhista.

Cabral argumenta que Marco Antonio tem dois filhos pequenos, e que precisa advogar para o sustento da família.


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Prefeitura de Abreu e Lima

14/09


2019

Amazônia: multas por queimadas e desmates caem 23%

Neste ano

Autuações por crimes como queimadas e desmate caem 23% neste ano na Amazônia Legal. Fiscais do Ibama aplicaram menos advertências e multas por infração contra flora até o fim de agosto. Eles proibiram o uso de 1.837 terrenos onde ocorreram infrações ambientais, 20 a mais do que no mesmo período do ano passado.

Queimada/Amazônia-Ffumaça em trecho de 2 km de extensão de floresta, a 65 km de Porto Velho, em Ro, em 23/08 2019 /Foto: Carl de Souza/AFP/G1

Do G1 - Por Patrícia Fiqueiredo 

 

Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicaram neste ano 23% menos advertências e multas por crimes contra a flora na Amazônia Legal. Flora é o conjunto de plantas de uma determinada região. Incêndios provocados pela ação humana ou desmate são crimes contra a flora, assim como a venda de madeira ilegal.

A queda foi verificada no período entre janeiro e agosto na comparação com o mesmo período de 2018. Nos primeiros oito meses deste ano, queimadas e alertas de desmatamento tiveram altas expressivas

Os dados são de um levantamento feito pelo G1 com base em informações do portal "Dados Abertos do Ibama". 

Leia a reportagem completa com os principais pontos do levantamento e da crise na Amazônia aqui: Autuações por crimes como queimadas e desmate caem 23 ...


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Magno coloca pimenta folha

14/09


2019

Governo: distribuição de cargos por base no Congresso

Nova estratégia
Governo traça nova estratégia de distribuição de cargos para tentar formar base no Congresso.

General Luiz Eduardo Ramos - Secretaria de Governo - (Foto: Reprodução/Youtube) Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

O Planalto montou nova estratégia para tentar formalizar uma base na Câmara e no Senado. O general Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e o líder do governo, Major Vitor Hugo (PSL-GO), organizam planilha para contabilizar deputados e senadores que foram fiéis em votações importantes. Os que deram mais apoio terão prioridade na distribuição de postos da máquina federal. Os critérios estão sendo alinhavados em meio a uma bateria de encontros com as bancadas partidárias.

A dupla que tenta reorganizar a articulação política também está fazendo um levantamento dos cargos já entregues –inclusive em acertos feitos diretamente entre parlamentares e ministros, sem a indicação do Palácio do Planalto.

Com isso, tentam mapear exatamente quem já foi contemplado para comparar a estatura dos cargos com a fidelidade nas votações.

A primeira operação de distribuição de postos, feita quando a articulação política ainda era uma atribuição de Onyx Lorenzoni (Casa Civil), naufragou. Alguns cargos não foram entregues e outros nem sequer eram desejados pelas bancadas.


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Prefeitura de Limoeiro

14/09


2019

Joice com dois pés na mesma canoa, mas não destruirá pontes

Joice Hasselmann: "Estou com os dois pés na mesma canoa, mas não vou destruir pontes". Presidente já afirmou que a deputada federal "está com um pé em cada canoa", se referindo a proximidade ao PSDB, mas Joice garante que não abandonará o PSL.

A deputada reafirmou que é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Época - Por Guilherme Caetano

 

Antecipar a largada na disputa pela Prefeitura de São Paulo tem colocado a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também na mira da artilharia dos adversários. Desde que se lançou informalmente como pré-candidata , faltando 14 meses para o pleito, ela tem enfrentado oposição dentro do próprio PSL. Semanas atrás, durante evento de filiação em massa do PSL, ela chegou a dizer que estava pronta para "descascar o abacaxi" que era disputar a eleição municipal. 

Depois de Gil Diniz, vice-presidente do diretório paulista do PSL, ter negado que qualquer candidatura esteja definida, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, segundo a Folha de S.Paulo , que "Joice está com um pé em cada canoa", referindo-se à proximidade da deputada com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Colar Joice Hasselmann aos tucanos, aliás, tem sido a tática dos desafetos para enfraquecê-la na disputa. A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) também já afirmou que a colega está mais próxima do PSDB do que do PSL.

Para não se ter sua imagem colada de vez aos tucanos, Hasselmann andou fazendo críticas à legenda. Ricardo Tripoli, que deve coordenar a campanha do prefeito Bruno Covas (PSDB) à reeleição em São Paulo, não gostou do que ouviu. Segundo a coluna de Guilherme Amado em ÉPOCA, ele zombou da deputada ao insinuar que Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro com suspeita de corrupção, seria seu secretário numa eventual gestão à frente da Prefeitura.

O ex-deputado afirma que, ao contrário do que sugerem alguns, não existe a "menor possibilidade" de Joice Hasselmann disputar a Prefeitura pelo PSDB. "O Bruno Covas é o candidato do partido. Isso já está consolidado", disse Tripoli. "Se ele [Bolsonaro] quer se desfazer dela, aí é problema deles".

Em entrevista a ÉPOCA, Hasselmann rebateu o presidente e afirmou estar "com os dois pés na canoa Bolsonaro", afirmou que Tripoli está "desesperado para chamar a atenção para a candidatura do Bruno Covas". Também disse que Carla Zambelli não tem prestígio nem credibilidade para criticá-la.

Leia a entrevista completa aqui: Joice Hasselmann: 'Estou com os dois pés na mesma canoa ...


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