Faculdade de Medicina de Olinda 2

16/03


2008

CPI ouve Bernardo e Hage na quarta-feira

 A CPI mista dos Cartões ouvirá na próxima quarta-feira (19) os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage. O objetivo da audiência é esclarecer como funcionam os cartões e dar subsídio para as próximas etapas da CPI.

Os primeiros depoimentos da comissão acontecem na terça-feira (18) e tem o mesmo objetivo. Será ouvido nesse dia o ex-ministro do Planejamento Paulo Paiva, que ocupou a pasta no governo Fernando Henrique Cardoso. No mesmo dia a CPI ouvirá um representante do Tribunal de Contas da União (TCU) e outro do Ministério Público do TCU.

A CPI também já tem pré-agendados depoimentos para a semana depois da Páscoa. No dia 25 devem ser ouvidos o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Félix, e seu antecessor no governo Fernarndo Henrique, general Alberto Cardoso, além do diretor-presidente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda, e seu antecessor Mauro Marcelo Lima e Silva.

O relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), acredita que essa audiência será fundamental para que a comissão decida sobre a quebra de sigilos dos cartões da Presidência da República.

“Eu não sou especialista em segurança. Eles terão que nos convencer de que os gastos protegidos por sigilo não podem ser divulgados”, disse o petista. Do Portal G1.


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Sérgio J. Cadena Bandeira de Melo

SE FOSSE NA ÉPOCA EM QUE O lula APORRINHAVA A OPOSIÇÃO,AS COMPRAS EM CHOPES, SUPER MERCADOS ETC NÃO ERAM CONSIDERADOS SEGURANÇA PRESIDENCIAL.


Detran

16/03


2008

Trocando de Jefferson

 Quem esteve presente na comissão de Relações Exteriores do Senado durante audiência pública com o chanceler Celso Amorim riu um bocado da troca de nomes feita pelo presidente da comissão, Heráclito Fortes (DEM-PI).

Na hora de dar a palavra ao senador Jefferson Peres (PDT-AM), Heráclito chamou-o de Roberto Jefferson. Incrédulo, o senador pedetista tomou um susto: “Hein? Hein? Como?”

E recebeu como justificativa um lapso de memória: “Desculpe, senador, é que estava prestando muita atenção nas palavras do senador Fernando Collor (PTB-AL) e me confundi”.

Só para os desmemoriados: Jefferson (o Roberto) foi líder da chamada tropa de choque que apoiou o então presidente Fernando Collor, hoje senador, no início dos anos 90. A crise culminou na aprovação, pelo Congresso, do impeachment do presidente. Do Blog do ET.


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13° Bolsa Familia

16/03


2008

Macumba do 3º mandato envenena a quadra política

Do Blog do Josias de Souza

 

A política brasileira atravessa uma quadra contraditória. Lula degusta notáveis índices de popularidade. Mas quem observa os índices de intenção de voto que as pesquisas atribuem ao tucano José Serra é levado a crer que chegou a hora da oposição.

 

Em meio ao inusitado, Lula olha para o PT e vê um armazém de postes. Decidiu inaugurar um programa novo: uma versão eleitoral do Luz para Todos. É como se desejasse levar energia a todos os potenciais presidenciáveis petistas.

 

No curto intervalo de duas semanas, o presidente levou mãe Dilma ‘PAC’ Rousseff aos morros do Rio, compareceu a uma cerimônia organizada por Tarso ‘Pronasci’ Genro, festejou aniversário de ministério ao lado de Patrus ‘Bolsa Família’ Ananias e estimulou Marta ‘Boa Candidata’ Suplicy a mergulhar na campanha paulistana.

 

É jogo de cena, suspeita a oposição. Lula não seria de dar apoio senão a si mesmo. Move-se por entre os postes ruminando, no íntimo, uma pergunta: Se estou tão bem avaliado, por que não permitir ao povo que prolongue sua própria felicidade?

 

Pelo menos sete líderes oposicionistas se encontram com o pé atrás. No PSDB: FHC, Sérgio Guerra e Arthur Virgílio. No DEM: Jorge Bornhausen, Marco Maciel e José Agripino Maia. No PMDB dissidente: Jarbas Vasconcelos. Todos acham que, na virada da curva, Lula flertará com o terceiro mandato. É como se vissem em Lula uma espécie de Incrível Hulk, prestes ganhar coloração esverdeada, exibir os músculos e rasgar as próprias vestes.

 

Ouça-se, na voz de Agripino Maia, o raciocínio que permeias as suspeitas: “O que o Lula está fazendo? Peregrinando pelo país. Voa no Aerolula abastecido por todos nós. Reúne o povo à custa de distribuição de marmitas pagas pelo erário. Agride a oposição em inaugurações travestidas de comícios. O que é isso? É a pré-campanha da continuidade. Calçando um salto 40, arrogante e auto-suficiente, o presidente aguarda pelo projeto que seu amigo Devanir Ribeiro [PT-SP] vai apresentar, propondo o plebiscito do terceiro mandato. A democracia será colocada em xeque. Quem viver verá.”

 

Sérgio Guerra, o presidente do PSDB, acha que Lula oscila “momentos de valorização da democracia com instantes de puro autoritarismo.” Não duvida que o PT esteja tramando a continuidade de seu único líder. “Se vier, vamos combater.” Jarbas Vasconcelos lista “evidências” que, a seu juízo, deixam claro que Lula vive um “surto autoritário.” 

 

“No Planalto, o TCU é considerado um aglomerado de políticos aposentados, Lula desmoraliza o Judiciário, depois diz que Congresso precisa trabalhar, como se ele fosse trabalhador, não tem o menor respeito pela mídia, com a equipe repleta de aloprados, passa a mão na cabeça dos irresponsáveis e acha que a palavra dele basta.”

 

Jarbas prossegue: “Derrotamos a CPMF e Lula decretou aumento de impostos, depois de mentir que não iria fazê-lo. O governo exige que a Colômbia peça desculpas ao Equador, mas não condena as Farc, um agrupamento de criminosos e seqüestradores. Não vou mais ficar calado. Lula tem formação autoritária. E o Senado não pode botar o rabo entre as pernas. O eco agora é pequeno. Mas depois cresce. Eu era deputado estadual no Recife quando o general Médici desfrutava de popularidade de 84% no meu Estado. E terminou como um dos mais repudiados generais da ditadura.”

 

Petistas como o vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC), que cultivam o bom senso, sustentam que Lula jamais patrocinaria um movimento de desrespeito à Constituição. Mas há uma ala do petismo que flerta –a sério— com a macumba do terceiro mandato. Devanir Ribeiro, compadre de Lula, não está sozinho quando afirma que aguarda o momento propício para protocolar o seu projeto na Câmara.

 

FHC arrancou a reeleição no Congresso em meio a um tilintar de verbas que incluiu uma malfadada “cota federal” de R$ 200 mil. Pagou, depois, o preço do poder longevo. Uma conta que, além da ofensa aos costumes, espetou na biografia do príncipe o populismo cambial e a ruína econômica. O silêncio de Lula sobre a re-reeleição não faz bem nem à sua presidência nem à democracia. Num instante em que reencontra o caminho do crescimento econômico, o presidente merece melhor sorte. 

 

Lula precisa vir ao meio-fio para desautorizar, em termos críveis, a maluquice. Do contrário, pode desperdiçar a sua hora. Há duas semanas, Lula ouviu do neo-conselheiro Delfim Netto conselhos acerca do que fazer na economia para evitar que seu governo transfira para o sucessor ruína semelhante à que recebeu de FHC. Um presidente que não esteja de olho no palanque decerto terá mais tempo para cuidar do que realmente interessa. De mais a mais, 2014 não está assim tão longe.


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joao daniel neto

terceiro mandato um estúpro à nossa constituição...

milton tenorio pinto junior

Bobos são os cargos comissionados desse governo. A mamata um dia acaba.

guilherme alves

Esses luminares da oposição são uns bobos.

francisco sales

cabe a todos os sem marmita e sem bolsa impedir esse desatino constitucional ou o país rumará a um precipício anarquico. Se a anestesia na qual somos vítimas não passar, seremos violados sem dó ! esse governo é capaz de tudo !

Adauto Ferreira dos Santos

Ciro Gomes e Eduardo Campos, ambos PSB, são citados hoje 16.03.08, portalaz.com.br, como nomes que teriam a simpatia de Lula na disputa Presidencial. Segundo a matéria Eduardo Campos leva vantagem sobre Ciro Gomes.


Prefeitura de Limoeiro

16/03


2008

Carro de mulher de prefeito de Nova Iguaçu é baleado

 A primeira-dama de Nova Iguaçu, mulher do prefeito Lindberg Farias, Maria Antônia Goulart, foi atacada por criminosos na noite da sexta-feira no bairro da Luz, na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro. A polícia vai investigar se a ocorrência foi um atentado ou uma tentativa de assalto. O carro de Maria Antônia foi baleado com dois disparos.

Ela estava acompanhada do motorista André de Oliveira Galo, 29 anos, que dirigia o Volkswagen Polo preto e deixava em casa a secretária Patrícia Renata Ferreira Cabral, 37, quando cinco homens dentro de Honda Civic bege pararam ao lado do veículo e apontaram uma arma em direção ao grupo.

O motorista pediu a Maria Antônia que abaixasse a cabeça, enquanto manobrou em marcha à ré em alta velocidade. O carro bateu no muro de uma casa, e um dos homens fez dois disparos em direção ao veículo, mas ninguém foi atingido.

Com o barulho dos tiros, muitas pessoas saíram à rua, enquanto os bandidos fugiram no Honda sem levar nada. Maria Antônia disse que, em princípio, pensou se tratar de assalto, mas lembrou já ter recebido ameaça por telefone no início do governo do marido. "Não sei o que pode ser. Assalto, seqüestro, atentado. Nunca imaginei que uma coisa dessas pudesse acontecer comigo. Será que é a campanha política que já começou?", comentou ela, referindo-se ao fato de Lindberg Farias ser candidato à reeleição à Prefeitura de Nova Iguaçu.

O prefeito Lindberg divulgou nota oficial na sexta-feira, informando que não sabe dizer se o ataque à mulher foi assalto ou atentado. "Prefiro aguardar as conclusões da polícia. Neste momento, a minha preocupação é proteger a minha família", afirma na nota.

Também na sexta, policiais do 20º BPM (Mesquita) à paisana faziam patrulhamento em rua no Centro de Nova Iguaçu, onde moram Lindberg e Maria Antônia. Segundo o coronel Mauro Teixeira, do 20º BPM, o patrulhamento é para todo o bairro e não apenas para a família do prefeito. Policiais da 52ª DP (Nova Iguaçu), onde o caso foi registrado, por enquanto não descartam as hipóteses de assalto e atentado. Do Portal Terra.


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Raimundo Eleno dos Santos

Há muito já pularam a cerca, pisaram na grama, arrancaram as flores e agora tentam e tiram vidas. É urgente uma cruzada de Educação, Moral e Civismo. O povo precisa ser cidadanizado.Eduque-se as crianças e não será necessário castigar os adultos.



16/03


2008

Movimento quer impedir privatização do petróleo

 Movimentos sociais e sindicais lançaram hoje (15), no Rio de Janeiro, o Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás. O objetivo do movimento é pedir a suspensão das licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que permitem a exploração de blocos petrolíferos brasileiros por empresas privadas.

Na pauta de reivindicações do movimento está a suspensão definitiva da 8ª Rodada de Licitações da ANP, que foi interrompida em 2006, por decisão da Justiça, depois de ter licitado apenas 38 dos mais de 280 blocos oferecidos.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro), Abílio Tozini, é preciso rever a Lei do Petróleo (Lei 9.478/97), elaborada antes das grandes descobertas de óleo e gás na camada geológica pré-sal, que inclui o megacampo de Tupi. Segundo o sindicalista, empresas privadas seguem regras de mercado e, por isso, podem colocar o petróleo no preço que desejarem e podem optar por exportá-lo, em vez de vendê-lo para o mercado nacional.

“Queremos evitar que se coloque essa riqueza, que é multiplicadora de recursos, nas mãos de empresas privadas. E evitar, inclusive, que se exporte essa riqueza, em vez de colocá-la a serviço da população brasileira”, afirmou Tozini.(Agência Brasil)


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Magno coloca pimenta folha

16/03


2008

Palanque de Lula começa a atrair oposicionistas

 Em contraste com o discurso da oposição sustentado sobretudo no Congresso, pelo país afora proliferam exemplos de oposicionistas "subindo no palanque" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sob o pretexto de acompanharem lançamentos de obras e programas voltados a suas regiões de origem, políticos do DEM e do PSDB, por vezes, contrariam posições defendidas por seus comandos nacionais. Terça-feira passada, por exemplo, na inauguração de barragem no interior do Tocantins, o prefeito de Porto Alegre do Tocantins, Adeljon Nepomuceno de Carvalho (DEM), entre um elogio e outro lançados ao microfone, fez praticamente uma apologia do terceiro mandato do presidente.
O prefeito, em conversa com a Folha, demonstrou o seu "pragmatismo" ao falar sobre a relação com o governo federal. "A gente que está aqui [cerca de 350 km de Palmas] depende das boas ações dos governantes. Nestes momentos, a gente não tem de ver o partido e sim o desempenho de quem está na linha de frente".

Líder do DEM na Câmara, o deputado ACM Neto (BA) nega ruídos na posição do partido no plano federal e nos municípios. "É uma voz isolada [a defesa do prefeito de Porto Alegre do Tocantins], que não fala pelo partido. Prefeitos e governadores têm posição institucional, o que não tem nada a ver com apoio político ou eleitoral". Ele afirma, também, que não há nenhum "enfraquecimento interno" nas posições do partido. "Nossas diretrizes são apoiadas pelas bases", garante.

O presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), não vê problemas na relação. "Relacionamento com o presidente da República não compromete ninguém. Ele é nosso adversário, não nosso inimigo", disse. Tida como normal pelas cúpulas partidárias, a participação em eventos ao lado de Lula não agrada a todos os oposicionistas. (Informações da Folha de S.Paulo)


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roberto de pessoa

A perpetuação de um governo assistencialista é preocupante. Até posso entender que o governo Lula obteve avanços, mas a alternancia de poder é uma necessidade preemente. Juntar todos os gatos num beco só e ter um único manda-chuva só serve em desenho animado.

jose carlos da silva

O professor Guilherme atravessou na sua penúltima frase, ou será que é mesmo verdade o que escreveu?

guilherme alves

para Tocatins. Algum mal nisso? O interesse do país e da população naõ devem estar acima de todas as querelas politcas. Ou na terrinha a mídia só gosta de politicagem e a alimenta?

guilherme alves

pela população. Outra referência de dignidade na politica deputado Fernendo gabeira estabelece condições para ter sua candidatura a prefeito do Rio, será que os candidatos do Recife topariam também em colocar as mesmas condições para os seus partidos? O aerolula era combatido, e Serra foi nele para

guilherme alves

Politica, também, se faz com dignidade e voltada para os interessess do povo. Uma das coisas mais interessantes nesse campo está em desenvolvimento no estado de Minas Gerais. Prefeito do PT e Governador do PSDB estão desenvolvendo um projeto para apoias um candidato do PSB,e ambos são bem avaliados


Banner de Arcoverde

16/03


2008

PSDB rachado no seu maior reduto: dois palanques em SP

 Chama-se Marta Suplicy (PT) a maior adversária do PSDB em São Paulo. Antes de encará-la, porém, o tucanato terá de vencer um inimigo que lhe rói as entranhas: a divisão interna. Sob atmosfera de aparente cordialidade, o PSDB convive com uma batalha encarniçada. Envolve o governador José Serra, o candidato Geraldo Alckmin e os grupos de ambos.

 

Chegou-se a um estágio tal de crueza que os dois lados já contabilizam uma primeira vítima fatal. Foi para o espaço a unidade partidária. Serra e Alckmin vão às eleições em lados opostos.

 

A suposta rendição de Serra à candidatura municipal de Alckmin é formal. Nos subterrâneos, o governador avalizou a postulação do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM). Prometeu ajudá-lo a se reeleger. O auxílio começa imediatamente.

 

Serra assegurou a Kassab que, independentemente dos rumos que a campanha eleitoral venha a tomar, a parceria de ambos na prefeitura não será alterada. O governador disse ao prefeito que os quadros tucanos que o ajudam a gerir a cidade não abandonarão os postos.

 

Escorado na palavra de Serra, Kassab informou à direção do DEM que a inclusão de seu nome na cédula de 2008 tornou-se irreversível. Ou seja, o tucano Alckmin vai à campanha tendo contra si duas máquinas poderosas: o governo tucano do Estado e a administração demo-tucana do município.

 

Alckmin e seus partidários destilam inconformismo. Dedicam a Serra epítetos como “exclusivista”, “desagregador” e outros adjetivos de calão que, por rasos, são impublicáveis. Acusam o governador de tentar impor a Alckmin uma inaceitável condenação ao “ostracismo”.

 

(Do blog de Josias)


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guilherme alves

A reciproca desconfiança existente entre Serra/Alckmim leva o processo para os contornos que estão sendo delineados. Isso passa a ser politicagem, ou seja interesses pessoais acima de interesses coletivos.



16/03


2008

Eca!!!

Coluna de Cláudio Humberto

 Em 1986, Miguel Arraes voltaria ao governo de Pernambuco derrotando um jovem político, José Múcio Monteiro. Arraes vivia pedindo votos para duas malas-sem-alça: o malufista Antônio Farias e o ex-padre Mansueto de Lavor, candidato ao Senado. O adversário Roberto Magalhães, ex-governador, bem que ajudava Arraes. Em Quipapá, a mulher do prefeito, dono dos votos da região, recebeu feliz o ex-governador:
- Dr. Roberto, passei a noite preparando uma buchada para o senhor!
- Pois fez muito mal, minha senhora. Não como isso. A senhora espere o dr. Arraes passar aqui com sua corja de comunistas e ofereça a eles.
Arraes, Farias e Mansueto venceram em Quipapá. E em todo o Estado.


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GLACIDELSON ANTONIO DA SILVA

Caro Magno, No livro de Claudio Humberto "O Poder Sem Pudor", o mesmo narra essa historia, com contornos um pouco diferentes, como se tivesse ocorrido em Arcoverde.

GLACIDELSON ANTONIO DA SILVA

Caro Magno, No livro de Claudio Humberto O Poder Sem Pudor o mesmo narra essa historia, com contornos um pouco diferentes, como se tivesse ocorrido em Arcoverde.



16/03


2008

Segura João Paulo

Coluna Folha Painel  - Folha de S.Paulo

Pelo menos dois petistas que neste ano se despedem do mandato de prefeito devem ser aproveitados em cargos no governo federal: Fernando Pimentel (Belo Horizonte) e João Paulo (Recife). O primeiro porque Lula quer. O segundo porque, se ficar em Pernambuco, entrará imediatamente em campanha pelo governo em 2010. E Eduardo Campos (PSB) é aliado do peito do presidente.


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Paulo Kigrer

O que faria em Brasilia João Lindu Finatec Paulo? Se queimar, certamente, pois competência não tem no seu bornal...

roberto de pessoa

Olha ai JP. Levantaram a bola. Você só vai pra Brasília sde quiser.


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