FMO janeiro 2020

16/02


2020

Cervejaria anuncia recall de lotes com problemas na garrafa

Do Estadão Conteúdo

A Heineken anunciou um recall voluntário para garrafas da cerveja long neck de 330ml dos lotes iniciados pelas letras CH. A empresa diz que identificou uma alteração na embalagem da bebida que pode fazer com que uma pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura, o que poderia ocasionar lesões ou ingestão acidental dos pedaços.

Os consumidores podem realizar a substituição ou solicitar reembolso do produto diretamente com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da companhia.

Segundo a empresa, a alteração ocorreu em menos de 0,3% das long necks desses lotes. "Apesar da baixa probabilidade e do problema já ter sido solucionado, o Grupo Heineken no Brasil decidiu realizar um recall voluntário", afirma a cervejaria em comunicado.

A companhia acrescenta que os consumidores que optarem pela substituição do produto receberão 2 long necks a cada unidade devolvida. "Reforçamos que a alteração já foi corrigida e não há impacto na qualidade do líquido. Outros produtos da companhia que não fazem parte dos lotes específicos podem ser consumidos normalmente", diz a cervejaria.


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IPTU Cabo

16/02


2020

Adido militar de Maduro com desenvoltura no exército do Brasil

Época - Por Eduardo Barretto

O general Manuel Antonio Barroso, adido militar de Nicolás Maduro no Brasil, tem circulado com desenvoltura no Exército brasileiro.

Barroso foi à cerimônia militar de troca da bandeira, em frente ao Palácio do Planalto, em novembro do ano passado e em janeiro deste ano.

O governo Bolsonaro reconhece Juan Guaidó, e não o chefe de Barroso, como presidente venezuelano.

Não se trata da única ambiguidade da gestão Bolsonaro com os vizinhos: a embaixada venezuelana em Brasília tem 23 diplomatas irregulares, com credenciais e vistos de trabalho vencidos.


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16/02


2020

Bolsonaro: miliciano morto era herói quando foi condecorado

Por Deutsche Welle

Presidente quebra silêncio sobre morte de Adriano da Nóbrega e afirma que foi ele quem pediu ao filho Flávio Bolsonaro para que homenageasse o ex-capitão na Alerj em 2005. "É comum PM em operação matar vagabundo."O presidente Jair Bolsonaro quebrou o silêncio ontem sobre a morte do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de comandar uma milícia no Rio de Janeiro e fazer parte de um grupo de assassinos profissionais, durante operação policial na Bahia.

Em entrevista à imprensa brasileira durante um evento no Rio de Janeiro, o presidente disse que Adriano era um herói na época em que foi homenageado pelo senador Flávio Bolsonaro.

"Ele foi condenado em primeira instância e absolvido em segunda", afirmou o mandatário, em referência a um processo em que o ex-PM foi acusado de homicídio. "Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando o capitão Adriano por nada. Sem querer defendê-lo. Desconheço a vida pregressa dele. Naquele ano [2005], era herói da Polícia Militar. Como é muito comum, um PM quando está em operação mata vagabundo, mata traficante."

Segundo Bolsonaro, ele próprio pediu que seu filho Flávio, então deputado estadual fluminense, homenageasse Adriano na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

"Para que não haja dúvida. Eu determinei. Meu filho condecorou centenas de policiais militares. Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam. Não estou fazendo juízo de valor", afirmou.

Em 2003, quando iniciou seu primeiro mandato na Alerj, Flávio propôs uma primeira homenagem a Adriano. Na moção de louvor, o então deputado disse que "o policial militar desenvolvia sua função com dedicação e brilhantismo, desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento as suas atividades".

Em 2005, Adriano recebeu a medalha Tiradentes da Alerj, a pedido de Flávio. Ele estava preso na ocasião, suspeito pela morte do guardador de carro Leandro dos Santos Silva, de 24 anos. O miliciano foi detido provisoriamente em janeiro de 2004 e condenado em outubro de 2005. Após obter recurso para um novo julgamento, ele foi libertado em 2006 e absolvido em 2007.

Agora réu na Operação Intocáveis, Adriano estava foragido há mais de um ano, acusado de comandar um esquema de agiotagem, grilagem de terras e construções ilegais em Rio das Pedras, no estado do Rio de Janeiro, envolvendo pagamento de propina a agentes públicos.

Ele foi localizado pelas autoridades de segurança da Bahia num imóvel na cidade de Esplanada, no interior do estado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública baiana, o ex-PM resistiu a uma tentativa de prisão no último domingo, 9 de fevereiro, disparou contra os policiais e acabou sendo morto em meio à troca de tiros.

Questionado se estava acompanhando as investigações sobre o caso, Bolsonaro afirmou que a responsabilidade pela morte de Adriano era da Polícia Militar da Bahia - e fez questão de lembrar que o estado é governado por um petista, Rui Costa.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", afirmou o presidente. Ele evitou responder se a morte estaria ligada a uma questão política, reiterando que quem matou o ex-capitão foi a Polícia Militar baiana.

Bolsonaro disse ainda que conheceu Adriano em 2005 - ano em que o então deputado federal defendeu o ex-policial em discurso na Câmara dos Deputados, em relação à condenação por homicídio - e negou ter qualquer relação com a milícia do Rio.

"Homenageei centenas e centenas de policiais militares e vou continuar defendendo, não adianta querer me vincular com a milícia, não tem absolutamente nada com milícia", afirmou. "Eu não conheço a milícia no Rio de Janeiro. Desconheço. Não existe nenhuma ligação minha."

Acusações contra Adriano da Nóbrega

Além das acusações no âmbito da Operação Intocáveis, o ex-capitão também era suspeito de cometer diversos homicídios e de comandar o chamado Escritório do Crime, um grupo de extermínio formado por membros da "banda podre" da polícia que comete assassinatos por encomenda, muitas vezes a mando da milícia.

A polícia também investiga a suspeita de participação desse grupo no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, por encomenda da milícia que controla a favela de Rio das Pedras.

Em 2011, Adriano já fora preso numa operação de grande repercussão no Rio, por suspeita de atuar como segurança de um bicheiro. Em 2014 foi expulso da Polícia Militar (PM).

Ele também é citado na investigação que apura um esquema de "rachadinha" (divisão de salários de funcionários) no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.

Adriano trabalhou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia do Rio e investigado por lavagem de dinheiro na prática da "rachadinha". Segundo o Ministério Público, Adriano participava do esquema: contas bancárias controladas pelo miliciano teriam sido usadas para abastecer Queiroz.

Além disso, a mãe e a ex-mulher de Adriano trabalharam no gabinete de Flávio na Alerj, supostamente contratadas por Queiroz, que é amigo de décadas de Jair Bolsonaro. Parte do salário das duas ficava com o ex-PM, segundo aponta o Ministério Público.

Operação controversa

A ação policial que terminou com a morte do miliciano, da qual participaram cerca de 70 agentes, foi alvo de controvérsias. O que se sabe até agora é a versão oficial das autoridades, de que ele foi morto durante uma troca de tiros, após reagir à ordem de prisão.

A mulher de Adriano, por outro lado, fala em execução com intuito de "queima de arquivo". Em entrevista à imprensa brasileira, o advogado do ex-policial, Paulo Emílio Cata Pretta, corroborou essa hipótese, afirmando que Adriano temia se entregar à polícia por acreditar que seria morto, e não preso. Autoridades baianas chamaram a versão de "estapafúrdia".

Em meio à polêmica, a Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública da Bahia abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte.

Flávio foi o primeiro membro da família Bolsonaro a comentar o caso, dias após a morte do ex-policial. Em mensagem no Twitter, ele sugeriu que Adriano foi "brutalmente assassinado" durante a operação na Bahia e pediu que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas pelas autoridades.


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Comentários

Fernandes

Pois é. 3 bandidos.


acolher

16/02


2020

Bolsonaro sugere que morte de ex-PM na Bahia foi queima de arquivo

Do Terra - Por Reuters

 

O presidente Jair Bolsonaro indicou ontem que a morte do miliciano e ex-capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Adriano Nóbrega em uma ação policial na Bahia no último fim de semana pode ter sido uma queima de arquivo.

A hipótese de queima de arquivo é defendida pelo advogado da vítima, mas a polícia baiana argumenta que o miliciano estava armado e atirou contra os agentes no cerco feito em um sítio no fim de semana passado.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? PM da Bahia do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", disse Bolsonaro a jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Ao ser questionado qual seria o motivo por trás da morte, o presidente disse que "a imprensa está dizendo que foi queima de arquivo" e que as fotografias dos peritos mostram que a vítima morreu com tiro à queima roupa.

Bolsonaro disse que, "sem querer defender o ex-capitão", não havia nenhuma condenação contra o ex-PM em segunda instância.

O miliciano foi condecorado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pelo ex-deputado estadual e hoje e senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

Bolsonaro afirmou que não tem ligação com a milícia do Rio e chamou para si as homenagens na Alerj ao ex-capitão do Bope.

"Não existe nenhuma ligação minha com a milícia do Rio de Janeiro. Zero, zero", disse ele. "O Adriano eu conheci pessoalmente em 2005 e nunca mais tive contato...eu que pedi para meu filho condecorar. Ele era um herói e eu determinei. Pode trazer isso para cima de mim", acrescentou Bolsonaro ao lembrar que as homenagens a policiais na Alerj são práticas corriqueiras.

O presidente reclamou que a imprensa insinua haver proximidade com milícias e acrescentou que sua luta contra a corrupção continua e não aceitará ser posto num "saco de gatos".

Presente ao mesmo evento, o senador Flávio Bolsonaro disse que "homenageou centenas e centenas policiais militares que venciam a morte todos os dias".

"Não adianta querer me vincular à milícia por que não tem nada a ver absolutamente com milícia, e condecorei o Adriano há mais de 15 anos. Como posso adivinhar o que ele faz de certo ou errado hoje?", disse o senador

"Pelo que eu soube ele foi torturado, para falar o que? Com certeza nada contra nós por que não tem o que falar. Não temos envolvimento nenhum com milícia", disse.

O ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega foi apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) como um dos líderes de uma milícia responsável por diversos crimes e suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.

A mãe e a mulher do "capitão Adriano" trabalharam no gabinete na Assembleia Legislativa do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.


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15/02


2020

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 170 milhões na quarta

Do Brasil Econômico

A Mega-Sena voltou a acumular neste sábado (15) e o jejum continua sem nenhuma ter conseguido acertar as seis dezenas em 2020. O números sorteados foram 04 - 21 - 27 - 29 - 42 - 47. Na Quina, 216 apostas foram premiadas e cada uma delas levou R$ 36 mil para casa.

O prêmio deste final de semana estava avaliado em cerca de R$ 120 milhões, mas como ninguém acertou, o valor da próxima quarta-feira (19) deve ser de aproximadamente R$ 170 milhões.

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e  Quina , respectivamente.


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Cúpula Hemisférica

15/02


2020

Bolsonaro: preços de pedágios extrapolam o razoável no Brasil

Do Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que os preços dos pedágios no Brasil em sua maioria extrapolam o razoável a ser pago.

Bolsonaro destacou que os contratos com as concessionárias são ajustados pelo IPCA, mas afirmou que os salários dos brasileiros não acompanham a inflação.

"Eu tenho conversado com o (ministro da Infraestrutura) Tarcísio (de Freitas) que, muitas vezes, quase todos extrapolam aquilo que é o razoável para pagar", disse ele durante inauguração de obra que vai ligar a ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha, no Rio de Janeiro.

"Os contratos têm IPCA e tenho conversado com Tarcísio se pode por no contrato um reajuste quem sabe, né, com 90% do IPCA, ou 95% ou 80%, por que o salário não acompanha a inflação. Temos que começar a pensar no médio e longo prazos, e não no curto prazo", completou.

A declaração foi dada ao comentar a concessão da rodovia Presidente Dutra que vence no começo de 2021. Uma nova licitação será feira este ano.

O presidente voltou a criticar as agências reguladoras e disse que elas representam para o "bem e para o mal". Segundo Bolsonaro, sua preocupação é sempre indicar bons nomes para as autarquias que às vezes têm mais poder do que um ministério.

"Tem agência que é tão ou mais poderosa que um ministério. Coisa que o povo não sabe porque obviamente como é um interesse muito mais político do que técnico, isso é escondido. Espero que a imprensa comece a mostrar as agências para que a população entenda como o destino do Brasil é conduzido", disse.


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Prefeitura de Serra Talhada

15/02


2020

Moro: Não se resolve a criminalidade abrindo as portas de cadeias

Do Último Segundo

O ministro Sergio Moro , da Justiça e Segurança Pública, disse hoje "que não se resolve a criminalidade abrindo as portas das cadeias". O comentário foi feito pelo ministro nas redes sociais ao tratar dos dados penitenciários do Brasil . Segundo informações do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a quantidade de presos no País era de 773 mil, número 4% maior que o de 2018.

"Do atual Ministério da Justiça, você não vai ouvir o surrado discurso de que se prende demais no Brasil. Precisamos, sim, melhorar as prisões e a reabilitação dos presos. Mas não se resolve a criminalidade abrindo as portas das cadeias", escreveu Moro no Twitter.

Na sequência de publicações, o ministro reconheceu que o número é alto, mas fez uma ponderação com base na taxa de presos por habitantes. "O número relativo, de 367,91 presos por 100 mil habitantes, não é dos maiores em comparação com o mundo", disse.


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Prefeitura de Limoeiro

15/02


2020

Investimento volta a ser atrativo para empresas

Por G1

Economia depende cada vez mais de aportes do setor privado para crescer de forma consistente, mas alta capacidade ociosa e incertezas ainda são entraves.

Por Luísa Melo e Luiz Guilherme Gerbelli, G1

Pela primeira vez em quase 10 anos o retorno dos investimentos realizados pelas empresas brasileiras superou o custo que elas têm para captar recursos.

Em outras palavras, o investimento está voltando a ser atrativo no país, ancorado na queda dos juros e do risco-país. Mas entraves como a alta capacidade ociosa e dúvidas quanto a um crescimento mais robusto da economia nos próximos anos ainda represam as decisões dos empresários.

Nos 12 meses encerrados em setembro de 2019, o retorno sobre o capital investido (ROIC) médio das companhias abertas brasileiras ficou em 11,3%, acima do custo médio ponderado de capital (WACC) para o período, de 10,5%, segundo dados levantados pelo Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe). De uma maneira simples, as empresas ganham mais investindo recursos do que elas pagam para captar esse dinheiro.

O movimento se repete na amostra sem a Petrobras, a Eletrobras e a Vale, empresas que pelo porte e natureza dos negócios poderiam distorcer a análise. No caso, os indicadores ficaram em 11,8% e 10,8%, respectivamente.

Confira a íntegra aqui: Retorno supera custo de captação e investimento volta a ser ...


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Banner de Arcoverde

15/02


2020

Coronavírus: mortes passam de 1,6 mil na China

Por G1

A Província de Hubei, na China, registrou mais 139 mortes por causa do novo coronavírus, de acordo com balanço divulgado neste sábado (15). Entre as novas mortes, 110 ocorreram em Wuhan, cidade que é o epicentro da crise. Com mais esta atualização, o número total de mortos chegou a 1.662 pessoas.

As autoridades chinesas divulgaram ainda que mais 1.843 casos de pessoas infectadas foram confirmados nas últimas 24 horas, sendo que 888 foram verificados por meio de exames clínicos.

Neste sábado, Tedros Adhanom, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que o surto de coronavírus ainda é uma emergência para a China e que é impossível dizer para onde a epidemia vai se espalhar.

Adhanom disse na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, que se sente encorajado pelas ações da China para desacelerar a disseminação do vírus, mas que ainda está preocupado com o aumento no número de casos.

Veja mais aqui: Mortes por coronavírus passam de 1,6 mil na China


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15/02


2020

Justiça e órgãos de controle lançam programa para retomada de obras

Por Secom TCU

O Comitê Executivo Nacional para Apoio à Solução das Obras Paralisadas lança nesta segunda-feira (17), em Goiânia (GO), o Destrava - Programa Integrado para Retomada de Obras. O evento será a partir das 11h, no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Após o lançamento, será realizada coletiva de Imprensa.

“O objetivo é a retomada de obras importantes para o país, destravar essas obras, realizando um esforço que une as diversas esferas da administração pública, judiciário, tribunal de contas e ministério público”, explica o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que participa do lançamento.

O ato conta ainda com a presença do governador de Goiás Ronaldo Caiado, dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas e Vital do Rêgo, do procurador-geral da República, Augusto Aras, além de representantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), da Advocacia Geral da União (AGU), da Associação do Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Ministério da Infraestrutura e Controladoria Geral da União.

Levantamentos do TCU e da Atricom apontam que existem 14 mil obras paralisadas por todo o país, em valores que superam a casa dos R$ 200 bilhões*. Entre as principais razões para a paralisação estão questões técnicas, erros de projeto e abandono da obra pela empresa; apenas 6% das causas estão relacionadas à atuação de tribunais de contas, Ministério Público e Judiciário.

Para contribuir de forma efetiva para mudar o quadro geral de paralisações, os órgãos de controle e o Poder Judiciário firmaram parceria para promover a articulação dos diversos atores na realização de obras. Com isso espera-se que atuem de forma regional, identificando o motivo de cada paralisação e propondo soluções para a retomada dos empreendimentos.

 

 *Dados do TCU R$144 bilhões.

*Dados da Atricon R$ 90 bilhões.

Serviço:

Secom - SC

Telefone: (61) 3527-5060

E-mailhttp://[email protected]


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15/02


2020

Governo edita decreto para baratear querosene de avião

Foto: Michael Melo/Metrópoles

Do Metrópoles - Por Estadão Conteúdo

O governo vai editar um decreto para zerar, a partir de 2021, a incidência de PIS/Cofins sobre o combustível utilizado em aeronaves. Apesar de não ser possível retirar a cobrança ainda em 2020, o plano é sinalizar desde já às companhias como será o cenário no próximo ano.

A iniciativa faz parte de um pacote de medidas para reduzir o valor do querosene de aviação, atrair mais empresas para o setor e aumentar a competitividade. Em dezembro do ano passado, o Estado revelou que o Ministério da Infraestrutura estudava zerar esses impostos.

Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann, a proposta do decreto já está “praticamente pronta” para ser enviada à Casa Civil. A ideia da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) é ver a medida no ar em março.

Segundo Glanzmann, a renúncia da União será de R$ 250 milhões ao ano, valor que considera “pequeno”. Com a medida, o impacto em cada litro de querosene seria de R$ 0,07. Hoje, o litro do combustível custa aproximadamente R$ 3.

“Queremos andar com isso rápido e enviar em março, mas com vigor a partir de 1º de janeiro de 2021, por uma questão orçamentária”, disse Glanzmann.

Outra iniciativa do ministério é editar ainda neste ano – também para valer somente a partir de 2021 – a medida provisória para retirar o adicional de tarifa de embarque pago para voos estrangeiros, que hoje é de US$ 18.

Plano

Atacar o preço do querosene é um dos pilares do programa do Ministério da Infraestrutura para impulsionar o setor de aviação O valor do combustível é um dos obstáculos para a chegada de novas empresas ao País: o produto no Brasil é cerca de 40% mais caro do que a média internacional.

A notícia de que o governo prepara decreto para zerar o PIS/Cofins foi bem recebida pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). O presidente da entidade, Eduardo Sanovicz, lembra que o mercado já aguardava a medida – uma demanda antiga do setor. “Novas rotas poderão ser trabalhadas e terão impacto positivo para o consumidor”, disse.

Apesar de considerar que o decreto trará impactos positivos para a cadeia de custos das companhias, Sanovicz afirmou não ser possível saber se a redução provocará efeito direto no preço das passagens aéreas. O presidente da Abear lembrou que a tarifa é formada por diversos componentes, sendo que alguns deles ainda geram insatisfação e preocupação entre as empresas.

“As grandes batalhas são a precificação em dólar em querosene produzido no Brasil, o ICMS no voo doméstico e a tributação. Mas, claro, a medida do governo tem nosso apoio e merece nosso aplauso”, disse Sanovicz.


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15/02


2020

Coronel denuncia que está sendo monitorado

Militar da reserva, o Coronel Meira protocolou, ontem, na Polícia Federal, uma queixa informando que o Governo de Pernambuco tem monitorado sua vida, fazendo levantamento completo e utilizando inclusive grampo telefônico.

 "Na Polícia Militar, também trabalhei no setor de inteligência e sei como as coisas funcionam..Recentemente tivemos a confirmação de que estamos sendo observados e monitorados, o tempo todo, pela cúpula do Governo Paulo Câmara - que está utilizando, inclusive, a estrutura do Draco (Departamento de Repressão ao Crime Organizado), o que é um absurdo", afirmou Meira.

O documento foi encaminhado também  para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro,  anexado a mesma solicitação de Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, no qual pediu proteção de vida para si e sua família temendo retaliações da cúpula do PSB no Estado. 

"Esse é o 'modus operandi' do PSB. Persegue e tenta esmagar as pessoas que vão de encontro às suas ações; e o que é pior, utilizando toda estrutura governamental para articular suas falcatruas, disseminar maldades e destruir reputações", disse.

"Ao invés de se preocupar em trabalhar pelo povo de Pernambuco preferem fazer o contrário que a função pública pede; porém, a hora deles está chegando: o povo vai dar a resposta nas urnas", concluiu Meira.


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