Governo de PE

20/08


2019

Bolsonaro adiou a escolha do novo PGR, diz porta-voz

Reuters

O governo federal publica nos próximas dias uma medida provisória com a mudança do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central, e a determinação de que o órgão passará a ser dirigido por servidores de carreira do próprio BC, informou nesta segunda-feira o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.

 “O Coaf estará sob o guarda-chuva do BC transformando-se em uma unidade de inteligência financeira, gerenciada por funcionários desse órgão”, disse o porta-voz.

A ideia de transferir o Coaf para o BC foi anunciada há 10 dias pelo presidente e serviu para solucionar o problema criado pela decisão de Bolsonaro de vetar a continuidade de Roberto Leonel, indicado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, na presidência do órgão.

PGR

O porta-voz disse ainda que Bolsonaro não deve anunciar na terça-feira o nome do novo procurador-geral da República, como havia prometido.

“O presidente comentou que em face do número elevado de pessoas qualificados para PGR tem tido dificuldade de fazer uma escolha. No momento adequado ele fará esse anúncio”, afirmou.

Rêgo Barros confirmou que Bolsonaro recebeu nesta segunda o procurador Lauro Cardoso, como tem recebido outros nomes cotados para o cargo.


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Prefeitura do cabo

20/08


2019

BNDES: caixa preta ou dossiê contra adversários?

Estadão - Vera Magalhães

A abertura do que Jair Bolsonaro costuma chamar de “caixa preta” do BNDESresvalou em material de artilharia das redes bolsonaristas contra dois potenciais adversários do presidente em 2022: Luciano Huck e João Doria Jr. Tanto o apresentador da TV Globo quanto o governador de São Paulo constam da relação de pessoas que se utilizaram de uma linha de financiamento do banco, aberta em 2013, para a compra de aeronaves da Embraer em condições favoráveis.

 

Huck, Doria e outros que aparecem na lista não cometeram nenhuma ilegalidade. O questionamento possível é quanto à existência de uma linha para subsidiar jatinhos para ricos num banco que deveria ser de fomento à atividade econômica. Mas a divulgação dos nomes dos contemplados pela linha de crédito e a imediata viralização disso pelas redes sociais e por meio de memes do WhatsApp cumpre o claro propósito de começar a desconstruir a imagem de virtuais adversários de Bolsonaro, e é preciso se estar atento para o uso de estruturas de Estado para este fim.


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Detran

20/08


2019

Senado pode virar área de risco para Bolsonaro

O Senado tem tudo para virar uma área complicada politicamente para Jair Bolsonaro. Duas votações de grande sensibilidade política poderão acontecer quase ao mesmo tempo na Casa. Erra quem pensa que se trata da reforma da Previdência ou do Pacto Federativo. Os olhos do presidente não parecem estar voltados para a discussão dessas pautas, que fazem parte da agenda econômica e têm sido tocadas muito mais pelo empenho do Congresso e da equipe econômica. As duas discussões que podem virar campo minado para o presidente

E devem ser tratadas nas próximas semanas são a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, para a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos, e a escolha de quem vai comandar a Procuradoria-Geral da República.

Nos dois casos, uma eventual derrota causará um pesado desgaste para o governo. Por isso, tratar dos temas simultaneamente aumenta a dificuldade de aprovação de duas matérias que já seriam áridas isoladamente. Eduardo Bolsonaro ainda não tem votos para ser aprovado – e talvez nem venha a ter. Já em relação ao futuro PGR, o presidente ainda não bateu o martelo, mas uma das opções possíveis é o subprocurador Antonio Carlos Simões Soares, que teria o apoio do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), outro dos filhos do presidente. Bastou seu nome surgir como uma possibilidade para que começasse a ser torpedeado. (Estadão BR 18 – Marcelo de Moraes)


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Magno coloca pimenta folha

20/08


2019

Filha: pastora sabia de plano para matar marido

Pastora-deputada e o plano

Jornal Extra

Uma das filhas adotivas da pastora e deputada federal Flordelis dos Santos de Souza confirmou, em depoimento à Polícia Civil em 24 de junho, que pediu a um dos irmãos, Lucas Cézar dos Santos, para matar o seu pai, o pastor Anderson do Carmo. Marzy Texeira da Silva tambem relatou que a mãe sabia de seu plano. Ela deu as declarações aos policiais no mesmo dia em que Lucas falou, em depoimento, que recebeu pedidos de Marzy para assassinar Anderson três meses antes da morte do pastor.

Ainda em seu depoimento, Marzy afirmou que, em conversa pelo WhatsApp, ofereceu a Lucas R$ 10 mil para matar o pastor. Ela contou que a quantia seria paga com dinheiro que furtaria da própria vítima. Marzy alega que Lucas aceitou o combinado e afirmou que pretendia assassinar Anderson dentro da casa da família, em Pendotiba, Niterói, onde ele acabou sendo executado.

Ainda de acordo com Marzy, o próprio pastor descobriu que estavam planejando sua morte e chamou um por um na família, inclusive ela própria. Ainda de acordo com o depoimento, Flordelis também usava um outro chip que tinha para falar com a filha. Marzy também alegou à polícia que Flordelis pediu à filha para apagar todas as conversas no WhatsApp nas quais foram feitos comentários sobre a morte do pastor.


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20/08


2019

Proibiram a juíza de proibir

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções penais e responsável pelas decisões sobre a custódia de Lula, não poderá mais julgar se um jornalista pode ou não entrevistar o ex-presidente —desde que ele queira.

A decisão é do Tribunal Regional da 4ª Região.

O desembargador João Pedro Gebran Neto determinou que a autorização do ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), para que a Folha e o El País entrevistassem Lula deve ser estendida a todos os meios que “postulem esse direito” —sem passar pelo crivo de Lebbos.(Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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Prefeitura de Limoeiro

20/08


2019

Obrigado, Bolsonaro

Bolsonaro decidiu extraditar sequestrador de Washington Olivetto após viagem ao Chile em março

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro determinou a extradição do chileno Maurício Norambuena assim que voltou da viagem que fez ao Chile, em março. Ele esteve com o presidente do país, Sebastian Piñera, no dia 23. Na semana seguinte, o o governo enviou ofício à Justiça de SP para tratar da saída dele do Brasil.

Norambuena cumpria pena no presídio de Avaré, em SP, pelo sequestro do publicitário Washington Olivetto, em 2001. No documento, o Ministério da Justiça, pedia a liberação antecipada do preso “a fim de que o Estado brasileiro efetive a sua imediata entrega ao Estado chileno”.

Na semana passada, Norambuena foi transferido sigilosamente de Avaré para a Superintendência da Polícia Federal em SP. Na segunda (19), o Ministério da Justiça confirmou que ele estava lá porque será extraditado.

O martelo foi batido depois que o governo de Piñera concordou em não aplicar a Norambuena a pena de prisão perpétua à qual está condenado —ele é acusado de um assassinato e um sequestro em seu país.

A extradição já era requerida há vários anos pelo Chile e está sendo celebrada como vitória política do atual presidente do país. Norambuena ficou recolhido em presídios de segurança máxima, em isolamento, por 16 anos —um recorde no Brasil. Na quinta (15), ao chegar na carceragem da PF, pegou um jornal nas mãos pela primeira vez nesse tempo todo.


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Banner de Arcoverde

20/08


2019

Pressão de Bolsonaro sobre a Receita

Vá com Deus-  Integrantes dos três Poderes acompanham com atenção a reação da cúpula da Receita, que ameaça entregar os cargos em solidariedade a João Paulo Fachada, afastado da subsecretaria-geral do órgão nesta segunda (19). Com ironia, autoridades que torcem o nariz para o ex-número dois do fisco dizem esperar que os colegas dele honrem a ameaça.

Apesar de a pressão sobre a Receita partir de Jair Bolsonaro, servidores do órgão preferem concentrar artilharia em ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) e do Supremo que proferiram decisões contrárias à instituição.

O objetivo seria evitar constranger parlamentares bolsonaristas e defensores da Lava Jato que podem ser úteis na defesa do fisco intermediando o diálogo com o presidente. E, de quebra, atacam inimigos comuns.

A articulação de senadores para tentar abrir nova CPI da Lava Toga usará como argumento a suspensão de dois servidores da Receita pelo Supremo. O afastamento dos dois auditores gerou comoção entre colegas. Nos processos administrativos disciplinares, um foi apenas advertido e o outro, inocentado.  (Painel – Folha)


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20/08


2019

Ainda quase embaixador

Levantamento de um aliado do governo no Senado indica que Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) está a sete votos da aprovação no plenário para embaixador do Brasil nos EUA.

Esse seria o número que separa o filho do presidente da maioria na Casa.

Todos contra um-  Entre os cerca de 21 senadores que pregam a renovação no Senado, a maioria, avalia um integrante do grupo, é contrária à nomeação de Eduardo.

Essa ala prega a tese de que a indicação é ato de nepotismo .(Daniela Lima – FSP)


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20/08


2019

Conversa relâmpago: vapt-vupt

O subprocurador sob fogo Antônio Carlos Simões Martins Soares esteve com o presidente do Supremo, Dias Toffoli, na quinta (15), mas a conversa não chegou a dez minutos, segundo pessoas próximas ao ministro.

Eles devem falar novamente nesta semana.

Toffoli, até agora, não se dispôs a fazer movimento para endossar o nome de Simões –mas também não sinaliza veto.

O apoio a Simões por parte de magistrados do Rio que integram cortes superiores se deve à amizade dele com o advogado Marcelo Fontes, sócio do escritório de Sergio Bermudes.  (Painel – FSP)


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