Prefeitura do cabo

18/08


2019

Apoio de Bolsonaro: deputado vê Dodge como exemplo

Bolsonaro e o exemplo de Raquel Dodge. Deputado ficou na cola do presidente.
O presidente Jair Bolsonaro acena ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Veja - Coluna Radar de Robson Bonin
Por Pedro Carvalho

 

Em cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro fez um pouco mais do que comer cachorro-quente em trailer que costumava frequentar durante a carreira militar.

Não foi só Raquel Dodge que tentou faturar com a presença do presidente. O deputado Otoni de Paula, em vias de deixar o PSC e ir para o PL, ficou na cola de Bolsonaro o evento todo. Otoni mira a prefeitura do Rio de Janeiro, no ano que vem. Quando vereador, ele mantinha duros embates com o hoje também deputado David Miranda (PSOL).

O evento contou com a presença do governador do Rio, Wilson Witzel,Entre as autoridades presentes estão o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e os governadores do Rio, Wilson Witzel (PSC), de São Paulo, João Dória (PSDB), e de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).

Há quem tenha ficado enciumado com a atenção especial do presidente ao deputado.


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Governo de PE

18/08


2019

Reforma partidária: Tabata irrita comando do PDT

Tabata irrita comando do PDT com projeto de reforma partidária. Carlos Lupi, presidente da sigla, sugere que ela aproveite ideias para fundar seu próprio partido; Deputada diz que documento busca "mais ética e mais transparência".

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo  Tabata Amaral, deputada federal do PDT Foto: Reprodução Facebook 

Época - Por Rodrigo Castro


O projeto de lei para reformar a organização partidária, elaborado com participação da deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), irritou o comando de seu partido. Anunciado na quinta-feira (15), o documento está sendo produzido por um grupo de parlamentares ligados a movimentos de renovação, como o Acredito, o Agora! e o Transparência Brasil.

Entre eles: Tabata, Rodrigo Agostinho (PSB-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES), todos processados (e sob ameaça de expulsão) por seus partidos pelo voto a favor da reforma da Previdência, que contrariou a posição de seus líderes na Câmara do Deputados.

“Em vez de ser um Acredito, com seis, sete membros, deviam acreditar mais em um partido, em uma instituição ou quiçá fundar uma”, disse Lupi, pontuando que há 34 legendas com as quais os parlamentares podem se identificar. “Será que nenhum é sintonizado com a ideologia deles?”, indagou o dirigente.

Na visão de Lupi, caso acatem o conselho, o grupo terá uma noção melhor de como é administrar um partido. “Podiam fazer um modelo, um partido democrático que ouvisse todos e abarcasse todas essas questões que eles colocam que não existem nos outros. Por que não dar o exemplo?”, questionou o presidente do PDT.

Neste sábado (17), Tabata publicou em seu perfil no Instagram um vídeo onde comentou a proposta de reforma na organização partidária: "Vamos apresentar um projeto pedindo mais democracia, mais transparência, mais ética, mais equidade dentro dos partidos". Ela defendeu que as siglas tenham sua contas abertas em portais de transparência. "Devemos saber como estão usando as verbas públicas. (Os partidos) Precisam ter votações internas para escolher os candidatos, para escolher seus dirigentes, mandatos com prazo e número maximo de reeleições. A ideia é tornar os partidos cada vez mais abertos para a sociedade", afirmou Tabata.

O projeto prevê que, para punir deputados ou senadores que contrariem a orientação de suas lideranças em votos, seja necessária a autorização da maioria absoluta dos membros da direção partidária e de dois terços dos membros da bancada.

O presidente do PDT classifica como “um erro” a proposta de aumentar a influência das bancadas. Sustenta que as instituições são maiores que as pessoas. Diz ainda que todas as decisões do seu partido são tomadas em conjunto. “Por coincidência, a Tabata, que é da nossa bancada, participou de todas as decisões do partido. Todas, sem exceção”, afirmou Lupi.

[...] Confira a íntegra da reportagem aqui: Tabata irrita comando do PDT com projeto de reforma partidária


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Detran

18/08


2019

Demandas excêntricas de deputados para Eduardo

As demandas esdrúxulas de parlamentares para Eduardo Bolsonaro.

O deputado Eduardo Bolsonaro | Daniel Marenco
O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Por Gabriel Mascarenhas 

 

Embora sequer tenha sido indicado oficialmente, Eduardo Bolsonaro já começou a receber demandas esdrúxulas de seus pares. 

Um deputado sem noção perguntou se o 03 pode dar uma forcinha para obtenção de um visto americano. 

Outro, com ainda menos senso de ridículo, incumbiu o futuro embaixador de agendar uma audiência entre ele e Donald Trump.


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Magno coloca pimenta folha

18/08


2019

Fausto De Sanctis: "Estão destruindo a Lava Jato"

"Estão destruindo a Lava Jato", diz desembargador que julgou Satiagraha. De Sanctis disse não saber se Lava Jato sobreviverá.

Foto: Edilson Dantas/O Globo

Época - Guilherme Amado

 

O desembargador Fausto De Sanctis, ex-juiz da operação Satiagraha, está preocupado com o que considera ataques feitos a Deltan Dallagnol e Sergio Moro na condução da Lava Jato, detonadas pela divulgação de mensagens entre Moro e a força-tarefa da operação.

Em entrevista à coluna, De Sanctis afirmou que a sobrevivência da Lava Jato é incerta, e que os juízes estão sendo "massacrados" no Brasil.

"Se você permitir que uma invasão virtual absolutamente ilícita produza efeito, no futuro você vai invadir a casa do juiz, ou torturar o juiz para que ele confesse que agiu de forma inconveniente. Vai invadir a casa para obtenção de documento que interessa ao acusado", disse De Sanctis.

Atualmente desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região em São Paulo, De Sanctis era o juiz de primeira instância à frente de duas operações momentosas da Polícia Federal que acabaram anuladas pela Justiça em 2011.

A Satiagraha, que envolvia o banqueiro Daniel Dantas, e a Castelo de Areia, uma operação que poderia ter se tornado uma Lava Jato com a participação da Camargo Corrêa.

O desembargador disse que não sabe se a Lava Jato vai sobreviver, e que o Direito Penal está sob forte ataque.

"Estão destruindo a Lava Jato", afirmou, emendando: "Acaba logo com o Direito Penal, vamos acabar com esse teatro. Quando o Direito Penal começou a ser usado... 'Não pode mais prender'. Vamos usar medidas alternativas... "Monitoramento eletrônico não pode mais, porque atinge a imagem do acusado'. Até quatro anos (de condenação), já não se prende", afirmou.


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18/08


2019

Bienal do Rio: Bolsonaro sofrerá artilharia pesada

A orelha de Jair Bolsonaro vai arder

Jair Bolsonaro | Jorge William

O Globo - Por Ancelmo Gois

Bolsonaro, depois da chuva de críticas vinda dos blocos de rua no último canaval, deve ser alvo de artilharia pesada na Bienal do Rio, que começa no dia 30, agora. É só dar uma espiada na programação. Há mesas sobre os mais diversos temas indigestos ao cardápio do presidente: meio ambiente, LGBTs, negros, educação, indígenas, feminismo...

Ah, já ia me esquecendo: há uma mesa sobre Autoritarismo e Democracia com Steven Levitsky (um dos autores de “Como as democracias morrem”) e Lilia Schwarcz (cujo livro mais recente é “Sobre o autoritarismo brasileiro”).

Por falar em Levitsky...

“Como as democracias morrem”, que tem como co-autor Daniel Ziblatt, vai virar audiolivro por aqui. A atriz Erika Riba gravou a locução que será lançada em setembro, com produção da Sputnik.

 


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Prefeitura de Limoeiro

18/08


2019

De mim mesmo

Jair Bolsonaro tem disparado entre seus ministros vídeos nos quais ele é ovacionado nas viagens que tem feito.

A prática recente chamou a atenção de seus auxiliares.

A amigos, o apresentador Luciano Huck disse ter toda a documentação para comprovar que seu jatinho está em situação regular, legal.

Não vai, no entanto, responder às declarações de Jair Bolsonaro. Não quer ficar batendo boca com o presidente.

No 0800. O ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, está pedindo imagens de satélites de países parceiros que obtenham dados sobre a Amazônia. Quer de graça. Sem verba, é uma alternativa à contratação de empresas para monitor o desmate. (Coluna do Estadão)


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Banner de Arcoverde

18/08


2019

Com Bolsonaro, não existe espaço vazio

Coluna do Estadão – Alberto Bombig

Há uma única certeza sobre Jair Bolsonaro entre auxiliares, aliados e até opositores dele: não existe espaço que ele não queira ocupar. Em quase oito meses de governo, o presidente mostrou ser mestre na arte de preencher cargos, noticiário e todo e qualquer tipo de vácuo. A máxima de que não existe lugar vago em política fica ainda mais fácil de ser levada ao extremo por Bolsonaro com a ajuda dos filhos, observa um ex-aliado. “Eles criam polêmicas, pautam o debate, expulsam desafetos, preenchem cargos e sufocam opositores”, completa ele.

Quando farejou as movimentações de João Doria (PSDB) e de Luciano Huckrumo às eleições de 2022, por exemplo, Bolsonaro surpreendeu seus auxiliares e se lançou candidato à reeleição para deixar claro que eles não terão refresco.

Mando eu - A mais nova vítima do modo Bolsonaro de agir é o ministro Sergio Moro: ou se submete aos caprichos do chefe ou acabará fora dos planos.

Para emplacar Eduardo Bolsonaro na Embaixada do Brasil em Washington, o governo vai acelerar a liberação de emendas no Senado.


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18/08


2019

O embaixador Eduardo Bolsonaro

O essencial é o julgamento da relação que papai Bolsonaro quer ter com os EUA

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro é um mágico. Baixa o nível do debate dos assuntos públicos, trata de cocô e não discute os 12 milhões de desempregados. É ajudado pela oposição que aceita sua agenda ilusionista. Um bom exemplo desse fenômeno é a qualidade do debate em torno da indicação de seu filho 03 para a embaixada do Brasil em Washington.

É nepotismo? Sem dúvida. O que isso quer dizer? Pouco. O ditador nicaraguense Anastasio Somoza nomeou o genro, Guillermo Sevilla Sacasa, para Washington. Um craque, tornou-se decano do corpo diplomático e atravessou os mandatos de oito presidentes. O xá do Irã mandou para os Estados Unidos um cunhado e Ardeshir Zahedi foi um grande embaixador. As monarquias do Golfo mandam seus filhos para Washington e, com a ajuda do poder de petróleo, eles têm mais sucesso que outros embaixadores árabes. 

Há o nepotismo das ditaduras e há compadrio das democracias. Bill Clinton mandou Jean Kennedy Smith (irmã do falecido presidente) para a embaixada na Irlanda, e Barack Obama mandou Caroline Kennedy (filha de John) para a do Japão (uma meteu-se em encrencas, a outra foi irrelevante). Isso para não falar de Pamela Harriman, mandada por Clinton para a França. Seu mérito foi ajudá-lo na campanha. Fora disso, foi uma cortesã, mulher do filho de Winston Churchill e colecionadora de milionários, de Averell Harriman a Gianni Agnelli, passando por Ali Khan, Elie de Rothschild e Stavros Niarchos.

Juscelino Kubitschek nomeou Amaral Peixoto embaixador em Washington. Genro de Getúlio Vargas, se tornara um cacique na política nacional. “Alzirão” saiu-se bem no cargo. Como ele, Eduardo Bolsonaro ganhou a embaixada depois de ter chegado ao Congresso pelo voto popular. Amaral Peixoto falava pouco e nunca disse bobagens do tipo “fritei hambúrgueres”.

A indicação do 03 para a embaixada foi aplaudida pelo presidente Donald Trump. Como muita gente não gosta de Trump nem dos Bolsonaros, isso foi visto como um demérito. Na realidade, 03 conseguiu algo que nenhum embaixador brasileiro teve, pois o aplauso do governante do país para onde vai o novo representante é tudo o que se quer. Não se pode ver defeito nessa trumpada. A Inglaterra gostava de saber que John Kennedy era grande amigo do embaixador David Ormsby-Gore (mais tarde, ele quase casou com a viúva). Se Trump perder a reeleição, pode-se trocar o embaixador, zero a zero e bola ao centro.

03 será sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ali, todos poderão mostrar suas qualificações. 

Os senadores perguntando e o deputado respondendo. Afinal, se “diplomacia sem armas é como música sem instrumentos”, ele vai para Washington tocar chocalho. Nepotismo e trumpismo serão aspectos subsidiários. O essencial é o julgamento da relação que papai Bolsonaro quer ter com os Estados Unidos. 

Em 2015, o plenário do Senado rejeitou o embaixador Guilherme Patriota, designado por Dilma Rousseff. Mas esse resultado teve mais a ver com a fraqueza do governo do que com a capacidade do diplomata. 

Pamela Harriman foi aprovada por unanimidade na Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, viveu feliz em Paris, teve um derrame na piscina do hotel Ritz e morreu dias depois.


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18/08


2019

Alguma esperança para PE: João Campos, olho em 2020

Já de olho em 2020, o deputado João Campos (PSB-PE) vai propor emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias que blinda a verba da Ciência e Tecnologia de contingenciamentos futuros.

A ressalva já existiu e vigorou de 2002 a 2011.

 A compressão de verba para a área foi muito forte.

O Fundo de Desenvolvimento Científico, por exemplo, que teria R$ 4,9 bilhões neste ano, só liberou R$ 600 milhões até julho.  (Daniela Lima – Painel FSP)


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18/08


2019

De onde ela vai tirar esse dinheiro todo?

Parlamentares dizem aguardar que a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), cumpra a promessa de que Jair Bolsonaro vai enviar à Câmara proposta que libera R$ 330 milhões a bolsas de pesquisa.

A verba foi uma contrapartida exigida pelos parlamentares em troca da autorização para o governo emitir R$ 248 bilhões em dívidas para saldar despesas, driblando a chamada regra de ouro.

Na sexta (16), o ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) disse que, sem os R$ 330 milhões, os bolsistas do CNPq ficarão sem receber a partir de setembro.  (Folha)


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18/08


2019

Tudo que ele não precisa é de uma briga com Bolsonaro

O apresentador Luciano Huck disse a pessoas próximas que não esperava tamanha repercussão do trecho de uma palestra, na semana passada, na qual se referiu ao governo Bolsonaro como “o último capítulo do que não deu certo”.

O presidente reagiu de imediato, com provocações e críticas ao possível adversário em 2022.

O grupo de Huck não pretende revidar ou estender a polêmica.

Diz que tudo o que o apresentador não precisa é precipitar uma briga com Bolsonaro.

Por isso, ele foi aconselhado a não falar mais sobre o assunto. (Daniela Lima – FSP)


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18/08


2019

Casa de ninguém

caminhoneiro Wanderlei Alves (foto), conhecido como Dedeco, trocou socos com o sindicalista Carlos Alberto Litti Dahme dentro do Ministério da Infraestrutura.

Segundo Dedeco, ele foi buscar um convite para participar da entrega da medalha de Mauá, quando Litti o agrediu enquanto entrava no elevador.

Dedeco diz que o sindicalista tentou dar um soco nele, mas não conseguiu.

“E aí, quando vi, ele estava com o corpo metade dentro do elevador metade para fora, eu em cima dele, e as pessoas me segurando”, conta. (Painel)


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