FMO janeiro 2020

15/10


2006

Alckmin promete fazer casas; Lula homenageia professor

O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, preferiu falar, na propaganda eleitoral gratuita desta noite, de habitação, ao invés de optar pelo tema pertinente ao Dia do Professor --comemorado hoje-- escolhido por seu adversário petista, Luiz Inácio Lula da Silva.

O tucano criticou a política de financiamentos da Caixa Econômica Federal no setor e disse que fará a instituição financiar habitações àqueles que ganhem a partir de três salários mínimos e não apenas aos que recebem a partir de cinco, como é feito hoje.

''Casa pro povão'', disse Alckmin. Logo depois, citou os mutirões da casa própria, promovidos por ele no Estado de São Paulo. ''Isso sim que é governar com a força do povo'', afirmou, em referência ao slogan de campanha de Lula, e complementou dizendo que investirá ''pesado'' em habitação e na urbanização de favelas.

Lula, por sua vez, abriu o programa homenageando sua primeira professora. Em seguida, bateu forte na questão educacional durante o governo FHC. ''Ao contrário do governo anterior'', disse, foi investido nos ensinos fundamental, médio e superior.

''Meu sonho é transformar o Brasil no país mais democrático no acesso à universidade'', afirmou Lula, que comparou números escolhidos estrategicamente para deixar o governo FHC em situação de desvantagem. Citou, por exemplo, o número de bolsas de estudo oferecidos a universitários e de livros didáticos distribuídos para estudantes do Ensino Médio durante o governo tucano, cuja resposta era ''nenhum'' nos dois itens.

Depois, prometeu financiamento a ''juro real zero'' para quem estiver estudando para ser professor, além de um piso nacional para o magistério. ''Se reeleito, a educação será minha prioridade máxima'', encerrou o petista.

O programa Bolsa Família, mais uma vez, foi ponto de divergência entre petista e tucano. Enquanto Lula sugeria o fim do programa, caso Alckmin vença, o tucano dizia que bom governante ''tem de ter cabeça e coração'' e que ''nisso [o Bolsa Família], ninguém mexe''.

Novamente, ao fim de sua emissão, Alckmin tocou no assunto do dossiê anti-tucano. Disse que ''Lula manda na Polícia Federal, nos ministros e no PT'', mas não fala a origem do dinheiro para compra do dossiê que, agora, não era mais para prejudicar Serra nem os tucanos, mas, especificamente, Geraldo Alckmin. As informações são da Folha Online.


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LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

Magno, por gentileza, copie as capas do Diário de Pernambuco de domingo e desta segunda-feira. Acho que Joezil deve estar se contorcendo com as pesquisas. E é do mesmo Instituto Data que no dia 17 de setembro dava Mendoncelpe a 3 pontos pra vencer no primeiro turno.

Mariana

O comentário besta...

cidadão pernambucano

Magno, quero ver você falar sobre a disputa entre Eduardo e Mendonçinha. Parou foi? Vai ver que - para você - perdeu a graça. Mas como profissional competente e sério que você é, continue falando sobre a diferença nas pesquisas, sobre as ofensas exageradas do guia de Mendonça...


Potencial Pesquisa & Informação

15/10


2006

Um domingo de muitas promessas dos presidenciáveis

 A 15 dias da votação no segundo turno, os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin jogaram para escanteio hoje as discussões sobre programas de governo e ética para acenar para os eleitores com promessas de distribuição de computadores a diminuição do preço da passagem de ônibus.

O candidato da coligação PSDB-PFL à presidência prometeu que, se for eleito, vai promover um corte no PIS e Cofins incidentes no preço do óleo diesel e na energia elétrica do setor de transportes. "Vou reduzir impostos, começando pela passagem de ônibus, metrô e trem, que hoje (é formado em sua grande parte) por impostos (PIS e Cofins sobre óleo diesel e energia elétrica)", destacou, após fazer um corpo a corpo na feira do Capão Redondo, zona Sul da cidade.

Na sua avaliação, é necessário reduzir impostos porque a população mais pobre é a que acaba sendo onerada. Além desta promessa, Alckmin disse que irá estabelecer um piso nacional para os professores. Indagado se a promessa era um aceno ao apoio do PDT de Cristovam Buarque, o tucano admitiu que o apoio desta legenda é muito importante nesta campanha de segundo turno. "Hoje, Dia do Professor, vão fazer o que o governo Lula do PT não fez, que é aprovar o Fundeb", disse ele, numa crítica ao adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula não ficou atrás. Em discurso para uma platéia de cerca de 50 professores em um evento programado pelo comitê de campanha para a sua reeleição, em Brasília, o presidente candidato disse esperar ver o dia em que a educação será prioridade no País. O encontro com os professores, marcado para ser uma homenagem do presidente aos educadores, foi um ato de apoio à sua reeleição e cheio de críticas dos participantes ao governo tucano e ao adversário de Lula na disputa eleitoral.

Lula fez promessas para professores caso seja reeleito para um novo mandato: colocar mais 300 mil estudantes nas universidades por meio do PróUni (programa de bolsas em universidades particulares) e instalar extensões universitárias e escolas técnicas em cada cidade-pólo do País para que os alunos estudem próximo de suas casas, ações referentes ao ensino superior, apesar de a platéia ser formada por professores de ensinos fundamental e médio. O presidente, no entanto, disse que a aprovação do Fundeb (a espera de votação no Congresso) vai permitir o piso salarial nacional para os professores e previu que, em breve, todos os professores poderão ter o seu próprio computador portátil.

"Acabou o tempo em que o Brasil era governado para um terço da sua população. Ele tem de ser governado para todos", discursou Lula, completando que sempre houve no País uma parcela da elite que não deseja avanços sociais. "Tem sempre gente achando que do jeito que está, está bom e que, se a gente for dar para todos, vai tirar um pouco deles. Aqui ninguém quer tirar de ninguém. O que nós queremos é partilhar corretamente o pão de cada dia e o resultado do trabalho de cada dia", disse.

As promessas de Lula atingiram um público de encomenda que ali estava para aplaudi-lo graças à ação da máquina pública. Os professores que participaram do evento foram convidados pela campanha de Lula com a ajuda da Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE). De acordo com os organizadores do evento, as despesas com a viagem dos professores foram pagas pelo comitê de Lula. O contato com professores de etnias indígenas de Mato Grosso do Sul presentes no encontro teve contribuição da Funai, segundo contou a índia terena Dalila Luiz Cândido, professora da escola municipal de Aquidauana. As informações são da Agência Estado.


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milton tenorio pinto junior

Realmente Angelo,é nitroglicerina pura. O papel da mídia tem sido muito duvidoso ,não podemos generalizar,mas tem alguns veiculos de comunicação que mostram ser tendenciosos demais. Uma revista da credibilidade como a Carta Capital,levantar um assunto desse,é preciso confiar muito no seu Jornalist

angelo castelo branco

Em sendo verdadeiras, as informações veiculadas na edição de hoje da revista Carta Capital, com o título de capa “A trama que levou ao segundo turno” e com título interno “Os fatos ocultos” na pagina 20, em materia assinada pelo jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, são nitrogilecrina pura. O t


Banco de Alimentos

15/10


2006

PT ameaça usar o PCC na campanha

 O PT poderá explorar a violência provocada pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo contra o candidato tucano, Geraldo Alckmin, no período da disputa eleitoral do segundo turno. O sinal foi dado neste domingo pelo ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro. Ele ressaltou que a utilização desse tema vai depender do tom agressivo ou não que será utilizado pela campanha adversária.

Na avaliação do ministro, no primeiro turno, o PT deixou de atacar pontos considerados vulneráveis do adversário porque estava acuado por causa do envolvimento de petistas no escândalo da compra de dossiê contra tucanos. "O partido deveria ter demonstrado que o PCC se proliferou nos últimos 12 anos de maneira impune nos governos tucanos e que ele (Alckmin) tem enorme responsabilidade institucional sobre isso. Houve uma absoluta ausência de medidas por parte de Alckmin", afirmou Genro.

O ministro considerou que o presidente Lula foi muito cobrado, no primeiro turno, sobre o conhecimento ou não do chamado mensalão, mas que Alckmin não foi cobrado da mesma forma se sabia do crescimento do PCC. "Por que não é democrático perguntar se Alckmin sabia ou não sabia?, indagou.

"O partido ficou encolhido, até por remorso, porque pessoas importantes cometeram erros. O PT estava com sentimento de culpa pelo envolvimento de integrantes e não reagiu à altura", disse o ministro, apontando o motivo da omissão do PT sobre o tema na campanha.(Estadão)


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LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

Esse José Rodrigues da Silva deve ser um dos desesperados que já começou a limpar as gavetas, rasgar agenda de "contatos", deletar arquivos, entre outras coisas, pra não deixar rastro depois de 8 anos mamando nas te$ta$ de Jarbas e do Sombra. Mas, não esqueça que daqui a 77 dias tás fora!

José Rodrigues da Silva

Isso é jornalismo sim! Os petistas é que não são políticos! Não passam de uma trupe com o mesmo objetivo: roubar e se locupletar! Uma nação é feita com homens e idealismo, isso, não sabe essa corja!!!

Fabio

Isso não é jornalismo.

Fabio

Não quero nem comentar o texto em questão, apenas a foto. A foto que foi colocada é do mesmo nível que colocaram nas reviartas para denegrir a imagem do assessor de Humberto Costa no caso dos vampiros. Você só quer atacar os petistas.

Fabio

Magno, seja mais imparcial e não tão tendencioso para o lado dos tucanos, ou melhor, anti-petista, como você .


O Jornal do Poder

15/10


2006

Doadores da campanha de Lula migram para Alckmin

 A chegada do tucano Geraldo Alckmin ao segundo turno provocou um movimento no universo empresarial. O comando da campanha do candidato foi procurado até por empresas que evitaram fazer contribuições na primeira etapa da corrida presidencial.

Entre os novos colaboradores, duas grandes empresas antes associadas ao adversário Luiz Inácio Lula da Silva, uma delas do comércio varejista.
"Está vindo até numa velocidade maior do que no primeiro momento", afirma o tesoureiro da campanha tucana, Paulo Bressan, numa referência ao fluxo de recursos.

Segundo Bressan, empresas de médio porte também buscaram, espontaneamente, o comitê eleitoral para oferecer apoio à candidatura de Alckmin. Em dez dias úteis, o comando da campanha teria arrecadado --incluídas promessas de doações-- o suficiente para cobrir o orçamento fixado para o segundo turno, aproximadamente R$ 16 milhões.

O comando da campanha terá ainda que viabilizar cerca de R$ 15 milhões de despesas assumidas no primeiro turno sem que ainda estejam cobertas. "Temos ainda que arrecadar recursos para gastos do primeiro turno", disse o coordenador-geral da campanha, senador Sérgio Guerra (PE).

A ampliação da vantagem de Lula sobre Alckmin tem provocado, no entanto, preocupação no comando do PSDB. O medo é que a diferença de onze pontos percentuais, segundo o Datafolha, afaste os doadores.

O PT, por sua vez, passou por processo diferente. Nos primeiros dias do segundo turno, dizem petistas ligados à arrecadação, diminuiu o volume de recursos arrecadados em comparação aos meses anteriores. Agora, após a divulgação de pesquisas que apontam para a liderança de Lula, o ritmo voltou ao do primeiro turno.

Segundo petistas, há setores da economia --representados em federações-- que estão encomendando pesquisas diárias para acompanhar a evolução da disputa. Os resultados influenciariam na hora de contribuir com os candidatos.

Em geral, os setores que colaboram com as campanhas no segundo turno são as mesmas do primeiro. No primeiro turno, Lula obteve, segundo o comando das duas campanhas, maior apoio entre bancos, siderurgia e construção; Alckmin, no agronegócio, além de grupos como Gerdau e Votorantim.

No segundo turno, essas empresas voltam a ser procuradas. Quando está esgotado o cardápio das grandes empresas, os comitês investem nas de médio e pequeno porte.(Folha Online)


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15/10


2006

Balanço da bancada de Pernambuco em Setembro

 Salatiel Carvalho - PP/PE

Sessão Plenária - setembro
04/09/2006 Presença  2
05/09/2006 Presença  3


Verba Indenizatória - setembro

-Aquisição/locação de software; serviços postais; ass. publicações; TV a cabo ou similar; acesso à Internet; e locação de móveis e equipamentos - R$ 1.426,00 
-Combustíveis e lubrificantes. Veículos automotores - R$ 2.779,74 
Locomoção, hospedagem e alimentação - R$ 8.700,00 
-Total  - R$ 12.905,74 


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Raimundo Eleno dos Santos

Esse elemento é um dos que se assentam na Cadeira de Moisés. Não estou julgando. Eu não julgo. Mas pelos frutos é que se conhece a árvore. Não justifica todo esse dinheiro com hospedagem ou combustível e lubrificantes. Pode ser que esteja amealhando combustível para aumentar o fogo que irá queimá-lo

Cesar Augusto R. Cavalcanti

Esse aí já vai parar de mamar, graças a Deus!



15/10


2006

Lula e Alckmin fazem campanha no Norte e Nordeste

A 15 dias da votação no segundo turno, Lula e Alckmin reforçam suas campanhas no Norte e Nordeste nesta segunda-feira. Alckmin estará em São Luiz, no Maranhão, para reunião com prefeitos. No estado, os dois candidatos que disputam o segundo turno ao governo do Maranhão - Roseana Sarney, pelo PFL, e Jackson Lago, pelo PDT - apóiam Lula.

Já o candidato do PT à reeleição, estará na Paraíba. Lula estará às 16h em Campina Grande (PB) e, às 17h30, em Mossoró (RN). Às 20h30 em Belém (PA). (Globo Online)


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15/10


2006

Balanço da bancada de Pernambuco em Setembro

 Roberto Magalhães - PFL/PE

Sessão Plenária - setembro

04/09/2006 Presença  2 sessões
05/09/2006 Presença  3 sessões

Verba Indenizatória - setembro

-Aluguel de imóveis para escritório/despesas - R$ 542,08 
-Aquisição de material de expediente: R$ 220,00 
-Aquisição/ locação de software; serviços postais; ass. publicações; TV a cabo ou similar; acesso à Internet; e locação de móveis e equipamentos - R$ 433,50 
-Locomoção, hospedagem e alimentação- R$ 2.966,66 
-Total - R$ 4.162,24 


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Raimundo Eleno dos Santos

Roberto, em relação aos outros é parcimonioso. Mas também não justifica.

José Rodrigues da Silva

Tadinho do Beto, tão vaidoso e tão apagadinho!!! É certamente o maior pernóstico jamais parido em Pernambuco!



15/10


2006

Dossiê: Oposição vai investigar "operação abafa"

 Durante viagem ao interior do Ceará neste fim de semana, onde visitou Quixadá e Crateús, fazendo campanha para Geraldo Alckmin, o presidente nacional do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE), disse que o Brasil parece estar vivendo ''um filme de terror da Era Stalin''.

Tasso informou que se reunirá nesta segunda-feira, 16, em Brasília com os presidentes do PFL, Jorge Bornhausen, do PPS, Roberto Freire, e do PMDB, Michel Temer. Os quatro vão discutir a denúncia apresentada pela revista Veja desta semana na qual o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, é acusado de tentar blindar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, no caso do episódio da compra do dossiê contra os tucanos.

''Vamos fazer uma reunião com os presidentes de partidos para deliberar sobre essa reportagem da revista Veja que, evidentemente, traz à tona a manipulação que está sendo feita com a Polícia Federal, criminosamente, para esconder esse Freud Godoy (ex-assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva) das investigações. Encobre um crime e destrói a Polícia Federal pelo ministro da Justiça no afã de esconder todas as maracutaias feitas pelo governo'', atacou Tasso.

Considerando o episódio ''um absurdo'', Tasso lamentou o fato de o delegado (Edmilson Pereira Bruno, que está em licença médica e assumiu o vazamento das fotos do dinheiro apreendido pela PF) ser apontado por Bastos e pela PF como o único culpado. ''Parece filme de terror da Era do Stalin e nós não podemos ficar calados diante disso. Acho que os partidos políticos brasileiros precisam tomar uma atitude'', conclamou.

Tasso disse ainda que quer que as investigações sobre o dossiê Vedoin sejam acompanhadas também pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelo parlamento. Na avaliação do tucano, as denúncias da revista mostram que o caso do dossiê Vedoin está tomando o mesmo rumo do episódio que culminou com a queda do então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, motivada pela quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa.

''É a mesma farsa. É a repetição do enredo do caseiro, com a blindagem do Freud Godoy , e desta vez com o delegado (Edmilson Pereira Bruno, que está em licença médica e assumiu o vazamento das fotos do dinheiro apreendido pela PF) sendo apontado como único culpado. Isso é um absurdo'', emendou.


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Cesar Augusto R. Cavalcanti

Tasso Jereissatti, até o nome é feio. Este senhor pensa que o céu é perto. Com aquela cara de calango, que ele tem, acha que conchavar com as múmias Roberto Freire(ser completamente perdido, no tempo e no espaço) e Michel Temer( o maior corno do Brasil), vai ajudar Pinóquio.

LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

A Revista Veja já perdeu toda sua credibilidade pela forma insana e leviana com que se comportou ao longo do governo Lula. Preconceituosa, mentirosa, golpista, tem como ícone, o mais imbecil dos brasileiros: Diogo Mainardi. Só não é unanimidade por Tasso Jerissati que o mesmo título.



15/10


2006

Balanço da bancada de Pernambuco em Setembro

 Roberto Freire - PPS/PE

Sessão Plenária - setembro

04/09/2006 Presença  2 sessões
05/09/2006 Presença  3 sessões

Verba Indenizatória - setembro

-Combustíveis e lubrificantes. Veículos automotores - R$ 72,00 
-Consultorias, assessorias, pesquisas e trabalhos técnicos - R$ 7.500,00 
-Locomoção, hospedagem e alimentação - R$ 2.711,90 
-Total - R$  10.283,90 


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Raimundo Eleno dos Santos

Essa murrinha ainda gasta essa dinheirama. Não é para servir aos propósitos do povo.É para alimentar a sua vã glória. A sua empáfia. Esquerdista direitona do apocalípse.Vade retro, satanás! Cão Coxo, Calor de Figo.

milton tenorio pinto junior

Esse Balanço parece mais filme de terror!Que figura esse Roberto Freire,sempre correndo atras do Poder! Oportunista é pouco!!!



15/10


2006

Alckmin contesta propaganda do PT e pede resposta

 A coligação "Por um Brasil Decente" (PSDB-PFL), que apóia a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, protocolou hoje representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contestando a veracidade de propaganda da coligação "A Força do Povo" (PT-PRB-PCdoB), do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva.

A referida propaganda, veiculada 40 vezes na TV sob a modalidade de inserção, entre sexta-feira e sábado passados, destaca os investimentos sociais do governo do presidente Lula e enfatiza a informação de que o PSDB "investia 400% a menos em programas sociais".

Além disso, a propaganda questiona a fala do candidato Alckmin que, agora, diz que vai manter o Bolsa Família. Ao fim da frase aparece carimbo na tela afirmando que "isso é duvidoso".

A coligação tucano-pefelista sustenta que a afirmação seria "sabidamente inverídica, uma mentira evidente", com o objetivo de confundir o eleitor e prejudicar a campanha de Alckmin.

A defesa baseia-se em documento do Ministério da Fazenda, assinado pelo ex-ministro Antonio Palocci, de novembro de 2003, denominado "Gasto Social do Governo Central: 2001 e 2002". Segundo a representação, o referido documento apontaria que o gasto social de 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, teria chegado a R$ 204,2 bilhões, equivalentes a 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no pais.

Como o Orçamento Geral da União no ano passado foi da ordem de R$ 500 bilhões no total, para que a afirmação de que "o partido de Alckmin investia 400% a menos em programas sociais" fosse verdadeira, o gasto social do governo atual deveria ser superior a R$ 800 bilhões, "quase duas vezes o orçamento", justifica a representação.

Em vista da afirmação ser "absolutamente inverossímil", como afirma a representação, a coligação "Por um Brasil Decente" pede direito de resposta "por tempo não inferior a um minuto" para cada inserção impugnada, além de requerer a notificação dos representados. (Folha Online)


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