FMO janeiro 2020

03/05


2007

Petista surpreende e defende governo Jarbas/Mendonça

 De todos os discursos em plenário, ontem, na Assembléia Legislativa, em torno das denúncias do Tribunal de Contas da União contra a administração Jarbas/Mendonça,  um chamou a atenção de modo especial. O deputado André Campos (PT), aliado do governo Eduardo Campos, fez uma defesa fervorosa do governo passado. ''É preciso ter equilíbrio. Não podemos colocar todos na vala da picaretagem em função de um relatório da CGU que não é final. Muitas vezes eles fornecem matérias para os jornais e depois as denúncias não se confirmam'', afirmou.

Há que de destacar que desde fevereiro a AL tem gasto boa parte das sessões com debates poucos produtivos. Sempre que o Palácio destina alguma crítica à gestão Jarbas/Mendonça, oposicionistas rebatem, inflamados. Do mesmo modo, governistas se agitam quando o Executivo é alvo. E é sempre a mesma ladainha da ''herança maldita'' contra a necessidade de ''olhar para frente''.

(Diario de Pernambuco)


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Comentários

Paulin de Caruaru.

CGU nos olhos dos outros é refresco...


Detra maio 2020 CRLV

03/05


2007

Na AL guerra entre governistas e oposição só começou

 A discussão sobre o relatório em que a Controladoria Geral da União (CGU) aponta indícios de superfaturamento em obras de ampliação e modernização de presídios no estado chegou na Assembléia Legislativa. As bancadas da oposição e do governo trocaram farpas mais uma vez para, respectivamente, atacar e defender seus aliados. O líder do governo, Isaltino Nascimento (PT), anunciou que aprovará um pedido de audiência pública na próxima quarta-feira para discutir a situação dos presídios no estado. Foram convidados o secretário de Desenvolvimento Social, Roldão Joaquim e o de Ressocialização, Humberto Viana.

Durante o debate, o líder do DEM, deputado Augusto Coutinho, acusou Isaltino de dar às audiências públicas um viés meramente político. ''O senhor quer fazer das audiências um palanque para ''levantar a bola'' do governo. Primeiro foi sobre a questão das escolas. Não queremos nos furtar de discutir os temas, mas é preciso que o governo comece a trabalhar por Pernambuco e andar para frente'', criticou.

Isaltino rebateu Coutinho, alegando que a sociedade precisava conhecer a história de Pernambuco. ''Não fomos nós que denunciamos. Foi a Controladoria Geral da União'', ressaltou o petista, acrescentando que se as irregularidades forem confirmadas, o estado poderá ser penalizado e ficará impedido de firmar convênios com o governo federal para construção de cinco novos presídios em Pernambuco.

(Diario de Pernambuco)


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guilherme alves

O DEM(demos), de fato, tá fugindo da cruz. Não aguenta pressão. Acostumados com a pasmaceira passada.


Abreu e Lima

03/05


2007

Jarbistas/Mendoncistas: ''''Pedra hoje será vidraça amanhã''''

 Em nota divulgada na noite de ontem, (publicada ontem mesmo por este blog),a assessoria dos governos Jarbas/Mendonça classificou a divulgação do relatório pela CGU de ''comportamento pirotécnico'', uma vez que o órgão federal não teria levado em conta as argumentações feitas pelos governos fiscalizados. O comunicado reitera que o relatório é superficial ao citar apenas ''indícios'' de sobrepreço nos projetos. A nota conclui ainda que ''não é dessa forma que se constrói uma relação democrática entre governo e oposição, pois a pedra de hoje pode vir a ser a vidraça de amanhã''.

Com 187 páginas, fotos das inspeções e planilhas de custos dos projetos, o relatório aponta diversos erros na execução dos contratos com verbas federais. Os técnicos da CGU revelam, entre outros aspectos, que as empresas concorrentes nas licitações tinham sócios em comum. A fiscalização ao Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), responsável pelo ''190'', revelou que houve sobrepreço na contratação do sistema de atendimento e despacho, mediante dispensa de licitação. Obras nos presídios Aníbal Bruno e de Canhotinho também constam no relatório.

(Diario de Pernambuco) 


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Prefeitura do Ipojuca

03/05


2007

Milton Coelho recua: ''''Fadiga de material é na oposição''''

 O presidente estadual do PSB, Milton Coelho, disse ter sido ''mal interpretado'', ontem, depois de apontar a existência de uma ''fadiga de material'' nos nomes já colocados para disputar a prefeitura do Recife em 2008. Dois dias depois do desconforto provocado nas hostes do PT com as declarações, ele frisou estar se referindo aos candidatos da oposição ligados ao grupo do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB). Milton reforçou a preferência pela candidatura da presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Luciana Azevedo. Mas, garantiu não estar diminuindo os nomes já colocados pelo prefeito do Recife, João Paulo, e pelo secretário estadual de Cidades, Humberto Costa.

Depois de receber vários telefonemas, Milton Coelho procurou encerrar a polêmica dizendo que a condução do processo eleitoral será de João Paulo. Embora sua declaração tenha sido dada numa seqüência de perguntas feitas na ''Rádio Folha'' e que só tratavam do PT e do PSB, ele garantiu que ''a fadiga de material'' era sobre política em geral e os oposicionistas.

''Dei uma opinião como cidadão e não como presidente do PSB. Eu tenho simpatia pela candidatura de Luciana, mas eu tenho muitas tarefas para cuidar (no PSB) e, ainda que não tivesse, não me cabe opinar sobre o PT'', destacou. ''Eu jamais diria que Maurício Rands, Dilson Peixoto, Lygia Falcão e João da Costa representam fadiga de material'', completou, referindo-se aos nomes petistas cogitados. (Diario de Pernambuco)


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03/05


2007

Sílvio quer cumprir o mandato e ajudar o governador

Procurado pelo Diario para falar sobre o lançamento de seu nome para disputar a Prefeitura do Recife, o deputado Silvio Filho disse estar contente com a lembrança de seu nome por várias lideranças.

''Só tenho a agradecer a Eduardo (da Fonte). Naturalmente, nosso principal objetivo é fazer um bom mandato de deputado estadual e ajudar o governador Eduardo Campos. Uma eleição majoritária não se constrói apenas com o desejo pessoal. São muitos fatores'', ponderou Silvio Filho.  De acordo com ele, o melhor caminho para vencer em 2008 é a unidade dos partidos da Frente em torno de um só nome. 

Silvio Costa Filho, 25 anos é vice-líder do governo na Assembléia Legislativa. Ele teve 46.060 votos, dos quais 26.632 foram no Recife, abaixo apenas de João da Costa.

(Diario de Pernambuco) 


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Banco de Alimentos

03/05


2007

Mais um nome na ciranda governista à PCR: Sílvio Filho

 O caldo começou a engrossar na disputa pela prefeitura do Recife. Cotado para presidir o Partido Progressista (PP), o deputado federal Eduardo da Fonte - único parlamentar da legenda em Pernambuco -, defendeu o nome do deputado estadual Silvio Costa Filho (PMN) para a sucessão do prefeito João Paulo. Da Fonte disse que vai colocar o nome do aliado na mesa de negociação e esperar a decisão final do governador Eduardo Campos (PSB) no próximo ano. Para ele, Silvio Filho é o nome ''mais leve'' e ''preparado'' para representar um eventual bloco formado pelo PSB, PTB, PP, PMN e PR.

Embora o PSB e o PTB façam parte do governo João Paulo, o deputado entende que o lançamento de várias candidaturas deste campo é a melhor forma de manter a identidade dos partidos e enfraquecer o conjunto de legendas da oposição, formado principalmente pelo DEM, PMDB e PSDB.

(Diario de Pernambuco)


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Comentários

MARCO AURELIO MEDEIROS

Sílvio Costa Filho apesar da pouca idade é preparado e competente.Seria sem dúvida um grande candidato .E candidato de chegada.

Paulo Kigrer

Cachorro novíssimo, mata densíssima!!!


Prefeitura de Serra Talhada

02/05


2007

PT e PMDB adiam indicações para CPI do Apagão

O PT e o PMDB deixaram para amanhã a indicação dos seus integrantes da CPI do Apagão Aéreo na Câmara dos Deputados. Os dois partidos têm direito a indicar, cada um, oito parlamentares para a comissão. Os demais partidos já encaminharam à Mesa Diretora da Casa Legislativa os nomes escolhidos para integrar a CPI.

O bloco PSB-PC do B-PDT-PAN-PMN indicou os deputados Doutor Ubiali (PSB-SP), Osmar Júnior (PC do B-PI) e Wolney Queiroz (PDT-PE) como titulares da comissão. O PV indicou o deputado Fernando Gabeira (RJ) e o PSOL, a deputada Luciana Genro (RS) como titulares da CPI.

Desde a semana passada, os partidos de oposição (PPS-PSDB-DEM) já haviam indicado os sete membros a que têm direito na CPI. Dos 24 integrantes da comissão, 16 serão da base aliada. A divisão é feita com base no tamanho dos blocos e bancadas dos partidos na Câmara.

O PP, PR e PTB --que integram a base aliada do governo-- indicaram como titulares da comissão os deputados Beto Mansur (PP-SP), José Carlos Araújo (PR-BA), Nelson Meurer (PP-PR) e Paes Landim (PTB-PI).

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), marcou para amanhã às 15 horas a instalação da CPI do Apagão Aéreo com a escolha do presidente e do relator da comissão.

A presidência vai ficar com o PMDB, maior bancada da Câmara --como prevê o regimento da Casa. O partido tem a prerrogativa de indicar a relatoria da CPI, que ficará com o PT. Se o PMDB e o PT não indicarem os integrantes até o momento da instalação da CPI, a prerrogativa será de Chinaglia. As informações são da Folha Online.


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O Jornal do Poder

02/05


2007

Jarbas/Mendonça refutam acusações de eduardistas

A Assessoria da administração Jarbas/Mendonça acaba de distribuir nota à imprensa rebatendo as acusações de deputados do governo Eduardo Campos, relacionadas com o relatório divulgado pela Controladoria Geral da União, em torno de supostas irregularidades cometidas na administração passada, quando da execução de convênios celebrados com a União para a área de segurança pública.

Eis a nota na íntegra:

 

''Nota aos pernambucanos

Diante da exploração política de setores do atual Governo com relação ao relatório preliminar da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre a auditoria em 12 Estados definidos na quinta edição do Programa de Fiscalização a Partir de Sorteios Públicos, a assessoria das administrações Jarbas Vasconcelos/Mendonça Filho informa o seguinte:

1 – O trabalho da CGU não se restringiu ao Estado de Pernambuco. Dos 27 Estados mais o Distrito Federal, a fiscalização foi realizada em 12 unidades federativas, definidas em sorteio. No caso específico de Pernambuco, a Controladoria sempre se refere a “indícios” e “evidências” e não a comprovação de irregularidades. Mesmo assim, os gestores sequer foram notificados para apresentar as defesas e justificativas para cada um dos processos citados.

2 – É de se estranhar o comportamento da CGU em divulgar o relatório sem levar em consideração as argumentações apresentadas pelos Governos Estaduais, num comportamento pirotécnico que em nada ajuda a gestão e a fiscalização dos gastos públicos. Esta crítica não é apenas de Pernambuco, mas da maioria dos Estados fiscalizados pela CGU. A CGU concluiu o relatório preliminar sem dar direito ao contraditório, o que fere o estado democrático de direito.

3 – Os gestores públicos que estiveram à frente da execução dos projetos relacionados pela Controladoria prestarão todos os esclarecimentos necessários, aos órgãos citados pela CGU – à Procuradoria-Geral da República; ao Tribunal de Contas da União; à Câmara dos Deputados (Mesa Diretora e Comissão de Fiscalização Financeira e Controle); ao Senado Federal (Mesa Diretora e Comissão de Fiscalização Financeira e Controle); à Procuradoria-Geral de Justiça do Estado; à Procuradoria da República no Estado; ao Tribunal de Contas do Estado; ao Governo Estadual e à Assembléia Legislativa do Estado. Esta foi e continua sendo a prática de toda a equipe que atuou no Governo de Pernambuco de janeiro de 1999 a dezembro de 2006.

4 – A superficialidade das denúncias da CGU é tão gritante que até mesmo parlamentares da base do Governo alertaram que esses relatórios muitas vezes não se confirmam e caem no vazio do denuncismo fácil.

5 – A assessoria dos governos Jarbas/Mendonça volta a lamentar a pirotecnia e o oportunismo de alguns, que insistem em não descer do palanque. Não é dessa forma que se constrói uma relação democrática entre Governo e Oposição, pois a pedra de hoje pode vir a ser a vidraça de amanhã.''


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Comentários

milton tenorio pinto junior

Bela observação Eduardo,parabéns pela leitura.Eduardo não falou nada e sim um orgão federal,bem lembrado. É porque esse pessoal,principalmente da mídia Jarbista tem mania de nos subestimar.

Eduardo Peres Ramos da Silva

Não entendi:"Jarbas/Mendonça refutam acusações de eduardistas". Pelo que sei, e o jornalista também, a CGU não é uma instituição estadual e não se observa manifestação do governador Eduardo Campos sobre o assunto. Desviar o foco como se fosse uma mera querela doméstica é menosprezar o assunto.

milton tenorio pinto junior

...A assessoria de administração de Jarbas-Mendonça precisa entender melhor nossa lingua.A CGU foi bem clara:Evidência! Isso é pouco? Para quem nunca deu a senha do SIAFEM não é de se estranhar.

milton tenorio pinto junior

Segundo o dicionário da lingua portuguesa de Silveira Bueno a palavra Evidência significa:clareza;certeza.O que Jarbas-Mendonça querem mais,acham que nós não temos um dicionário em casa?


Shopping Aragão

02/05


2007

Irregularidades em presídios foi tema na Assembléia

 O relatório da Controladoria Geral da União (CGU) apontando irregularidades em contratos para ampliação e reforma de presídios em Pernambuco foi debatido, hoje, na Assembléia. O líder do governo, Isaltino Nascimento (PT), propôs a realização de um debate sobre o assunto, no próximo dia 10 de maio. O deputado sugeriu a participação do Secretário-executivo de Ressocialização, Humberto Vianna, e do Secretário de Desenvolvimento Social, Roldão Joaquim, na discussão. Isaltino afirmou que a casa precisa apurar se houve superfaturamento nas obras dos presídios, realizadas com verbas Federais. Ele citou entre as irregularidades uma obra de escavação em Canhotinho, que teria custado R$ 60 mil, e não foi executada.

Isaltino mostrou-se preocupado com a possibilidade do executivo ficar impedido de firmar convênios com o Governo Federal para construir presídios e retirar as unidades prisionais existentes em Itamaracá. André Campos (PT) pediu cautela na discussão das denúncias da CGU. Para o deputado, muitos gestores públicos são acusados sem que existam provas concretas de irregularidades. Terezinha Nunes (PSDB) também afirmou que é preciso ter calma na hora de julgar o governo anterior. Augusto Coutinho (DEM) colocou-se favorável à discussão do relatório da CGU nas comissões da casa. Mas o parlamentar criticou a postura da bancada governista, afirmando que os deputados que apóiam a gestão atual distorcem os fatos para desqualificar o governo anterior.

Já Sílvio Costa Filho (PMN) salientou que os governistas estão apenas revelando para a sociedade as irregularidades deixadas pela gestão passada. Maviael Cavalcanti (DEM) afirmou que a bancada do governo não deve discutir um relatório que ainda não foi julgado pelos órgãos fiscalizadores. As informações são do site da Assembléia Legislativa.


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edilson joao dos santos

Só quem conhece e convive com o sistema penitenciário a vários anos sabe que toda essa robalheira é verídica

guilherme alves

Enfim notícia sobre assunto que já está cheio nuances, inclusive com a resposta de jarbas/Mendonça no blog do JC,. Magno deixou de furar notícias ou é opção?

Paulin de Caruaru.

KKKKKK, esse Braisl é demais....André Campos,o irmão, criticou hoje os relatórios da CGU que segundo ele às vezes não dão em nada.Quem tem INFRAERO tem medo.



02/05


2007

Deputado ''''Governo anterior devolverá o que foi desviado''''

 O líder do governo na Assembléia Legislativa, Isaltino Nascimento, anunciou hoje, que cabe ao Governo do Estado entrar com uma representação junto ao Judiciário exigindo dos gestores da anterior administração Jarbas/Mendonça a devolução do dinheiro relacionado a desvios em convênios com órgãos federais para a área de segurança pública, desvio esse levantado pela Controladoria Geral da União e agora divulgado.

 

Os auditores da CGU descobriram ações como superfaturamento, abandono de equipamentos, e outras irregularidades em contratos de construção e reforma de presídios no Estado, envolvendo recursos num total de R$ 39,9 milhões. Por sua vez, o governador Eduardo Campos já determinou que o secretário do Desenvolvimento Social, Roldão Joaquim levante todas as informações possíveis sobre o caso para um posicionamento da atual administração estadual.

 

Segundo o líder governista Isaltino Nascimento, em entrevistas a órgãos de comunicação, no decorrer do dia, todo o dinheiro desviado deve ser requisitado de volta. Ele explica que os recursos envolvidos não são só do governo federal, já que, segundo ele, para cada real investido pelo Governo Federal, há igual contrapartida do Governo do Estado, e é justamente esse dinheiro que deve ser exigido de volta, cabendo à esfera federal agir em relação os  recursos da União investidos.

 

“São preocupantes os dados constantes no relatório da  Controladoria Geral da União”, disse o deputado. “Havia toda uma propaganda por parte dos que integraram o governo Jarbas/Mendonça, de que tudo era só transparência, feito com lisura, e o que vemos agora depois do relatório da CGU,  é que, processos que deveriam ter sido feitos de forma correta não obedeceram a esses princípios. O mais grave é a denúncia de superfaturamento em uma área de grande importância para a população, como é a segurança pública.”


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Paulo Kigrer

E nós outros servimos de massa de manobra para prá deputados deste tipo, fora os jarbistas e eduardistas deste mundo. Pode?


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