Faculdade de Medicina de Olinda 2

12/10


2019

Aliados dizem que vaia a Doria foi “orquestrada”

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
De O Estado de S. Paulo - Direto da Fonte

Por Sonia Racy

 

A vaia que Doria tomou na formatura dos sargentos da PM – ontem, no sambódromo – foi percebida, por aliados, como previamente orquestrada por grupos bolsonaristas. Destacam que o governador se dirigiu sozinho para a passagem da tropa, e o presidente ficou no palco. No Twitter, Carlos Bolsonaro postou vídeo em que Doria, ao discursar, é vaiado e Bolsonaro é ovacionado.

Na avaliação desses interlocutores, o presidente atuou como quem quer distância do possível rival da campanha de 2022. Foi a primeira vez em que os dois estiveram juntos depois das farpas em torno do #bolsodoria.


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Detran

12/10


2019

De olho em 2022: se Bolsonaro sair, PSL acena a Witzel

Governador do Rio de Janeiro, hoje no PSC, flerta com candidatura ao Planalto e teria acesso a mais recursos na sigla do presidente.

Folha de S. Paulo - Thais Arbex
 

Uma possível saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL abre portas para nomes que hoje já são considerados adversários do bolsonarismo na eleição presidencial de 2022.

A ala da sigla ligada ao deputado Luciano Bivar (PSL-PE), atual presidente do partido, vem defendendo que, tão logo Bolsonaro e seus aliados deixem a legenda, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, seja incorporado ao PSL. A Folha apurou que a direção do partido decidiu oficializar o convite na semana que vem. 

Atualmente no PSC do Pastor Everaldo, Witzel tem flertado com a candidatura ao Palácio do Planalto e uma eventual migração para o PSL daria estofo a suas pretensões presidenciais.

Até o fim de 2019, por exemplo, o PSL deve receber cerca de R$ 100 milhões a mais do que o PSC do fundo partidário.

No próximo ano, somando os fundos partidário e eleitoral, o PSL pode ter em caixa R$ 350 milhões —o valor leva em conta as estimativas de R$ 1 bilhão para o fundo partidário, e os R$ 2,5 bilhões propostos pelo governo para o fundo eleitoral. 

Caso esse seja o cenário em 2020, o PSL vai ficar com a maior fatia de recursos entre todos os 32 partidos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Com apenas nove deputados, o nanico PSC receberá cerca de R$ 60 milhões, somando os dois fundos. 

O grupo de Bivar tem feito uma série de gestos a Witzel. Em conversas recentes no Rio e em Brasília, deputados do PSL disseram ao governador que, hoje, é ele "o sonho de consumo" do partido. 

Aliados de Witzel admitem que os acenos de integrantes do PSL têm sido constantes. O governador, no entanto, tem repetido o discurso de que sua missão é a de fortalecer o PSC em todo o país. 

Políticos que acompanharam a ascensão do ex-juiz ao Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, dizem que a relação que Witzel construiu com Everaldo pode ser um empecilho a uma eventual mudança de partido.

Parlamentares do PSL disseram à Folha que os cortejos a Witzel têm acontecido há algum tempo —antes, portanto, de Bolsonaro escancarar a crise com a sigla— e que nenhum gesto mais enfático havia sido feito até agora porque o presidente e o governador são tidos como rivais.  

Na quarta-feira (9), por exemplo, Bolsonaro e Witzel se encontraram no aniversário do ministro Augusto Nardes, do TCU (Tribunal de Contas da União), em Brasília. Embora tenham se falado rapidamente e até posado para fotos, o clima foi de constrangimento, segundo relatos feitos à Folha. 

Como mostrou o Painel nesta sexta-feira (11), o presidente deixou a festa logo depois de o governador chegar.

O racha com o clã Bolsonaro ficou explícito assim que Witzel escancarou seu desejo de disputar a eleição ao Planalto em 2022. Desde então, o governador do Rio passou a trabalhar para se descolar da imagem do presidente, a quem apoiou em 2018.

No fim de setembro, o PSL no Rio, sob o comando do senador Flávio Bolsonaro, decidiu deixar, formalmente, a base da gestão Witzel. 

O filho mais velho do presidente chegou a determinar a saída do governo e a ameaçar de expulsão os que permanecessem nos cargos. Diante da resistência de deputados e de seus indicados, foi obrigado a rever a posição.

Derrotado, Flávio teve de ceder e delegar aos filiados a decisão de manter ou não seus indicados nos cargos do governo. Atualmente, o PSL ocupa 40 postos na administração estadual, incluindo duas secretarias.

Como mostrou a Folha no dia 30 de setembro, o governador vem se dedicando pessoalmente à montagem de um palanque, com o objetivo de viabilizar seu sonho de chegar à Presidência da República.

O desgaste da relação de Bolsonaro com a direção do PSL, comandada por Bivar, ficou escancarado na terça-feira (8), quando o presidente disse a um apoiador que o deputado estava "queimado pra caramba".

Bolsonaro tem dito a aliados já ter tomado a decisão de deixar o partido. O presidente busca, no entanto, uma saída jurídica para levar parlamentares, evitar perdas de mandatos e ainda tentar manter o fundo partidário.

Se isso ocorrer, deve seguir o movimento um grupo de cerca de 20 deputados fiéis ideologicamente a Bolsonaro —do total de 53 da bancada do PSL.


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13° Bolsa Familia

12/10


2019

Visita surpresa: alunos protestam contra deputados do PSL

Estudantes do Pedro II protestam contra deputados do PSL que fizeram visita surpresa. Na campanha eleitoral, os deputados quebraram uma placa de rua com o nome de Marielle.

Estudantes protestam contra deputados do PSL no Rio de Janeiro Foto: Reprodução

Época - Por Guilherme Amado 

 

Alunos dos Colégio Pedro II de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, protestaram hoje a uma visita surpresa que o deputado federal Daniel Silveira e o estadual Rodrigo Amorim, ambos do PSL, fizeram à unidade.

Ao fim da visita, os estudantes chamaram os deputados de "deputado da milícia":

"Ô, Marielle, quero justiça, não aceitamos deputado da milícia."

Durante a campanha de 2018, os dois quebraram uma placa de rua com o nome de Marielle, do alto de um carro de som.

Amorim não deu bola:

“Grito de torcida. O árbitro no jogo ouve e sabe que não é verdade. É diferente de alguém me acusar de ligação com milícia formalmente, aí cabe processo e eu nunca hesito em processar"

Confira o vídeo aqui: Vídeo: Alunos do Pedro II protestam contra deputados do PSL ...


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Prefeitura de Limoeiro

12/10


2019

Eduardo a Major Olimpio: "Eu não sou príncipe"

Deputado disse que, se estiver atrapalhando, cabe ao presidente Jair Bolsonaro puxar a sua orelha.

(Eduardo Anizelli/Folhapress)

Veja: Eduardo Ghirotto

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) respondeu às críticas que o senador Major Olimpio (PSL-SP) fez à família presidencial nesta sexta-feira, 11. Líder do PSL no Senado, Olimpio disse que a crise aberta por Jair Bolsonaro com o partido é “uma conspiração baixa” e afirmou que os filhos do presidente se comportam como príncipes.

“Eu não faço parte da família real, não sou príncipe. Discordo dele, mas os assuntos do PSL têm que ser tratados de maneira interna, para evitar desgastes. É opinião dele, eu respeito, mas no momento em que estiver atrapalhando, o próprio presidente irá puxar a minha orelha”, declarou.

Eduardo se manifestou em entrevista coletiva realizada durante o fórum conservador CPAC Brasil, em São Paulo. A sessão de perguntas e respostas contava com presença maciça de blogs alinhados ao governo. Após a indagação sobre Olimpio, feita por uma jornalista do canal GloboNews, a coordenadora da entrevista solicitou que apenas perguntas referentes ao evento fossem feitas. Um jornalista tentou indagar o deputado mais uma vez sobre a crise no PSL, mas foi hostilizado e impedido de prosseguir pelos organizadores.

O deputado deu uma leve estocada no partido ao dizer que movimentos de direita ainda estão se organizando no Brasil e que não existe uma sigla de viés conservador no país.

A entrevista também contou com as presenças de Matt Schlapp, presidente da American Conservative Union, e com Antônio de Rueda, vice-presidente do PSL. Ao apresentar Rueda aos jornalistas, a coordenadora do evento mencionou apenas que ele exerce o cargo de diretor financeiro da Fundação Índigo, ligada ao partido.

A presença do presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE), estava prevista no evento, mas ele foi retirado da programação após a crise aberta por Jair Bolsonaro. Na terça-feira 8, Bolsonaro pediu a um apoiador que esquecesse o partido e disse que Bivar está “queimado pra caramba”.

Um rapaz se apresentou a Bolsonaro como pré-candidato no Recife pelo PSL. Logo em seguida o presidente cochichou em seu ouvido: “Esquece o PSL”. Mesmo assim, ele gravou um vídeo com o presidente ao seu lado dizendo “Eu, Bolsonaro e Bivar juntos por um novo Recife”.


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11/10


2019

Ex-secretários de Olinda são multados pelo TCU

O secretário de Saúde da gestão Luciana Santos em Olinda, João Veiga, teve auditoria julgada irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com condenação em multa de quase R$ 80.000,00 (oitenta mil reais), em quantias de outubro de 2018, por irregularidades quando exercia do cargo. Por sua vez o secretário de Educação da Gestão Renildo Calheiros, José Francisco dos Santos Filho, também foi condenado a devolver o valor de R$ 310.897,05.


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Magno coloca pimenta folha

11/10


2019

Roseann, minha foca, vira editora do SBT

Muito feliz com a notícia de que a jornalista pernambucana Roseann Kennedy está assumindo a direção do programa de Fernando Rodrigues, ex-Folha de São Paulo, no SBT Brasília. Fico mais do que isso, orgulhoso, porque foi pelas minhas mãos que ela trocou a Folha de Pernambuco pela Agência Nordeste, em Brasília.

Roseann logo se revelou, ao lado de Andreza Matais, hoje diretora do Estadão em Brasília, numa grande repórter política sem nunca ter atuado na área em Pernambuco. Ambas se consagraram pela Agência Nordeste e rapidamente alçaram voo de águia. Andreza ganhou prêmio Esso na Folha de São Paulo e Roseann se projetou na CBN e depois na Globo News.


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Banner de Arcoverde

11/10


2019

Paulo discute novas possibilidades da geração de energia

O governador Paulo Câmara recebeu no Palácio do Campo das Princesas, na manhã de hoje, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, o diretor-presidente da Eletronuclear (subsidiária da Eletrobras), Leonam dos Santos Guimarães, e o senador Fernando Bezerra Coelho. Na ocasião, foram discutidas possibilidades de implantação de novos projetos para geração (fotovoltaica e nuclear) de energia elétrica em Pernambuco. 

"Estamos sempre à disposição do diálogo, sobretudo quando há a possibilidade de avançarmos no desenvolvimento do nosso Estado e na geração de emprego e renda. Nossa equipe vai se debruçar sobre as duas propostas e aprofundar essa discussão com o Ministério de Minas e Energia", afirmou Paulo Câmara, lembrando que há um impedimento para a implantação de usinas nucleares em Pernambuco na Constituição Estadual, que veda esse tipo de empreendimento até que outras fontes de energias sejam esgotadas.

Em relação à proposta energia fotovoltaica, o Ministério de Minas e Energia projeta uma operação de produção incorporada ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), ao longo dos seus Eixo Leste e Oeste.  O investimento, estimado em R$ 12 bilhões, tem o objetivo de aproveitar o potencial de 3,5 GW que a região apresenta para essa fonte de energia.   

Sobre à possibilidade da geração de energia nucelar no Estado, os representantes do Executivo federal detalharam o projeto para a instalação de uma usina com esse perfil no município de Itacuruba, no Sertão de Itaparica.  A União projeta novos investimentos na área, por meio de investimento de 30 milhões de dólares – ser realizado por capital privado.

Participaram ainda da reunião ainda os secretários Bruno Schwambach (Desenvolvimento Econômico), Aluísio Lessa (Ciência, Tecnologia e Inovação) e José Antônio Bertotti (Meio Ambiente e Sustentabilidade) e o Presidente da AD Diper, Roberto Abreu.


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11/10


2019

Meu editorial no Frente a Frente – 11/10/2019

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife, escute agora o meu editorial.


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