Faculdade de Medicina de Olinda

01/01


2014

Aécio é candidato mais forte que Eduardo, diz ministro

DO BLOG DE KENNEDY

Ministro das Cidades vê "teses antagônicas" entre Campos e Marina

 O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, considera o senador Aécio Neves (PSDB-MG) o nome mais forte da oposição na disputa pelo Palácio do Planalto em 2014. “O Aécio Neves tem estrutura política bem maior do que a estrutura do Eduardo Campos [governador de Pernambuco e virtual candidato do PSB]“, diz Aguinaldo, em entrevista ao “10 Perguntas”. O ministro afirma que o PSDB tem mais poder de fogo do que o PSB em colégios eleitorais mais relevantes.

Segundo Aguinaldo, há “teses antagônicas” entre Campos e a ex-senadora Marina Silva que podem prejudicar a candidatura do governador de Pernambuco. A respeito da reforma ministerial, ele diz que “o tempo é o tempo dela [Dilma]” e que as substituições no primeiro escalão “têm de ser um processo que contribua com o próprio governo”. Na opinião do ministro, o maior desafio das cidades brasileiras “é ter planejamento”.


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Comentários

josé natal sousa da silva

NA VERDADE MINISTRO EDUARDO E SIM A GRANDE PEDRA NO SAPATO DE CV GOVERNISTA JA QUE CVS NAO OLHA PARA O POVO EDUARDO VE E ISSO E A GRANDE DIFERENÇA FELIZ ANO NOVA A TODOS NATALCASINHAS


Governo de PE

01/01


2014

Joaquim Barbosa, entre vaias e aplausos

O GLOBO - Letícia Fernandes

No Clube Renascença, Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, cantarolou, comeu petiscos, tomou cerveja, foi aplaudido, vaiado e até ouviu apelo para ser candidato à Presidência.

 No Rio para passar a virada do ano, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, esteve na tarde de ontem em um samba, no Clube Renascença, no Andaraí. O ministro chegou às 18h20m, acompanhado de dois sobrinhos, assessores e seguranças, para assistir ao show do sambista Moacyr Luz e do Samba do Trabalhador. E de lá só saiu por volta das 21h.

Com traje informal — blusa polo, calça bege e tênis —, Barbosa seguiu direto para o camarote, no segundo andar do clube. Não sem causar alvoroço: foi aplaudido pela multidão, mas pode se ouvir também vaias em meio à gritaria.

Barbosa não quis falar de política e, perguntado se cairia no samba, foi categórico:

— Não vou sambar — E brincou: — Já viu mineiro sambar?

Entre fotos e sorrisos, comeu aipim com carne seca, frango à passarinho, bebeu água e migrou para a cerveja. A atriz Taís Araújo cumprimentou o ministro, e visitou a mesa de Barbosa com frequência.

Por causa das dores na coluna, que o impedem de ficar sentado por muito tempo, o ministro se levantou com frequência. Em dois momentos, chegou a batucar e cantarolar ''Brasil Pandeiro'', que ficou famosa na versão dos Novos Baianos, e ''Quem te viu, quem te vê'', de Chico Buarque, além de acenar da sacada.

— Eu apertei a mão do maior homem do Brasil, não vou nem dormir hoje. Eu disse pra ele: concorre à Presidência, não abre mão não. Ele acenou com a cabeça — disse José Barbosa, comandante da Marinha.

— Nunca tinha visto tietagem tão grande. Estive com ele em junho, quando o convidei para vir ao samba. Disse que viria ainda este ano, mas eu não acreditei — contou Daniel Silva, vice-presidente do Renascença: — Todo ano, em novembro, elegemos um Zumbi no Dia da Consciência Negra, alguém que tenha feito muito pela raça e, ano passado, ganhou ele. Como é uma pessoa muito importante para nós, o retrato dele vai ficar para sempre aqui.


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Comentários

S. C. B. M.

LETÍCIA FERNANDES (O GLOBO )FOI MAL SEU COMENTÁRIO ; HOMEM NÃO USA Blusa polo, USA, CAMISA CUECA E CALÇAS,traje informal .

José Carlos da Silva

Joaquim Barbosa PERSONALIDADE DO ANO! Que venha 2014, se for candidato meu voto é dele!


Governo de PE

01/01


2014

Terra sem lei

 Brasileira ligada ao Greenpeace conta que dividiu cela com presa por homicídio na Rússia e lembra como precisou desafiar autoridades

Ninguém queria ter ficado dois meses na prisão. Mas, pela repercussão que isso teve, estou contente de ter conseguido levar uma mensagem para tantas pessoas. Agora, a nossa campanha vai continuar muito mais forte.

No início, foram cinco dias presos dentro do nosso navio. Houve uma abordagem ilegal em águas internacionais. [Os agentes russos] Destruíram toda a casa de rádio do navio e retiraram os computadores.

Eles nos mantiveram em cativeiro dentro da cabine. Começaram a tirar um por um dizendo que seríamos ''entrevistados''. Na minha vez, um homem armado, com máscara, me pegou pelo braço e foi me revistar.

Eu me acuei em um canto e disse: ''Tu não vais me tocar, não mesmo''.

Tenho direito internacional de ser revistada por uma mulher. Eles ficaram supernervosos. Ele continuou tentando, me puxando pelo braço, eu empurrei. Defendi meus direitos contra cinco pessoas armadas.

E ele não me revistou, mas me senti extremamente mal, humilhada. Foram vários momentos de emoções fortes.

Na prisão, não havia ameaças, mas era uma terra sem lei. Cada guarda tinha suas regras e agia de maneira diferente. Se não fosse eu lutar pelos meus direitos, teria sido muito pior. Muitas vezes encarei guardas e chamei o chefe da prisão.

DIÁRIO

Foram momentos de altos e baixos. A Folha, infelizmente, só publicou os baixos [em reportagem do dia 25 de novembro com trechos de seu diário]. E aí você tem toda a sensação que eu estava em uma depressão profunda e ia me matar [a Folha só publicou o que foi autorizado pela própria Ana Paula].

Em uma situação daquela, correndo o risco de ficar 15 anos naquele jeito, imagino que é humano pensar em uma solução. Eu muito provavelmente teria a coragem e a força de encarar os 15 anos.

Mas eu não posso não me permitir como ser humano pensar em algumas outras alternativas. Foi isso o que escrevi no diário. Em nenhum momento pensei em me matar seriamente.

Eu tinha uma colega russa de cela na prisão em Murmansk. Em São Petersburgo, havia duas: uma ucraniana e outra do Uzbequistão. Só falavam russo.

A moça do Uzbequistão matou o namorado em legítima defesa e queria aprender inglês. Às vezes, sentávamos durante quatro ou cinco horas estudando, tentando se entender. Tive sorte porque elas eram muito legais.

Toda a cadeia de São Petersburgo virou um grande teatro quando chegamos. Ficamos em uma cela enorme, com geladeira, TV e aquecedor de água. Percebemos toda a palhaçada montada para fazer uma propaganda do sistema penitenciário russo.

NA JUSTIÇA

Não existe justiça para o cidadão comum na Rússia. Claramente os juízes não decidem nada.

Em uma audiência, depois de quatro horas, o juiz perguntou se eu queria falar minhas palavras finais. Ele disse que eu deveria ficar em pé. Eu me escorei e disse que estava cansada do teatro. Falei: ''O que vai fazer? Me mandar para a cadeia?''. Todo mundo riu --até o juiz.

Foi uma espera muito tensa [o mês em que ficou em liberdade sob fiança]. O psicológico era bem pesado.

Os advogados diziam que eles [autoridades] estavam esperando que fizéssemos qualquer coisa para nos colocar novamente na cadeia. Tive momentos em que estava caminhando nas ruas, via alguém de uniforme e eu mudava de direção. Era pânico. Eu não sabia se estava sendo vigiada ou não.

Para o visto de saída, tive que assinar um papel dizendo que entrei ilegalmente na Rússia, contra minha vontade. Se vou a um lugar contra a minha vontade e tenho que quebrar leis para isso, o nome disso para mim é sequestro.

A mulher no aeroporto perguntou sobre o meu visto de entrada. Eu disse que não tinha porque fui ''sequestrada'' pelo governo russo. Na Alemanha [onde fez conexão], percebi que a saída era real.

A Rússia não deve ter imaginado que a reação pública seria tão grande. Se não existisse o apoio da mídia, do Greenpeace e do governo, ainda estaríamos lá, com certeza. (Folha de S.Paulo - Felipe Bachtold)


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Carlos Odair da Luz Sá

Estude mais a Rússia, amigo, e vc vai ver lá que existe uma lei pra os mafiosos e outra para os zé-goiabas normais.

Marcilio Paulino dos Santos

Ela está pensando que a Russia é a casa de mãe joana, igual ao Brasil, enganou-se, A Russia tem lei e é cumprida. Os brasileiros, só viram a justiça ser feita, quando Joaquim Barbosa assumiu o STF, mandando os ladrões dos PTralhas para o xadrez.


Prefeitura do cabo

01/01


2014

Os dois Brasis, rosa e negro

CLOVIS ROSSI - FOLHA DE S.PAULO

 Dilma descreve um país que não tem parentesco com o dos executivos, mas ambos podem ter certa razão.

O Brasil são dois, conforme quem dele fala é a presidente Dilma Rousseff ou os executivos das grandes companhias globais e nacionais.

Para Dilma, em sua mensagem de domingo, 2013 termina ''melhor do que começou''. Na visão dos executivos, ocorre o contrário.

Ajuda-memória: pesquisa feita pela PricewaterhouseCoopers e divulgada em Davos, em janeiro, mostrava os executivos brasileiros entre os mais otimistas do planeta. Eram 44% os que confiavam muito no crescimento das receitas de suas companhias, porcentagem de otimistas que só ficava atrás dos executivos russos (66% de otimistas), indianos (63%) e mexicanos (62%).

Mas outra pesquisa, a ser divulgada nos próximos dias, vai mostrar que os executivos brasileiros estão batendo recorde de pessimismo com o estado da economia.

As pesquisas podem ter sido feitas com públicos nominalmente diferentes, mas ambas estão restritas a um mesmo universo, o das grandes corporações. Compará-las, portanto, não é uma licença poética.

Na cabeça da presidente, certamente ficará reforçada a tese de que o governo é vítima de ''guerra psicológica''. Como sou inimigo número 1 de teorias conspiratórias, prefiro acreditar que os dois Brasis existem de fato, conforme a cor dos óculos que cada um usa para enxergá-lo.

Para os executivos, o que ressalta de 2013 é o fim da euforia com os emergentes, percepção baseada em números concretos e não em sensações puramente psicológicas.

De fato, acabou o que Sandra Moati, analista do mensário francês ''Alternatives Économiques'', chamou no número que está nas bancas de ''crescimento insolente'' dos emergentes. É importante ressaltar que não deixou de haver crescimento; só não é mais ''insolente''.

Números: a China, cuja velocidade de crescimento parecia inoxidável, passou de uma média de 12,1% no período 2004/07, auge do ciclo dos emergentes, para pouco mais da metade (7,3%), na previsão do FMI (Fundo Monetário Internacional) para 2014.

O caso do Brasil é parecido, embora com números muito menos ''insolentes'': os 4,7% de 2004/07 viraram 2,5% para 2014, sempre segundo o FMI (menos ainda, apenas 2,3%, na expectativa do ano que Dilma acha que ''terminou melhor do que começou'').

Volto a Sandra Moati: desde 2011, ''o crescimento das economias emergentes não para de se desacelerar, [o que] diz respeito a todas as regiões do mundo, da Ásia em desenvolvimento à América Latina, passando pela Europa Central e Oriental e pelo Oriente Médio, poupando apenas a África''.

Se há uma ''guerra psicológica'', ela afeta boa parte do mundo, portanto. Para sorte de Dilma, o que ela não afeta, ao menos por enquanto, é o emprego e o crescimento da renda. O caso do Natal é ilustrativo: as vendas cresceram menos do que nos 11 anos anteriores, mas, de todo modo, cresceram.

Se as pessoas compraram mais neste Natal do que no anterior, Dilma também tem razão ao dizer que o ano termina melhor que começou. A ver como será 2014, para o qual desejo ao leitor que seja melhor que 2013 e pior que 2015.


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01/01


2014

E se der certo?

CARLOS CHAGAS

 Grande vitorioso na guerra do Pacífico, o general Douglas MacArthur acabara de reconquistar as Filipinas e, de Manila, preparava a invasão do Japão. Seria a maior operação anfíbia da história do mundo. Um milhão de soldados americanos desembarcariam nas praias japonesas, prevendo-se que encontrariam uma resistência desesperada. Pelo menos 400 mil marines morreriam ou seriam feridos.

Alertado para tamanho risco, o presidente Harry Truman tomou opção tão trágica quanto a invasão: autorizou o lançamento de duas bombas atômicas, em Hiroshima e Nagazaki, incinerando centenas de milhares de civis, a maior parte velhos, mulheres e crianças.

Informado horas antes do bombardeio, MacArthur foi perguntado por um auxiliar se por hipótese as bombas atômicas não dessem certo,
aconteceria o quê?

Resposta: “eu me pergunto é o que acontecerá se derem certo!”

O episódio se conta a propósito de perspectiva nem tão explosiva
quanto os artefatos nucleares, mas capaz de gerar uma rendição
incondicional como a que foi levado o Japão. E se der certo a
estratégia de boa parte do PT de fazer o ex-presidente Lula candidato no lugar de Dilma? Nesse caso, assim como o Imperador Hiroito, render-se-ão Aécio Neves, Eduardo Campos e quaisquer outros pretendentes ao palácio do Planalto…


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Comentários

Luciano da Silva

Há quem consiga disputar com Lula na atual conjuntura...se Aécio e Dudu desistirem, pena para eles...

enoque viana de oliveira filho

Esse GENERAL ESTÁ DOIDO, COITADO


Prefeitura de Abreu e Lima

31/12


2013

Matutando 2014

sertao gde


Romper o ano no Sertão não tem o luxo nem o pipocar dos fogos deslumbrantes de Nova Iorque ou Paris, paraíso de gente refinada, que nunca viu um céu cinzento, um clarão que dói nas vistas e racha a terra seca.

Mas tem seus encantos também. Embora em outras paragens desde os 17 anos, nunca deixei escapar uma virada de ano matutando no meu Sertão.

Guimarães Rosa já disse que Sertão é onde o pensamento da gente se forma mais forte do que o poder do lugar.

É de Guimarães também: “Sertão: quem sabe dele é urubu, gavião, gaivota, esses pássaros: eles estão sempre no alto, apalpando ares com pendurado pé, com o olhar remedindo a alegria e as misérias todas”.

Como falar de Sertão e do matutar sem falar de Euclides da Cunha: “Não desejo Europa, o boulevard, os brilhos de uma posição, desejo o sertão, a picada malgradada, e a vida afanosa e triste de pioneiro”.

E do velho Graça (Graciliano Ramos): “A primeira coisa no Sertão que guardei na memória foi um vaso de louça vidrada, cheio de pitombas, escondido atrás de uma porta.”

Catulo da Paixão Cearense compôs e Luiz Gonzaga cantou: “Não há oh, gente, oh não/ luar como esse do meu Sertão”. “Mais parece um sol de prata prateando a solidão. Esse luar cá da cidade, tão escuro/ Não tem aquela saudade/ Do luar do sertão”.

Luiz Gonzaga, nosso eterno rei, amou o Sertão como ninguém. “Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão, que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor”.

Este amor de Gonzagão lembra o amor do meu pai pelo Sertão. Por isso, no meu livro Reféns da Seca destaquei em primeiro plano esta célebre frase dele que pincei em um dos seus livros: “Do sertão, gosto até das pedras”.

Parodiando Euclides, Graça e Guimarães, resolvi nesta crônica de fim de ano exercitar o verbo matutar. Matutar é acordar cedo, puxado da cama pelo canto do galo e dos pássaros. Andar entre veredas ouvindo o coaxar dos sapos.

Matutar é dormir em rede, ouvir uma sanfona choradeira, comer bolo de milho, ovo caipira, bode e galinha à cabidela. Matutar é tomar banho de açude, pescar corró, pegar passarinho em alçapão e boi em vaquejada. É ouvir a mãe da lua, a coruja e o gavião.

Matutar é assuntar o tempo, apreciar o Carcará, que é um bicho que avoa que nem avião.

Matutar é ouvir o canto do sabiá nas quebradas do Sertão ciscando as folhas no chão. Matutar é ouvir o gemer da juriti, a cigarra zumbir. Matutar é ouvir Patativa do Assaré: “Cante a cidade que é sua, que eu canto o Sertão que é meu”.

Grande Patativa! Vale relembrar sua grande prosa:

“Pra gente cantá o sertão,
Precisa nele mora,
Te armoço de fejão
E a janta de mucunzá,
Vive pobre, sem dinhêro,
Trabaiando o dia intero,
Socado dentro do mato,
De apragata currelepe,
Pisando inriba do estrepe,
Brocando a unha-de-gato”.

Matutar é também ouvir Maciel Melo com a sua viola entoando Caboclo Sonhador. Maciel sabe matutar. Confira:

“Eu nasci e me criei
Num pé de serra esquisito
A geladeira era um pote
O Guarda-roupa um cambito
O transporte era um jumento
E o telefone era um grito”.

O sertão será sempre um colírio para os meus olhos, sempre pronto alimentar a minha alma. O povo humilde e sempre bem disposto, que ao fim da tarde se senta nas esplanadas dos bares para beberem e rirem das suas vidas tão sofridas.

Por isso, encerro com o meu grito representando nesta frase de Leandro Flores:

“Os problemas do sertão todos nós já estamos acostumados a enfrentar, já não nos assustam mais. O que mais dói é perceber que esses problemas ainda persistem, se renovam e se fortalecem, mesmo com a modernidade de nossos tempos atuais”.

Feliz 2014


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JOSE PINTO DA SILVA

feliz ano novo enoque feliz da galinha que tem um pinto como eu abraços amigo

enoque viana de oliveira filho

Pimto feliz natal, eu tenho pena, do pinto,que galinha está chora, e bem choca.

JOSE PINTO DA SILVA

neste pais gente de passado negro com a nossa naçao querendo fazer as pessoas entenderem que vem ai um novo este novo que estao tentando trazer para governar o pais pode vir trazendo certos tipos de gente que o povo brasileiro nao nescesita gente sem escrupulos que ja deu muito prejuizo a nossa naça

JOSE PINTO DA SILVA

menos bem e melhor do que muitos paises de primeiro mundo mais tem gente que estava no governo a mais de 10 anos com a ganancia e a ansia pelo poder vem tentando jogar a populaçao brasileira contra esta presidente e se nao tivermos cuidado eles com as famigeradas alianças com tudo quanto nao presta

JOSE PINTO DA SILVA

para governar este pais com força e coragem governar o pais para todos mais infelismente as veses aparecem gente que se faz de amigos para juntos com mal feitores para destruir o sonho de uma grande mulher que esta fazendo tudo por este pais mesmo depois da crise mundial estamos vivendo mais ou


Magno coloca pimenta folha

31/12


2013

Grande parte do país terá tempo sem chuva na virada do ano


















A previsão para a virada do ano é sem chuva na maior parte do país, com exceção da Região Sul que pode ter tempo chuvoso nas capitais de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O nordestino terá um dia de sol e muito calor. O réveillon será sem chuva.

No Sudeste, a previsão em algumas capitais é uma virada de anos de céu claro.

No Centro–Oeste, o céu será nublado e possível pancada de chuva durante o dia e trovoadas isoladas no Distrito Federal, Goiás, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Segundo a meteorologista Odete Chiesa, “há possibilidade de chuva nas horas mais quentes do dia”.

Exame.


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Prefeitura de Limoeiro

31/12


2013

O réveillon dos presidenciáveis














A presidente Dilma Rousseff (PT) deve passar o réveillon "quietinha", na definição de uma das assessoras que a acompanha na Base Naval de Aratu, na Praia de Inema, subúrbio ferroviário de Salvador. Isso significa que ela deve permanecer com seus familiares no prédio da Casa do Comando do Complexo da Marinha, onde está hospedada, dentro da base.

No ano passado, a presidente ofereceu um almoço aos governadores Jaques Wagner (PT) e Eduardo Campos (PSB), hoje seu adversário político. Com a ruptura do socialista com o Governo Federal, a confraternização este ano só deverá ocorrer com Jaques Wagner.

O pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, vai passar o Ano Novo na casa de praia da família em Candeias, bairro de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana de Recife. Desde ontem (30), o governaodr já dorme na casa, onde vai receber, ao lado da mulher, Renata Campos, amigos e familiares.

O senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, ainda não decidiu onde vai passar a virada do ano. Recém-casado com a ex-modelo gaúcha Letícia Weber, Aécio passou o dia de ontem no Rio de Janeiro junto com a mãe, Inês Maria. No ano passado, o tucano optou pela festa da Isla Privilège, em Angra dos Reis.


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