Faculdade de Medicina de Olinda

18/01


2013

Secretário de Agricultura visita obras de recuperação de barragem

A convite da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetape), o secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Ranilson Ramos, participou de reunião, na manhã de ontem (17), em Águas Belas, no Agreste Meridional, para discutir as ações executadas pelo Comitê Integrado de Convivência com o Semiárido. Estiveram presentes ao encontro, o presidente da Fetape, Doriel Barros, o prefeito do Município, Genivaldo Menezes (PT), o secretário executivo da Agricultura Familiar, Aldo Santos e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais local.
 
Na ocasião, Ranilson anunciou ações de assistência à população e ao rebanho do município, dentre elas, a perfuração de quinze poços. O secretário ainda apresentou a nova estrutura da Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária. Após a reunião, o secretário visitou as obras de recuperação da barragem Ipanema, acompanhado do deputado estadual Glaudiano Martins (PSDB).

Ramos  afirmou que a meta do governador Eduardo Campos (PSB) é universalizar o uso de cisternas no meio rural até dezembro de 2014. “Só em Águas Belas, vamos construir 250 cisternas calçadão beneficiando 250 famílias”, complementou o secretário executivo da Agricultura Familiar, Aldo Santos.

 


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Governo de PE

18/01


2013

PCR e Estado selam acordo para construção de moradias

A Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) firmou, na tarde de ontem (17), um convênio com o Governo do Estado que garantirá a construção de três habitacionais para 832 famílias que moram em palafitas. O prefeito Geraldo Julio (PSB) e o governador Eduardo Campos (PSB) selaram a parceria durante a cerimônia que marcou o início da dragagem do Rio Capibaribe, no Parque de Santana.

O acordo prevê que a PCR retire das margens do rio todas as palafitas e a população ribeirinha localizadas entre as pontes Velha e Joaquim Cardoso, nos bairros dos Coelhos e São José. A medida permitirá ao Estado construir uma estação de navegabilidade próxima à Estação Ferroviária Central do Recife.

Dois dos três habitacionais previstos no convênio serão construídos no bairro de São José. Um deles, o conjunto Sérgio Loreto, a ser erguido na praça de mesmo nome, está orçado em R$ 8 milhões. A obra vai assegurar 224 moradias e está prevista para ser entregue no mês de outubro. Já o Conjunto Travessa do Gusmão, que será construído na Rua Travessa do Gusmão, custará R$ 7 milhões e tem prazo de conclusão para janeiro de 2014. Nesse caso, serão 160 moradias. O terceiro habitacional - Conjunto Vila Brasil - ficará no bairro de Joana Bezerra, na Rua Agostinho Gomes. Serão investidos R$ 24 milhões na obra que oferecerá 448 moradias.

Geraldo Julio destacou a importância da construção dos habitacionais enfatizando que a revitalização do Capibaribe beneficiará as áreas de mobilidade, sustentabilidade, turismo e lazer do Recife. “Já temos a oportunidade de olhar para o rio daqui da cidade. Agora, teremos a chance também olhar para o Recife de ‘dentro’ do rio. Além de aproximar o rio da cidade, estamos aproximando ele das pessoas”, comemorou.


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Josadaque Vieira

Lembrando que nehim projeto habitacional é aprovado em 18 dias,ou seja;o cavalo ja tava selado.


Governo de PE

18/01


2013

A charge do dia

 


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Jânio Nunes

perfeitamente, amigo FERREIRA, to contigo.

enoque viana de oliveira filho

Ferreira

enoque viana de oliveira filho

Concordo plenamente com você, Eduardo ferreira.

Eduardo Ferreira

Um governo que dá as costas ao povo nordestino, não merece continuar em 2015.

o povo da de olho

ISSO É JUSTO? O QUE O POVO PODE FAZER NÃO VOTAR MAIS NESTA CAMBADA DE IRRESPONSAVEIS E APROVEITADORES. IMORAL E REVOLTANTE. O QUE PODERIA E QUEM PODERIA NESSE PAÍS MUDIFICAR ESSA MALDADE DE IMEDIATO OU NÃO TEM JEITO? JUSTIÇA NÃO A PROVA É O MENSALÃO, TODOS SOLTOS E GOZANDO COM A CARA DO POVO.


Prefeitura do cabo

18/01


2013

No túnel do tempo


















A imagem acima, registrada no ano de 1955, traz Coronel Chico Heráclito, personagem icônico do município de Limoeiro, sentado em sua cadeira enquanto guardava luto pelo falecimento de sua segunda esposa, Dona Virgínia.

Além de eleger prefeitos e dar início à carreira política dos filhos Francisquinho e Heráclito (deputados estadual e federal, respectivamente), o coronel exerceu grande influência na política pernambucana, chegando inclusive a receber visita do presidente Juscelino Kubitschek.

Em entrevista à Revista Manchete, Coronel Heráclito falou sobre a estratégia que utilizava para eleger seus candidatos: “Eu e mais alguns amigos damos transporte aos eleitores. Mando um boi para cada seção eleitoral e as vezes mando cachaça para depois das eleições. Não admito fiscal de nenhum partido. Eleição em Limoeiro tem que ser feita por mim. Sempre fiz e nunca me dei mal”.

Foto do acervo do blog. Se você tem uma foto histórica em seus arquivos e deseja vê-la postada neste quadro nos envie:
[email protected]


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Comentários

Jânio Nunes

Que "DEMOCRACIA", kkkkkkkkkk. parece que ele é do PT.

Gilberto Carvalho Moura

Heráclito, o nome era Heráclito!



18/01


2013

Minha cidade é linda

A colaboração para o painel de hoje é do leitor Cláudio Martins e traz imagem da cidade de Panelas (Agreste Central, a 200 km do Recife).

Existem duas versões sobre a origem do nome da cidade: a primeira diz ter ligações com objetos encontrados ali durante escavações e a segunda que se deve a uma pequena elevação de terra, entre três serras, com aparência de panelas.

Famosa por seu tradicional Festival de Jericos, a atividade que existe desde 1973, idealizada pelo professor Luélcito Cintra e que hoje ajuda a fomentar a economia local, teria sido criada devido à percepção de que, na época, o animal corria risco de extinção devido à matança desordenada para a exportação de charqueado. Hoje o risco não existe mais e a festa é um dos maiores atrativos turísticos do município.
 
Ao lado do festival, a Serra da Bica e o Sítio Arqueológico Caverna da Lagoa integram os destinos obrigatórios dos turistas que resolvem passar as férias na cidade.

Faça uma foto bonita da sua cidade e nos envie para postagem neste quadro: [email protected]


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Prefeitura de Abreu e Lima

18/01


2013

Ouça o programa Frente a Frente de ontem

Se você perdeu o Frente a Frente de ontem, programa que apresento em companhia de Adriano Roberto pela Rede Pernambucana de Rádio, formada por 30 emissoras, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no horário das 18 às 19 horas, clique aqui e ouça agora.


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Magno coloca pimenta folha

18/01


2013

Jarbas: ''''Senado igual à mais esculhambada das Câmaras''''

''''A Casa (Senado) já está equiparada à mais esculhambada das câmaras municipais do país e tende a ficar pior. Assemelha-se apenas às piores, é igual à mais esculhambada delas, porque há câmaras municipais que são organizadas.''''

O desabafo é do senador Jarbas Vasconcelos(PMDB-PE), inconformado com o provável retorno do senador Renan Calheiros à presidência do Senado. A declaração foi em entrevista ontem a Josias de Souza, publicada no seu blog. Jarbas detona desde Sarney, que ‘’conduz a bancada e o próprio Senado como se estivesse no Amapá ou no Maranhão’’, à presidente Dilma Rousseff, que, no entender do senador ‘’é conivente com tudo isso’’.

Abaixo os principais trechos da entrevista:

- Acha mesmo que o Senado é igual à mais esculhambada das câmaras de vereadores do país? Assemelha-se apenas às piores, é igual à mais esculhambada delas, porque há câmaras municipais que são organizadas.

- Esculhambação não é um termo forte? É forte, mas é isso mesmo o que acontece. Basta observar a condução dos trabalhos no Senado. O plenário está sempre lotado de lobistas, de pessoas que não têm nada a ver com o processo legislativo, a gente mal pode se movimentar. Terminamos o ano de 2012 sem votar o Orçamento da União. Descobriu-se que há mais de 3 mil vetos presidenciais sem votar. A desorganização se manifesta nas menores coisas.

- O que ocorrerá a partir do previsível retorno de Renan à presidência? Vamos mergulhar no imponderável. O episódio da renúncia dele à presidência do Senado aconteceu ontem. Digo ontem por força de expressão. Foi nessa legislatura, que é de oito anos.

- Aconteceu em 2007.: Pois então, é o que eu digo. A coisa é recentíssima. O Renan empurrou com a barriga o calendário para a definição do candidato do PMDB imaginando que conseguiria se livrar das denúncias. É uma estratégia troncha, como dizemos aqui no Nordeste. A coisa agora está em plena ebulição. E vai piorar.

- Por quê? É um erro imaginar que não vai acontecer nada. As pessoas se perguntam: será que, numa bancada de 20 senadores, o PMDB não tem ninguém melhor do que Renan para indicar como sucessor de Sarney? O PMDB não tem outro nome, um senador com menos desgaste? Fica difícil de explicar.

- Por que, afinal, a bancada do PMDB sempre opta por Sarney ou por Renan quando é chamada a indicar um presidente para o Senado? O grande responsável por isso é Sarney. Ele imprime uma orientação pouco democrática e nada sadia à bancada.

- Como assim? Ao longo dos anos, Sarney foi acumulando práticas erradas. Quando questionado, sempre se faz de vítima. Ele conduz a bancada e o próprio Senado como se estivesse no Amapá ou no Maranhão, onde ele resolve tudo pela força e pela tradição. Ele chega e diz: ‘Vai ser fulano, vai ser beltrano, vai ser cicrano. Veja o que está ocorrendo agora: sem nenhum tipo de debate, a coisa já está toda definida. Sarney sai e o presidente da Casa vai ser Renan. O líder da bancada do PMDB vai ser Eunício Oliveira. Romero Jucá vai para uma das vice-presidências. É tudo na base do voto de coronel, do voto de cabresto. O pior é que o Congresso continua dando esses exemplos de lamentáveis práticas num instante em que o Judiciário brasileiro, por intermédio do STF, se afirma perante a sociedade.

- Por que senadores como o sr. e Pedro Simon não se apresentam como candidatos para disputar com Renan? Poderíamos até nos apresentar como candidatos. Mas não seria suficiente. Veja o meu caso: tenho a marca da oposição. Era preciso que encontrássemos dentro do PMDB uma pessoa como o senador Luiz Henrique, que está ligado à base do governo. Alguém que pudesse se lançar candidato e tivesse condições de pegar o telefone e marcar uma audiência no Planalto e se apresentar à presidente Dilma como candidato do governo. Coisa que o Simon não pode fazer e muito menos eu.

- Por que menciona Dilma? É preciso dizer, sem rodeios, que a presidente da República é conivente com tudo isso. Ela sabe que a eleição de Renan pode mergulhar o Senado e o país no imponderável. E não tem a capacidade de chamar Sarney para perguntar a ele se não tem outra solução menos traumática.

- Ela esboçou um movimento no ano passado, não? Fez isso de forma atabalhoada, tentando guindar o Edison Lobão. Ficou parecendo que queria se livrar dele no Ministério de Minas e Energia, não ajudar o Senado. Tudo isso sem método, numa manobra pública. Deveria ter chamado Sarney para dizer que o apoio do PMDB é importante para ela, mas que mais importante ainda –para o país e para a democracia –é um Senado revigorado, um Congresso

altivo. É evidente que um Legislativo bombardeado pela opinião pública e pela mídia não interessa a ninguém, nem ao governo nem ao país. Muito menos ao processo democrático brasileiro.

- Não lhe parece equivocado atribuir relevo ao Planalto numa escolha que deve ser feita pelo Senado? É uma anomalia. Mas é assim que as coisas têm sido feitas. Essa prática não nasceu com Lula nem com Dilma. Mas os dois se acomodaram nisso. Lula e o PT não inventaram a corrupção. Porém, foram coniventes com ela. A tal ponto que o partido está hoje igual ou pior do que as outras legendas existentes, como o PMDB e outros.

- O que Dilma deveria fazer? Ela se diz uma gerentona, uma mulher dura, inflexível, combativa. Por que não combate isso, por que não enfrenta? Está na metade do governo dela. Por que não chama o feito à ordem? Ela poderia dizer a Sarney e a Renan: ‘Estou vendo os editoriais de jornais, as manifestações de articulistas, as reações da opinião pública. A coisa está à vista de todos. Será que isso vai se acalmar depois de uma vitória de vocês?’ É evidente que esse lado podre do PMDB pode ignorar o apelo dela. Mas também é evidente que, se eles resolvem esticar a corda, essa corda pode arrebentar. Se arrebentar, prejudica o partido e o Congresso. Mas também prejudica o governo.

- O que significa arrebentar a corda? É uma ilusão imaginar que tudo vai morrer no dia 2 de fevereiro, depois da eleição para presidente do Senado. Todo mundo sabe o que vai acontecer. Vai acontecer o pior.

- O que é o pior? A repetição do que aconteceu em 2007. Serão rememoradas as denúncias velhas. Virão denúncias novas. As coisas envolvendo Renan são muito recentes. Não são desprezíveis as chances de termos a repetição do que já ocorreu: a pauta do Senado fica em segundo plano, ofuscada por um Renan forçado a se defender, muitas vezes usando a presidência do Senado para fazer isso. Não estou criando demônios. Já aconteceu. E não foi em outra década. Foi agora, é tudo recentíssimo. Por isso digo que caminhamos para o imponderável. Agora, já surgem denúncias envolvendo também a Câmara, que não me cabe comentar. Mas imagine o que será do país se caminharmos para uma crise que leve ao estrangulamento simultâneo das duas Casas do Congresso. Uma crise embalada por denúncias, com ameaças de renúncias de mandato. Isso é positivo? É evidente que não. O processo democrático brasileiro está consolidado. Mas nem por isso precisamos submeter as instituições a testes intermináveis e repetitivos. Sobretudo quando sabemos o que pode acontecer.

- O que fazer? Não tenho nada contra ninguém. Mas não é possível, não é razoável que o PMDB do Senado, numa bancada de 20 senadores, não encontre uma pessoa para colocar no lugar de Renan, que está sendo bombardeado. Algo, aliás, previsível. Me espanta que Renan tenha imaginado que a imprensa não faria o strep-tease dele numa hora como essas. É muito despreparo. E Renan não é um despreparado. Ele sabe disso. Tanto sabe que empurrou a definição da bancada para as vésperas do pleito. Imaginou que, desembarcando em Brasília no dia 28 ou 29 de janeiro, tudo se resolveria. Engano. O debate aflorou.

- Por que até a presidente Dilma? Porque ela está sendo conivente com essa desarrumação. Insisto: poderia dizer publicamente que discorda.

- É esse o tamanho do pedaço do Senado que o sr. chassifica de sério, em torno de 20 votos? Infelizmente é isso mesmo. As pessoas que poderiam contribuir com a melhoria do ambiente no fundo estão atrás de espaço político. Não querem ser excluídos de comissões, têm medo de ficar isolados. O que é um erro.

- Portanto, o jogo está jogado. Renan presidirá o Senado.: Se tivéssemos o retorno da candidatura de Luiz Henrique, poderíamos sonhar com algo diferente. Do contrário, sem fatos novos, é muito difícil alterar o quadro.

- E daí? Bem, a consequência disso é que nada muda no Senado. A Casa já está equiparada à mais esculhanbada das câmaras municipais do país e tende a ficar pior. Será aprofundada a degradação do Senado, já combalido pela sequência de escândalos, desacertos políticos e má administração que levaram ao chão a imagem da instituição nos últimos anos.


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Comentários

josé deodato de aquino

Vejo que só tem uma solução, por fim o mandato de 8 anos pra Senador, acredito que não teríamos verdadeiras múmias, zumbis ou outros adjetivos no Senado Federal. Nós estaríamos livres desses encostos políticos.É verdade!!!

isabela

Mal educado Josadaque vai se educar.

Josadaque Vieira

Muita coragem de enganar muita gente,Reformar politica já.pra acabar com estes discursos merdas.

Jose Valter

O homem esta ciscando pra todos os lados, o diagnóstico dele esta corretíssimo; apesar de que coerência de senadores naquela Casa é algo muito difícil a começar pelo próprio. Dilma tem mais é que ficar fora disso. Reforma política JÁ.

Mário Renê Barbosa Patriota

O senador Jarbas está certo, vejam quantos senadores existem no senado sem ao menos ter um único voto...


Prefeitura de Limoeiro

18/01


2013

Agenda de Dilma hoje no Nordeste só inclui o Piauí

A agenda da presidente Dilma Rousseff hoje, no Nordeste envolve várias solenidades, mas tudo no Piauí. Em Pernambuco só a escala em Petrolina, para seguir, vinte minutos depois, para Fronteiras, no Piauí. Confira a agenda:

07h - Partida para Petrolina (PE)
Base Aérea de Brasília (DF)

07h30 - Chegada a Petrolina
Aeroporto de Petrolina

07h50 - Partida para Fronteiras (PI)
Aeroporto de Petrolina (PE)

08h40 - Chegada a Fronteiras
Aeroporto de Fronteiras

09h10 - Chegada a São Julião (PI)

09h30 - Visita às obras da ETA do Sistema Adutor de Piaus

09h45 - Cerimônia de assinatura de ordens de serviço das obras e aquisição de equipamentos para a Adutora Padre Lira, e do projeto de irrigação no Assentamento de Marrecas/Jenipapo
ETA de São Julião

11h40 - Partida para Teresina (PI)
Aeroporto de Fronteiras

12h30 - Chegada a Teresina
Aeroporto Senador Petrônio Portella

15h - Cerimônia de entrega de 400 unidades habitacionais
Rua Bem Viver, 1/4 - Bairro Lourival Parente - Teresina (PI)

17h10 - Partida para Brasília (DF)
Aeroporto Senador Petrônio Portella (PI)

20h - Chegada a Brasília (DF)
Base Aérea de Brasília


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Comentários

Jose Valter

Atenção a viagem de Brasília até Petrolina não é feita em 30 minutos ( saida 70:00 e chegada 7:30); ela deve sair de BSB às 6:00 é porque lá é horario de verão. FBC no desespero de garantir o Ministério dele quer embarcar a Presidenta num fulguete. Quem tem de andar rápidos são as obras do Ministéri

enoque viana de oliveira filho

Engraçado é que ainda tem apoio dos nordestinos, não compreendo nossos conterrâneos.

enoque viana de oliveira filho

Engraçado é que ainda tem apoio dos nordestinos, não compreendo nossos conterrâneos.

isabela

Detesta o nORDESTE




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