Faculdade de Medicina de Olinda

16/09


2019

Renan é indicado para compor CPMI das fake news

(Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

Renan Calheiros (MDB-AL) foi indicado para compor a CPMI das fake news. O senador quer levar ao palco deste colegiado a discussão sobre as mensagens de Deltan Dallagnol e Sergio Moro reveladas pelo The Intercept, apesar de elas estarem no centro de outra investigação parlamentar.

Descontada a provocação, o objetivo do senador na CPMI, dizem seus aliados, é provocar discussão sobre o aperfeiçoamento da lei que regulamenta atuações na internet. Renan busca fórmula para inibir a ação de robôs que propagam conteúdos falsos ou difamatórios.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Governo de PE

16/09


2019

Prédio de R$ 1,2 bi: impugnação preocupa construção

Prédio faz parte do projeto do Tribunal de Justiça de São Paulo

Possibilidade de impugnação de projeto do TJ de SP preocupa setor da construção. Com 32 elevadores, prédio de Tribunal da Justiça atrai empresas. 

Imagem de anteprojeto de arquitetura do prédio que o Tribunal de Justiça de SP quer construir - Reprodução

Folha de S. Paulo - Painel S.A.

Por Joana Cunha

 

A contestação do projeto para erguer o arranha-ceú do Tribunal de Justiça de SP na capital paulista preocupou setores da construção, que viram na obra pública uma alternativa à paradeira do mercado imobiliário privado nos últimos anos. 

Segundo executivos do setor, entre os que temem a possibilidade de impugnação do projeto nas próximas semanas, um segmento específico ficou mais aborrecido: empresas de elevadores. A obra prevê 32 unidades para atender os 31 pisos.

O alto valor de R$ 25 milhões do projeto executivo para o prédio de R$ 1,2 bilhão atiçou os escritórios de arquitetura quando a licitação foi publicada. O lançamento do edital foi antecipado pela coluna em 8 de agosto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Governo de PE

16/09


2019

Mensagens fragilizam versão sobre delação da JBS

Mensagens entregues por ex-procurador ao STF fragilizam versão da PGR sobre delação da JBS.

Joesley, um dos donos da J&F, antes de prestar depoimento à CPI da JBS, AFP PHOTO / EVARISTO)

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Mensagens reveladas pelo ex-procurador Marcello Miller ao Supremo colocam em xeque a versão de que a PGR não estava a par da participação dele no caso J&F. Como mostrou o Painel, Miller entregou ao STF informações que foram omitidas de relatório dos investigadores.

No depoimento, o ex-procurador narrou conversa com o então coordenador da Lava Jato na PGR, Sergio Bruno, do dia 10 de abril de 2017, véspera de reunião para tratar de delação e leniência.

Nas mensagens, Miller ressalta que está trabalhando para a JBS, explica que havia feito contato com procuradores americanos e pergunta: “Outra coisa: vocês estão em paz com a perspectiva de eu participar (…) da leniência aqui no Brasil?”.

Nas sombras Bruno pede que Miller o procure no Telegram. Depois, responde: “Quanto à sua participação, vou dar minha opinião —não falo pelo grupo, muito menos pelo [Rodrigo] Janot: acho que ela será muito profícua para chegarmos a um acordo, mas eu, no seu lugar, não apareceria, tentaria atuar nos bastidores”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura do cabo

16/09


2019

MPF denuncia dois ex-governadores do Tocantins

MPF denuncia dois ex-governadores do Tocantins por desvio em esquema milionário. Segundo MPF, Siqueira Campos e Sandoval Cardoso eram núcleo político de organização, e acertos de propina foram feitos pelo WhatsApp.

Fonte: outras palavras

O Globo - Por Aguirre Talento


O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia à Justiça sobre um esquema milionário de pagamentos de propina e fraudes em contratos públicos durante duas gestões do governo do Tocantins , dos ex-governadores José Wilson Siqueira Campos (DEM) e Sandoval Cardoso (SD). As provas apresentadas pelo MPF revelam que acertos de propina foram feitos por conversas de WhatsApp e envolveram até pagamento de voos para Porto Seguro (BA).

As irregularidades foram descobertas na investigação batizada como Operação Ápia, que apontou a existência de uma organização criminosa no estado para desviar recursos públicos oriundos de financiamentos contraídos com bancos públicos e entidades internacionais. O núcleo político, segundo o MPF, era formado pelos ex-governadores Sandoval Cardoso e Siqueira Campos e pelo filho deste, o hoje deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM), que era secretário de relações institucionais no governo do pai e já foi senador e ex-prefeito de Palmas (TO).

A denúncia foi protocolada na quinta-feira e é assinada pelos procuradores Daniel Luz Martins de Carvalho, José Ricardo Teixeira Alves e Rafael Paula Parreira Costa, da Procuradoria da República no Estado do Tocantins. Segundo o MPF, foram desviados R$ 35 milhões em contratos firmados entre 2013 e 2016, que abasteceram repasses de vantagens indevidas aos políticos citados. O pivô do esquema era o empresário Wilmar de Oliveira Bastos, da empresa de engenharia EHL, que teria se beneficiado das fraudes.

Procurada, a defesa de Eduardo Siqueira Campos afirmou que ainda não teve acesso aos autos. A defesa de Sandoval Cardoso disse que também não tomou conhecimento da denúncia, mas afirmou que a investigação está em andamento há quatro anos e que não foram encontradas provas contra seu cliente. A defesa de Wilmar não retornou os contatos da reportagem, e os advogados de Wilson Siqueira Campos não foram localizados.

Wilson Siqueira Campos, Eduardo Siqueira Campos e Sandoval Cardoso foram denunciados por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Wilmar é acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Caberá à Justiça Federal de Tocantins decidir se os torna réus e abre a ação penal.

Idealizador do estado
Os investigadores obtiveram provas de acertos de propina negociados diretamente por Eduardo Siqueira Campos com Wilmar de Oliveira Bastos, que é acusado de corrupção na denúncia. Em conversa mantida entre eles pelo WhatsApp no dia 15 de outubro de 2014 Eduardo pede ajuda a Wilmar para quitar uma dívida com outro empresário.

“To passando por um constrangimento grande hoje perante o Pedro Roriz a quem devo cem mil (...). Estou recorrendo a quem posso, uma vez que ele me deixou perto da humilhação”, afirma Eduardo ao empresário. Wilmar pergunta: “Posso ligar para ele?”. Eduardo responde: “Se for para pagar, sim”. A conversa prossegue e o deputado insiste: “Wilmar, desculpa, vc consegue pagar?”. O empresário assegura: “Vou assumir, Eduardo”. Outra conversa, entre Wilmar e o então governador Sandoval Cardoso, na qual Sandoval chama o empresário de “sócio”, também chamou a atenção dos investigadores.

Os investigadores obtiveram uma planilha de voos das aeronaves particulares do empresário e descobriram que Wilmar bancou voos para Eduardo Siqueira Campos e sua família. O MPF aponta que o expediente era uma espécie de pagamento de propina ao político. A planilha registra que, em 6 de janeiro de 2014, a aeronave partiu da cidade de Paraíso de Tocantins transportando “familiares do Eduardo Siqueira Campos” com destino a Porto Seguro (BA). No dia seguinte, a planilha registra que o próprio Eduardo Siqueira Campos foi transportado para Porto Seguro. O deputado voltou a Palmas no dia 12 de janeiro, também na aeronave do empresário. Seus familiares voaram de volta no dia seguinte.

O MPF cita diversas obras de pavimentação e conservação de rodovias estaduais como alvos das fraudes e desvios de recursos. As fraudes, segundo a denúncia, tiveram a participação de Wilmar e dos políticos citados.

O então governador Siqueira Campos, idealizador da criação de Tocantins, deixou o cargo em abril de 2014 para concorrer ao Senado, mas depois desistiu da candidatura. Quando ele renunciou, o governo seria assumido pelo vice João Oliveira, mas este também abriu mão do cargo para que a gestão fosse capitaneada por Sandoval, que ficou no cargo até o fim do ano. Segundo o MPF, houve um acerto ilícito para que Sandoval continuasse tocando o esquema


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


16/09


2019

Ruralistas integram subcomissão de liberação de agrotóxicos

Subcomissão que debate liberação de agrotóxicos é formada por ruralistas. Dos onze parlamentares que integram o grupo, nove são da frente agropecuária.

Foto/fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

A subcomissão criada na Câmara para debater os registros e liberação de produtos agrotóxicos é quase inteira formada por deputados da bancada ruralista. Dos onze parlamentares que integram o grupo, nove são da frente agropecuária.

Um deles é presidente do grupo, deputado José Mário Schreiner (DEM-GO). Ele afirma que a subcomissão promoverá “uma discussão equilibrada” sobre o tema. Deputados da oposição avaliam que a predominância de ruralistas vai gerar pressão por maior liberação de agrotóxicos.

“O debate ideológico prejudica a chegada de produtos mais modernos e menos agressivos”, afirma Schreiner, que não gosta da palavra “agrotóxicos”. Ele se refere a esses produtos como “remédio para plantas”


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Abreu e Lima

16/09


2019

Aceno de Deltan a Aras: "Saída honrosa"

Aceno de Deltan a Aras estimula tese de que coordenador da Lava Jato busca "saída honrosa".

(Foto: ABr | Roberto Jayme/ Ascom /TSE)

Folha de S. Paulo  - Painel

Por Daniela Lima

 

Os acenos de Deltan Dallagnol a Augusto Aras, o escolhido de Jair Bolsonaro para suceder Raquel Dodge na PGR, dividiram opiniões no Ministério Público e alimentaram projeções de que o chefe da força-tarefa da Lava Jato busca uma “saída honrosa” do posto que ocupa hoje. Antes de ser indicado pelo presidente, Aras dizia a interlocutores que, diante dos severos questionamentos à conduta da “República de Curitiba”, o melhor seria Deltan “dar um tempo” e “mudar de ares”.

Há um debate interno sobre o futuro de Dallagnol. O procurador não admite publicamente qualquer mudança, mas vários de seus colegas já dizem que o melhor para ele e para a Lava Jato seria trocar de área de atuação.

Edson Fachin, do STF, pediu informações à 13ª Vara de Curitiba sobre os diálogos travados pelo ex-presidente Lula que não constam dos autos de reclamação da defesa do petista contra o ex-juiz Sergio Moro. A Folha revelou as conversas no domingo (8)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Magno coloca pimenta folha

16/09


2019

Damares diz não ter dever com Memorial de Anistia

Damares diz não ter "dever algum" de custear construção de Memorial da Anistia. O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos cancelou as obras de um museu na UFMG.

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Da Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos afirmou que não tem “dever algum” de investir recursos públicos na construção de um Memorial da Anistia. A pasta cancelou as obras de um museu na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A resposta foi dada ao Ministério Público Federal após o órgão questionar a descontinuidade das obras. O anúncio foi feito em agosto pela ministra Damares Alves.

O documento enviado ao MPF acrescenta que a construção de um Memorial da Anistia é “contraditória nos seus termos”, já que anistia “significa ‘esquecimento’”. “Um Memorial da Anistia seria algo como o Memorial do Esquecimento”, diz o texto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Limoeiro

16/09


2019

Brasil pode ganhar com ataques a instalações sauditas

Brasil e Rio podem ganhar com ataques a instalações de petróleo da Arábia Saudita.

Foto do dia 14 de setembro, o dia dos ataques | Reuters

O Globo - Por Ancelmo Gois


A produção de petróleo da Arábia Saudita foi cortada pela metade, ontem, depois que rebeldes iemenitas houthis usaram drones para atacar instalações da estatal Aramco.

Para Décio Oddone, diretor-geral da ANP, os ataques terão reflexo internacional: “Aumenta a percepção de risco e naturalmente sobe o interesse pelo pré-sal e os próximos leilões por aqui. E ainda pode crescer a busca da Aramco por diversificação, comprando, quem sabe, refinarias no Brasil”.

É uma das vantagens de o Brasil ser um país pacífico — pelo menos até antes de Bolsonaro.

Segue...

Só ontem, o barril de petróleo subiu de US$ 60 para US$ 70. Segundo o consultor Adriano Pires, esse será um grande teste para a Petrobras: se não reajustar o preço e acompanhar o movimento internacional, certamente terá dificuldade em vender as próximas refinarias.

— O grande beneficiado com o aumento do preço do barril será o Rio, com uma grande elevação na arrecadação dos royalties.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha



Warning: PHP Startup: Unable to load dynamic library '/opt/cpanel/ea-php56/root/usr/lib64/php/modules/mcrypt.so' - /opt/cpanel/ea-php56/root/usr/lib64/php/modules/mcrypt.so: cannot open shared object file: No such file or directory in Unknown on line 0