FMO janeiro 2020

31/05


2020

Apoiadores de Bolsonaro pedem intervenção no STF

Em novo protesto realizado em Brasília, hoje, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro foram à Esplanada dos Ministérios. No ato, voltaram a defender intervenção militar.

Na manifestação, era possível ver faixas pedindo "intervenção no STF e no Congresso", além de dizeres como "abaixo a ditadura do STF" e "intervenção militar". O protesto ocorre após novo atrito entre governo e Supremo Tribunal Federal.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Detra maio 2020 CNH

31/05


2020

Grupo bolsonarista faz ato contra Moraes no STF

UOL

O grupo bolsonarista autodenominado "300 do Brasil" fez ontem um protesto em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal), depois de sua principal porta-voz, Sara Winter, ter sido alvo de mandado de busca e apreensão relacionado ao inquérito das fake news conduzido na Corte na última quarta-feira (27).

Com uma faixa onde se lia "300", o grupo marchava carregando tochas e alguns usavam máscaras que cobriam todo o rosto. Seguidos por Sara, os manifestantes gritavam palavras de ordem contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito.

"Viemos cobrar, o STF não vai nos calar. Careca togado, Alexandre descarado. Ministro, covarde, queremos liberdade. Inconstitucional, Alexandre imoral", repetiram várias vezes. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu e Lima - Maio

31/05


2020

Gravatá é modelo na pandemia, diz Joaquim

O prefeito de Gravatá, Joaquim Neto (PSDB), rebateu as críticas de opositores sobre as medidas tomadas no combate à Covid-19. Ao contrário do que foi noticiado ontem, a cidade não é a segunda do Agreste pernambucano com maior número de casos do novo coronavírus.

De acordo com o gestor, várias ações foram feitas para evitar a propagação da doença. Entre elas, Neto cita a contratação de novos profissionais de saúde, distribuição de kits de higiene, formação de barreiras sanitárias em pontos estratégicos da cidade, bem como EPIs para quem trabalha na contenção do novo coronavírus. Além disso, ele ressalta a abertura de 31 novos leitos no Hospital Municipal Doutor Paulo da Veiga Pessoa e a criação de campanha informativa.

Em relação à compra de sacos para o armazenamento de cadáveres, apontada pelo vereador Gustavo da Serraria, o prefeito responde: “A aquisição é para cumprir o protocolo da Organização Mundial da Saúde e se trata de um reforço na proteção, para que a doença não seja transmitida mesmo depois do óbito. Não é só Gravatá, todos os municípios vêm fazendo essa aquisição. As compras foram feitas e estão disponíveis no portal da transparência, em uma aba específica da Covid-19, que contém todos os gastos e investimentos feitos até agora.”


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura do Ipojuca

31/05


2020

Sobre a crônica de hoje

Caro Magno,

A respeito de sua crônica de hoje, sobre a Pensão Natal e o velho mijão, eu lembrei de um episódio, que aproveito para relatar agora.

Américo Lopes*

Para Cláudia e Eduardo Monteiro, nesses tempos de pandemia

Viagem maravilhosa para um menino do Pajeú das Flores. A minha deu-se em sentindo inverso, de Albuquerquené (viu Dr. Hildo Azevedo?) para Ouricuri. Minha mãe na boleia do caminhão com um motorista ogro dos ogros, ciúme freudiano de menino. “O que esse motorista está fazendo com a minha mãe?” Agonia infame.

Na carga surreal, os móveis da família, eu, mais um irmão e Chá Preto, o jumento de estimação da família. Viagem longa e fria, começo dos anos 60. Pijamas de lã, amarelos e de bolinhas. Quadro tenebroso.

Ao chegarmos fomos recebidos pelo menino mais ruim da cidade: “De onde vem essas corujinhas e esse jegue? São todos da mesma família? Pijaminhas bonitos danados”. Osorinho o nome da fera.

Ainda hoje não sei como subimos e descemos Chá Preto daquele caminhão. Sei que fizemos tudo direitinho e Chá Preto morreu de velhice. No seio da família. José Maria, de Bodocó, vez em quando toma essa história emprestada e diz que aconteceu com ele. Fica uma estupenda história, pois bom contista ele é. 

*Diretor da Folha de Pernambuco, também conhecido como Zé da Coruja.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


31/05


2020

Uchoa e a imprensa

O Facebook nos acorda todos os dias com recordações que o tempo, voando de Boeing, não é capaz de passar a borracha. Hoje, trouxe esta imagem do lançamento do meu último livro, Histórias de Repórter, ao lado do meu fraterno amigo Luiz Piauhylino e do ex-deputado Guilherme Uchoa, já falecido.

Uchoa é um caso que merece estudo. Juiz, abandonou o direito de sentenciar em troca da política partidária, apaixonado pela vida pública em busca do poder. Quando o conseguiu, se eternizou. Foi o mais longínquo presidente de um Legislativo na história recente do País: seis mandatos, numa Assembleia em que o regime proibia reeleição.

Apreciador de um bom uísque, boêmio e amigo dos amigos, Uchoa se converteu num coronel do asfalto. Aos inimigos, a lei. Nunca temeu pauleira de jornalista. Corajoso, deixou como referência das suas passagens pela presidência da Casa as modernas instalações do Legislativo pernambucano, antes um velho sobrado histórico na Rua da Aurora.

Da minha caneta, sofreu duras críticas. Ficou sem falar comigo um bom pedaço da sua história parlamentar, intriga acentuada depois da eleição de Eduardo Campos para o Governo do Estado. Mas o respeitava e admirava sua forma de enfrentar os contratempos com a mídia. O da construção da nova Assembleia, num tempo em que gastar era verbo proibitivo, acabou metralhado, mas resistiu até o fim e hoje suas modernas instalações orgulham Pernambuco.

Uchoa foi contaminado pelo DNA perseguidor de Eduardo. Era de ligar e de mandar recados desaforados, mas tinha, em alguns momentos, a grandeza de compreender o meu papel. Seu filho Uchoa Júnior, hoje deputado e herdeiro político, confessou, recentemente, que minha coluna era a primeira e obrigatória leitura do pai saudoso. "Ele foi forçado a navegar na internet com o advento do seu blog", disse Júnior.

Uchoa morreu de bem com a vida e comigo, particularmente. Relação de jornalista com político é sempre pautada pela gangorra dos altos e baixos. Quando uma nota enche o seu ego, vira anjo. Do contrário, quando arranha a imagem, se converte num diabinho.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

31/05


2020

O tempo apura os bons amigos, como Joezil

Meu amigo Joezil Barros tem motivos especiais para comemorar, hoje, o dia em que berrou ao mundo num tempo em que Recife era orgulho nacional, a chamada Veneza Brasileira, graças às pontes e sobrados erguidos por Maurício de Nassau. Recentemente, foi salvo da despedida terrestre por obra e graça do Deus amado.

Jornalista, condômino dos Diários Associados, a história de Joezil se confunde com a do Diario de Pernambuco. Tem cheiro de tinta, vibração de manchete, um rio de histórias a cada página folheada. O conheci imberbe e com sotaque matuto já um dos manda-chuvas do quase bicentenário DP. Joezil foi poderoso a vida inteira pelos méritos e talento. Sua ascensão no DP foi meteórica, de repórter policial a condômino.

Mas o poder nunca subiu à cabeça. Dentre tantas lições que tirei do seu convívio de mais de 40 anos, tem uma que não esqueço nunca: quando alguém puxava seu saco, ele olhava enviesado e dizia: "O poder está aqui", apontava para o birô.

Perca o birô para ver se te paparicam, ensinava. Lição perfeita da velha máxima de que o homem vale o quanto pesa. Sábio, Joezil sorveu um rio de amigos em sua trajetória profissional porque tem uma grande virtude, um coração do tamanho do mundo: estende a sua mão protetora sem distinguir raça, sexo ou posição social.

Para ele, o dinheiro não é a coisa mais importante do mundo. Está abaixo da generosidade, temperada sem o toque da moderação. Joezil é daqueles que entendem que se não existe nada mais precioso que o tempo, também não existe maior generosidade que perdermos tempo em vida ajudando aos outros.

Joezil tirou a lição de Simone de Beauvoir: "O ideal do amor e da verdadeira generosidade é dar tudo de si, mas sempre sentir como se isso não houvesse lhe custado nada".

Ouvi meu avô dizer que os homens de poucas palavras são os melhores. Joezil se encaixa também naquela máxima de que os homens são como os vinhos: a idade azeda os maus e apura os bons.

Viva meu amigo Joezil Barros!


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Serra Talhada

31/05


2020

A Pensão Natal e o velho mijão

Matuto de raiz, criado a 386 km da capital, nas campinas do Pajeú de Rogaciano Leite, Pinto do Monteiro e Cancão, numa cidade que todo mundo até hoje ainda acha o nome estranho, Afogados da Ingazeira, botei os pés no Recife pela primeira vez me arrastando numa alpegarta de Lampião, depois de enfrentar uma viagem de trem que durou 12 horas.

Nos saudosos anos 70, da Jovem Guarda e dos Beatles, em que as danças eram agarradinhas, cheirando literalmente o cangote das meninas, não havia ônibus no Sertão. Carros eram raros, coisa de gente rica. Meu pai Gastão Cerquinha, comerciante de miudezas em geral, só viajava de trem e a cada toque do sino na estação levava um dos nove filhos para fazer o batismo de matuto em cidade grande.

O poeirão comia solto. Chegávamos amarelados ao final da linha, seja na grande expectativa da ida ao Recife ou na felicidade da volta ao torrão natal. Existiam também os trens de carga, que não comportavam passageiros, só a solidão dos maquinistas. A esses, papai só recorria para enviar as mercadorias compradas em várias lojas de atacado no agitado e apinhado Cais de Santa Rita, onde a família Sultanum, dos meus amigos Paulo, Zé Maria, Nicolau e Tonheca, já ganhava rios de dinheiro.

Meu pai nos hospedava na Pensão Natal, na rua da Concórdia, colada aos bordéis que não fechavam as portas do prazer e da boemia em nenhum instante do dia. Tinha escadas e quartos colados um no outro, sem ar nem ventilador. O banheiro era coletivo e para chegar até ele na madrugada se corria o risco de bater a cabeça na parede tamanha a escuridão. E de não conseguir achar o quarto certo na volta, porque as portas eram todas iguais e encangadas.

Sobre esse detalhe, uma história que ficou não apenas na minha memória, mas de todos os meus oito irmãos. Era contada por papai, que caía no riso fácil e nos divertia. Parece estar mais para o reino do folclore e da fantasia. O fato é que, segundo ele, um hóspede já avançado na vida, foi ao banheiro de madrugada e na volta perdeu o caminho da venta e saiu batendo de quarto em quarto.

Gritava acordando todos com a pergunta hilariante e em alto som:

"Foi daqui que saiu um véi pra mijar?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

30/05


2020

Lula da Fonte denuncia novo aumento da Celpe

O presidente do Partido Progressista no Recife e presidente da Juventude do PP em Pernambuco, Lula da Fonte, alerta para mais um aumento na conta de luz do consumidor pernambucano. A partir de segunda-feira (1º), a Celpe vai promover novo reajuste de 5,16%.

“O povo não aguenta mais a Celpe desdenhando da nossa dignidade, sangrando quase 4 milhões de famílias, que estão impossibilitados de saírem para trabalhar e ganhar o seu dinheiro tão suado, que, muitas vezes, se veem sem saída diante da falta de outras companhias de energia elétrica”, protesta Da Fonte.

Confira o vídeo na íntegra.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Shopping Aragão

30/05


2020

Para Marília, Governo de PE não ouve a sociedade

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo PT, a deputada federal Marília Arraes aponta a necessidade de o Governo de Pernambuco discutir as medidas adotadas no isolamento social com diversos setores da economia. Na sua visão, a gestão Paulo Câmara (PSB) não tem dialogado com a sociedade e falhado nas determinações.

“O pós-lockdown tem que ser discutido do ponto de vista da saúde pública, mas é preciso também que entidades como Fiepe, CDL, Sebrae e Porto Digital, dentre outras, façam parte desta formulação, e não sejam apenas consultadas. São as entidades, a sociedade civil organizada, e não apenas o Governo do Estado, que poderão indicar a melhor ação preventiva”, afirma.

Ela se colocou à disposição para uma eventual consulta. Na sua opinião, o governador Paulo Câmara deveria ter ouvido a bancada pernambucana no Congresso. “Lamento o fato da Bancada Federal (deputados e senadores) não ter sido consultada institucionalmente para discutir a pandemia, o lockdown e muito menos o pós-lockdown, o que reforça a impressão de que tudo está sendo feito sem os devidos cuidados”, avalia.

Antes, o diretório do Partido dos Trabalhadores no Recife se posicionou contra as críticas de Marília à administração do prefeito Geraldo Julio (PSB), que está sendo investigada pela Polícia Federal quanto à suspeita de fraude na compra de respiradores por meio de dispensa de licitação.

“O PT discorda do posicionamento pessoal de Marília Arraes e de qualquer posição que não constrói, no campo democrático, um alinhamento com as ações importantes dos governadores e prefeitos do Nordeste, no enfrentamento à pandemia que atinge o povo nas periferias das grandes cidades, a exemplo da nossa cidade. Causou estranheza essa ação da PF na PCR, visto que sua credibilidade está sendo questionada, em vista das recentes denúncias de seu ex-ministro [em referência a Sergio Moro], da interferência do presidente Bolsonaro”, traz um trecho da nota assinada pelo presidente do PT no Recife, Cirilo Mota.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


30/05


2020

Operação Fake News é fake

Por Angelo Castello Branco

O fake News não é, até hoje, um crime tipificado no Código Penal brasileiro. E por isso ninguém pode ser detido e processado sob a acusação formal de cometê-lo. Pelo menos com essa terminologia de fake news. É espantoso como as pessoas opinam solenemente sobre temas que exigem conhecimentos da Ciência Jurídica.

Enquanto o Poder Legislativo não votar uma lei que defina o crime de fake news, com a devida regulamentação e a fixação das punições aos criminosos, resta aos prejudicados invocar o crime de difamação ou de comunicação falsa prevista no Art. 340 do Código Penal.

A ação imediata que a justiça pode realizar ao ser demandada em razão de uma falsa informação é ordenar que ela seja retirada do ar no caso das mídias digitais ou assegurar o direito de resposta, com o mesmo destaque, se o crime foi veiculado nas mídias impressas.

Juristas acham que a operação fake news, comandada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, poderá identificar os contraventores, mas dificilmente processá-los.

Há inclusive controvérsias sobre o direito da livre manifestação do pensamento que embaralha um pouco mais essa discussão.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Roberto de Lima Barros

Amearça e criar noticias falsas, colocar em risco a populaçao com mentiras, será que isso é crime ou liberdade de expressão.. Graças a Deus que voçê sua familía e os fucionarios do blog e o dono não sofrem ameaças por esses criminosso que fazem de tudo para suas ideias prevaleçam sobre as das pessoas que os criticam.

MARCOS MORAIS

O direito a livre manifestação é uma coisa, difamar pessoas e instituições com mentiras nas redes sociais, impulsionadas por robôs não é livre manifestação é crime, existem pessoas interessadas por trás e que financiam essas redes que tem custos altíssimos.

Fernandes

Moro diz que vetos de Bolsonaro ao projeto anticrime foram para proteger Flávio Bolsonaro. Segundo o ex-juiz que atuou nos processos da Lava-Jato em Curitiba, as restrições do presidente à decretação de prisão preventiva, à decretação de prisões preventivas e aos acordos de colaboração premiada bateu de frente com o discurso contra a corrupção e a impunidade, então pregados por Bolsonaro.

Fernandes

Esse cidadão é outro chato, igual a Mendonça Filho.


Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores