Faculdade de Medicina de Olinda 2

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2019

Câmara discute mudanças na constituição para 2ª instância

Discurssão é neste segunda (11), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Antonio Cruz/ Agência Brasil

 

Do G1 

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara tem sessão marcada nesta segunda (11) para discutir mudanças da Constituição que viabilizariam a prisão de condenados na 2ª instância. 

O debate ganhou força após o STF derrubar, na semana passada, uma decisão do próprio tribunal que permitia o cumprimento antecipado da pena.


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Prefeitura de Abreu e Lima

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2019

Enem: 2º dia exigiu muito cálculo dos candidatos

Provas do segundo dia do Enem 2019 — Foto: Ana Carolina Moreno/G1

Do G1

 

O 2º dia do Enem exigiu muitos cálculos, segundo professores professores ouvidos. Foram 90 questões de matemática, física, química e biologia.

Entre os temas, questões cotidianas como aplicativos de paquera, o esporte slackline e receitas para remover o excesso de sal do feijão e tirar o cheio de alho da mão. Saiba mais.

O MEC diz que a abstenção foi de 27,2%, a menor já registrada.

Fotos da prova

Mais uma vez, imagens do caderno de questões circularam nas redes sociais. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que não se trata de um vazamento. Segundo ele, foram casos isolados que ocorreram após o início da prova, sem prejuízo para os candidatos.


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Prefeitura de Paulista

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2019

Bolívia: senadora reivindica direito de assumir presidência

A senadora da oposição, Jeanine Añez considera que deve assumir governo provisoriamente com o vácuo pelas renúncias de Evo Morales e outros da linha de sucessão.

Foto: Jeanine Añez (Twitter/Reprodução)

Da Veja - Por AFP

 

A senadora da oposição Jeanine Añez, segunda vice-presidente da Câmara dos Senadores, revindicou neste domingo 10 o direito de assumir a Presidência da Bolívia, após existir um vácuo de poder pelas renúncias do presidente Evo Morales e outras autoridades da cadeia de sucessão constitucional.

A Constituição boliviana prevê que o sucessor do presidente é o vice-presidente ou na falta deles, os titulares de senadores ou deputados por ordem de prelação. Hoje todos eles renunciaram aos seus cargos.

O primeiro vice-presidente do Senado, Rubén Medinacelli, das fileiras da situação, também renunciou, de forma que Añez crê que lhe corresponde assumir o cargo deixado vácuo com a renúncia de Morales.

“Estou na segunda vice-presidência e na ordem constitucional me corresponderia assumir este desafio (da presidência) com o único objetivo de convocar novas eleições”, disse Añez, entrevistada pela emissora de TV privada Unitel.

Morales demitiu-se do cargo neste domingo, pressionado por militares, policiais e comitês civis que exigiram que deixasse o cargo que ocupava desde 2006, a fim de “pacificar o país”.

Seguiram-no seu vice, Alvaro García, e os presidentes Adriana Salvatierra (Senado) e Víctor Borda (Deputados), que formam a cadeia de sucessão constitucional, ante a saída do primeiro mandatário, segundo a Carta Magna.

Um governo de transição, insistiu Añez, será para renovar o Tribunal Supremo Eleitoral e convocar eleições, em um prazo de 90 dias, segundo a Constituição.

A senadora também defendeu a convocação de sessões do Congresso bicameral, o mais rapidamente possível, “para considerar a renúncia dos primeiros mandatários”. También se necessita – de forma prévia – uma sessão de senadores para elegê-la no cargo de presidente.

Para isso, Añez deverá obter um “consenso dos movimentos cívicos” que pediram nas ruas a renúncia de Morales. A sorte do ex-mandatário foi definida com a solicitação de militares e de policiais amotinados para que deixasse o cargo.

Morales e grande parte de seu governo renunciaram neste domingo, após um relatório da auditoria da OEA que apontou irregularidades nas eleições de domingo, 20 de outubro.


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Prefeitura de Serra Talhada

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2019

Bolsonaro comenta renúncia de Evo Morales

Bolsonaro voltou a comentar a renúncia de Evo Morales e publicou "grande dia" nas redes sociais. "A palavra golpe é usada quando a esquerda perde", acrescentou Bolsonaro.

Jair Bolsonaro e Evo Morales (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil/ Pedro Ugarte/ AFP/VEJA)

Por Da Redação da Veja

 

Horas após defender a instauração do voto impresso no Brasil para evitar processos eleitorais conturbados como o que culminou com a renúncia de Evo Morales, Jair Bolsonaro voltou a comentar a queda do chefe de Estado boliviano desde 2006. Em entrevista ao jornal O Globo, questionado se a saída de Evo foi um golpe, o presidente brasileiro declarou que a palavra golpe é usada pela esquerda “quando perdem”.

“A palavra golpe é usada muito quando a esquerda perde, né? Quando eles ganham, é legítimo. Quando eles perdem, é golpe. Eu não vou entrar nessa narrativa deles aí. A esquerda vai falar que houve golpe agora”, disse Bolsonaro.

O presidente brasileiro também foi às redes sociais durante a noite para publicar que o domingo foi um “grande dia”.

No cargo desde 2006, Evo Morales renunciou neste domingo à presidência da Bolívia. O anúncio foi feito pela televisão, em rede nacional, após as forças armadas do país pedirem publicamente a saída do mandatário. Mais cedo, o agora ex-presidente havia anunciado que as eleições do último dia 20, na qual fora reeleito, foram anuladas e que convocaria nova votação. A OEA apontou fraudes no pleito.

Bolsonaro já havia declarado anteriormente que considerava o resultado das eleições bolivianas – que a princípio reelegeram Evo em primeiro turno – como “suspeito”. Embora tenha feito críticas à esquerda latino-americana de forma geral, o presidente brasileiro chegou a ponderar e dizer que “não queria problema” com o presidente boliviano.

Após a renúncia de Evo, o Itamaraty emitiu nota dizendo que “o Brasil considera pertinente a convocação de novas eleições gerais em resposta às legítimas manifestações do povo e às recomendações da OEA, após a constatação das graves irregularidades”. O ministério afirmou, ainda que os brasileiros confiam que a transição “será inteiramente constitucional”.


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Comentários

marcos

Seria a penteicostal? Kkk

marcos

Desculpem. Mobral Fake

marcos

Que igreja é essa pentecostais? Kkkkk Ui moral Fake

Fernandes

Áudios envolvem Bolsonaro e igrejas brasileiras no golpe na Bolívia. Matéria públicada pelo site Brasil 247 envolvem o governo Bolsonaro e igrejas pentecostais do Brasil no Golpe na Bolívia.



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2019

Joice Hassellmann prepara ataque a Bolsonaro

Valter Campanato/Agência Brasi

O Dia

 

A deputada federal e ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasellmann (PSL-SP), promete causar polêmica em seu depoimento na CPMI das Fake News, esta semana. 

Segundo a coluna de Lauro Jardim (O Globo), ela prepara ataque ao presidente Jair Bolsonaro. 

De acordo com as informações, Joice reuniu perfis falsos usados pelos bolsonaristas e vai pedir a quebra do sigilo de endereços de IP. Ainda segundo a coluna, Bolsonaro tenta, nos bastidores, acalmar Joice.


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Prefeitura de Limoeiro

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2019

Denúncia de suborno no caso Marielle

Foto: Renan Olaz/ Câmara Municipal do Rio

O Dia

 

Um relatório da Polícia Federal, enviado ao Ministério Público do Rio, afirma que o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa deve ser investigado no caso Marielle Franco. Na denúncia, Barbosa é apontado por receber R$ 400 mil em propina para evitar que os culpados pela morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes fossem descobertos. Ele nega as acusações.

Rivaldo Barbosa, que já chefiou a Polícia Civil do Rio, teria sido citado numa conversa telefônica entre o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, e o vereador Marcello Sicilliano (PHS). Moreth teria dito que Barbosa recebeu dois pagamentos de R$ 200 mil, cada, por meio de um inspetor da DH da Capital identificado como Marcos.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MPRJ confirmou, em nota, que os áudios telefônicos foram obtidos em ações de busca e apreensão e as “informações estão sendo investigadas sob sigilo”.


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Capacitação de Candidatos

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2019

Evo Morales denuncia "ordem de prisão ilegal"

Morales denuncia "ordem de prisão ilegal" após renúncia. Oposição confirmou mandado contra Evo, que disse ter a residência atacada e vê "golpistas destruindo o Estado de Direito".

Foto: Maxim Shemetov/AP/via Veja

Da Redação da Veja

 

O ex-presidente boliviano Evo Morales, que renunciou neste domingo pressionado por militares e policiais, denunciou que há uma ordem de “prisão ilegal” contra ele.

“Denuncio ao mundo e ao povo boliviano que um oficial da polícia anunciou publicamente que tem a instrução de executar uma ordem de prisão ilegal contra minha pessoa”, tuitou Morales, que anunciou também que “grupos violentos” atacaram sua casa.

Morales, que governou a Bolívia durante quase 14 anos, acrescentou: “Os golpistas destroem o Estado de Direito”.

O líder cívico direitista Luis Fernando Camacho, que liderou o movimento pela renúncia de Morales, confirmou a ordem de prisão.

“Confirmado!! Ordem de apreensão para Evo Morales!! A polícia e os militares estão procurando-o no Chapare”, uma província do cêntrico departamento de Cochabamba, escreveu Camacho. “Os militares o tiraram do avião presidencial e (ele) está escondido no Chapare, pegarão ele! JUSTIÇA!”, acrescentou.

Morales ficou recluso neste domingo na zona cocalera de Chapare, seu berço político, para anunciar sua renúncia, após perder o apoio dos militares e da polícia. O ex-presidente chegou à tarde à bordo do avião presidencial ao aeroporto de Chimoré, que serve ao Chapare, acompanhado do vice-presidente Álvaro García Linera, que também renunciou ao cargo e à presidência do Congresso.

Morales, de 60 anos e que assumiu em 2006, enfrentou três semanas de protestos nas ruas contra sua reeleição nas questionadas eleições de 20 de outubro.

(Com AFP)


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Magno coloca pimenta folha

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2019

Chile: governo confirma processo para nova constituição

Em meio a manifestações, o governo chileno anunciou a formação de através de um 'Congresso Constituinte'com ampla participação cidadã.

MARTIN BERNETTI / AFP/AFP/via Veja

Da Redação da Veja

 

O governo chileno anunciou na noite deste domingo (10) o início do processo para uma nova Constituição através de um “Congresso Constituinte”, com ampla participação cidadã e um plebiscito que o ratifique, uma manobra que atende a uma das principais demandas surgidas nos protestos sociais.

O ministro do Interior, Gonzalo Blumel, confirmou o anúncio após uma reunião na casa do presidente Sebastián Piñera com os líderes do Chile Vamos, coalizão política que reúne quatro partidos de centro-direita e direita, que até agora eram os mais reticentes a uma mudança profunda da Carta Magna, herdada da ditadura de Augusto Pinochet (1973-90).

(Com AFP)


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