FMO janeiro 2020

27/02


2020

Divulgado resultado do FIES 2020

Por G1

Os resultados para o 1º semestre de 2020 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) foram divulgados na noite de ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

Para o primeiro semestre, foram ofertados 70 mil contratos a juro zero. Já no segundo semestre de 2020, serão oferecidos 30 mil novos contratos. Para o P-Fies não há limite pré-estabelecido de vagas.

Estudantes que fizeram o Enem a partir de 2010 podem se candidatar ao financiamento.

No Fies, o estudante deve complementar a inscrição pelo site do programa a partir de quinta-feira (27) e 2 de março.

Como consultar o resultado

Os resultados podem ser conferidos pela internet no endereço: http://fies.mec.gov.br/

O estudante deverá possuir uma conta no GOV.BR, e acessar o resultado com o CPF.

Cronograma do primeiro semestre do Fies 2020:

. Inscrições: 5 a 14 de fevereiro
. Pré-seleção: 26 de fevereiro
. Complementação da inscrição na modalidade Fies: 27 de fevereiro a 2 de março de 2020
. Chamada da lista de espera: 26 de fevereiro a 31 de março

Diferença entre Fies e P-fies

Na modalidade Fies, são oferecidas vagas com juro zero para os estudantes com uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos (R$ 3.135 – pelo salário mínimo nacional).

Já a modalidade P-Fies se destina a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos (R$ 5.225 – pelo salário mínimo nacional). Eles podem receber um empréstimo a juros relativamente baixos, variando de acordo com o banco que atua como agente financeiro.

Vale lembrar que, em dezembro de 2019, o governo anunciou mudanças nos dois programas, mas elas só serão válidas no segundo semestre deste ano para o P-Fies e a partir de 2021 para o Fies.


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IPTU Cabo

27/02


2020

Ceará: comissão inicia negociação com PMs amotinados

Por TV Globo

No Ceará, representantes dos três poderes e da OAB começaram a negociar com policiais militares que estão em greve. Ontem, o governo cearense pediu ao governo federal a prorrogação da permanência de militares do Exército no estado. O prazo inicial se encerra na sexta-feira (28).

Os policiais militares escolheram como intermediador um coronel reformado do Exército, que é advogado de associações militares.

“Quando os ânimos se acalmarem, aí nós falaremos como é que pode ser negociada a situação dos policiais, como pode ser negociado esse dilema em que se entrou”, disse o coronel Walmir Medeiros.

A comissão negociadora também conta com integrantes do Legislativo, do Executivo e do Judiciário. A Justiça do Ceará já considerou a paralisação ilegal. Ela começou depois que os PMs voltaram atrás num acordo e recusaram a proposta de aumento de R$ 1 mil no salário do soldado, parcelado em três vezes.

Um batalhão de Fortaleza, um na região metropolitana e duas bases no interior seguem ocupados pelos PMs amotinados.

A Secretaria de Segurança Pública do Ceará parou de divulgar o número de assassinatos alegando motivos de segurança e que os balanços costumam ser mensais. Mas, nos seis primeiros dias de motim, os números foram divulgados diariamente: 170 pessoas morreram, cerca de cinco vezes mais que a média normal.

Entre as vítimas está Ângela Cristiane Palácio, de 24 anos, que foi enterrada nesta quarta-feira (26). Homens perseguiam um rapaz e acertaram Ângela por engano na porta de uma loja de conveniência.


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Governo de PE - Decimo Terceiro

27/02


2020

Ceará: o salário dos policiais

Por Carlos Brickmann

A Polícia Militar do Ceará está amotinada, e há articulações em outros 12 Estados para iniciar movimentos semelhantes. Greve de agentes armados já é ilegal; motim é de extravagante ilegalidade. Mas há outra questão: salário. Os PMs ganham mal, a Polícia Civil ganha pior ainda. E falta equipamento essencial: não há coletes suficientes à prova de bala, parte dos que existem está com validade vencida. Como convencer policiais, civis ou militares, de que não há mesmo recursos para eles, se Executivo, Legislativo e Judiciário não têm problema de verbas? Claro, se a mordomia fosse reduzida a zero, a economia não daria para resolver todos os problemas de equipamento e salário da Polícia; mas haveria a convicção de que o problema era de todos. Mas como falar nisso quando o pessoal de cima tem penduricalhos e não vê qualquer obstáculo para ganhar mais que o teto constitucional, que seria o de ministro do Supremo Tribunal Federal? Se “eles” podem, por que “nós” não?

Apenas como complemento: São Paulo, o Estado mais rico da Federação, paga aos policiais civis o salário mais baixo do país.


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acolher

27/02


2020

Vídeo de Eduardo defendendo orçamento impositivo circula pelo Whatsapp

Do Terra - Por Estadão Conteúdo

Um vídeo no qual o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, elogia a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, de março do ano passado, circula desde ontem, por grupos de Whatsapp de partidos do Centrão, após a crise entre os poderes ter aumentado. 

O vídeo mostra a fala do parlamentar no plenário da Câmara, no dia 26 de março do ano passado. Eduardo foi um dos 453 deputados que deram voto favorável à PEC 2/1, que engessou parcela maior do Orçamento e tornou obrigatório o pagamento de despesas hoje passíveis de adiamento, como emendas de bancadas estaduais e investimentos em obras.

"Presidente, como vários parlamentares falaram, eu queria deixar nossa posição favorável à PEC e parabenizar vossa excelência pela Presidência", diz Eduardo se dirigindo ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). "Quando Jair Bolsonaro era deputado federal, ele e eu já éramos favoráveis a esta pauta, porque ela vai trazer independência para este Plenário, independência para os colegas. Então, de maneira nenhuma se trata de uma reforma do governo, mas, sim, de uma relação harmônica entre os Poderes. Parabéns! O PSL vai votar a favor da matéria", disse o deputado naquele dia no plenário.

O Orçamento impositivo é um dos pivôs da atual crise entre os Poderes. Após governo e Legislativo fecharem um acordo sobre os vetos presidenciais à proposta, o ministro Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, acusou o Congresso de "chantagear" o governo por recursos. Nesta terça-feira, 25, em mais um capítulo da crise, foi revelado que o presidente Jair Bolsonaro enviou para contatos do WhatsApp convocação para a população sair às ruas, no dia 15 de março, em defesa do governo e contra o Congresso. O disparo das mensagens foi revelado pela colunista Vera Magalhães, do Estadão/Broadcast.

Veja o vídeo aqui: Vídeo de Eduardo Bolsonaro defendendo orçamento ... - Terra


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27/02


2020

Coronavírus: transmissão, sintomas e como se prevenir

Por G1

O novo coronavírus surgiu em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China. Ele é chamado de "novo" porque é de uma família de coronavírus já conhecida dos cientistas, sendo que os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, de acordo com o Ministério da Saúde.

Variações mais antigas de coronavírus são os SARs-CoV, que causa a Síndrome Respiratória Aguda Grave, e o MERS-CoV, responsável pela Síndrome Respiratória do Oriente Médio. A epidemia atual foi batizada pela Organização Mundial da Saúde como Covid-19. Todas elas chegaram aos humanos por contato com animais: gatos, no caso da Sars, dromedários, no vírus Mers. Ainda não se sabe como se deu a primeira transmissão para humanos no caso do Covid-19. A suspeita é que tenha sido por algum animal silvestre, como morcegos.

Desde a primeira morte, um chinês de 61 anos que faleceu em Wuhan no dia 9 de janeiro, mais de 2,7 mil pessoas já morreram em decorrência do novo coronavírus e a infecção está presente em pelo menos 42 países, inclusive no Brasil, que confirmou seu primeiro caso nesta quarta-feira (26).

Abaixo, confira as principais perguntas e respostas sobre o novo transmissão, cuidados e possível cura de coronavírus.

Confira a íntegra da reportagem aquiCoronavírus: veja perguntas e respostas


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Cúpula Hemisférica

27/02


2020

Toffoli: Brasil não pode conviver com clima de disputa permanente

Por Estadão Conteúo

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou ontem, que o Brasil "não pode conviver com um clima de disputa permanente" e que é preciso "paz para construir o futuro". Em nota, o chefe do Judiciário não menciona a o vídeo divulgado pelo presidente Jair Bolsonaro convocando para manifestações críticas ao Congresso, mas diz não existir "democracia sem um Parlamento atuante, um Judiciário independente e um Executivo já legitimado pelo voto".

Toffoli conclui a nota citando que a "convivência harmônica entre todos é o que constrói uma grande nação".
Bolsonaro compartilhou com seus contatos do WhatsApp dois vídeos. Um deles, revelado pelo BR Político, diz: "Ele foi chamado a lutar por nós. Ele comprou a briga por nós. Ele desafiou os poderosos por nós. Ele quase morreu por nós. Ele está enfrentando a esquerda corrupta e sanguinária por nós. Ele sofre calúnias e mentiras por fazer o melhor para nós. Ele é a nossa única esperança de dias cada vez melhores. Ele precisa de nosso apoio nas ruas. Dia 15/3 vamos mostrar a força da família brasileira. Vamos mostrar que apoiamos Bolsonaro e rejeitamos os inimigos do Brasil. Somos sim capazes, e temos um presidente trabalhador, incansável, cristão, patriota, capaz, justo, incorruptível. Dia 15/03, todos nas ruas apoiando Bolsonaro", diz o texto que aparece na tela, entremeado por imagens de Bolsonaro sendo esfaqueado, no hospital e depois em aparições públicas.

A divulgação do vídeo tem sido tratado como um endosso, por parte de Bolsonaro, às manifestações e gerou reações no mundo político e nas redes sociais na terça-feira, 25. "Estamos com uma crise institucional de consequências gravíssimas", afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no Twitter.

A nota do presidente do Supremo, divulgado no fim da tarde desta quarta, ocorre após o decano da Corte, Celso de Mello, ter repudiado a divulgação do vídeo. Em nota, o ministro afirmou que a conduta "revela a face sombria de um presidente da República que desconhece o valor da ordem constitucional".

"O presidente da República, qualquer que ele seja, embora possa muito, não pode tudo, pois lhe é vedado, sob pena de incidir em crime de responsabilidade, transgredir a supremacia político-jurídica da Constituição e das Leis da República", disse Celso de Mello.

O tom de Toffoli foi o mesmo adotado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Cobrado por parlamentares a se posicionar sobre o caso, mais cedo, o deputado também defendeu o diálogo, a união e a paz na sociedade.

Também sem citar Bolsonaro diretamente, o presidente da Câmara afirmou que "criar tensão institucional não ajuda o País a evoluir". "O Brasil precisa de paz e responsabilidade para progredir". Até o momento, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não se manifestou oficialmente.

Confira a nota do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, na íntegra:

"Sociedades livres e desenvolvidas nunca prescindiram de instituições sólidas para manter a sua integridade. Não existe democracia sem um Parlamento atuante, um Judiciário independente e um Executivo já legitimado pelo voto. O Brasil não pode conviver com um clima de disputa permanente. É preciso paz para construir o futuro. A convivência harmônica entre todos é o que constrói uma grande nação.

Dias Toffoli, presidente do STF".


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Prefeitura de Serra Talhada

27/02


2020

Partidos e entidades preparam resposta a Bolsonaro nas ruas

Por Estadão Conteúdo

Partidos de oposição, movimentos sociais e entidades representativas da sociedade articulam uma resposta ao presidente Jair Bolsonaro por ter compartilhado vídeos de apoio a uma manifestação contra o Congresso Nacional.

A estratégia é atuar em duas frentes. A primeira, nas ruas, inclui sindicatos e as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúnem centenas de entidades. Representantes destas frentes e das nove centrais sindicais brasileiras vão se reunir nesta quinta-feira, 27, na sede do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos (Dieese) para definir o calendário de manifestações. A ideia é aproveitar o dia nacional de paralisação dos professores, marcado para 18 de março, para fazer uma série de grandes atos de rua por todo o Brasil.


Nesta quarta-feira, 26, as centrais divulgaram uma nota dura na qual apontam a possibilidade de Bolsonaro ter cometido crime de responsabilidade e cobram providências do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à atitude do presidente.

"Com esse ato, mais uma vez, o presidente ignora a responsabilidade do cargo que ocupa pelo voto e age, deliberadamente, de má-fé, apostando em um golpe contra a democracia, a liberdade, a Constituição, a nação e as instituições (…) Precisamos ultrapassar essa fase de bate-bocas nas redes sociais e de manifestações oficiais de repúdio aos descalabros do presidente da República", diz a nota.
As centrais tomaram o cuidado de não usar a palavra impeachment. O tema ainda divide a oposição a Bolsonaro. Raimundo Bonfim, representante da Central de Movimentos Populares (CMP) disse que vai levar a proposta à reunião. Outras lideranças acham que ainda é cedo.

"É passada a hora de levantar a pauta do impeachment e do Fora Bolsonaro", disse Bonfim.

Antes do dia 18, os movimentos devem ir às ruas em apoio as manifestações marcadas para o Dia Mundial da Mulher, comemorado em 8 de março. As lideranças lembram que em 2018, antes da eleição, partiu delas o #EleNão, um dos maiores movimentos de rua em repúdio a Bolsonaro.

"Vamos reunir os movimentos sociais entre amanhã (quinta-feira) e sexta-feira e disso vai sair um dia de mobilização em resposta ao Bolsonaro", disse Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Em outra frente a oposição tenta se articular com entidades representativas da sociedade que embora não tenham grande poder de mobilização podem dar peso simbólico e institucional aos atos contra o presidente.

Na segunda-feira, 2 de março, os cinco partidos de oposição a Bolsonaro no Congresso (PT, PSB, PDT, PC do B e PSOL) vão se reunir com representantes destas entidades em Brasília. Entre elas estão a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Organizadores esperam que estas entidades possam trazer para o movimento grupos, partidos e lideranças fora da esquerda mas que já se manifestaram contra a atitude de Bolsonaro como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


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Comentários

Fernandes

As pessoas que queriam a volta da ditadura e intervenção militar aqui no Brasil são contra isso na Venezuela. Dá pra entender?

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Qual é cara pálida? Sem mortadela nunca terá mais de meia dúzia de adeptos da seita da corrupção. Dia 15 de março sim, será a grande manifestação em favor da Democracia e apoio ao nosso Presidente Bolsonaro.


Prefeitura de Limoeiro

26/02


2020

Governo de PE divulga mais dois possíveis casos de coronavírus

Por G1 - PE

Pernambuco investiga mais dois possíveis casos suspeitos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada na noite de hoje pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). O primeiro registro em apuração é de uma mulher de 51 anos. A paciente esteve na Itália, que confirmou, nesta terça, mais quatro mortes devido à doença, totalizando 11 óbitos 

O caso só se torna suspeito depois de passar pelo protocolo do Ministério da Saúde, o que não aconteceu com os dois possíveis novos registros suspeitos no estado.

No Brasil, há um caso confirmado da doença pelo governo federal e 20 suspeitos sendo monitorados, entre os quais o de Pernambuco. Cinquenta e nove já foram descartados.

A secretaria informou que os dois novos possíveis casos suspeitos já foram comunicados ao Ministério da Saúde e devem entrar no bolem nacional na quinta-feira (27). As informações foram repassadas durante uma coletiva de imprensa, concedida na noite desta quarta, no Recife.

A pasta disse que são monitoradas pessoas que também vieram da Itália. O primeiro deles é um jovem pernambucano de 24 anos, que veio passar férias e o carnaval no Recife. Segundo a secretaria, ele mora na cidade de Trento, em uma área no Norte da Itália onde a situação do coronavírus é mais crítica.

Ele chegou ao estado há 10 dias e deu entrada diretamente no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), em Santo Amaro, na área central da cidade, na terça (25), com calafrios e tosse seca.

"Por ser asmático e ter falta de ar, ele está, por precaução, na UTI [Unidade de Terapia Intensiva], mas clinicamente estável", afirmou o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, que participou da coletiva.

Na mesma unidade, que é referência para doenças infecto-contagiosas, encontra-se a primeira paciente. A previsão é de que o resultado dela seja divulgado na sexta-feira (28). O estado informou que os primeiros exames deram negativo para influenza.

O outro novo possível caso é suspeito é de um homem de 41 anos, que também veio da Itália. Essa pessoa passou por Veneza, de acordo com o governo. Ela deu entrada em um hospital da rede particular, onde está em isolamento, mas passa bem.

Todos os casos suspeitos reportados no Hospital Oswaldo Cruz já tiveram a coleta de secreção, via mucosas da boca e foram enviados para a contraprova no Laboratório público de referência Evandro Chagas, no Pará. Ainda será feita a coleta no hospital da rede particular, segundo André Longo.

Para o secretário, o número de possíveis casos suspeitos está dentro do esperado. "O número de casos suspeitos não destoa da expectativa que se tinha em relação ao aumento por conta do avanço do coronavírus pela Europa", acrescentou.

Ele também alertou para a conduta de pessoas que sentirem sintomas que podem ser associados a essa nova doença. "Nem todos os casos vão precisar de ambiente hospitalar, até para não agravar a situação de outros pacientes", explicou.

O secretário municipal de Saúde do Recife, Jaílson Correia, ressaltou, durante a coletiva, a possibilidade de a doença apresentada pelos pacientes evoluir como gripe. "Estamos lidando com uma gripe. Na China, a mortalidade é de 2%. A grande maioria vai evoluir como gripe", pontuou.

O assessor em vigilância da saúde da Secretaria Estadual de Saúde, George Dimech, alertou para o perigo das notícias falsas: "É preciso evitar o boato. O medo gera o boato que atrapalha o trabalho", afirma.

Durante a coletiva, também foi ressaltado que houve uma mudança na forma de contabilizar os possíveis casos suspeitos. Isso ocorreu, de acordo com Jaílson Correia, por causa do crescimento do coronavírus em países como Itália, Espanha e França, que têm maior relação cultural com o Brasil.

As autoridades de saúde de Pernambuco informaram que os familiares dos pacientes em suspeita não serão isolados antes da confirmação da doença. Eles estão sendo monitorados pelas secretarias estadual e municipais.

Investigação

O primeiro possível caso suspeito registrado em Pernambuco foi divulgado na última segunda-feira (25). O avião em que veio a paciente partiu do estado de São Paulo e pousou na capital pernambucana às 15h50.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco, a paciente estava em deslocamento na Europa, na região de Milão, e veio para o Brasil via São Paulo, onde fez uma escala.

Ainda segundo a pasta, ela chegou ao Recife com alguns sintomas que se enquadram na nova definição de possível caso suspeito para a doença.

Irã

Um grupo de brasileiros está há três dias sem sair da cidade de Teerã, capital do Irã, após ser impedido de deixar o país.

Segundo o médico pernambucano José Carlos Ribeiro de Sousa, de 79 anos, que saiu do Brasil no dia 14 de fevereiro com outros sete brasileiros, a justificativa para impedir a saída do grupo foi a disseminação do coronavírus no país.

Com 139 casos e 19 mortes, segundo último levantamento do governo, o Irã é o país com a maior quantidade de vítimas fatais depois da China.

Dicas de prevenção

. Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
. Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
. Não compartilhar objetos de uso pessoal;
. Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
. Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
. Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
. Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.


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26/02


2020

Novo coronavírus abala mercado financeiro

Por TV Globo

O medo dos investidores em relação às consequências do novo coronavírus na economia voltou a provocar estragos no mercado financeiro.

Enquanto na TV o governo confirmava o primeiro caso de coronavírus no Brasil, ansiedade no mercado financeiro e uma dose de precaução diante do petróleo em queda e moedas de muitos países perdendo valor.

Depois de vários dias parado por causa do feriado do carnaval, o mercado brasileiro reabriu hoje repercutindo todas essas notícias. O dólar abriu em alta, tem um pico no gráfico: a moeda americana negociada a R$ 4,42. Já a Bolsa de São Paulo opera no sentido contrário em outro gráfico: uma queda expressiva, agora de 4,54%.

A reação piorou ao longo do dia. Mesmo com leilões do Banco Central, o dólar terminou valendo R$ 4,44, novo recorde. A Bolsa despencou 7%, desempenho pior do que os mercados dos Estados Unidos e da Europa. E a maior queda desde 18 de maio de 2017.

“O problema do corona é exatamente isso: pode levar a uma interrupção de produção na China e pode levar a um problema de crescimento mundial”, explicou Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset.

Além do coronavírus, a economista Zeina Latif atribuiu o tombo no mercado à incerteza política.

“Também estão pesando principalmente essa questão dos ataques do presidente, esses ruídos que a gente está observando na relação entre governo e Congresso. Toda essa incerteza doméstica, uma vez que pode atrapalhar nosso crescimento, claro que isso também vai impactar a Bolsa, vai impactar o comportamento do Real”, analisou.


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26/02


2020

Ceará pede prorrogação da presença do Exército no estado

Por Último Segundo

O governador do Ceará , Camilo Santana (PT), encaminhou hoje um pedido ao governo federal para que prazo do decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seja prorrogado. De acordo com a medida, os militares do Exército ficarão no estado até esta sexta (28).

O Ceará vive uma crise na área da segurança pública depois que os policiais e bombeiros entraram em greve por aumento salarial. O pedido, no entanto, mostra que o governo estadual não vislumbra que a situação vai se normalizar no curto prazo.

Enquanto o decreto está vigente, os militares do Exército estão sendo os responsáveis por manter a população em segurança. Mesmo assim, a violência no estado só tem aumentado nos últimos dias.

Desde o início do motim dos policiais militares até segunda-feira (26), 170 pessoas foram assassinadas. Nesse mesmo período, 43 PMs foram presos por participar dos movimentos de paralisação .


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