Faculdade de Medicina de Olinda

20/09


2019

Olinda me recebe como cidadão

Está confirmada para a próxima segunda-feira, às 19 horas, no plenário da Câmara, a entrega do meu título de cidadão olindense. O mundo abriu as portas do ventre da minha mãe Margarida, uma flor, em Afogados da Ingazeira, mas fui adotado por diversas cidades, entre elas Recife.

Agora chegou a vez de Olinda, por onde o Brasil começou e a independência se consolidou. Fico feliz e extremamente honrado com a homenagem, iniciativa do vereador Vlademir Labanca (PTC), com a anuência dos demais 16 vereadores.


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Governo de PE

20/09


2019

Sudene vai realizar consulta pública na Agrinordeste

A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste realizou o diagnóstico produtivo, econômico e de políticas públicas para o setor agropecuário e agroindustrial da sua área de atuação, constatando as atuais políticas públicas que interferem no setor e as potencialidades e entraves deste mercado. O Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) elaborado pela instituição também contempla diretrizes e ações voltadas para o setor.

Agora a Sudene quer ouvir a sociedade, que pode contribuir com a sugestão de ações que possam incorporar esse trabalho. Os interessados devem acessar o site da Sudene (www.sudene.gov.br) e seguir as orientações contidas na página. A agropecuária é uma das principais atividades da economia brasileira, sendo a produção do campo responsável por 5 a 7% do PIB nacional. A contribuição para o PIB chega próximo de 26% quando se agregam as etapas anteriores e posteriores ao campo. O Nordeste, com uma população superior a 50 milhões de habitantes, possui 20% do território brasileiro onde vivem 29% da população do país. Cabe destacar, que na região residem 23,5% da população urbana do Brasil e 46% de sua população é rural.


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Prefeitura de Abreu e Lima

20/09


2019

ONU atenta a Bolsonaro

Em seu artigo no Estadão, hoje, Fernando Gabeira observa que os discursos de presidentes brasileiros na abertura da Assembleia Geral da ONU costumam ser ouvidos com desinteresse protocolar, mas com Jair Bolsonaro será diferente. “Em termos diplomáticos, Bolsonaro tem dito barbaridades, se consideramos que fala pelo País. Zombou da mulher de Macron, ironizou a Alemanha, criticou a Noruega e defendeu a ditadura de Augusto Pinochet. Pesa contra ele, também, sua desconfiança da ONU e de instrumentos internacionais, incluídos os que trabalham com as mudanças climáticas”, lembra o articulista.

Ele lembra que o conceito de soberania está em debate no mundo todo, não só no Brasil. “Bolsonaro já é uma espécie de vilão na imprensa internacional. Trabalhou para isso e parece não se importar muito com as consequências para a imagem do Brasil. Afinal, os estrangeiros não votam”.

Gabeira aponta que um caminho virtuoso seria reconhecer como legítimo o interesse internacional pela Amazônia e se abrir à cooperação. “Não há contradição entre cooperação multilateral e soberania, desde que os objetivos sejam idênticos: manter a floresta em pé, recompor parte dela, explorar seus recursos de forma sustentável, melhorar as condições de 28 milhões de pessoas em nove Estados do País”.


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Prefeitura de Limoeiro

20/09


2019

Empresa sueca investe no Brasil

Por Gilson Machado Neto*

Estive com o CEO da empresa sueca SF Marina, Michael Sigvardsson, maior empresa de construção de Marinas Ecologicamente corretas do mundo, que apresenta soluções sustentáveis para marinas em rios e oceanos. A empresa já fabricou mais de 1.500 marinas e está presente em mais de 50 Países. Cada marina tem garantia de duração por 50 anos.

Ao final do encontro, ele me confessou que a empresa está pronta para se instalar no Brasil, acreditando no novo momento do nosso Governo e o estímulo ao Setor Náutico por nós tão difundido.

O investimento inicial será em torno de 1 milhão de euros, com um grande potencial de geração de emprego. Cada barco ancorado em uma marina gera 7 empregos diretos e indiretos. Lá eles só usam barco 2 a 3 meses por ano. Segundo ele, temos o maior potencial do mundo.

*Presidente da Embratur


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20/09


2019

Fim de semana palestrando

Cheguei, ontem, de Brasília, onde tive uma semana agitada, mas super produtiva. Depois de morar por 15 anos na corte, estabeleci a rotina de mergulhar nos seus bastidores num intervalo de 15 dias a cada mês. Vale o esforço. A notícia quando não brota em Brasília culmina por lá.

Adiantei três fatos importantes: a divisão do PT nacional em relação à pré-candidatura de Marília Arraes a Prefeitura do Recife, através de uma belíssima entrevista com o deputado José Guimarães (CE), líder das Minorias na Câmara dos Deputados. 

De lá, informei, também em primeira mão, que o Diário de Pernambuco trocou de comando acionário, saindo das mãos dos irmãos Rands para o empresário Carlos Frederico Vital, ex-chefe da segurança do empresário e deputado Luciano Bivar, presidente nacional do PSL.

Com isso, o jornal sai de uma linha editorial de esquerda, servindo ao socialismo do PSB, para se atrelar ao Governo Bolsonaro. É o primeiro veículo histórico do País a fazer igual travessia. Apesar de atravessar turbulências financeiras, o velho DP, onde comecei minha trajetória profissional, é quase bicentenário, grife de mais antigo em circulação na América Latina.

Por fim, em meio ao agitado dia de ontem, quando cobri a operação da Polícia Federal no gabinete do líder do Governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB), em buscas de documentos que pudessem comprovar contratos irregulares quando ministro da Integração, antecipei, em furo nacional, que, ontem mesmo, o ministro Sérgio Moro iria a Pernambuco em avião da FAB com FBC cumprir agenda em Paulista, região metropolitana de Recife.

O fim de semana vai ser para transmitir experiências. Amanhã, no Cabo, participo de um seminário destinado a estudantes de Jornalismo. Falo sobre a praga das fake news, as notícias falsas que contaminam o descontrolado território online da informação.

No domingo, estarei em Surubim. A convite da jornalista Maluma Marques, do Jornal Terra da Gente, falo para integrantes da Associação de Jornalistas e Escritores do Brasil sobre literatura jornalística. Vai ser no auditório do Reserve Hotel, por volta das 9 horas.


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Magno coloca pimenta folha

20/09


2019

Coluna desta sexta na Folha

Onyx e Moro armaram operação

O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), que teve, ontem, o seu gabinete e o do filho, deputado Fernando Filho (DEM), vasculhados numa operação muito estranha da Polícia Federal, pode ter sido vítima de um complô armado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, coma anuência do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Apurei, ontem, em Brasília, que Lorenzoni e Moro aguardavam apenas a manutenção de Valeixo no comando da Polícia Federal para destruir de vez a reputação de Fernando Bezerra. A invasão aos gabinetes de pai e filho coincidiu no dia seguinte a efetivação de Valeixo e após o Senado, com o voto de FBC, rejeitar a recondução de procuradores para o Ministério Público Federal, figurões ligados a Moro.

FBC vivia momento de fortalecimento no Governo, elogiado pelo presidente e estava cotado para assumir a Casa Civil, justamente no lugar do seu suposto algoz. Há cheiro de molecagem no ar.

O dedo de moro – Moro ficou muito mal no episódio. Se não sabia, perdeu completamente o controle da Policia Federal. Se estava a par de tudo, foi de uma deslealdade extrema com Fernando Bezerra e ao mesmo tempo expôs o presidente Bolsonaro. Afinal, FBC até ontem não era um senador comum, mas o escudo do Governo para missões até quase impossíveis como líder na chamada Casa Alta.

Agenda em PE – Há dez dias, Sérgio Moro pediu ao senador Fernando Bezerra para agendar sua ida a Paulista para ontem, dia da operação da PF. Queria vistoriar o plano de combate à violência e a estrutura montada na cidade. Na terça-feira passada, ligou para o líder e cancelou a programação, sem apresentar motivos. O avião da FAB já estava reservado para levá-los a Pernambuco.

E Bolsonaro? – A invasão ao gabinete do senador e do seu filho provocou reações as mais diversas. Pego de calças curtas, FBC emitiu de imediato uma nota, através do seu advogado, estranhando o episódio. Mais tarde, diante de jornalistas, comunicou ter colocado o cargo de líder no Senado ao presidente Bolsonaro. A armadilha pode ter sido obra também de Bolsonaro.

Do contra – Da bancada pernambucana, não foi apenas o líder do Cidadania, Daniel Coelho, que votou contra as mudanças no fundo eleitoral no texto enviado pelo Senado. Seguiram o mesmo caminho os deputados Raul Henry (MDB), Ricardo Teobaldo (Podemos), Felipe Carreras (PSB), Pastor Eurico (PSB) e Túlio Gadelha (PDT).

Sem projeto – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reclamou a deputados que teve que remontar, de última hora, com base no que já passou no Congresso, uma proposta de reforma tributária, porque o Governo, simplesmente, não enviou nenhum projeto para discussão na Casa.

RIDÍCULO – Sem obras para inaugurar, nem muito menos projetos para levar à discussão da população, o prefeito de Carpina, Manoel Botafogo (PDT), caiu na galhofa depois de enviar convites para inauguração de uma filial do Atacadão se apropriando como tal como conquista do seu desgoverno.

Perguntar não ofende: Que mal o senador Fernando Bezerra fez ao ministro Onyx Lorenzoni para sofrer perseguição implacável?


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Comentários

Fernandes

Lava Jato reconhece derrota para Vaza Jato. No mesmo dia em que o Senado recusou-se a aprovar a indicação de dois membros do CNMP por serem apoiadores de Dallagnol e de Thaméa Danelon perder a chefia da Lava Jato em Brasília, Dallagnol reconhece a derrota da máfia dos procuradores.

Fernandes

PSL perderá 7 deputados com decisão do TSE sobre laranjal. E agora, cabra safado?

Fernandes

Sabe qual o slogam da campanha da esquerda Argentina? Não podemos deixar a Argentina virar Brasil ! Kkkk

Fernandes

Fora marluxo mamadeira de piroca de camaragibe, cabo eleitoral de Meira e Taty Dantas.

marcos

Quero a imprensa seria, imparcial e a favor do Brasil


Banner de Arcoverde

20/09


2019

Novas regras eleitorais: veto pode gerar crise

Bolsonaro pode abrir crise com Congresso se vetar novas regras eleitorais, dizem parlamentares.

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Blog da Andréia Sadi

 

A cúpula do Congresso Nacional acompanha com lupa os movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação ao projeto que estabelece novas regras eleitorais. Parlamentares ouvidos pelo blog avaliam que, se Bolsonaro vetar trechos considerados essenciais, poderá abrir uma crise com o Poder Legislativo.

Entre outros pontos, a proposta cria um fundo eleitoral sem valor definido para financiar as campanhas do ano que vem.

Para alguns parlamentares, o presidente até pode vetar um trecho ou outro do projeto sem grandes consequências para os trabalhos com o Legislativo. Mas há preocupação com um eventual veto ao ponto tido como fundamental: justamente o que trata do fundo.

Deputados e senadores ouvidos pelos blog repetem que já tiveram o desgaste de se "expor" em nome da "sobrevivência política", votando a favor do fundo mesmo à revelia da opinião pública e apesar da crise nas contas públicas.

Diante disso, esses parlamentares argumentam que, se Bolsonaro vetar a criação do fundo, como defendem alguns aliados, terão de lidar com um segundo desgaste: derrubar o veto mesmo diante da possibilidade de novas críticas surgirem.

Nos bastidores, o argumento é o de que a eleição do ano que vem envolve mais candidatos, vai ser maior e, portanto, precisa de mais recursos.

Para valer em 2020, a lei precisa ser sancionada por Bolsonaro até 4 de outubro. Inicialmente, os líderes partidários chegaram a anunciar um acordo para manter o fundo com o mesmo montante da eleição de 2018 (R$ 1,7 bilhão), mas caberá à Comissão do Orçamento fixar o valor.

Confira a íntegra aqui: Bolsonaro pode abrir crise com Congresso se vetar novas ...


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20/09


2019

Flávio Bolsonaro irritado com o governador do RJ

Irritação de Flávio Bolsonaro com Witzel tem componente pessoal.

Foto: Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro - Fonte: O DIA

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A irritação de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) com Wilson Witzel (PSC) tem componente pessoal. A advogada Natália Nicolau, filha do juiz Flávio Nicolau, que quebrou o sigilo bancário e fiscal do senador, é assessora da Casa Civil do governador do Rio. Sua nomeação, no entanto, ocorreu dias antes de o magistrado se tornar responsável pelo caso via sorteio eletrônico.

“Antes de 15 de abril [data da nomeação da filha] eu ainda não era o juiz da causa”, diz Nicolau. No Palácio Guanabara, cogitou-se até a exoneração da advogada quando chegou a informação de que seu pai assumiria o caso. Mas a ideia foi descartada.


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