Faculdade de Medicina de Olinda

20/09


2019

Coluna desta sexta na Folha

Onyx e Moro armaram operação

O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), que teve, ontem, o seu gabinete e o do filho, deputado Fernando Filho (DEM), vasculhados numa operação muito estranha da Polícia Federal, pode ter sido vítima de um complô armado pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, coma anuência do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Apurei, ontem, em Brasília, que Lorenzoni e Moro aguardavam apenas a manutenção de Valeixo no comando da Polícia Federal para destruir de vez a reputação de Fernando Bezerra. A invasão aos gabinetes de pai e filho coincidiu no dia seguinte a efetivação de Valeixo e após o Senado, com o voto de FBC, rejeitar a recondução de procuradores para o Ministério Público Federal, figurões ligados a Moro.

FBC vivia momento de fortalecimento no Governo, elogiado pelo presidente e estava cotado para assumir a Casa Civil, justamente no lugar do seu suposto algoz. Há cheiro de molecagem no ar.

O dedo de moro – Moro ficou muito mal no episódio. Se não sabia, perdeu completamente o controle da Policia Federal. Se estava a par de tudo, foi de uma deslealdade extrema com Fernando Bezerra e ao mesmo tempo expôs o presidente Bolsonaro. Afinal, FBC até ontem não era um senador comum, mas o escudo do Governo para missões até quase impossíveis como líder na chamada Casa Alta.

Agenda em PE – Há dez dias, Sérgio Moro pediu ao senador Fernando Bezerra para agendar sua ida a Paulista para ontem, dia da operação da PF. Queria vistoriar o plano de combate à violência e a estrutura montada na cidade. Na terça-feira passada, ligou para o líder e cancelou a programação, sem apresentar motivos. O avião da FAB já estava reservado para levá-los a Pernambuco.

E Bolsonaro? – A invasão ao gabinete do senador e do seu filho provocou reações as mais diversas. Pego de calças curtas, FBC emitiu de imediato uma nota, através do seu advogado, estranhando o episódio. Mais tarde, diante de jornalistas, comunicou ter colocado o cargo de líder no Senado ao presidente Bolsonaro. A armadilha pode ter sido obra também de Bolsonaro.

Do contra – Da bancada pernambucana, não foi apenas o líder do Cidadania, Daniel Coelho, que votou contra as mudanças no fundo eleitoral no texto enviado pelo Senado. Seguiram o mesmo caminho os deputados Raul Henry (MDB), Ricardo Teobaldo (Podemos), Felipe Carreras (PSB), Pastor Eurico (PSB) e Túlio Gadelha (PDT).

Sem projeto – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reclamou a deputados que teve que remontar, de última hora, com base no que já passou no Congresso, uma proposta de reforma tributária, porque o Governo, simplesmente, não enviou nenhum projeto para discussão na Casa.

RIDÍCULO – Sem obras para inaugurar, nem muito menos projetos para levar à discussão da população, o prefeito de Carpina, Manoel Botafogo (PDT), caiu na galhofa depois de enviar convites para inauguração de uma filial do Atacadão se apropriando como tal como conquista do seu desgoverno.

Perguntar não ofende: Que mal o senador Fernando Bezerra fez ao ministro Onyx Lorenzoni para sofrer perseguição implacável?


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Governo de PE

20/09


2019

Novas regras eleitorais: veto pode gerar crise

Bolsonaro pode abrir crise com Congresso se vetar novas regras eleitorais, dizem parlamentares.

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Blog da Andréia Sadi

 

A cúpula do Congresso Nacional acompanha com lupa os movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação ao projeto que estabelece novas regras eleitorais. Parlamentares ouvidos pelo blog avaliam que, se Bolsonaro vetar trechos considerados essenciais, poderá abrir uma crise com o Poder Legislativo.

Entre outros pontos, a proposta cria um fundo eleitoral sem valor definido para financiar as campanhas do ano que vem.

Para alguns parlamentares, o presidente até pode vetar um trecho ou outro do projeto sem grandes consequências para os trabalhos com o Legislativo. Mas há preocupação com um eventual veto ao ponto tido como fundamental: justamente o que trata do fundo.

Deputados e senadores ouvidos pelos blog repetem que já tiveram o desgaste de se "expor" em nome da "sobrevivência política", votando a favor do fundo mesmo à revelia da opinião pública e apesar da crise nas contas públicas.

Diante disso, esses parlamentares argumentam que, se Bolsonaro vetar a criação do fundo, como defendem alguns aliados, terão de lidar com um segundo desgaste: derrubar o veto mesmo diante da possibilidade de novas críticas surgirem.

Nos bastidores, o argumento é o de que a eleição do ano que vem envolve mais candidatos, vai ser maior e, portanto, precisa de mais recursos.

Para valer em 2020, a lei precisa ser sancionada por Bolsonaro até 4 de outubro. Inicialmente, os líderes partidários chegaram a anunciar um acordo para manter o fundo com o mesmo montante da eleição de 2018 (R$ 1,7 bilhão), mas caberá à Comissão do Orçamento fixar o valor.

Confira a íntegra aqui: Bolsonaro pode abrir crise com Congresso se vetar novas ...


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Governo de PE

20/09


2019

Flávio Bolsonaro irritado com o governador do RJ

Irritação de Flávio Bolsonaro com Witzel tem componente pessoal.

Foto: Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro - Fonte: O DIA

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A irritação de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) com Wilson Witzel (PSC) tem componente pessoal. A advogada Natália Nicolau, filha do juiz Flávio Nicolau, que quebrou o sigilo bancário e fiscal do senador, é assessora da Casa Civil do governador do Rio. Sua nomeação, no entanto, ocorreu dias antes de o magistrado se tornar responsável pelo caso via sorteio eletrônico.

“Antes de 15 de abril [data da nomeação da filha] eu ainda não era o juiz da causa”, diz Nicolau. No Palácio Guanabara, cogitou-se até a exoneração da advogada quando chegou a informação de que seu pai assumiria o caso. Mas a ideia foi descartada.


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Prefeitura do cabo

20/09


2019

Salas de cinema do Recife recusam filme do MBL

Salas de cinema do Recife recusam exibição de filme do MBL sobre impeachment.

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Apoiadores do MBL no Recife tentaram exibir em salas de cinema o documentário do movimento sobre o impeachment de Dilma Rousseff (PT), “Não Vai Ter Golpe”. Receberam resposta negativa após revelarem qual seria o filme.

 rede UCI respondeu não poder alugar a sala por não ser “atividade autorizada em nosso contrato de locação”. Já no Cinemark, um funcionário afirmou que a rede não exibe filmeário ss políticos. A empresa, no entanto, declara que nenhum funcioneu recusou o pedido.


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20/09


2019

Thaméa Danelon não comandará Lava Jato no DF

Thaméa Danelon não deve mais ser nomeada para chefiar força-tarefa da Lava Jato em Brasília. Plano mudou após mensagens revelarem procuradora atuando pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes.

Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

A procuradora Thaméa Danelon não deve mais ser nomeada para chefiar a força-tarefa da Lava Jato que atua na PGR (Procuradoria-Geral a República), em Brasília.

Ela já tinha conversado sobre a possibilidade com Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para comandar a PGR.

Aras se mostrou simpático à ideia —mas o plano mudou com a divulgação de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil que mostraram Thaméa atuando pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Magistrados da corte passaram a ver a eventual nomeação dela como um desrespeito —Thaméa não assumiu a autoria da peça, mas sim redigiu o texto a pedido de um advogado, Modesto Carvalhosa.

O procurador Deltan Dallagnol também estaria com os dias contados na coordenação da Lava Jato em Curitiba –a queda dele, no entanto, ainda não é tida como certa.

Aras estaria dando sinais trocados sobre a retirada de Deltan do cargo. O procurador goza de prestígio entre os colegas e retirá-lo da Lava Jato geraria desgaste.


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Prefeitura de Abreu e Lima

20/09


2019

Bolão: vencedores doarão para o Lula Livre

Vencedores do bolão da Mega-Sena vão fazer doações para a Vigília Lula Livre.

Foto/fonte: Brasil247

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Me dá um dinheiro aí Vencedores do bolão da liderança do PT na Câmara pretendem fazer doações para a Vigília Lula Livre, em Curitiba. O dinheiro da Mega-Sena, no entanto, não deve ser usado pelos novos milionários para viver de renda. A maior parte diz que não vai largar o emprego.

Em meio a piadas e memes, quem não participou do bolão tenta encarar a situação com bom humor. “Paciência. Tem que trabalhar a cabeça para prevalecer a alegria pela sorte da galera”, afirma Rogério Tomaz, coordenador da comunicação da liderança do PT e um dos que não ficaram ricos.


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Magno coloca pimenta folha

20/09


2019

Meirelles: prédio de R$ 1,2 bi causará aperto no TJ

Prédio de R$ 1,2 bi do TJ de SP deve gerar aperto para tribunal, diz Meirelles. Assunto também provoca polêmica entre integrantes da corte e o presidente, Manoel Pereira Calças.

Foto: Gustavo Raniere/MF - 5.9.17- Fonte: IG

Folha de S. Paulo - Painel S.A.

Por Renata Cunha

 

O projeto do Tribunal de Justiça de São Paulo para construção de um novo edifício que vai abrigar os gabinetes dos magistrados na capital e custará R$ 1,2 bilhão tem sido observado com ressalvas por Henrique Meirelles (foto). Atual secretário da Fazenda do estado, Meirelles, que é um perseguidor histórico do equilíbrio das contas de governos, ressalva que o órgão judiciário tem sua independência orçamentária, mas prevê que a iniciativa vai provocar aperto no tribunal

Desequilíbrio “Eles decidiram fazer esse investimento, que vai ser uma alocação de recursos do Judiciário. Não é algo decidido pelo executivo. Vai gerar, certamente, um aperto dentro do próprio judiciário”, diz Meirelles.

O assunto provoca polêmica entre os integrantes da corte e o presidente, Manoel Pereira Calças, mas também é mal visto no governo. Só o projeto executivo envolve mais de R$ 25 milhões. Prevê 30 elevadores e até heliponto para o edifício dos gabinetes dos desembargadores.

“A situação fiscal de São Paulo é equilibrada. Não é dramática como a de outros estados, mas não há recursos liberados para investimentos, a não ser essencialmente prioritários”, diz Meirelles


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Prefeitura de Limoeiro

20/09


2019

Suplente da senadora Juíza Selma fica no PSL

Suplente da senadora Juíza Selma, que foi para o Podemos, decide ficar no PSL.

(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

Suplente da senadora Juíza Selma (MT), o ruralista Beto Possamai decidiu ficar no PSL, ao contrário dela, que migrou para o Podemos. 

Uma doação dele na pré-campanha do ano passado ameaça o mandato da senadora, acusada de caixa dois. 

“Os petralhas armaram direitinho contra nós dois”, afirma ele, que pode ser cassado junto com a parlamentar.


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