FMO janeiro 2020

31/05


2020

Não estamos em 1964

Por Beto Albuquerque*

Não estamos em 1964! A imprensa séria, livre e democrática não vai apoiar golpe de estado, nem as forças armadas estarão unidas nesta atrocidade autoritária contra a liberdade, os governos estaduais não entrarão nesta onda antidemocrática como em 64.

Há 32 anos conquistamos a liberdade. Hoje 70% do povo brasileiro não está nessa! Beira o ridículo um governo eleito pregar ou desejar um golpe militar! 

Afinal, o primeiro a ser deposto é o próprio presidente! 

Em 2020, a sociedade livre não vai mais na conversa fiada da proteção a família e contra o comunismo!

*Vice-presidente de Relações Governamentais do PSB


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Comentários

Fernandes

Torcidas de futebol se unem em defesa da democracia e contra o fascismo. Fora Bozonaro.

marcos

Ô seu Beto, vá tomar banho na praia de boa viagem, pra vê se estamos em uma Ditadura do PSB ou não!


Detra maio 2020 CRLV

31/05


2020

O legado do meu pai

Prezado jornalista Magno Martins,

Quero externalizar meu contentamento com o artigo intitulado "Uchoa e a imprensa", publicado no seu blog na manhã deste domingo.

Nele, o nobre jornalista revisita a biografia e o legado deixado pelo meu pai, o saudoso deputado e ex- presidente da Alepe, Guilherme Uchoa, bem como sua relação com os meios de comunicação.

Como bem disse no texto, ele era apaixonado pela atividade política. Deixou como principal marca, o fato de ter exercido cargos nos três poderes (Judiciário, Legislativo e Executivo).

A modernização do prédio da Assembleia Legislativa soma-se à capacidade de diálogo e entendimento com seus pares, os demais poderes e à sociedade civil.

Como já havia dito em outra oportunidade, Dr Guilherme nutria por você muita admiração e respeito. Enche- me de alegria saber que a recíproca também era verdadeira.

Em relação ao convívio dele com a mídia, realmente foi marcado por altos e baixos. Mas uma coisa é certa: ele sempre teve a grandeza de lidar com o contraditório, e compreender o papel reservado à imprensa.

Por essas e por outras, soube escrever o seu nome na história de Pernambuco.

Guilherme Uchoa Júnior, deputado e segundo vice-presidente da Alepe


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Abreu e Lima

31/05


2020

Retórica do PSB vira pó

O discurso de perseguição política do PSB de Pernambuco pelas investigações de irregularidades da Prefeitura do Recife na compra de respiradores fica ainda mais sem pé nem cabeça quando olhamos para outros Estados do País, que tiveram os seus secretários de saúde afastados e até mesmo governadores alvos de pedidos de impeachment pelas assembleias legislativas estaduais. 

Em Santa Catarina, o secretário de saúde, Helton Zeferino, pediu exoneração do cargo por estar sendo investigado pela Polícia Civil, Ministério Público e Assembleia Legislativa. O motivo foi a suspeita de irregularidades nas compras sem licitação de 200 respiradores pulmonares por R$ 33 milhões. O Governador do Estado, Carlos Moisés, é do PSL. 

No Amazonas, um pedido de impeachment foi aberto pela Assembleia Legislativa contra o governador Wilson Miranda Lima, do PSC, após o Governo do Estado ter comprado respiradores a uma loja de vinhos. A compra também está sendo investigada pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Em Roraima, o pagamento antecipado de contrato para aquisição de respiradores provocou a queda do secretário de Saúde, Francisco Monteiro. O Estado é governado por Antonio Denarium, do PSL. Pedidos de impeachment contra o governador também já foram protocolados na Assembleia Legislativa local.


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Comentários

marcos

Todo mundo sabe que o PSB Rouba até pano de pereba, agora Geraldo Júlio merece Aníbal Bruno ao invés do Cotel, o cara é descarado. Comprar respirador pra porco e usar no povo do Recife é Foda, usa na tua mãe Ladrão!


Prefeitura do Ipojuca

31/05


2020

Confronto entre PM e manifestantes em SP

Em São Paulo, um ato convocado por torcidas uniformizadas resultou em confusão, na tarde de hoje. Houve confronto com a Polícia Militar, que utilizou bombas e balas de borracha para dispersar os manifestantes na Avenida Paulista.

O ato surgiu com o mote de defesa da democracia. O conflito segue e parte dos manifestantes continua no local. Alguns deles estão arrancando diversos objetos para fazer barricadas no meio da Avenida.

Neste domingo, grupos a favor e contrários ao presidente Jair Bolsonaro estiveram na Avenida Paulista.


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31/05


2020

José Múcio e Collor, as lives da semana

Na sequência de entrevistas com personalidades nacionais pelas lives do Instagram do blog, na terça-feira (02) o convidado é o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro. Já na quinta (04), o ex-presidente e senador por Alagoas Fernando Collor (Pros).

Na pauta de ambos, a crise na saúde pública provocada pela pandemia do coronavírus e suas consequências na política e na economia. Sempre às 19h. Se você não segue ainda o Instagram do blog, o endereço é @blogdomagno.


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Banco de Alimentos

31/05


2020

Celso de Mello teme golpe militar

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello revela temer nova intervenção militar no Brasil. Na madrugada de hoje, o decano da Suprema Corte enviou aos demais integrantes do STF uma mensagem, com teor de preocupação. Ele citou Hitler no texto, conforme relata O Antagonista.

“É preciso resistir à destruição da ordem democrática, para evitar o que ocorreu na República de Weimar, quando Hitler não hesitou em romper e nulificar a progressista, democrática e inovadora Constituição de Weimar”, escreveu o ministro.

Leia a mensagem completa:

“GUARDADAS as devidas proporções, O “OVO DA SERPENTE”, à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933) , PARECE estar prestes a eclodir NO BRASIL! É PRECISO RESISTIR À DESTRUIÇÃO DA ORDEM DEMOCRÁTICA, PARA EVITAR O QUE OCORREU NA REPÚBLICA DE WEIMAR QUANDO HITLER, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg, em 30/01/1933, COMO CHANCELER (Primeiro Ministro) DA ALEMANHA (“REICHSKANZLER”), NÃO HESITOU EM ROMPER E EM NULIFICAR A PROGRESSISTA  DEMOCRÁTICA E INOVADORA CONSTITUIÇÃO DE WEIMAR, de 11/08/1919 , impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição, em março de 1933, da LEI (nazista) DE CONCESSÃO DE PLENOS PODERES (ou LEI HABILITANTE) que lhe permitiu legislar SEM a intervenção do Parlamento germânico!!!! ‘INTERVENÇÃO MILITAR’, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, NADA MAIS SIGNIFICA, na NOVILÍNGUA bolsonarista, SENÃO A INSTAURAÇÃO , no Brasil, DE UMA DESPREZÍVEL E ABJETA DITADURA MILITAR !!!!”


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Prefeitura de Serra Talhada

31/05


2020

Loucos e poucos, diz Moro sobre ato contra STF

Estadão

O ex-ministro Sérgio Moro classificou como ‘loucos’ os participantes de ato bolsonarista realizado na noite deste sábado, 30, em Brasília. Liderados pela ativista Sara Winter, investigada pela Polícia Federal, o grupo empunhou tochas e usou máscaras em ação vista por autoridades como semelhante aos protestos da Ku Klu Klan (seita supremacista branca) nos Estados Unidos, em 2017.

“Tão loucos mas, ainda bem, tão poucos. O único inverno chegando é o das quatro estações”, provocou Moro, fazendo um ‘trocadilho’ com o sobrenome artístico da ativista, Winter (inverno, em inglês).

 


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O Jornal do Poder

31/05


2020

Construindo um Estado miliciano

Por Ayrton Maciel

Uma polícia federal é boa se investigar os “inimigos” políticos, vazar informações, devassar e destruir reputações; uma polícia federal está "aparelhada" e é persecutória, agride e ameaça "a liberdade" se investigar “meus filhos e meus militantes”. Uma Justiça é boa se “me contempla e é servil”, uma Justiça é parcial se "me impede de fazer o que quero e pode condenar os meus por delitos”. Eis um pensamento tirano, eis um pretendente: Jair Bolsonaro. "Eu blindo os meus e persigo e puno os teus", raciocina uma mente tirana.

O presidente da República, no alto dos delírios - um dia conciliador, o outro, terror - não esta só. Bolsonaro não se limita a suas milícias virtuais. Calculista, o presidente conta com generais como aliados, pelo menos os que estão no terceiro andar do Planalto. Militantes digitais e de rua, militares radicais e o mundo obscuro do sistema de segurança do Estado dão a Bolsonaro a sensação de poder para  blindar a si mesmo, os filhos e os "amigos" contra investigações e processos. Blindagem contra a autonomia da Polícia Federal, a independência constitucional do STF e do Congresso e a oposição de seus adversários políticos. A parcela eleitoral, que decresce nas ruas, serve-lhe como massa de propaganda.

No Brasil de hoje é improvável um Estado fascista, mesmo que generais de extrema-direita estejam ao redor do presidente, porque a formação ideológica restrita da maioria do governo não respalda essa possibilidade. Os contextos externos e internos também são desfavoráveis a aventuras desconexas do mundo. Mas, e um Estado fora da lei? Um Estado policialesco? Um Estado miliciano? Aquele que sirva aos interesses de uma família, de um grupo, de uma ideia de "limpeza" social que se concilie com a ocultação dos malfeitos do governo.
 
Um Estado que atropele a Constituição, algeme as instituições e tente silenciar a oposição não ficaria impune ao final. Antes, porém, faria seu estrago. O receio que existe tem sentido nas frequentes ameaças. Não está unicamente nas faixas dos militantes nas ruas. Está mais nas palavras, vídeos e redes digitais de Bolsonaro, seus filhos e de militares, como o general Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional. Ao receio interno se junta a imagem de párea que o Brasil acaba passando no concerto das nações democráticas a cada ameaça verborrágica. Uma ditadura sob controle de uma família seria uma encenação ridícula de circo mambembe. 

Em um ano e cinco meses de governo, não são só as ideias e surtos ditatoriais que têm assustado o país. A obsessão por liberação de armamento, a violência como discurso político de segurança e como solução contra a violência urbana, a pregação do ódio e do militarismo e as relações com milicianos cariocas complementam o teatro governista. A apologia a 64, a desconsideração a organismos internacionais, a leitura distorcida da história, a saudação a personagens que cometeram crimes contra a humanidade e os direitos humanos, tudo agrega-se a um governo que arrisca-se a ficar fora da Constituição.

Atacar a imprensa e jornalistas, macular adversários e apontar conspiração inimiga nas instituições que limitam as ações ilegais parecem parte da estratégia de poder. Ameaçar descumprir ordens do STF seria, porém, o gesto mais irracional de Bolsonaro. Não seriam as milícias digitais ou as armadas que dariam segurança a um Estado fora da lei. Muito menos os generais leais iriam querer ser confundidos. O jogo de Bolsonaro e seus radicais correria o risco de não suportar uma aposta alta.  
  
*Jornalista


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Shopping Aragão

31/05


2020

Torcidas rivais unidas contra Bolsonaro em SP

UOL

Um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) junta torcedores do Corinthians e do Palmeiras na Avenida Paulista no início da tarde deste domingo (31).

Por volta das 13h, a manifestação juntava centenas de pessoas e bloqueava a via no sentido Consolação. A exemplo de protestos a favor do presidente nas últimas semanas, os manifestantes produziam uma grande aglomeração.

No início da tarde, A segurança da PM era reforçada no local.

"O futebol é o que une as pessoas nesse país, não poderia ser diferente em um momento como esse", afirma o autônomo Wagner de Souza, de 45 anos e torcedor do Palmeiras.

Ele chegou ao vão do Masp (Museu de Arte Moderna de São Paulo), onde a maioria dos manifestantes está de preto ou carrega adereços do Corinthians, acompanhado de um grupo de dezenas de Pmeirenses autodenominado "Palestra Antifacista."


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Comentários

Fernandes

Coisa linda. Grande dia, contra o Bozovírus.



31/05


2020

A cavalo, Bolsonaro participa de ato

Em cima de um cavalo, o presidente Jair Bolsonaro participou de ato realizado por seus apoiadores, hoje, em Brasília. Sem máscara e sem capacete, acenou e cumprimentou os seus seguidores.

Mais cedo, Bolsonaro sobrevoou a Esplanada dos Ministérios de helicóptero, ao lado do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.


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