Faculdade de Medicina de Olinda 2

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2019

Bolsonaro comenta renúncia de Evo Morales

Bolsonaro voltou a comentar a renúncia de Evo Morales e publicou "grande dia" nas redes sociais. "A palavra golpe é usada quando a esquerda perde", acrescentou Bolsonaro.

Jair Bolsonaro e Evo Morales (Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil/ Pedro Ugarte/ AFP/VEJA)

Por Da Redação da Veja

 

Horas após defender a instauração do voto impresso no Brasil para evitar processos eleitorais conturbados como o que culminou com a renúncia de Evo Morales, Jair Bolsonaro voltou a comentar a queda do chefe de Estado boliviano desde 2006. Em entrevista ao jornal O Globo, questionado se a saída de Evo foi um golpe, o presidente brasileiro declarou que a palavra golpe é usada pela esquerda “quando perdem”.

“A palavra golpe é usada muito quando a esquerda perde, né? Quando eles ganham, é legítimo. Quando eles perdem, é golpe. Eu não vou entrar nessa narrativa deles aí. A esquerda vai falar que houve golpe agora”, disse Bolsonaro.

O presidente brasileiro também foi às redes sociais durante a noite para publicar que o domingo foi um “grande dia”.

No cargo desde 2006, Evo Morales renunciou neste domingo à presidência da Bolívia. O anúncio foi feito pela televisão, em rede nacional, após as forças armadas do país pedirem publicamente a saída do mandatário. Mais cedo, o agora ex-presidente havia anunciado que as eleições do último dia 20, na qual fora reeleito, foram anuladas e que convocaria nova votação. A OEA apontou fraudes no pleito.

Bolsonaro já havia declarado anteriormente que considerava o resultado das eleições bolivianas – que a princípio reelegeram Evo em primeiro turno – como “suspeito”. Embora tenha feito críticas à esquerda latino-americana de forma geral, o presidente brasileiro chegou a ponderar e dizer que “não queria problema” com o presidente boliviano.

Após a renúncia de Evo, o Itamaraty emitiu nota dizendo que “o Brasil considera pertinente a convocação de novas eleições gerais em resposta às legítimas manifestações do povo e às recomendações da OEA, após a constatação das graves irregularidades”. O ministério afirmou, ainda que os brasileiros confiam que a transição “será inteiramente constitucional”.


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Comentários

marcos

Seria a penteicostal? Kkk

marcos

Desculpem. Mobral Fake

marcos

Que igreja é essa pentecostais? Kkkkk Ui moral Fake

Fernandes

Áudios envolvem Bolsonaro e igrejas brasileiras no golpe na Bolívia. Matéria públicada pelo site Brasil 247 envolvem o governo Bolsonaro e igrejas pentecostais do Brasil no Golpe na Bolívia.


Prefeitura de Abreu e Lima

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2019

Joice Hassellmann prepara ataque a Bolsonaro

Valter Campanato/Agência Brasi

O Dia

 

A deputada federal e ex-líder do governo no Congresso, Joice Hasellmann (PSL-SP), promete causar polêmica em seu depoimento na CPMI das Fake News, esta semana. 

Segundo a coluna de Lauro Jardim (O Globo), ela prepara ataque ao presidente Jair Bolsonaro. 

De acordo com as informações, Joice reuniu perfis falsos usados pelos bolsonaristas e vai pedir a quebra do sigilo de endereços de IP. Ainda segundo a coluna, Bolsonaro tenta, nos bastidores, acalmar Joice.


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Prefeitura de Paulista

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2019

Denúncia de suborno no caso Marielle

Foto: Renan Olaz/ Câmara Municipal do Rio

O Dia

 

Um relatório da Polícia Federal, enviado ao Ministério Público do Rio, afirma que o delegado da Polícia Civil Rivaldo Barbosa deve ser investigado no caso Marielle Franco. Na denúncia, Barbosa é apontado por receber R$ 400 mil em propina para evitar que os culpados pela morte da vereadora e do motorista Anderson Gomes fossem descobertos. Ele nega as acusações.

Rivaldo Barbosa, que já chefiou a Polícia Civil do Rio, teria sido citado numa conversa telefônica entre o miliciano Jorge Alberto Moreth, o Beto Bomba, e o vereador Marcello Sicilliano (PHS). Moreth teria dito que Barbosa recebeu dois pagamentos de R$ 200 mil, cada, por meio de um inspetor da DH da Capital identificado como Marcos.

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MPRJ confirmou, em nota, que os áudios telefônicos foram obtidos em ações de busca e apreensão e as “informações estão sendo investigadas sob sigilo”.


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Prefeitura de Serra Talhada

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2019

Evo Morales denuncia "ordem de prisão ilegal"

Morales denuncia "ordem de prisão ilegal" após renúncia. Oposição confirmou mandado contra Evo, que disse ter a residência atacada e vê "golpistas destruindo o Estado de Direito".

Foto: Maxim Shemetov/AP/via Veja

Da Redação da Veja

 

O ex-presidente boliviano Evo Morales, que renunciou neste domingo pressionado por militares e policiais, denunciou que há uma ordem de “prisão ilegal” contra ele.

“Denuncio ao mundo e ao povo boliviano que um oficial da polícia anunciou publicamente que tem a instrução de executar uma ordem de prisão ilegal contra minha pessoa”, tuitou Morales, que anunciou também que “grupos violentos” atacaram sua casa.

Morales, que governou a Bolívia durante quase 14 anos, acrescentou: “Os golpistas destroem o Estado de Direito”.

O líder cívico direitista Luis Fernando Camacho, que liderou o movimento pela renúncia de Morales, confirmou a ordem de prisão.

“Confirmado!! Ordem de apreensão para Evo Morales!! A polícia e os militares estão procurando-o no Chapare”, uma província do cêntrico departamento de Cochabamba, escreveu Camacho. “Os militares o tiraram do avião presidencial e (ele) está escondido no Chapare, pegarão ele! JUSTIÇA!”, acrescentou.

Morales ficou recluso neste domingo na zona cocalera de Chapare, seu berço político, para anunciar sua renúncia, após perder o apoio dos militares e da polícia. O ex-presidente chegou à tarde à bordo do avião presidencial ao aeroporto de Chimoré, que serve ao Chapare, acompanhado do vice-presidente Álvaro García Linera, que também renunciou ao cargo e à presidência do Congresso.

Morales, de 60 anos e que assumiu em 2006, enfrentou três semanas de protestos nas ruas contra sua reeleição nas questionadas eleições de 20 de outubro.

(Com AFP)


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2019

Chile: governo confirma processo para nova constituição

Em meio a manifestações, o governo chileno anunciou a formação de através de um 'Congresso Constituinte'com ampla participação cidadã.

MARTIN BERNETTI / AFP/AFP/via Veja

Da Redação da Veja

 

O governo chileno anunciou na noite deste domingo (10) o início do processo para uma nova Constituição através de um “Congresso Constituinte”, com ampla participação cidadã e um plebiscito que o ratifique, uma manobra que atende a uma das principais demandas surgidas nos protestos sociais.

O ministro do Interior, Gonzalo Blumel, confirmou o anúncio após uma reunião na casa do presidente Sebastián Piñera com os líderes do Chile Vamos, coalizão política que reúne quatro partidos de centro-direita e direita, que até agora eram os mais reticentes a uma mudança profunda da Carta Magna, herdada da ditadura de Augusto Pinochet (1973-90).

(Com AFP)


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Prefeitura de Limoeiro

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2019

Bolívia: presidente do tribunal eleitoral é presa

María Eugenia Choque foi presa por ordem do Ministério Público, que investiga as irregularidades nas eleições de 20 de outubro.

Foto: HO / Bolivia's General Attorney's Office / AFP/AFP/via Veja

Da Redação da Veja

 

A polícia deteve neste domingo a presidente do Tribunal Eleitoral da Bolívia, María Eugenia Choque, por ordem do Ministério Público, que investiga as irregularidades nas eleições de 20 de outubro, informou o comandante geral,  Vladimir Yuri Calderón.

“Queremos anunciar que, graças a um trabalho minucioso da polícia boliviana, se conseguiu a detenção da presidente do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), María Eugenia Choque”, disse Calderón em coletiva de imprensa, horas depois de o presidente Evo Morales renunciar.

O general Calderón disse que também foi detido neste domingo Antonio Costas, que era vice-presidente do TSE, encarregado do sistema informático e que renunciou dois dias após as questionadas eleições de 20 de outubro, nas quais foi reeleito o presidente Evo Morales, segundo a contagem oficial.

Costas renunciou por discordar da decisão de suspender, no dia das eleições, um sistema de contagem rápido de votos durante 20 horas. Quando mais de 80% dos votos haviam sido apurados por este sistema, os resultados apontavam para um segundo turno entre Morales e o ex-presidente Carlos Mesa.

Ao se retomar a contagem rápida, houve uma “drástica e inexplicável” mudança de tendência para a reeleição de Morales no primeiro turno. Além disso, a imprensa boliviana informou que, neste domingo, foi detida também a ex-presidente do tribunal eleitoral da região oriental de Santa Cruz, Sandra Kettels, que havia renunciado em 30 de outubro em meio a questionamentos sobre as eleições.

Morales, no poder desde 2006, renunciou neste domingo depois de perder o apoio das Forças Armadas e da Polícia.

(Com AFP)


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Capacitação de Candidatos

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2019

Colômbia pede "reunião urgente" ao conselho da OEA

O governo da Colômbia solicitou o encontro ao conselho permanente da OEA para 'buscar soluções à complexa situação' na Bolívia.

Foto: Aizar RALDES / AFP/AFP/via Veja

Da Veja - Por AFP

 

O governo da Colômbia pediu neste domingo uma “reunião urgente” do conselho permanente da Organização de Estados Americanos (OEA) pela renúncia do presidente boliviano, Evo Morales.

A Colômbia “solicita à Secretaria Geral a convocação de uma sessão do Conselho Permanente, de maneira urgente, a fim de buscar soluções à complexa situação institucional que se apresenta no Estado Plurinacional da Bolívia”, informou a chancelaria, em comunicado.

O ministério das Relações Exteriores também solicitou que se assegure que “os cidadãos bolivianos possam se expressar livremente nas urnas e eleger um novo governo com plenas garantias para sua participação”.

“A Colômbia expressa sua plena disposição em trabalhar no marco da Organização dos Estados Americanos, em consonância com as instâncias e procedimentos estabelecidos dentro do sistema hemisférico”, acrescentou.

Morales renunciou à presidência neste domingo em uma mensagem transmitida por rede de televisão depois de perder apoio das Forças Armadas e da Polícia após três semanas protestos contra o resultado das eleições de outubro.


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Magno coloca pimenta folha

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2019

Cuba e Venezuela denunciam "golpe" contra Morales

Em publicações nas redes sociais, Nicolás Maduro e Miguel Díaz-Canel mostraram seu apoio ao ex-presidente da Bolívia.

Foto: Pedro Ugarte/AFP/via Veja

Da Veja - Por EFE

 

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel chamaram de “golpe de Estado” o processo que culminou com a renúncia de Evo Morales à presidência da Bolívia neste domingo, em meio a grandes protestos contra o governo, e manifestou apoio ao aliado.

“Condenamos categoricamente o golpe de Estado consumado contra o irmão presidente Evo Morales”, disse Maduro no Twitter. Ele acrescentou ainda que os “movimentos sociais e políticos do mundo” se declaram “em mobilização para exigir a preservação da vida dos povos nativos bolivianos vítimas do racismo”.

Na mesma rede social, Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, condenou o que chamou de “golpe de estado” na Bolívia e manifestou solidariedade a Evo Morales. No Twitter, Díaz-Canel afirmou que “a direita, com violento e covarde golpe de estado, atenta contra a democracia na #Bolivia. Nossa enérgica condenação ao golpe de estado e nossa solidaridade ao irmão Pdte @evoespueblo. O mundo deve se mobilizar pela vida e a liberdade de Evo”, escreveu o chefe do governo cubano, além de colocar as hashtags #EvoNoEstasSolo e #SomosCuba.

Poucas horas antes do anúncio da renúncia de Evo Morales, o presidente cubano havia denunciado uma “estratégia golpista opositora” que promovia “violência que custou mortes, centenas de feridos e expressões condenáveis de racismo em relação aos povos nativos”.

O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, também foi ao Twitter para manifestar apoio a Evo e se pronunciar na mesma linha de Díaz-Canel.

Morales renunciou em meio aos violentos protestos que vêm ocorrendo desde o dia seguinte às eleições de 20 de outubro na Bolívia. O motivo da combustão nas ruas é a denúncia de que houve fraude na apuração dos votos daquele pleito, no qual ele venceu em primeiro turno e conseguiu o quarto mandato consecutivo.

O anúncio da renúncia foi feito por Morales em mensagem de vídeo, na qual disse que lamentava sofrer um “golpe cívico” e os motins que policiais realizaram em quartéis nos últimos dias.


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