FMO

17/11


2019

Dudu da Fonte na recepção a Lula

Recentemente, objeto de uma reação irada da bancada federal por ter emplacado o Metrorec, mesmo votando contra a Previdência, o deputado Eduardo da Fonte (PP) foi ao beija mão de Lula. E ainda posou para fotos. Com a palavra, o presidente Bolsonaro.


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Prefeitura de Abreu e Lima

17/11


2019

Grupos de imitação são a nova onda do WhatsApp

Em comunidades repletas de desconhecidos, brasileiros imitam celebridades, pilotos de avião e até barulho de moto; para especialistas, fenômeno é resposta a tempos conturbados.

Do Terra - Por Giovanna Wolf, do Estadão

Há quem não aguente mais fazer parte de novos grupos no WhatsApp - entre o grupo da família, dos amigos, do trabalho e da turma do futebol, o fluxo incessante de mensagens (por vezes desnecessárias) parece atordoar muita gente. Mas para toda regra há uma exceção - e no caso do app de mensagens não é diferente. Nas últimas semanas, começou a pipocar no WhatsApp um fenômeno digno da internet brasileira: os grupos de imitações.

Em vez de discussões políticas ou mensagens de bom dia, esses espaços reúnem pessoas que não se conhecem mandando áudios com as mais variadas personificações: barulho de moto, piloto de avião, feirante ou vozes de celebridades. Em alguns casos, a diversão se torna um show de calouros 2.0, revelando talentos não imaginados.

É o caso da paulistana Camila Lourenço, de 28 anos, que tem feito sucesso na internet imitando a voz do Google Assistant. "Antes era só uma brincadeira entre meus amigos, mas agora estou atingindo mais pessoas por causa dos grupos", explica a estudante de veterinária, que usa a hora do almoço para mandar áudios com suas imitações.

"Essa menina está deixando a gente traumatizado. Lá no grupo a gente está começando a achar que ela é o robô do Google mesmo", brinca o carioca Rômulo Almeida, de 33 anos. Ele e Camila fazem parte de um grupo de imitações de pilotos de avião, onde a jovem faz uma "participação especial" como assistente do Google, a pedido dos usuários.

Morador de São Luís (MA), Almeida também improvisa com as cordas vocais: além de fingir que comanda uma aeronave, ele também replica as vozes de Silvio Santos, Bob Esponja, entre outros. "Desde sempre brinco disso, não é nada profissional. Sou um cara da comédia, do alto astral", diz ele, que trabalha na área comercial de uma correspondente bancária. Com suas imitações, Almeida chegou a ter alguns segundo de fama nas redes sociais: um de seus áudios imitando pilotos de avião chegou ao Twitter e teve mais de 43 mil curtidas e 10 mil compartilhamentos.
"É o maior barato: mando algum áudio para divertir a galera do grupo antes de ir pro serviço e outro à noite", afirma. Para quem quiser seguir seus passos, ele dá uma dica: o segredo é se atentar mais à forma que ao conteúdo, se preocupando principalmente em reproduzir o som de um microfone abafado.

Lugares privados
Ao contrário de outros fenômenos das redes sociais, os grupos de imitação têm uma dinâmica complexa de viralização: por um lado, seu conteúdo pode ser facilmente replicável pelo aplicativo de mensagens, a partir de encaminhamentos. Entrar numa dessas comunidades, porém, é bem mais complicado: como o WhatsApp limita que cada grupo tenha até 256 usuários, a maioria deles está lotado.

Não é a primeira "febre" que tem essa característica no app: desde o ano passado, quando o app passou a permitir o uso de figurinhas (ou stickers, como também são conhecidos), muitas pessoas passaram a se reunir para trocarem imagens e aumentarem seus acervos.

Para especialistas, são movimentos que fazem parte de uma tendência maior de comportamento. "Há uma mudança de conversas públicas para ambientes privados", avalia Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House Brasil. "As pessoas se sentem mais à vontade de falar 'um a um'. No caso da imitação, há um agravante: fazer isso de forma pública pode levar à ridicularização."

Na visão de Fábio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), os grupos acabam tendo uma dimensão imaginária para seus participantes. "É um espaço onde as pessoas deixam um pouco a realidade mais bruta e entram em um universo de sonho, de brincadeira", afirma o pesquisador, que vê nos grupos de imitação uma reação ao dia a dia. "Estamos em um período em que plataformas digitais estão contaminadas de forma tóxica com muito conteúdo parecido e temas políticos".

É o que sente Mayra Nascimento, de 21 anos. Diagnosticada com depressão, ela encontrou no WhatsApp um novo lugar para rir. "No começo, resolvi entrar nesses grupos por pura falta do que fazer", brinca a estudante de Ciências Biológicas na Universidade Federal de Goiás (UFG). "Quando estou triste, percebi que escutar as imitações faz bem para mim." A jovem afirma que não leva jeito para imitar, mas mesmo assim usa os grupos para ouvir os áudios dos outros e se distrair.

Botando ordem
Há ainda quem dedique seu tempo a colocar ordem na casa. O estudante Lucas Pedroso, de 20 anos, por exemplo, é dono de mais de 70 comunidades. Seu celular nunca para de vibrar - é comum ele ter mais de mil notificações no app quando fica longe do celular. "Sou eu quem removo as pessoas que publicam conteúdos que não condizem com a proposta dos grupos, como pornografia", diz o jovem, que estuda Ciências Aeronáuticas na PUC de Goiás.

Procurado pelo Estado, o WhatsApp afirma que os grupos de imitações são bem-vindos na plataforma, desde que não infrinjam os termos de uso. Como o aplicativo funciona com criptografia de ponta a ponta, recurso que protege o conteúdo das mensagens, é difícil para a empresa saber quando algum usuário comete infração. Para isso, são necessárias denúncias que partam dos próprios usuários. Mas vale esclarecer: segundo a lei de direito autoral vigente no Brasil, fazer paródias não infringe as regras de propriedade intelectual - algo que poderia expulsar muita gente do aplicativo.

É preciso, entretanto, que os usuários estejam conscientes de que ainda assim os grupos trazem riscos - como expor seu nome e número de telefone para desconhecidos. "Em casos mais extremos, essas informações podem ser usadas para criar uma base de dados para disparos de anúncios, spam ou propaganda política", afirma Francisco Brito Cruz, diretor do centro de pesquisa em direito e tecnologia InternetLab. "É algo que pode ter consequências, mas não pode ser um incentivo para as pessoas não se divertirem."


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Prefeitura de Paulista

17/11


2019

As lições da vinda de Lula a Recife

Primeiro, reforça a atenção do ex-presidente por Marília indo jantar na casa da deputada. Outra constatação irrefutável: o PSB é cada vez mais um núcleo familiar dos Campos. Na visita a Lula, Renata só levou os deputados da família, João Campos e Tadeu Alencar, demonstrando cada vez mais o poder dos Campos no partido.


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Prefeitura de Serra Talhada

17/11


2019

Lula diz que quadrilha é a de Moro

Portal FolhaPE

Diante de uma multidão que tomou o Pátio do Carmo, no Centro do Recife, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou, na noite de hoje: "Ninguém fará com que eu pare de lutar". O aviso, no palco do Festival Lula Livre, levou ao delírio os milhares de apoiadores que tomaram as ruas e ponte do entorno.

Acompanhado da namorada, Rosângela Silva, e do candidato petista na última eleição presidencial, Fernando Haddad, Lula repetiu no discurso o tom acusatório e de críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro Sergio Moro feito logo após a saída da prisão, no último dia 8. "A quadrilha neste país foi montada pelo Moro... Bolsonaro, por aqueles que me julgaram", afirmou Lula, que disse: "Eu escolhi ir pra PF porque eu tinha que desmascarar Moro e a Lava Jato".

O discurso foi iniciado por volta das 19h e, basicamente a cada frase do ex-presidente petista, o público grita: "Lula guerreiro do povo brasileiro". "Tenho certeza que cada minuto de vida que eu terei pela frente será para libertar o país dessa quadrilha de milicianos", garantiu e completou: "Não foi fácil tirar de um cidadão de 74 anos 580 dias de liberdade”.


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17/11


2019

“Sou um homem melhor”, diz Lula após saída da prisão

O ex-presidente Lula discursou para 200 mil pessoas, segundo a organização do evento, no início da noite de hoje, no Festival Lula Livre, que acontece no Pátio do Carmo, bairro de Santo Antônio. Após a sua saída da carceragem da Polícia Federal de Curitiba, Lula disse que está “melhor do que quando entrou”.


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Comentários

marcos

Magno 200 pessoas dá quatro vezes a população de Afogados da Ingazeira. Aceitarias 2mil?


Prefeitura de Limoeiro

17/11


2019

Estudo: é alto o suicídio entre crianças indígenas

Estudo mostra que é alto o suicídio entre crianças indígenas.

Divulgação Prefeitura de Maricá/Fernando Silva/via Agência Brasil

O Globo - Por Ancelmo Gois

Estudo mostra que o número de suicídios entre crianças índigenas (de 10 a 14 anos) é 18,5 vezes maior do que o cometido por crianças não indígenas. 

O meio mais usado é o enforcamento, e a maior parte dos óbitos ocorre onde a criança (indígena ou branca) reside. 

A pesquisa é de Maximiliano Loiola e foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública, da Fiocruz.

 


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Capacitação de Candidatos

17/11


2019

“O espirito que move Lula é de resistência', diz Luciana

Do JC Online

A governadora de Pernambuco em exercício, Luciana Santos (PCdoB), foi uma das protagonistas políticas de Pernambuco a manifestar seu apoio ao ex-presidente Lula, na tarde de hoje. Tendo assumido a cadeira por motivo de viagem do governador Paulo Câmara e dos demais governadores do Nordeste para a Europa, em missão pelo Consórcio Nordeste, a comunista esteve presente no hotel Atlante Plaza, zona Sul do Recife, para confraternizar com aliados e correligionários, a liberdade do petista.

"Essa tarde foi um momento de encontro de muitos militantes que há anos se conhecem. Então foi um resgate de momentos, de histórias, de luta, de alegria, e, portanto, muito enriquecedor", disse Luciana, que no plano nacional também é presidente do PCdoB. O vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira (PCdoB) e o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB), também foram ao hotel.

O PT e o PCdoB são partidos que já possuem um envolvimento político histórico. Nas últimas eleições de 2018, inclusive, compôs, com Manuela D'Ávila, a chapa presidencial encabeçada pelo petista Fernando Haddad. "Muita gente aqui de várias forças políticas, de diferentes correntes, todos se confraternizando e todos partilhando com o presidente Lula esse momento da conquista da liberdade dele, com a certeza de que ele está com muita disposição para ir à luta, para poder provar a sua inocência e nós estamos, portanto, com a certeza que esse espírito que está movendo Lula hoje é um espírito de resistência, espírito de a gente fazer o bom combate contra essa agenda antinacional e anti-povo comandada por Bolsonaro", completou.


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Magno coloca pimenta folha

17/11


2019

Maia quer votar reforma tributária em março de 2020

Maia quer votar reforma tributária em março de 2020.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Dia

 

A declaração foi feita neste sábado (16) durante uma entrevista a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público.

A reforma tributária pode ser votada em março de 2020 no plenário da Câmara dos Deputados. A expectativa é do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

“A nossa intenção é trabalhar esses dois meses [novembro e dezembro], ter o texto pronto até o final do ano e, assim que o Congresso seja reaberto, que a gente possa votar na comissão, e até março no plenário”, afirmou Maia.

A declaração foi feita neste sábado (16) durante uma entrevista a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público. As informações são do site G1.

Sobre o clima político no Congresso Nacional para discutir mudanças nos impostos do País, Rodrigo Maia afirmou que a reforma tributária “nasceu” no Congresso e que isso facilitaria o debate sobre o tema.  

“Então, há um comprometimento maior, maior responsabilidade dos parlamentares no texto que foi criado pela Casa, isso facilita a tramitação”, disse.

Puxão de orelha? Alcolumbre cobra atuação maior do governo na reforma tributária

A Câmara e o Senado, porém, discutem propostas de reforma tributária diferentes. Além disso, o governo também estuda uma proposta própria, mas não chegou a apresentá-la para o legislativo.

Diálogo

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) é o relator da reforma tributária na Câmara. A proposta em análise foi apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e pelo economista Bernard Appy.
 
Já no senado, a reforma tributária  tem como relator Roberto Rocha (PSDB-MA). O texto foi elaborado por um grupo de senadores e foi apresentada pelo então deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que chegou a ser aprovada em comissão especial na Câmara, mas não chegou a ser analisada em plenário.

“O deputado Baleia junto com o Appy e a equipe econômica vão começar, junto com os senadores, principalmente o Roberto, vão começar a dialogar e tentar construir um texto que resolva esse problema que ainda existe no setor de serviços, por causa da alíquota do novo imposto de bens e serviços”, afirmou Rodrigo Maia.


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Banner de Arcoverde

17/11


2019

Aliança pelo Brasil e Integralismo: separados por 87 anos

O presidente Jair Bolsonaro em apresentação de cartas credenciais no Planalto | Daniel Marenco/08.03.2019

Deus, Pátria e Família

 

O Globo - Por Bernardo Mello Franco

Deus, Pátria e Família era o lema do integralismo, movimento de inspiração fascista fundado por Plínio Salgado em 1932. Deus, Pátria e Família é o lema da Aliança pelo Brasil, partido lançado pelo presidente Jair Bolsonaro em 2019.

Os dois grupos de ultradireita são separados por 87 anos e duas ditaduras. Unem-se no apelo à fé, ao nacionalismo e ao anticomunismo para mobilizar seguidores e disputar o poder.

Os integralistas buscaram referências na Europa. Salgado chegou a ser recebido por Mussolini, que comandava a Itália com seus milicianos de camisas negras. Voltou decidido a copiar o modelo de Estado autoritário, com partido único, hierarquia rígida e submissão total ao chefe.

Alguns rituais do fascio foram abrasileirados. A saudação com o braço esticado ganhou a companhia do grito indígena “Anauê!”. Em tupi, a palavra significa “Você é meu irmão”. Os integralistas desfilavam de camisas verdes e, a exemplo dos nazistas, se engalanavam com braçadeiras. No lugar da suástica, exibiam a letra grega sigma.

“O símbolo lembra que o nosso movimento tem o significado de integrar todas as forças sociais do país na suprema expressão da nacionalidade”, explica o site da Frente Integralista Brasileira, que cultua a memória e o ideário de Salgado.

Na quinta-feira, o grupo celebrou a reciclagem do lema pelo partido de Bolsonaro. “É mais uma demonstração do quanto estão vivos os ideais essencial e sadiamente cristãos e brasileiros do integralismo”, festejou, nas redes sociais.

O historiador Odilon Caldeira Neto, da Universidade Federal de Juiz de Fora, vê traços de continuidade entre os dois movimentos. “O integralismo ajudou a formar uma cultura política nacionalista e autoritária”, explica.

Autor do livro “Sob o Signo do Sigma: Integralismo, Neointegralismo e o Antissemitismo” (Eduem, 2014), ele acompanha os pequenos grupos que se espelham em Salgado. Depois da extinção do Prona, do ex-deputado Enéas Carneiro, eles se aproximaram do PRTB, do vice-presidente Hamilton Mourão.

Com a eleição de Bolsonaro, os neointegralistas encontraram um governo partilha suas bandeiras ultraconservadoras. Isso não significa que a Aliança pelo Brasil seja uma nova versão da Ação Integralista Brasileira. O mundo é outro, os personagens também.

Plínio Salgado cultivava veleidades intelectuais. Circulou com os modernistas e escreveu cerca de 70 obras. Bolsonaro e seus filhos não têm intimidade com os livros: preferem os vídeos do guru Olavo de Carvalho. O líder integralista admirava Mussolini, fuzilado em 1945. A família presidencial mira-se em Donald Trump, que sonha com a reeleição em 2020.

Na campanha, o capitão usava uma camiseta com a frase “Meu partido é o Brasil”. Para o historiador Caldeira Neto, a criação da Aliança reforça o caráter antissistêmico do bolsonarismo. “Ela nasce como um partido e, ao mesmo tempo, como um antipartido”, define. Ao mesmo tempo, o clã promove uma “purificação” na tropa, abandonando os dissidentes no PSL.

No que isso vai dar? “Ainda é uma incógnita”, diz o professor da UFJF


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Shopping Aragão

17/11


2019

Ato se opõe à presença de Lula no Recife

Neste domingo, dia em que o ex-presidente Lula discursa no festival Lula Livre, no Pátio do Carmo, no Centro do Recife, o Pixuleco, boneco inflável de Lula com roupa de presidiário foi colocado no Cabanga, no percurso que o petista deve fazer para chegar ao Centro da cidade. O movimento “Vem Pra Rua” circulou, ao longo da manhã e tarde de hoje, com um banner colocado em um caminhão, repudiando a vinda do petista à capital pernambucana. As informações são da Folha de Pernambuco.

De um lado, o material diz que "Recife repudia esse criminoso. Está solto, mas continua condenado". No outro, o ex-presidente também é chamado de "criminoso" e é alvo uma ironia. "Tão 'inocente' que mudaram uma lei para livrá-lo da cadeia!", afirma.

O caminhão percorreu a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Um banco auxiliou os manifestantes contrários à liberdade de Lula que queriam subir na caçamba do caminhão para tirar fotos com os banners. A maioria estava com a camisa do Brasil, enrolados com a bandeira do País. Por volta das 14h30, os manifestantes se organizaram e ocuparam parte da Avenida Boa Viagem, com cartazes contra Lula e membros do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a organizadora do movimento em Pernambuco, Maria Dulce, o ato pretende mostrar "que o cidadão recifense não aceita a presença de um condenado que está querendo se passar por inocente". "O STF mudou o entendimento sem ter havido nenhum fato relevante para essa mudança. Não havia motivo para mudança de entendimento, temos vídeo de Gilmar Mendes e Dias Toffoli apoiando a prisão em segunda instância, depois mudam, então a mudança foi para atingir a Lava-Jato e soltar Lula".

Maria Dulce acrescentou ainda que o caminhão circulará apenas em Boa Viagem, e não irá para onde ocorrerá o evento do PT. "Não queremos confronto".


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