FMO janeiro 2020

02/07


2020

Deputado doa R$ 1 milhão ao Hospital Mestre Vitalino

O Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, no Agreste, recebeu, ontem, R$ 1 milhão. O recurso foi destinado pelo deputado federal Fernando Rodolfo (PL/PE), por meio de emenda parlamentar, e será utilizado no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

A unidade hospitalar é referência para o atendimento no combate da pandemia e recebe pacientes acometidos pela Covid-19, inclusive do Sertão do Estado. “A saúde precisa de investimento constante, mas com a pandemia isso se tornou ainda mais urgente e necessário. Com esse dinheiro a administração poderá ampliar a oferta de leitos, comprar equipamentos inclusive respiradores, medicação, contratar profissionais. Ou seja, dar o atendimento que a nossa população merece e precisa”, comemora o deputado.  


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Cícero Ramos de Souza

Que manchete mais \" Mandrake,\"! Quando li a manchete me animei: uma alma boa no meio político. Quando vou à reportagem, decepção. Você só pode ficar o que é seu e não me parece que esse milhão seja do deputado. Na realidade é dinheiro da nação e o que o deputado fez foi destinar uma emenda parlamentar para o hospital que, considerando-se a situação é um dinheiro que só pode ser comemorado quando estiver na conta do hospital . Até lá, pode ser só mais uma promessa de...politico...que nunca se realiza.


Banco de Alimentos

02/07


2020

Diretor do Potencial analisa pesquisa em Jaboatão

Diretor-presidente do Instituto Potencial, o publicitário e jornalista baiano José Carlos, o Zeca, comenta neste vídeo o resultado da primeira pesquisa por telefone em parceria com este blog, postada à meia noite de hoje, em Jaboatão, onde o prefeito Anderson Ferreira (PL) aparece num cenário confortável, de vitória logo no primeiro turno. Confira sua análise sobre o cenário e a metodologia usada.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

02/07


2020

Polícia apura superfaturamento na compra de testes de Covid-19

Do G1

Uma operação que apura irregularidades na compra de testes de Covid-19 pelo governo do Distrito Federal foi deflagrada no início da manhã de hoje, em sete estados (GO, RJ, SP, PR, SC, BA e ES), além do Distrito Federal.

A operação, que foi denominada "Falso Negativo", começou após investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e tem apoio da Polícia Civil no DF e nos demais estados.

Entre os alvos, estão o subsecretário de Administração Geral da Secretaria de Saúde do DF, Iohan Andrade Struck, e o diretor do Laboratório Central do DF, Jorge Antônio Chamon Júnior.

A operação ocorre em meio à disparada de casos de Covid-19 no DF. A divulgação de dados de ocupação de leitos de UTI pelo governo está sendo questionada na Justiça pelo MP. O governador Ibaneis Rocha (MDB) declarou estado de calamidade pública por conta da pandemia, o que flexibiliza os gastos da administração pública.

As cidades onde os mandados foram cumpridos são: Brasília (DF); Formosa (GO); Goiânia (GO); Curitiba (PR); Maringá (PR); São José dos Pinhais (PR); Pinhas (PR); São Paulo (SP); Santana do Parnaíba (SP); Cotia (SP); Itapevi (SP); Barueri (SP); Joinville (SC); Balneário Camboriú (SC); Ilhota (SC); Navegantes (SC); Serra(ES); Cariacica (ES); Vitória (ES); Rio de Janeiro (RJ); Nova Iguaçu (RJ); São Gabriel (BA) e Irecê(BA).

Testes falhos e licitações fraudadas

Segundo investigadores, servidores da Secretaria de Saúde do DF se organizaram para fraudar licitações e para comprar testes rápido, do tipo IgG/IgM, com preços superfaturados.

Ainda segundo a investigação, houve troca de marcas de testes por outras de qualidade inferior, o que contribui para o resultado falso negativo.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

Bolsonaro libera R$ 13 bilhões de emendas para municípios

EXCLUSIVO

De uma só tacada, em meio a uma crise financeira que o Governo diz não ter condições de alongar a ajuda de R$ 600 para os trabalhadores informais, o presidente Bolsonaro autorizou, ontem, e já está publicado no Diário Oficial de hoje, a liberação de R$ 13,8 bilhões em emendas parlamentares com a rubrica de gasto exclusiva para a pandemia do coronavírus. Municípios pequenos, como Saloá, no Agreste, vão embolsar mais de R$ 2 milhões, enquanto Recife contemplada com uma bagatela da ordem de R$ 34 milhões. Confira a lista abaixo dos municípios e seus respectivos valores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

Justiça determina bloqueio de bens do prefeito de Tamandaré

Do G1/PE

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou o bloqueio parcial de bens do prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker (PSB), e da secretária de educação do município, Maria da Conceição Cavalcanti. A decisão foi proferida ontem. Em nota, o prefeito afirmou que prestou e continuará prestando todas as informações solicitadas pelas autoridades e que irá recorrer da decisão.

A decisão ocorreu após uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por duas empregadas domésticas do prefeito estarem cadastradas como servidoras públicas, mesmo sem terem entrado na prefeitura.

As funcionárias são Mirtes e Marta Santana, mãe e avó de Miguel Otávio, de 5 anos, morto após cair do 9º andar do prédio de luxo onde Sérgio Hacker mora, no Recife. A criança estava sob responsabilidade da primeira-dama de Tamandaré, Sarí Corte Real, no momento em que caiu. Sarí foi indiciada por abandono de incapaz que resultou em morte. Hoje, faz um mês da morte da criança.

O bloqueio de bens, segundo a Justiça, deve ser suficiente para a garantia do pagamento de uma eventual multa civil, de R$ 580.095,60, para Sérgio Hacker. Já para Maria da Conceição Cavalcanti, o valor é de R$ 145.128,02.

De acordo com a decisão judicial, há registros de que uma terceira mulher também prestava serviços à família do prefeito e estava registrada como funcionária de Tamandaré. De acordo com ofícios, as funcionárias receberam a quantia de R$ 193.365,20 desde o período de suas nomeações, em 2016, até a exoneração publicada em 5 de junho de 2020.

Ainda segundo a Justiça, Sérgio Hacker teria devolvido esse valor aos cofres públicos. O juiz Thiago Felipe Sampaio determinou, ainda, que o município de Tamandaré compare os documentos que demonstram o ressarcimento feito por Sérgio Hacker à prefeitura.

"Saliente-se que a devolução apenas ocorreu em 09 de junho de 2020, ou seja, após três anos da primeira nomeação e após o fato ter adquirido notoriedade na mídia nacional, o que reforça a ideia de uma suposta prática de ato de improbidade", diz o juiz Thiago Felipe Sampaio, na decisão.

O magistrado afirmou, ainda, que uma das funcionárias particulares de Sérgio Hacker era remunerada com verbas decorrentes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que seriam de responsabilidade da secretaria de Educação do município.

Na nota, o prefeito Sérgio Hacker também apontou que não foi notificado da ação e que, quando for, "promoverá sua defesa plena e efetiva, como deve ser assegurada a todo e qualquer cidadão". O gestor afirmou que "não foi julgado, tampouco condenado" e que "reafirma seu respeito às instituições públicas, às normas legais e constitucionais, e que sempre estará à disposição das autoridades públicas pernambucanas".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

Timbaúba: Marinaldo fecha parceria com o Eriberto

O ex-deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Timbaúba pelo PP, Marinaldo Rosendo, continua somando forças para as eleições. Em conversa, ontem, a parceria entre ele e o presidente da Assembleia Legislativa, Eriberto Medeiros (PP), foi selada na sede da legenda.

Eriberto já mantém alianças na Mata Norte com os prefeitos Xisto Freitas, de Aliança, e Botafogo, de Carpina, e comentou: “Marinaldo já foi prefeito de Timbaúba e tem a experiência necessária para fazer o município voltar a crescer”.

O presidente do Progressistas Pernambuco, deputado federal Eduardo da Fonte, enfatizou a força que Marinaldo tem para articular recursos e projetos em prol de melhorar a vida dos Timbaubenses. “Marinaldo foi meu colega da Câmara Federal, sempre falava sobre trabalhar mais pela sua cidade, Timbaúba”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

Vovó curava a caxumba dos netos com barro

No sertão que vivi de secas inclementes entre a década de 70 a 80, a caxumba, infecção viral aguda e contagiosa, era conhecida como papeira. Até descobrirem a vacina, detinha poder tão contagioso quanto a Covid dos dias sombrios da atualidade. Atingia as glândulas parótidas, que produzem a saliva, ou as submandibulares e sublinguais, próximas ao ouvido. 

De alta morbidade e baixa letalidade, surgia sob a forma endêmica ou surtos, comum em crianças no período escolar e em adolescentes, mas também atingia adultos em qualquer idade. De evolução benigna, requeria cuidados especiais, pois em alguns raros casos apresentavam complicações resultando em internações e até mesmo em morte. 

Após a vacina de prevenção ter sido inventada e incorporada ao calendário dos postos de saúde, o número de casos reduziu drasticamente. Sua causa era viral e a transmissão ocorria por via aérea, por meio da disseminação de gotículas, ou por contato direto com saliva de pessoas infectadas.

O período de incubação até o aparecimento dos sintomas durava entre 12 a 25 dias, sendo, em média, 16 a 18 dias. Já o período de transmissibilidade da doença variava entre 6 e 7 dias antes das manifestações clínicas, até 9 dias após o surgimento dos sintomas. O vírus da caxumba era encontrado na urina até 14 dias após o início da doença.

Uma vez infectada e curada da caxumba, a pessoa passa a ter imunidade permanente contra o vírus. Essa proteção vitalícia também é garantida pela vacinação, que é a melhor e principal forma de prevenção. Seus sintomas eram o aumento das glândulas salivares, acompanhado de febre.  Dava inchaço e dor nas glândulas salivares, febre, dor de cabeça, fadiga e fraqueza, além da perda do apetite, porque doía muito para mastigar e engolir a comida. O tratamento era a base apenas de repouso e medicamentos para dor.

Para nós, no entanto essa doença comum na minha infância era curada de forma diferente por minha vó Mariinha, mãe do meu pai Gastão Cerquinha. Quase todos meus irmãos tiveram papeira, inclusive eu. Mas como falei acima, vovó era a santa milagreira. Com certeza baixava nela o espírito e a sabedoria dos índios que já habitavam regiões próximas a Afogados da Ingazeira, porque nos curava com porções de barro batido e usado na construção de casas e alpendres.

Quem lembrou desse detalhe e me contou ontem foi minha prima Gorete, filha de tio Coió, irmão do meu pai. Ela é mãe da pentatleta Yane Marques e recorda os tempos em que ficou deitada numa cama com papeira.

"Vovó pegava o barro usado nas construções e encobria nosso pescoço em toda a sua extensão. Ainda lembro da sensação horrorosa e das dificuldades para remover. Era ruim, mas curava, curou todo mundo lá de casa", atesta Gorete. Segundo ela, vovó Mariinha gostava tanto de viajar que dizia que se morresse viajando morreria feliz.

"Ouvi muito ela dizer isso ao se despedir para mais uma viagem de passeio a São Paulo, Rio ou Recife, para curtir seus filhos que moravam distantes", relembra minha prima, que conviveu muito com vovó numa extensão da casa de tio Coió. Como a vida parece tocada pelas incríveis predestinações, vovó acabou chamada à eternidade num acidente de carro em Cabrobó, procedente de São Paulo com o filho Vicente, o Tio Cheiroso, no volante de um fusquinha que atropelou um animal na pista. Meu tio escapou e ainda a socorreu, mas ela já chegou morta ao hospital devido ao forte trauma craniano e pela idade avançada: mais de 90 anos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

Ciro na live de hoje às 18h

O convidado para a live de hoje do blog é o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que disputou à Presidência da República na eleição passada e já está em campanha aberta pelas redes sociais para 2022.

Devido a compromissos na agenda, a live do político cearense, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Estado, será um pouco mais cedo, às 18 horas.

Se você não segue ainda o Instagram do blog vai lá e adiciona: @blogdomagno.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


02/07


2020

O ambiente Decotelli ou a falência das universidades

Por Antonio Magalhães*

Desde que o mundo é mundo existem fraquezas de caráter e também mau caratismo. São semelhantes mas não são iguais. A saída de Carlos Alberto Decotelli do Ministério da Educação é resultante da sua fraqueza em não falar a verdade. Pois, até então ele vinha sendo considerado por seus colegas como bom professor e gestor da área educacional. Sua passagem pelo MEC foi brevíssima: cinco dias de nomeação e sequer tomou posse no cargo.

Tudo aconteceu por conta de inconsistências no seu currículo profissional: acrescentou cursos que não finalizou, outro que não fez, uma tese supostamente plagiada e até teve sua atuação de docente contestada pela Fundação Getúlio Vargas.

Ele errou. Claro. Portanto jamais poderia continuar à frente do MEC para ser contestado a todo instante por acusadores que não têm entre seus objetivos melhorar o ensino nacional, mas inviabilizar ideologicamente a quem se disponha a realizá-lo.

Neste episódio, revelou-se o peso da academia, uma casta de mestres, doutores e pós-doutores, que têm como objetivo o zelo pelo bom nome das instituições de ensino superior. Muito louvável esse objetivo. Mas por detrás disso esconde-se um jogo político de intrigas e desdobramento de interesses pessoais.

Por isso, vale a pena ver o depoimento sobre a política interna das universidades federais de um experiente professor e pesquisador da Federal do Rio de Janeiro, Gláucio Ary Dillon Soares. Aos 86 anos, ele acompanha de perto o que acontece na sua área. E divulgou suas observações pela página aberta do seu Facebook. Vejamos alguns trechos:

“Há uns 15 anos, uma aluna que orientei durante o doutorado se apresentou para um concurso no Paraná. Ela obteve o doutorado numa instituição que, naquele tempo, dividia com a USP o topo das avaliações da CAPES. Tinha publicações dentro e fora do Brasil. Dominava quatro idiomas. Foi preterida em favor de uma paranaense que ainda estudava (numa universidade paulista, não me lembro qual) mas ainda não terminara a tese nem o doutorado. Sem publicações. Uma grande disparidade, dessas que atestam a apropriação de parte dos recursos públicos para beneficiar favoritos da casa e não os candidatos mais competentes”.

Para o professor Gláucio Soares, este é um exemplo dos absurdos que ocorrem em muitas universidades brasileiras. “Posteriormente – acrescentou -, essa mesma pesquisadora zerou um concurso para a  UFMG e, tempos depois, ganhou outro concurso, desta vez para a UFRJ.  Primeira colocada nas duas”.

Noutro trecho do seu depoimento, o professor diz: “Na minha vida tomei conhecimento de outras barbaridades semelhantes. Uma candidata foi desaconselhada por um dos membros da banca a não se candidatar porque era qualificada demais… Em outro concurso, para a cátedra de Políticas Públicas, outra candidata, com artigos e livros publicados e um doutorado sólido pela USP, foi prejudicada por outro tipo de subcultura acadêmica onde não se fazia pesquisa nem havia itens relacionados com o tema da cátedra (Políticas Pública) nos exames. Havia, sim uma pletora de perguntas sobre Filosofia, Filosofia Política e Social, e Direito”.

Gláucio Soares revela que houve durante anos aumento de recursos e de pessoal nas universidades públicas. “Os departamentos arcaicos só contribuíram para que a oligarquia anacrônica desses departamentos aumentasse seu território e seu poder”, explica.

“Hoje, décadas mais tarde, pagamos um preço alto por esses erros. Bons alunos não são aproveitados devido a vieses incrustados na definição do que  é um bom aluno. Não há regras claras sobre o que é um bom docente. O mérito é um esmaecido critério de seleção”, diz o professor.

“Politicamente, houve um boomerang - continua.  Muitos, agindo em nome da esquerda contribuíram com suas postagens para criar as condições para que Bolsonaro nomeasse dois neandertais como Ministros da Educação, indivíduos patéticos que não poderiam ser aceitos para essa função”.

“E permitiu também que Bolsonaro nomeasse para cargo de muita responsabilidade um senhor que afirmou ter um doutorado que não tem, e, além disso, sobre quem paira a dúvida sobre plágio na sua dissertação de mestrado. As universidades brasileiras falharam na missão de produzir uma aura de prestígio, de que são instituições que produzem conhecimento útil. São vistas como instituições burocratizadas e anacrônicas”.

O professor Gláucio Soares ainda alerta: “Não pouco podemos deixar de fora da análise que coloca a ciência e o método científico em segundo planos.  Também precisamos conscientizar-nos que os orçamentos das universidades públicas têm origem em impostos cobrados ao povo brasileiro e não à universidade”.

E conclui: “Foram muitos os erros que formataram institucionalmente universidades que produzem muito menos do que poderiam. Não é por acaso que o Brasil não tem uma só universidade entre as cento e cinquenta melhores do mundo, de acordo com a World University Rankings”.

Carlos Alberto Decotelli teve sua formação neste ambiente analisado pelo professor Gláucio Soares. Onde os privilégios são defendidos com unhas e dentes e a ética passa longe desse processo. Ficaria contente que houvesse contestação. Este é o bom debate sobre o futuro do País.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha