FMO

17/11


2019

Professor: República ainda não cumpriu importantes promessas

Imagem: Arquivo TV Brasil

"República não garantiu fim de mecanismos que reproduzem desigualdades"

Para o professor da Faculdade de Economia da USP, República ainda não cumpriu algumas de suas promessas importantes.

Do Terra - Por Douglas Gavras, do Estado de S. Paulo

 

Para o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) Renato Colistete, a experiência republicana no Brasil, apesar de bem-sucedida, ainda tem promessas importantes que não foram cumpridas, como igualdade de oportunidades, acesso à terra e educação de qualidade para grande parte da população. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Na virada da monarquia para a República, o manejo da economia era mais conservador?

A tendência, em geral, dos gabinetes imperiais era de um predomínio da opinião de que a política fiscal e monetária teriam de ser administradas de maneira rigorosa. Em alguns momentos, esse rigor foi flexibilizado e acabou causando problemas de oferta de moeda e de desconfiança em relação ao seu valor. Era uma economia baseada na exportação de produtos agrícolas.

Como os políticos de tendência mais liberal contribuíram para a troca de regime?

Ao longo do Império, conservadores e liberais tiveram, muitas vezes, semelhanças. A diferenciação que surge nesse sistema é a presença de políticos republicanos, como um desdobramento da ala mais radical dos liberais. No fim da década de 1870, vão surgir os primeiros clubes republicanos, e se destacam figuras como Américo Brasiliense, Prudente de Morais e Campos Sales. Esses homens estão ligados à produção agrícola exportadora de café. A sociedade brasileira do fim do século 19 ainda é uma grande fazenda, mas que já tem elementos novos, com novas ideias circulando, que vão aparecer no cenário político também.

Confira a íntegra da entrevista clicando aqui: 'República não garantiu fim de mecanismos que reproduzem ...


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Prefeitura de Abreu e Lima

17/11


2019

Incoerência tem nome

Após apoiar Aécio no segundo turno depois da morte de Eduardo Campos e apoiar Haddad nas eleições passadas, a cúpula do PSB pernambucano almoçou, hoje, com Lula num hotel da cidade. Provaram do mesmo menu Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, João Campos, filho do ex-governador e pré-candidato a prefeito do Recife, e o prefeito Geraldo Júlio.

Cena, realmente, de cinema. Na pauta, com certeza, a fritura da candidatura de Marilia Arraes, deputada federal e neta do ex-governador Miguel Arraes, pré-candidata à prefeita do Recife pelo PT.

Isso mostra muita coisa, uma delas é que Lula não mudou nada. Para ele, no reino da falsidade, vale tudo. Tanto que vai, numa postura cínica, jantar com Marília.


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Prefeitura de Paulista

17/11


2019

A chegada de Lula no Recife

Portal FolhaPE

O ex-presidente Lula chegou a um hotel, em Boa Viagem, por volta das 14h20. Ao chegar, foi recepcionado por seus apoiadores. Aos gritos de "Lula livre", o ex-presidente tirou fotos e abraçou várias pessoas. Questionado pela reportagem sobre o encontro, Lula desconversou. Ele apenas afirmou que ainda não sabia o que seria discutido no almoço.

A expectativa é que o petista deixe o hotel às 16h e siga ao Pátio do Carmo, no Centro do Recife, onde discursará no Festival Lula Livre. No hotel, além dos apoiadores, uma comitiva do PSB, e políticos de outras legendas. Entre eles, a viúva do ex-governador Eduardo Campos, que chegou por volta das 13h50, acompanhada dos filhos, o deputado federal João Campos e Eduarda Campos. O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também está presente.

A namorada de Lula, Rosângela Silva, acompanhou o petista em sua chegada, junto com o ex-candidato do PT à Presidência em 2018, Fernando Haddad.


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Prefeitura de Serra Talhada

17/11


2019

Após festival, Marília Arraes oferece jantar a Lula

Após o festival Lula Livre, que acontece no Pátio do Carmo, no bairro de Santo Antônio, onde o ex-presidente Lula é esperado para discursar aos seus apoiadores, a deputada federal Marília Arraes (PT) oferecerá um jantar em sua residência, no bairro de Apipucos, para o ex-presidente e seletos convidados.

Segundo informações extra-oficiais, o ato é um sinal de apoio de Lula à candidatura de Marília à Prefeitura do Recife, no próximo ano. Entre os convidados, o senador Humberto Costa (PT) vai estar presente.

Neste momento, Lula almoça no hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem, com nomes da política como a vice-governadora, Luciana Santos (PCdoB), o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), o ex-presidenciável do PT em 2018, Fernando Haddad, o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB), Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, o seu filho e deputado federal, João Campos (PSB), além da deputada estadual Marília Arraes.


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17/11


2019

EUA e China: Os impactos da guerra comercial

Foto: Agência Brasil

Do Terra - Por Estadão

 

Ernesto Lozardo*

Os EUA importaram US$ 488 bilhões da China em 2018, 15% do total das importações. Elas tiveram um papel importante na redução dos preços internos e, por conseguinte, na estabilidade da renda social. O déficit em conta corrente dos EUA monta US$ 500 bilhões, 2,4% do PIB. O governo Trump pretende reduzir esse déficit, começando pelas importações da China. Estima-se que tal déficit esteja em torno de US$ 375 bilhões. A primeira medida foi elevar a tarifa em 15% sobre US$ 200 bilhões das importações chinesas. Agora, aumentou 5% sobre US$ 300 bilhões. A China retaliou. Impôs 10% de tarifas sobre US$ 75 bilhões, o que representou 65% das exportações dos EUA para a China, que somaram US$ 118 bilhões em 2018.

O relevante é conhecer o quanto das exportações chinesas e dos EUA impacta no crescimento do produto de cada país. Assim, precisa-se considerar o conteúdo de valor adicionado das exportações no PIB. Na China, ele representou 25% em 2015. Isso significa que cada dólar exportado para os EUA gerou US$ 0,25 no PIB chinês. Já nos EUA, o conteúdo de valor adicionado das exportações para a China correspondeu a 50% em 2015. Assim, cada dólar exportado para a China contribuiu com US$ 0,50 no PIB norte-americano - praticamente o dobro do conteúdo de valor adicionado das exportações chinesas para os EUA.

Se as medidas de contenção das importações chinesas chegarem a 50%, as exportações da China para os EUA cairão pela metade, ou seja, para 1,7% do PIB. O efeito sobre o PIB chinês seria uma redução de 0,43% (1,7 x 0,25). Ao serem consideradas todas as rodadas de exportações e os efeitos negativos dessa medida sobre o valor agregado das exportações chinesas para os EUA, ao fim, em termos de valor agregado, a perda total no PIB chinês é estimada em 66%. Assim, o resultado negativo das exportações no PIB chinês seria de 1,12% (1,7 x 0,66). O impacto das medidas protecionistas dos EUA no PIB chinês, supondo uma taxa média de crescimento em torno de 5,7% ao ano, reduziria o crescimento do PIB em 1,12%, ou seja, a taxa de crescimento da China seria de 4,58%. Considerando o valor do PIB chinês em US$ 12,2 trilhões, a perda no PIB seria equivalente a US$ 137 bilhões. Portanto, o resultado negativo dessa limitação das exportações no PIB chinês seria de 1,1%. É um porcentual pequeno, mas impacta negativamente no crescimento global.

A política de contenção das importações chinesas reduzirá o déficit norte-americano com os chineses, mas o déficit da conta corrente permanecerá, importando bens e serviços de outras nações, como Brasil, Camboja, Vietnã, Bangladesh, Coreia do Sul, etc. O embate político-comercial resultará num acordo limitado de cooperação. A China reduzirá as exportações de bens de consumo e aumentará as importações de commodities dos EUA.

Caso o presidente Trump seja reeleito, a guerra comercial continuará, confrontando as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), desencadeando uma onda comercial protecionista, influindo negativamente no crescimento econômico mundial, que deverá ficar em torno de 3%, por seu turno, mantendo juros reais baixos e ou negativos e expondo a fragilidade do sistema financeiro internacional: um cenário de alto risco.

*PROFESSOR DE ECONOMIA DA EAESP-FG


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Prefeitura de Limoeiro

17/11


2019

Geraldo, Renata e João Campos recebem Lula em Hotel

Blog da Folha

Na expectativa pela chegada do ex-presidente Lula ao hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem, vários políticos e autoridades começam a se reunir. Entre eles, a viúva do ex-governador Eduardo Campos, que chegou por volta das 13h50, acompanhada dos filhos, o deputado federal João Campos e Eduarda Campos. O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também está presente.

Além deles, o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, o secretário de Meio Ambiente, José Bertotti, o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, e os deputados estaduais Fabíola Cabral e Aglailson Júnior aguardam Lula. Lula deve se reunir com os políticos no hotel antes de seguir para o festival Lula Livre, no centro da cidade.

Pessoas começam a se aglomerar na frente do hotel para recepcionar Lula. Apoiadores com camisas vermelhas e em homenagem ao ex-presidente e também com protestos contra a privatização da CHESF, proposta pelo Governo Federal, estão no local.

A governadora em exercício, Luciana Santos (PCdoB) também compareceu para recepcionar o presidente e informou que Lula já está no Recife. De acordo com ela, haverá apenas "um almoço informal" para o ex-presidente. A namorada de Lula, Rosângela da Silva, também está presente. Ela chegou acompanhada pelo candidato pelo PT à Presidência, em 2018, Fernando Haddad.

Em sua chegada, o ex-presidente Lula desconversou e disse não saber como será a programação de hoje. A previsão é de que Lula deixe o hotel rumo ao Pátio do Carmo por volta das 16h.


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Capacitação de Candidatos

17/11


2019

Povo aguarda discurso de Lula em festival no Recife

Foto: Reprodução Facebook - Teresa Leitão

O Festival Lula Livre, que contará com a presença do ex-presidente na tarde de hoje, já começou a ser realizado no Pátio do Carmo, no Centro do Recife, desde às 12h. De acordo com uma programação divulgada pela organização, o petista deve aparecer por volta das 17h20, quando fará um discurso de uma hora, em média. As informações são do Diário de Pernambuco.

O palco também já recebe shows de vários artistas. Ainda segundo a programação, nomes locais como Feiticeiro Julião e Romero Ferro já se apresentaram. Chico César, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Lia de Itamaracá, Mundo Livre S/A e Francisco El Hombre são outros nomes escalados. A previsão é que o festival se encerre por volta das 21h30.

Políticos aliados a Lula também já se encontram no local. A deputada federal Marília Arraes (PT), a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), o senador Humberto Costa (PT) e a deputada estadual Teresa Leitão (PT) são alguns nomes presentes no evento.


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Magno coloca pimenta folha

17/11


2019

Bolsonaro: medidas para que empresas se tornem competitivas

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Boa notícias

 

Por Carlos Brickmann

O Governo está reduzindo a zero as alíquotas de importação de quase 500 bens de capital e 34 bens de informática e telecomunicações. Com isso, as empresas brasileiras ganham condições de renovar equipamentos e reduzir custos, tornando-se mais competitivas. 

Esta política vem sendo executada discretamente desde o início do Governo Bolsonaro: 2.300 produtos foram liberados de impostos de importação, incluindo remédios para Aids e câncer, máquinas para produzir medicamentos, equipamentos médicos para exames e cirurgias, máquinas pesadas para construção e robôs industriais.


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Eita! publicou uma verdade positiva do Governo. Espero que pelo menos, reflita que não consegue mais enganar a população.


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17/11


2019

"A ideia, que parecia absurda, da renda universal, não sei mais se é absurda"

Para ex-presidente, a mudança da forma de produção, que aumenta sem a criação de emprego ou renda, levará à necessidade de políticas de distribuição de renda.

Fernando Henrique Cardoso Wilson Dias/Agência Brasil

Do Terra - Por Marcelo Godoy, Paula Reverbel e Pedro Venceslau, do Estadão

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançou recentemente o quarto último volume de seu Diários da Presidência. Para ele, a crise das representações nos dias de hoje só será resolvida por meio da participação popular. O ex-presidente acredita ainda que a mudança da forma de produção - que aumenta sem a criação de emprego ou renda - levará à necessidade de políticas de distribuição de renda. Só assim seria possível reafirmar valores como os da liberdade e da igualdade, vindos da Revolução Francesa. Eis aqui a sua entrevista.

Presidente, a República completa 130 anos. Quais os valores o senhor pensa que devem ser reafirmados por todos e quais devem ser acrescidos aos que fundaram a nossa República?
Nós não sabemos ainda como vamos organizar a relação entre a população e o poder. A democracia organizou essa relação por meio dos partidos, da representação, das grandes discussões, Rousseau. Isso está em crise. O que está em crise é tudo o que foi construído desde o século 18. Mudou o quê? Mudou a forma de relação das pessoas e a forma de organização da produção. Qual vai ser a expressão política disso? Por que está em crise nos Estados Unidos, na Itália e no Brasil? Onde não está em crise? Onde tem ditadura, onde não tem liberdade. Onde tem liberdade, as pessoas não estão contentes com as organizações políticas. Eu não jogo fora os partidos e as representações. Estou simplesmente dizendo que nós temos de levar em consideração que os partidos e a representação foram postos em causa pela capacidade que as pessoas têm de reagir por elas próprias. E nós não temos solução pronta para isso.

A educação seria uma forma de resolver isso?
A educação faz parte desse processo de autonomização. O que nós estamos assistindo é a uma certa autonomização, apesar de haver uma certa personalização da política. Ao mesmo tempo você tem autonomização e personalização porque as estruturas organizadas intermediárias estão ficando bamboleantes, estão balançando. Qual era minha discussão geral até hoje? Muita gente não está percebendo é que nós estamos em outra época, na época da globalização. Escrevi minha teses de livre-docência sobre o empresariado nacional. Naquela época, em 1963, o livro foi publicado em 1964, naquela época você tinha a ideia de que íamos repetir a história da Europa. A burguesia que tinha interesses próprios e ia se aliar ao povo contra o imperialismo e o latifúndio. Quando fui fazer pesquisa, não tinha nada disso. Já havia um começo de integração muito maior do que se imaginava. Quando escrevi um livro mais tarde, no Chile, Dependência e Desenvolvimento, nós não sabíamos que estávamos escrevendo sobre globalização. Não havia a palavra. A palavra multinacional, que se usa banalmente hoje, foi criada em 1971. Eu escrevi o livro em 1967. Você estava tateando para entender o que estava acontecendo. Quando eu cheguei ao governo, a globalização era uma realidade, mas o pessoal achava que não era; a esquerda não entendia e dizia que isso era neoliberalismo.

Leia a entrevista na Íntegra aqui: 'A ideia, que parecia absurda, da renda universal, não sei ...


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O Presidente que instituiu o Bolsa Bandido. O PT de gravata.


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