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Enfim, a reta final


Destaques
Fórum: Dilma abre 6 no 2º turno e pode levar no 1º
FHC compara o caso Petrobras ao mensalão
Para Armínio, economia passa por ‘septicemia’
"O Brasil está começando a perder o rumo", diz FHC
Presidente da CPI vai recorrer à delação premiada
Deputado colhe frutos por ter sido fiel a Eduardo
Marina: sociedade não pode "assinar cheque em branco"
Aécio sobe o tom das críticas contra Marina
Dilma afirma que precisa investir mais em educação
Juiz nega à CPI acesso à delação premiada de Costa


Opinião


O lixo da política - Marcelo Alcoforado
























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09/14
Fórum: Dilma abre 6 no 2º turno e pode levar no 1º

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A disputa ao Palácio do Planalto desse ano, que parecia ter um cenário consolidado antes da morte de Eduardo Campos, tem agora mostrado cada vez mais reviravoltas. A presidente Dilma Rousseff (PT), que chegou a ficar 10 pontos atrás da adversária do PSB, Marina Silva, agora abre seis pontos de vantagem no segundo turno e pode sair vitoriosa logo no primeiro, de acordo com o tracking de uma campanha, divulgado pela revista Fórum. Segundo a pesquisa interna, a diferença entre as intenções de voto da petista e a soma dos votos dos adversários de Dilma é de 40% e 41%. Leia abaixo o texto publicado no Blog do Rovai:

Tracking: Dilma abre seis pontos sobre Marina no segundo turno

A realidade é outra, me diz o interlocutor com quem consegui os dados que seguem. De fato, muita coisa mudou desde que o jato com Eduardo Campos caiu na cidade de Santos. Houve um momento em que Dilma ficou 10 pontos atrás de Marina na simulação de segundo turno e que a reeleição se tornou zebra. Hoje, porém, o tracking de uma campanha aponta a presidenta com 45% e Marina com 39%. Mas mesmo o segundo turno já não é algo tão certo.

Dilma teria hoje 40% das intenções de voto, Marina, 22%, e Aécio, 17%. Os outros candidatos somados, 2%. Ou seja, a eleição está em empate técnico. Somados os votos de todos os outros contra Dilma, o resultado é 41% a 40%. Mas, além disso, a curva de queda de Marina e o crescimento, mesmo lento, de Aécio ainda dão um fio de esperança ao tucano de passá-la na reta final.

Para que isso aconteça Aécio teria de crescer em São Paulo e Minas e assim compensar a diferença de votos que Marina deve ter sobre ele principalmente no Rio de Janeiro e no Nordeste.

Se porventura o segundo turno for entre Dilma e Aécio, a vantagem da presidenta é de 15 pontos, 49% a 34%. Na campanha de Dilma, porém, há quem ache que Marina combalida pode ser uma adversária mais fácil do que um Aécio no embalo. Este blogueiro também acha isso.

Este tracking também traz um outro dado interessante, o da firmeza dos votos. Dos eleitores de Dilma, 82% se dizem completamente decididos. Entre os de Aécio esse número é de 75% e para os de Marina, 74%.

A reta final desta eleição tende a ser muito emocionante. Quem achava que seria um voto a voto entre Dilma e Marina para ver quem ficaria em primeiro lugar no primeiro turno, tende a ver um voto a voto entre Marina e Aécio pela segunda vaga. Isso se o Imponderável Futebol Clube não resolver pregar mais uma peça e fazer de Dilma presidenta reeleita já em 5 de outubro.  (Do Portal BR 247)

  Escrito por Magno Martins, às 20h30
 
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09/14
FHC compara o caso Petrobras ao mensalão

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que o governo federal deve responder, tanto a presidente Dilma Rousseff quanto os ministros, pelo escândalo de corrupção na Petrobras. Para FHC, o fato de as suspeitas envolverem três diretores da estatal indica uma "corrupção sistêmica", cuja responsabilidade é dos "donos do poder".

"Não é possível que uma empresa como a Petrobras tenha três dos seus diretores acusados de corrupção e todos ligados a partidos [políticos] e quem esteve no comando nunca tenha visto nada disso. Ou é incompetente ou é conivente e tem que ser cobrado."  O ex-presidente afirmou que acredita na honestidade da presidente Dilma. "Mas isso não a exime de responder a esse descalabro", criticou.

Ele fez uma comparação do caso Petrobras com o Mensalão. "O mensalão foi obter recursos públicos e privados, sobretudo públicos para financiar deputados, com ou sem campanha para que ganhasse o governo. Pelo que vejo na imprensa, parece o mesmo processo, que é utilizar recursos públicos, no caso da Petrobras, para financiar partidos da base."

Fernando Henrique Cardoso admitiu, porém, que a campanha do PSDB não tem tido sucesso em expor essa indignação. "Falta indignação na campanha do PSDB contra os desmandos", afirmou.

FHC participou de evento com empresários organizado pelo Lide, grupo liderado por João Dória Jr. (Da Folha de S.Paulo – Mariana Carneiro e David Friedlander)

  Escrito por Magno Martins, às 20h00
 
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09/14
Para Armínio, economia passa por ‘septicemia’


Do Blog do Josias

Apontado como ministro da Fazenda de um hipotético governo de Aécio Neves, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga utilizou uma metáfora forte para qualificar o atual estágio da economia brasileira. Para ele, o diagnóstico é de infecção generalizada. “É uma septicemia, não é uma verruga que você precisa tirar. É grave mesmo”. Quer dizer: se fosse eleito, Aécio não prescreveria uma aspirina.

  Escrito por Magno Martins, às 19h00
 
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09/14
"O Brasil está começando a perder o rumo", diz FHC

O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso disse, hoje, ser um homem que acredita no Brasil. Apesar disso, destacou que é preciso ter indignação quando o Brasil perde o rumo. "E o Brasil está começando a perder o rumo", frisou, em almoço-palestra para mais de 600 empresários, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide).

Na palestra, o ex-presidente da República lembrou que, ao assumir o País, depois de alguns escândalos que o Congresso Nacional enfrentou, como o dos "anões do orçamento", levou um grupo competente de pessoas para fazer a nação funcionar. "Em 93 94, juntamos um grupo de pessoas e batalhamos contra quase todo mundo porque não se acreditava que fosse possível colocar em ordem as finanças do País." E disse que sua gestão decidiu remar contra a maré e combater a alta inflacionária.

Em sua palestra, o ex-presidente tucano criticou a política externa praticada na gestão petista, dizendo que "nos dias atuais, o coração dos que estão no governo bate no mesmo ritmo de países como Bolívia e Argentina". E disse que a política externa petista fez o Brasil perder o rumo no mundo. "O Brasil se isolou no mundo", afirmou. Contudo, disse que o governo do PT agiu certo na crise econômica. "Mas fomos perdendo o modelo, passamos a ser um País com vocação para terceiro-mundismo. Perder o rumo é grave porque vai condicionar os passos futuros do País."

  Escrito por Magno Martins, às 18h30
 
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09/14
Presidente da CPI vai recorrer à delação premiada

O presidente da CPI mista da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse, hoje, que vai recorrer da decisão do juiz da 13ª Vara Federal Sergio Moro, que negou ao colegiado acesso ao teor da delação premiada do ex-diretor de Refino e Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa. O parlamentar ainda estuda que instrumento jurídico será usado como recurso e a qual instância irá recorrer.

 “Vou recorrer da decisão. Amanhã vou estudar com minha equipe de juristas da CPMI para ver quais serão as providências”, afirmou Vital do Rêgo ao G1. O parlamentar pretende insistir no pleito junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante reunião marcada para amanhã entre o senador, o presidente da corte, Ricardo Lewandowski, e o ministro encarregado no caso, Teori Zavascki. Está prevista também participação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

  Escrito por Magno Martins, às 18h00
 
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09/14
Deputado colhe frutos por ter sido fiel a Eduardo


O deputado estadual e candidato a federal, Sebastião Oliveira (PR), recebeu atenção especial do candidato a governador do Estado, Paulo Câmara (PSB), em sua visita as cidades de Serra Talhada e São José do Belmonte, no Sertão. Além de pedir votos para Sebastião, Câmara publicou em seu Instagram uma foto com o deputado, algo que não tinha feito ainda com candidatos fora de seu partido (PSB), na coligação.

O apreço da Frente Popular pelo candidato se deve pelo motivo do deputado republicano ser aliado do ex-governador Eduardo Campos, morto em tragédia aérea há pouco mais de um mês, desde o primeiro minuto de sua candidatura a Presidência. Antes mesmo de Eduardo deixar Paulo como candidato, Sebastião e o primo Inocêncio Oliveira, já estavam engajados na campanha da Frente Popular.

No momento em que Eduardo estava apenas com 14% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope feita durante as eleições de 2006, Sebastião recebia o ex-governador em Serra Talhada para inauguração de um comitê no centro da cidade e revelava em discurso que o socialista tinha todas as condições de ganhar dos candidatos de força como Mendonça Filho (DEM), então governador em exercício e Humberto Costa (PT), apoiado pelo presidente Lula.

O apoio que Sebastião ofereceu a Eduardo naquela época está sendo retribuído agora. O deputado que esteve com Eduardo desde o primeiro momento, declarou apoio a Paulo Câmara e acredita na vitória da Frente Popular mais uma vez.

  Escrito por Magno Martins, às 17h30
 
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09/14
Marina: sociedade não pode "assinar cheque em branco"

A sociedade não pode "assinar um cheque em branco", disse hoje a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, em crítica aos adversários na corrida ao Planalto. Ela argumentou, em discurso na Associação Nacional da Educação Católica (Anec), em Brasília, que os oponentes não formalizaram suas propostas. "A sociedade não pode assinar um cheque em branco", declarou a candidata.

A ex-senadora repetiu que pretende trabalhar com os "melhores" representantes dos partidos e alegou que a prática já é comum em vários países do mundo, onde os governos "escalam os melhores". Em sua visão, será possível fazer alianças programáticas e conseguir maioria no Congresso porque a população também votará pela mudança no Parlamento. "A sociedade está dizendo, de forma madura, que quer outra qualidade na política", concluiu.

À uma plateia de educadores, Marina disse que a educação pode fazer a diferença na vida dos cidadãos e que é preciso uma "visão estratégica" para a área, de forma a reduzir as desigualdades que ainda prevalecem no País. "É preciso vencer as desigualdades regionais", defendeu. Ela também pregou a parceria com instituições privadas de ensino para superar o "apagão" de mão de obra qualificada.

Após cumprir quatro anos de mandato no Planalto, disse a candidata (levando em consideração a possibilidade de eleição), seu projeto de aposentadoria envolverá a educação de jovens e adultos. Marina afirmou que gostaria de retribuir ao Estado o atendimento recebido na adolescência, quando foi alfabetizada, e proporcionar a jovens e adultos igual chance de aprender.

  Escrito por Magno Martins, às 17h00
 
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22
09/14
Aécio sobe o tom das críticas contra Marina

Com uma melhora em sua situação na corrida presidencial apontada pelas últimas pesquisas eleitorais Aécio Neves (PSDB), aumentou o tom das críticas à candidata do PSB no pleito, Marina Silva, na tentativa de conseguir chegar a um eventual segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff (PT), que disputa a reeleição. Para o tucano, Marina tem "boas intenções", assim como os demais adversários, mas a socialista "não se colocou em condições de construir uma agenda para o Brasil".

Pouco antes de participar de carreata em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, Aécio insistiu em críticas baseadas nas mudanças que Marina tem feito em relação às propostas de seu programa de governo, considerado pelo senador "um conjunto de colagens que são modificadas ao sabor do vento". Para exemplificar, ele citou declarações do candidato a vice de Marina, Beto Albuquerque, que acenou com alterações no programa em relação ao desmatamento.

"Vi uma entrevista do seu candidato a vice-presidente da República dizendo que o desmatamento zero que ela (Marina) propõe em seu programa de governo não é bem isso. O programa da Marina foi feito por quem achava que não ia vencer as eleições. Por isso as suas contradições surgem a cada dia", salientou Aécio.

  Escrito por Magno Martins, às 16h40
 
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09/14
Dilma afirma que precisa investir mais em educação

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, reconheceu que ainda é preciso ter recursos mais significativos para educação no País, mas disse que hoje o governo federal investe muito mais nesta área do que no passado. "Estamos investindo muito mais, algo no patamar de R$ 100 bilhões", afirmou, em entrevista ao Bom Dia Brasil, gravada ontem, em Brasília, e exibida nesta segunda-feira. "Nós sabemos que não tem recursos significativos para educação, mas nós fizemos um ótimo trabalho em educação", ponderou, destacando a lei que destina 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo do pré-sal para a educação.

Questionada sobre o desempenho no Índice Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado este mês, Dilma destacou que houve uma melhora no desempenho do 1º ao 5º ano. "Nós cumprimos a meta e nos superamos", disse. "Os anos finais do ensino fundamental e médio de fato não estão bons. Não conseguimos entrar na meta", ponderou.

Segundo ela, o governo tem esse diagnóstico do ensino médio e por isso "criou o ensino técnico". Ela defendeu ainda uma reformulação na grade curricular. "O jovem do ensino médio não pode ficar com 12 matérias. Um currículo com 12 matérias não atrai", disse.

A presidente afirmou que essa mudança não pode ser feita por decreto. "Tem que ter uma reforma." Para a presidente, apesar da necessidade de avanços, o Brasil já melhorou muito na educação e citou os sistemas atuais de testes, como a Prova Brasil. "Sabemos de tudo isso porque hoje temos testes para avaliar", disse.

  Escrito por Magno Martins, às 16h20
 
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09/14
Juiz nega à CPI acesso à delação premiada de Costa

O juiz Sérgio Moro da 13ª Vara Federal, negou, hoje, o pedido da CPI mista da Petrobras de acesso ao teor da delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso durante a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, sob suspeita de participar de corrupção na estatal.

O magistrado rejeitou também solicitação semelhante da Controladoria-Geral da União e da Petrobras.

Na decisão, Moro afirma que reconhece o "papel relevante da CGU e das CPIs na investigação criminal e no controle da Administração Pública, bem como o auxílio que a Petrobras S/A tem prestado, até o momento, para a investigação".

Ele destaca, porém, que as informações apresentadas por Paulo Roberto Costa estão em sigilo e ainda não foram homologadas pela Justiça.

"Entretanto, o momento atual, quando o suposto acordo e os eventuais depoimentos colhidos sequer foram submetidos ao Juízo, para homologação judicial, não permite o compartilhamento, sem prejuízo de que isso ocorra no futuro”, completou o juiz ao negar o compartilhamento das informações.

  Escrito por Magno Martins, às 16h00
 
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09/14
Marina critica Dilma por ter dito que erro foi 'banal'

 A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, lamentou na manhã de hoje, que a má gestão esteja prejudicando instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Petrobras e as agências reguladoras. Para Marina, o erro na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) prejudica a credibilidade "de uma instituição tão importante para o planejamento das políticas públicas". "Lamento que indicações políticas que muitas vezes não obedecem a critérios técnicos dentro das agências, da Petrobras e do IBGE possam causar prejuízos", criticou a candidata após participar de um evento na Associação Nacional de Educação Católica no Brasil, em Brasília.

Ontem, a presidente Dilma Rousseff (PT) classificou os erros na Pnad como "banais", o que foi rebatido hoje por Marina. "Não acho que se deva atribuir esses problemas todos como se fossem banais. Eles devem ser tratados com o nível de preocupação que o problema requer", afirmou a candidata, enfatizando que, em um eventual governo do PSB, os cargos são preenchidos com base em critérios "técnicos e éticos", com auxílio de um comitê de busca.

  Escrito por Magno Martins, às 15h30
 
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09/14
FHC: 'Ninguém deve bater em ninguém' em campanha

O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso acaba de chegar para evento promovido pelo Lide, na capital paulista. Na entrada, FHC foi abordado pela equipe do programa CQC e brincou que poderia disputar mais uma vez a Presidência da República contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva em 2018, para negar em seguida.

Na rápida entrevista, FHC disse ainda que o correligionário Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, deve continuar fazendo uma campanha propositiva. "Ninguém deve bater em ninguém", disse o tucano. O evento do Lide terá a participação também do ex-presidente do BC Armínio Fraga, um dos principais colaboradores de Aécio Neves na área econômica nesta corrida ao Palácio do Planalto.

  Escrito por Magno Martins, às 15h00
 
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09/14
Marina nega fim de programas sociais caso seja eleita

Em campanha na Associação Nacional de Educação Católica, na 902 Sul, em Brasília, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, voltou a rebater as acusações da presidente Dilma Rousseff de que "os outros, se eleitos, acabariam com os programas sociais".

"Estão dizendo aí que vou acabar com tudo. Peçam a Deus o discernimento do povo brasileiro. Não dá para acreditar que uma pessoa possa acabar com o Prouni, Pronatec, a transposição do rio São Francisco, o 13° (salário), as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Isso fere o bom senso e a inteligência dos brasileiros. Nós vamos manter os programas e, inclusive, ampliar o Bolsa Família que ainda tem quatro milhões de pessoas cadastradas que ainda não foram atendidas" disse a candidata a padres e irmãs no CNTC.

  Escrito por Magno Martins, às 14h30
 
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09/14
Em carreata, Aécio e Pimenta criticam escândalos do PT

Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência do Brasil, e Pimenta da Veiga, candidato tucano ao governo de Minas, fizeram na manhã de hoje uma carreata e corpo a corpo com eleitores de Betim e Contagem, na Grande BH. Confiantes da vitória nas urnas e garantindo que a virada já começou, ambos criticaram os escândalos de corrupção protagonizados pelo PT.

Aécio chamou o esquema de corrupção envolvendo a Petrobras de "propinoduto e petrolão" e afirmou que se Dilma Rousseff não conseguiu administrar a maior empresa pública do país, já que permitiu práticas ilegais, não tem autoridade para continuar administrando o Brasil.

Já Pimenta da Veiga expressou temor ao dizer que caso seu principal oponente no pleito, o petista Fernando Pimentel, seja eleito, escândalos semelhantes podem acontecer no estado. "Imagine entregar a Cemig e a Copasa ao PT. Eles vão fazer aqui o que fizeram com a Petrobrás", disse.

  Escrito por Magno Martins, às 14h00
 
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09/14
PT leva à TV crítica de Aécio a Marina

Do Portal BR 247

A estratégia do PT para enfraquecer a candidata do PSB, Marina Silva, se alinhou a do PSDB. O partido vai levar à TV o discurso usado pelo presidenciável tucano Aécio Neves contra as incoerências do plano de governo da ex-senadora.

A campanha pela reeleição de Dilma Rousseff vai televisionar nesta semana filme em que critica quem "escreve programa de governo a lápis" e alerta sobre o risco de Marina ser eleita porque ela não tem "firmeza em seus compromissos".

Recentemente, o tucano disse que entregaria um programa de governo feito "a caneta" e não "a lápis", como seria o de Marina.

Aproveitando essa falha na campanha da adversária, o programa do PT vai usar a imagem de uma mão escrevendo a lápis que "o pré-sal não é prioridade". Em seguida, a mesma mão aparece com uma borracha e apaga a frase, com a seguinte mensagem do interlocutor:

"Se como candidata Marina mudou de opinião diversas vezes, imagina o que aconteceria se ela fosse presidente? Para ser presidente, é preciso ter firmeza em seus compromissos, não escrever programa de governo a lápis. Quem sempre volta atrás, nunca vai pra frente."

  Escrito por Magno Martins, às 13h30
 
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09/14
Mudança na economia depende dos EUA, diz Dilma

Do G1 em Brasília

A presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, afirmou, em entrevista gravada no domingo e transmitida nesta segunda-feira pelo “Bom dia Brasil”, que a política econômica atual está na “defensiva” por causa da crise financeira internacional e que qualquer mudança dependerá de uma melhora na economia dos Estados Unidos.

 “A gente tem de ver como que evolui a crise [...] Os Estados Unidos evoluindo bem, eu acho que o Brasil pode entrar numa outra fase, que precise de menos estímulos. Pode ficar entregue à dinâmica natural da economia e pode, perfeitamente, passar por uma retomada”, afirmou aos jornalistas Miriam Leitão, Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo.

Segundo a presidente, apenas com a recuperação econômica de outros países será possível adotar, no Brasil, uma política econômica “ofensiva”. “Estamos numa situação em que o Brasil está na defensiva em relação à crise internacional. Protegendo emprego, salário e investimento. Essas três variáveis. Por quê? Porque vamos apostar numa retomada. Na retomada você muda a política econômica de defensiva para ofensiva.”

Dilma foi, então, questionada sobre o fato de o Brasil estar crescendo menos que outros países da América Latina, como o Chile e a Colômbia. A presidente respondeu dizendo que alguns países vizinhos estão "em situação difícil". "O nosso maior importador aqui na região, que é a Argentina, está numa situação bem problemática. 80% dos nossos manufaturados vão para lá", afirmou.

  Escrito por Magno Martins, às 13h00
 
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09/14
Pesquisa: Marina Silva lidera no Grande Recife

Do Diário de Pernambuco

A análise detalhada da aderência das candidaturas presidenciais em Pernambuco serve, sobretudo, para que os comitês das campanhas reformulem estratégias e definam em que grupos investirão nos dias finais. A pesquisa Ipespe revela, por exemplo, que a aderência da socialista Marina Silva (PSB) é muito maior entre os eleitores ricos, com rendimento maior que cinco salários mínimos (50%), que entre eleitores mais pobres, com ganho menor que o salário (39%).

Dilma Rousseff (PT), por sua vez, está melhor posicionada entre os mais pobres (45%) e tem aderência menor entre os mais ricos (28%). Se forem comparadas as duas candidaturas entre si, entre os mais pobres, Dilma ganha. Na faixa salarial entre dois e cinco salários mínimos e entre os que recebem acima de cinco salários, Marina vence.

No cruzamento entre faixa de instrução e intenção de votos, uma dicotomia: Marina cresce à medida que os eleitores têm mais escolaridade e Dilma cai à medida que os eleitores têm mais escolaridade. Quando se avalia os redutos eleitorais por região em Pernambuco percebe-se que Marina tem a melhor aceitação na Região Metropolitana (onde aparece com 51%) e na Mata (44%). Já o destaque de desempenho de Dilma é no Sertão (56%), seguido pelo Agreste (51%).

  Escrito por Magno Martins, às 12h30
 
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09/14
Dilma: "Apuração na Petrobras não compromete produção"

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), afirmou, hoje, que a Petrobras "já se recuperou e bateu todos os recordes de produção". Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, a presidente destacou que a própria agência internacional de energia reconheceu esse dado.

Ela garantiu ainda que as investigações envolvendo membros da empresa em um suposto esquema de corrupção na estatal não comprometem a produção de petróleo nem o pré-sal. "Esse será um imenso fator de crescimento para o Brasil. A produção de petróleo é fundamental para o País", disse. "Toda essa investigação não compromete o ritmo de desenvolvimento (da empresa)."

Segundo Dilma, não há dúvidas de que em breve o País passará a ser exportador de petróleo. Ela afirmou que, apesar de a Petrobras ter sido a maior responsável pelo déficit brasileiro nos últimos anos, o cenário está controlado. "A dívida está controlada. Não temos flancos externos", afirmou.

Dilma voltou a citar a crise internacional para justificar o baixo crescimento do País e alguns problemas na economia, como a inflação beirando o teto da meta. Segundo ela, a independência do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), por exemplo, está baseada no máximo emprego, estabilidade no curto prazo e juros moderados no longo prazo. "Aqui é considerado de extrema heterodoxia. Aqui (o BC) persegue apenas a inflação", afirmou.

  Escrito por Magno Martins, às 12h00
 
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22
09/14
Renata Campos aparece hoje no guia do PSB


A viúva do ex-candidato à Presidência da República e ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, estreia na noite de hoje, no programa eleitoral do PSB "Eu confio em Paulo Câmara", "Eu confio em Fernando Bezerra Coelho", vai dizer ela, legitimando os candidatos socialistas ao governo de Pernambuco e ao Senado, escolhidos por Campos, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto em Santos (SP).

Parceira do projeto político de Campos e sua principal consultora, Renata, que até agora vinha mantendo uma atuação discreta e nos bastidores, vai aparecer pedindo votos para os socialistas na reta final da campanha, reforçando a disposição do eleitorado em manter o legado e os ideais de Eduardo. Ela vai dizer aos pernambucanos que o ex-secretário estadual da Fazenda, Paulo Câmara, é a garantia dos avanços conquistados no Estado.

  Escrito por Magno Martins, às 11h40
 
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09/14
Ipespe: Crescimento dos candidatos por região

Do Diário de Pernambuco

O ex-secretário e candidato ao governo de Pernambuco Paulo Câmara (PSB) melhorou seu desempenho, no quesito intenção de votos, em todas as regiões do estado. O socialista saiu dos 35% no Grande Recife, divulgado na pesquisa do Ipespe na segunda-feira passada, para os atuais 47%. Na Zona da Mata, Câmara saiu de 31% para 43%. No Agreste, foi de 36% para 41%. O bom desempenho também foi no Sertão do São Francisco, de 29% para 35%, e no Sertão, de 24% para 29%.

Já o senador licenciado e candidato do PTB, Armando Monteiro Neto, caiu em três regiões. O trabalhista, no levantamento anterior, tinha 31% das intenções no Grande Recife, agora tem 25%. Já no Sertão do São Francisco tinha 40%, ficando com os atuais 29%. Outra perda foi no Sertão, caindo de 55% para 46%. O candidato, no entanto, melhorou seu desempenho em duas regiões: na Zona da Mata e no Agreste.

No levantamento divulgado na última segunda-feira, Armando tinha 22% do eleitorado da Zona da Mata. Na nova rodada da pesquisa, divulgada hoje pelo Diário, o candidato ficou com 28%. No Agreste, Armando cresceu sete pontos, saindo dos 32% para os atuais 39%. Ou seja, destas regiões, Armando só vence o adversário no Sertão de Pernambuco.

A Região Metropolitana do Recife é a mais densa em termos de população (40% do eleitorado); enquanto que o Sertão representa a segunda menor densidade (12%). Se o Sertão e o São Francisco for agrupado, Armando fica com a maioria, com 40% das intenções de votos lá.

  Escrito por Magno Martins, às 11h20
 
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