Sopranor 5

06/05


2016

Assista ao vivo a votação do impeachment na Comissão

Clique aqui e assista ao vivo a votação do impeachment na Comissão Especial do Senado


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FMO

06/05


2016

Iniciado processo de encaminhamento de votação

O presidente da Comissão Especial do Impeachment do Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), começou a chamar os líderes para o encaminhamento da votação do relatório do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), mas foi interrompido pela senadora Gleisi Hoffman, que apresentou questão de ordem para suspender a sessão e anulada, o que foi rejeitado pelo presidente.


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TCE

06/05


2016

Lira nega questão de ordem de Gleisi

O presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), indefere a questão de ordem da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Os trabalhos da comissão seguem.


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Banner - Hapvida

06/05


2016

Gleisi Hoffmann pede questão de ordem

Em seu pedido de questão de ordem, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) fala sobre o afastamento de Eduardo Cunha, decidido na véspera pelo Supremo Tribunal Federal e solicita o arquivamento do processo de impeachment no Senado.


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06/05


2016

Recomeça a reunião

Na retomada da sessão na Comissão Especial do Impeachment, o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), dá 5 minutos de fala ao senador Lindbergh Farias (PT-PB) para réplica da fala do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)


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Governo de PE

06/05


2016

Sessão suspensa para troca de campainha

Em meio ao bate-boca protagonizado pelos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e Lindbergh Farias (PT) por causa de uma postagem nas redes sociais, o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), suspendeu a sessão por 5 minutos para trocar a campainha da sala, que, segundo ele, "não está à altura desse momento histórico".


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Bandeirantes-1

06/05


2016

Lindbergh tenta constranger senadores

Sem autorização do presidente da comissão especial destinada a discutir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) liberou uma equipe composta de dez cinegrafistas para "gravar o golpe", retórica petista para se referir ao impedimento de Dilma. Parte da turma é da assessoria de sua excelência. A ideia é pressionar os senadores da comissão, especialmente aqueles favoráveis ao processo contra a presidente da República.


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Sesi 4.0

06/05


2016

Cordialidade na comissão do impeachment

O presidente da Comissão Especial destinada a discutir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), protagonizou um dos raros momentos de cordialidade durante os debates. Nesta sexta-feira (6), data em que será votado o relatório do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), Lira cumprimentou cada parlamentar, da oposição e do governo, como se fosse uma final de copa do mundo.


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Senai 4.0

06/05


2016

Começa sessão de votação do impeachment na comissão

Aberta neste momento a sessão da Comissão Especial do Senado destinada a votar o relatório pela admissibilidade do impeachment da presidente Dilma, de autoria do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG).


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Odonto Personalité

06/05


2016

A foto para a prosperidade

A foto oficial do final dos trabalhos da comissão especial do Senado: presidente Raimundo Lira, do PMDB da Paraíba, e Antônio Anastasia, do PSDB de Minas.


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Comentários

azevedo

E para o lixo da História


Naipes

06/05


2016

Humberto joga a toalha na Comissão

Em entrevista ao blog, o líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT), admite que o Governo sofre derrota hoje na Comissão Especial do Senado. Segundo ele, a tentativa de reverter o placar adverso pela admissibilidade do impeachment ficará para o plenário do Senado.


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Arcoverde 4

06/05


2016

Waldemar diz que Silvio Filho agride a verdade

As cobranças do deputado Silvio Costa Filho para discutir as obras de mobilidade em audiência pública foram vistas pelo líder do Governo, deputado Waldemar Borges (PSB), como apenas um jogo de cena.

“O líder da oposição está perdendo a cerimônia em agredir a verdade. Nós tínhamos uma audiência pública marcada para o dia 28 de abril para discutir a mobilidade urbana no Recife e na Região Metropolitana e o deputado Silvio Costa Filho, de maneira inclusive desrespeitosa com todas as pessoas convidadas para o evento, solicitou à mesa, através de ofício, que a audiência fosse desmarcada. É incrível que ele venha cobrar, com a cara mais limpa do mundo, o debate que não houve porque ele desmarcou", revelou Borges

O líder do Governo ressalta que essa atitude deixa claro que o deputado Silvio Costa Filho quer apenas fazer marola em torno do assunto e não discuti-lo efetivamente.

Waldemar Borges acrescenta que o desapego do líder da oposição à verdade revelou-se também quando ele criticou o governador Paulo Câmara por ter procedido transferência de recursos da Saúde para o FEM. “Ele sabe que esses recursos são de emendas parlamentares e que, portanto, a responsabilidade por essa transferência não é do governador, ou seja, estão ficando cada vez mais frequentes as demonstrações de que ele, na sua condição de pré-candidato a prefeito do Recife, quer mesmo é cavar manchete em jornais e blogs a qualquer custo”, concluiu.


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bm4 Marketing (turbinado)

06/05


2016

A charge do dia


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Márcio Calheiros

06/05


2016

Coluna da sexta-feira

    Impeachment sem relação com Cunha 

O afastamento do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) das funções de presidente da Câmara dos Deputados, por decisão monocrática do ministro Teori Zavascki e confirmada ontem mesmo pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, foi comemorado e interpretado por parlamentares governistas como uma janela aberta para uma possível anulação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Mas se trata apenas de uma mera euforia, um sonho de verão. Uma coisa não tem nada a ver com outra. Não foi Cunha, sozinho, que aprovou o impeachment. Foram 367 deputados e o Governo em nenhum momento questionou judicialmente a decisão soberana da Câmara dos Deputados. Tudo transcorreu de forma transparente, obedecendo todas as regras em vigor e seguindo o rito estabelecido pelo Supremo.

A decisão do ministro Teori se sustenta em cima de 11 situações que comprovariam o uso do cargo pelo deputado para "constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar investigações". Um dos argumentos de Teori é que a permanência de Cunha à frente da Câmara representaria um "risco para as investigações penais" pelas quais é acusado no Supremo Tribunal Federal.

Entre os 11 itens relacionados, portanto, nada com o impeachment. Os governistas, que não conseguiram convencer com o discurso de golpe, compreendem a decisão, mas fazem questão de confundir. Sapateiam, berram, protestam e esperneiam mesmo conscientes de que a derrocada de Cunha se dá pelo conjunto da sua obra criminal e não política.

O advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardozo, afirmou que vai pedir ao STF a anulação do processo de impeachment com base na saída temporária de Cunha. O jurista e professor de direito constitucional da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) Marcelo Figueiredo afirmou que não há impacto nem relação de uma coisa com a outra, conforme escrevi acima.

"Não existe nenhuma ligação, tanto que o processo já está tramitando no Senado, independentemente do futuro do deputado Cunha. Em tese, uma coisa não afeta a outra, mas é claro que o governo vai tentar utilizar isso como um argumento de defesa, sem chances, entretanto, de prosperar”, disse Figueiredo.

RISCO ÀS INVESTIGAÇÕES – Para o ministro Teori Zavascki, que decidiu pelo afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara, havia "ponderáveis elementos indiciários" a apontar que Cunha "articulou uma rede de obstrução" às investigações. "Além de representar risco para as investigações penais sediadas neste Supremo Tribunal Federal, [a permanência de Cunha] é um pejorativo que conspira contra a própria dignidade da instituição por ele liderada", escreveu ele.

O concorrente de JarbasSe houver vacância do cargo de presidente, como deve se constituir o caminho natural com o afastamento de Eduardo Cunha, o PMDB pode bancar a candidatura do deputado pernambucano Jarbas Vasconcelos ao comando da Casa. Dentro do seu partido, Jarbas terá, entretanto, um concorrente: Osmar Terra, do Rio Grande do Sul, que teria, teoricamente, o apoio do chamado baixo clero. Os históricos peemedebistas e o vice-presidente Michel Temer, que pode virar presidente na semana que vem, torcem por Jarbas.

Direitos mantidos- Afastado do mandato de deputado por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) terá direito a todos os privilégios de presidente da Câmara enquanto mantiver o diploma parlamentar, segundo a Secretaria-Geral da Casa. Com isso, ao longo do período em que durar a suspensão do mandato, ele poderá continuar usando a residência e o carro oficial da presidência da Câmara, continuará acompanhado por uma equipe de seguranças e terá direito a usar o jato da Força Aérea Brasileira (FAB).

Vice também envolvido– Substituto interino de Cunha na Presidência da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assim como o de Cunha, está  citado nos inquéritos autorizados pelo STF para investigar políticos na Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção na Petrobras. Segundo o depoimento do doleiro Alberto Youssef, Maranhão fazia parte de um grupo de menor expressão do PP que recebia repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da "cota" da legenda no esquema de corrupção da Petrobras. Se os ministros do Supremo entenderem que há provas suficientes contra Maranhão, ele pode virar réu.

Medo de Sérgio MoroDeputados próximos de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) aconselham que ele renuncie ao cargo de presidente da Câmara. A estratégia está sendo montada para que ele possa, pelo menos, manter o cargo de deputado federal e, com isso, ter foro privilegiado e evitar ser investigado na primeira instância. Interlocutores mais próximos de Cunha admitem que ele teme ficar na mira do juiz federal Sérgio Moro. A partir da renúncia, estaria convocada uma nova eleição para a presidência da Câmara dos Deputados.

CURTAS

VOTAÇÃO– Na avaliação do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), os senadores que integram a Comissão Especial do Impeachment no Senado já têm elementos suficientes para votar, amanhã (6), o processo de admissibilidade de impedimento da presidente Dilma Rousseff. “Acredito que a comissão está pronta para fazer esta deliberação”, afirmou elogiando em seguida o trabalho do presidente Raimundo Lira e o relator Antônio Anastasia.

NO GRITO- Por falar em votação, grupos de senadores e deputados governistas prometem tumultuar a sessão de votação do relatório pela admissibilidade do impeachment, assinado pelo senador Antônio Anastasia (PSDB-MG). A estratégia, definida, ontem, é tentar impedir a votação no grito pegando como mote o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A votação começa às 10 horas.

Perguntar não ofende: Dilma e Temer, que vai resistir mais? 


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Comentários

marcos

11 milhões de desempregados, 10% de inflação, Petrobras quebrada, fundos de pensão quebrados, o Brasil desmoralizado tudo isso culpa de dois incompetentes, saqueadores, mentirosos e corruptos. Qualquer cachorra doente com gonorréia é melhor que Dilma Jumenta e o PT!!!

marcos

Frevo para Dilma. Oh quarta feira ingrata (11/5) chega tão depressa, só pra contrariar. É de fazer chorar. Chora PTzada!

R.Soares

Dilma ruim com ela, pior sem ela vamos pra frente esses babacas antipetista vão chorar com temer

marcos

Dilma a mulher que fez assistência técnica para Índio.

marcos

Lula o Alcoólatra que Rouba Crucifixo!



06/05


2016

Bomba relógio: delação premiada de Cunha é temida

Do site Conexão Jornalismo - 

Delação premiada poderá desmontar o atual Congresso Nacional

A notícia do afastamento de Eduardo Cunha, que o deixa mais perto do que nunca de uma prisão pelo juiz Sérgio Moro ou pelo próprio STF, acendeu a luz vermelha entre os deputados que são ligados organicamente ao ex-presidente da Câmara.

 O deputado eleito pelo PMDB do Rio é considerado um arquivo robusto do comportamento financeiro de centenas de campanhas políticas, conhecendo fontes de recursos, destinação e pagamentos, que garantiu a eleição de parlamentares. Uma eventual delação premiada daquele a quem se habituaram chamar de "chefe" poderá desmontar o atual Congresso Nacional.

Não por acaso, Eduardo Cunha conseguiu reverter votos que, durante a votação da admissibilidade do impeachment, na Câmara, eram contabilizados como favoráveis ao governo. Mais do que isso, conseguia convocar seus pares para votações relâmpagos, durante as madrugadas, para driblar a oposição a projetos de seu interesse. Os deputados agiam como se integrassem a bancada do Cunha - e era.

 É certo que, se houve um mínimo interesse em dissolver a corrupção enraizada no ambiente político do país, este deverá ser o caminho a ser seguido pela Justiça brasileira.

 Como religioso, Cunha tem parte da bancada evangélica que defende interesses que desmontam direitos individuais. Político, era o contato com empresas que doavam dinheiro com o qual pagava a dívida dos parlamentares do baixo clero - não somente, mas principalmente. Assim, passava a tê-los nas mãos.

 Isso tudo significa: Cunha é uma bomba relógio.


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marcos

Abra o bico Cunha, bote pra torar.


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