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Segunda etapa nos santuários


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Coluna da segunda-feira
Nova equipe econômica vai criar agenda positiva
Corrupção na Petrobras põe Brasil à beira do precipício
Último foragido da Lava Jato deve se entregar hoje à PF
PF investiga Odebrecht num inquérito à parte
Kátia Abreu, o tiro no pé de Dilma, diz 'Blog da Dilma'
TCU: sobrepreço de 1 bilhão no Clube das Empreiteiras
Operação Porto Seguro: 2 anos depois nada resolvido
Dilma acabou fazendo o que criticou antes, diz Marina
PT bate em Levy e sua afinidade com economia de Aécio


Opinião
Escrito por Magno Martins, às 19h00
























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11/14
A charge do dia
 
  Escrito por Magno Martins, às 09h52
 
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11/14
Coluna da segunda-feira

  Segunda etapa nos santuários

Retomo, hoje, a expedição aos santuários eleitorais do Bolsa-Família ao lado do companheiro Otávio Souto. Em 10 dias, na semana passada, estivemos em sete dos nove Estados nordestinos: Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Alagoas, Piauí e Sergipe.

Nesta segunda etapa, de distâncias muito mais longas, completaremos os Estados nordestinos indo, inicialmente, a Bahia, e depois ao Maranhã.

Para chegar a Bahia, em Nova Redenção, na Chapada Diamantina, que deu a presidente Dilma a maior votação naquele Estado no pleito de segundo turno, cumpriremos duas etapas.

A primeira, de avião, até Salvador, a charmosa capital baiana, onde pernoitaremos hoje, para amanhã, de carro, logo cedo, enfrentar 450 km por terra até Nova Redenção, no centro-sul baiano, com uma população de 8.034 habitantes.

Nova Redenção é a quarta cidade mais pobre do Estado, onde Dilma teve 3.570 votos, 90.61% dos votos válidos, enquanto o tucano Aécio Neves teve apenas 370 votos, 9,39%.

De lá, regressamos para Salvador na quarta e de avião decolaremos para São Luis, a capital do Maranhão, para encerrar o périplo nas nove zonas eleitorais nordestinas que Dilma bateu recordes de votação por causa dos programas sociais, especialmente o Bolsa Família.

No Maranhão, botaremos o pé em Belágua, a cidade mais dilmista do País, a maior votação proporcional da presidente em todo território nacional, onde alcançou a marca dos 93,93% dos votos – 3.558 votos. O tucano Aécio Neves teve apenas 230 votos, ou seja, ínfimos 6,07% dos votos.

Belágua fica no Leste maranhense, na região de Chapadinha, tem uma população de apenas 7.191 habitantes e vive da pesca, café e algodão, economias decadentes. O que está salvando a população, na verdade, é o Bolsa Família, que contempla 1,3 mil famílias, transferindo em média R$ 282,14 por família.

COLUNA Em razão deste segundo e último percurso aos santuários eleitorais do Bolsa Família esta coluna só volta a ser postada no próximo sábado. É impossível oferecer ao leitor uma coluna atualizada e bastante informativa cumprindo um roteiro tão extensivo, que nos obriga a passar metade do tempo na estrada e o resto fazendo entrevistas e conhecendo a realizada de cada Estado e município.

Com o pé atrás A escolha de Joaquim Levy para a Fazenda, segundo revela Ilimar Franco, de Brasília, não agrada ala expressiva do PT. Para eles, Levy seria muito ortodoxo. Eles temem que sua escolha comprometa os programas sociais. Alguns ministros o chamam de “o outro Armínio Fraga”.

Prefeito detona Lyra– Na sua página no Facebook, o prefeito de Belo Jardim, João Mendonça (PSD), acusa o governador João Lyra (PDB) de negar patrocínio para o Jardim Cultural, a maior e mais tradicional festa do município, agora em dezembro. Segundo ele, Lyra foi contaminado pelo deputado Mendonça Filho (DEM), que fez dobradinha com sua filha Raquel Lyra, eleita deputada estadual.

Tem que cobrar– A tradicional exposição de animais no Parque do Cordeiro foi um grande sucesso, mas o fato de o Governo não ter cobrado uma taxa mínima para o acesso do público provocou uma grande invasão de público. Mais do que isso, muita gente saiu de lá reclamando de pequenos roubos e assaltos, além de vandalismo.

Quase unanimidade Do presidente do PTB, Benito Gama, aos mais influentes líderes empresariais do PT, a escolha do senador Armando Monteiro Neto para o Ministério do Desenvolvimento Econômico foi muito bem aceita, elogiada como uma das melhores sacadas da presidente Dilma. O PIB nacional passa a ter em Armando seu principal interlocutor no Governo.

 

CURTAS

LIMPEZA– Não é só o PPS que decidiu intervir nos diretórios de 41 municípios do Estado, trocando o seu comando por causa de infidelidade partidária. O PSDB também irá no mesmo caminho, porque muitos dirigentes municipais votaram em Dilma e não em Aécio.

REAÇÃO– 'Tenho uma vida pública pautada pela honradez e seriedade, não respondendo a qualquer ação criminal, civil ou administrativa', reagiu o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, às denúncias de que teria recebido R$ 1 milhão do esquema de desvios de dinheiro da Petrobras.

Perguntar não ofende: Paulo Câmara vai antecipar o anúncio do secretariado?

'Busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola; ele se insurge contra toda sabedoria'. (Provérbios 18-1)

  Escrito por Magno Martins, às 06h00
 
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24
11/14
Nova equipe econômica vai criar agenda positiva

Assim que forem oficialmente integrados à equipe econômica, os economistas Joaquim Levy, que irá para a Fazenda, e Joaquim Levy, escalado para o Planejamento, além do novo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, irão trabalhar em medidas destinadas a ampliar a competitividade da economia brasileira. 

A agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, na área tributária, a unificação do PIS e do Cofins; na desburocratização, o fim da papelada no comércio exterior; e, no resgate à indústria, incentivos para renovação das fábricas. O discurso não será de arrocho

Quem antecipa as medidas é o colunista Sergio Leo, do Valor Econômico (leia aqui sua coluna). 'A agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, no terreno dos tributos, a unificação do PIS e do Cofins; no campo da facilitação de negócios, o fim da papelada no comércio exterior, substituída por documentos digitalizados; e, em investimentos, incentivos para renovação das fábricas', diz ele.

  Escrito por Magno Martins, às 05h58
 
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24
11/14
Corrupção na Petrobras põe Brasil à beira do precipício

O sistema é simples, diabólico e eficaz: um acusado de corrupção reduz sua pena se delatar outros, que por sua vez podem receber o mesmo tratamento, com o que o caso se ramifica ao infinito.

É a maneira que o juiz brasileiro Sérgio Moro tem para reconstruir o rastro da bilionária corrupção que domina de cima a baixo a maior empresa pública da América Latina, a Petrobras, e que sacode o país: contratos forjados no valor de bilhões de reais, obras superfaturadas para a construção de refinarias.

Também contas bancárias repentinamente esvaziadas para que não sejam congeladas, arrependidos que fazem acordos após pagar quase 100 milhões de reais, maletas com notas de dinheiro que vêm e vão, jatinhos levando somas estonteantes, um tesoureiro do PT envolvido na trama e intermediários que se entregam após passar dias foragidos da polícia.

E, além disso, vários dos maiores empresários do país, todos detidos na mesma carceragem sob a acusação de suborno, dividindo espaço e destino com o delator, Alberto Youssef, que tudo sabe e tudo conta…

O sonoro nome que a Polícia Federal deu à última fase da operação, Juízo Final, é sintomático. Tudo no Brasil gira atualmente em torno dessa gigantesca empresa pública e das venenosas revelações que surgem a cada manhã.  (Do El País - Antonio Jiménez Barca)

  Escrito por Magno Martins, às 05h50
 
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24
11/14
Último foragido da Lava Jato deve se entregar hoje à PF

Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades, vai se entregar à Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, nesta segunda-feira, levado por sua advogada Joyce Roysen.

Ele é considerado foragido pela Justiça do Paraná há quinze dias, quando teve a prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, como suspeito de integrar o grupo criminoso investigado pela operação Lava-Jato, que desviou pelo menos R$ 10 bilhões da Petrobrás, em licitações fraudadas e obras superfaturadas, com a participação das 13 grandes empreiteiras brasileiras.

Negromonte é acusado de transportar 'malas e sacolas' contendo grande quantidade de dinheiro, 'em espécie', do escritório do doleiro Alberto Youssef, a políticos e empresários que participavam do esquema de corrupção em torno da Lava-Jato. Em nenhum momento se fala no envolvimento de seu irmão no esquema.

Ultimamente, Adarico vem residindo em Registro, no litoral Sul de São Paulo e tem 'quase 70 anos', como diz sua advogada na petição encaminhada ao juiz Sérgio Moro na última quinta-feira, na qual pede que a prisão temporária dele seja revogada e que ele possa prestar depoimento à PF nesta segunda-feira em liberdade.

  Escrito por Magno Martins, às 05h40
 
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24
11/14
PF investiga Odebrecht num inquérito à parte
 A Polícia Federal dividiu a Operação Lava Jato e abriu inquérito para apurar "eventuais crimes de peculato [desvio de recursos] e lavagem de dinheiro" cometidos por controladores do grupo Odebrecht, dono da maior construtora do país, com receita bruta de R$ 97 bilhões. A empreiteira foi alvo de mandados de busca e apreensão na sétima fase da operação, no dia 14, mas não chegou a ter executivos detidos, como ocorreu com outras empresas --foram presos funcionários de oito delas.

O inquérito, aberto no fim do mês passado, aponta que a PF ainda está levantando informações sobre um possível envolvimento da Odebrecht com o esquema de desvio de recursos da Petrobras.

Por isso, a Justiça solicitou à construtora informações sobre contratos firmados com empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef, usadas para lavagem de dinheiro.

Em depoimento à Justiça, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa havia afirmado que recebeu "recursos ilícitos repassados pela empresa Odebrecht, citando o executivo Márcio Faria como parte integrante do esquema", de acordo com o juiz Sergio Moro.(Da Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 05h30
 
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24
11/14
Kátia Abreu, o tiro no pé de Dilma, diz 'Blog da Dilma'

 O Blog da Dilma, um dos maiores portais pró-presidente, publicou no sábado um artigo criticando a indicada para a Agricultura. 'Dilma e um tiro no pé chamado Kátia Abreu' é o título. A informação é de Vera Magalhães, na Folha de S.Paulo desta segunda-feira.

Enquanto o PT ainda age para tentar derrubar a indicação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, -- diz a ci=olunista -- a senadora do PMDB e presidente da Confederação Nacional da Agricultura antecipou a aliados a disposição de implementar um plano que integre políticas para grandes, médios e pequenos agricultores. Pelo projeto que ela desenha para a pasta, assentados seriam tratados como microempreendedores e, assim, passariam a ser atingidos pelas políticas do ministério.

  Escrito por Magno Martins, às 05h20
 
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24
11/14
TCU: sobrepreço de 1 bilhão no Clube das Empreiteiras

 As empreiteiras suspeitas de integrar o esquema de corrupção na Petrobrás ganharam de outros órgãos e empresas federais obras com valores que podem ter sido inflados em ao menos R$ 1,1 bilhão, segundo relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) analisados pelo Estado.

De acordo com auditorias abertas a partir de 2003, o chamado “clube vip” de empreiteiros teve contratos superfaturados em 20 grandes empreendimentos, como a construção de ferrovias, rodovias, aeroportos e canais da Transposição do Rio São Francisco.

As auditorias e relatórios técnicos ainda não chegaram a render conclusões do TCU. Isso porque, na maioria dos casos, as empreiteiras contestam, por meio de recursos, os critérios usados pelo tribunal.

De acordo com os técnicos do TCU, tanto na Petrobrás quanto em obras de outras áreas do governo, o sobrepreço em planilhas de materiais e serviços é a principal fonte de prejuízos nos empreendimentos tocados pelas construtoras, que tiveram parte de executivos presa na sétima fase da Operação Lava Jato, batizada de Juízo Final e deflagrada no dia 14.  (De O Estado de S.Paulo -Fábio Fabrini)

  Escrito por Magno Martins, às 05h10
 
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24
11/14
Operação Porto Seguro: 2 anos depois nada resolvido
Veja - Ana Clara Costa, Luís Lima e Marília Carrera

Enquanto o país assiste, estarrecido, ao desenrolar da Operação Lava Jato, que apura o desvio de bilhões de reais da Petrobras para os cofres de partidos políticos, outra investigação que começou com o mesmo estardalhaço caminha a passos lentos, sem que punições tenham sido aplicadas aos principais envolvidos.

Trata-se da Operação Porto Seguro, que completa dois anos neste domingo. Segundo a Polícia Federal, o esquema viabilizava a negociação de pareceres técnicos com a ajuda de servidores de diferentes esferas da República: desde o número dois da Advocacia-Geral da União (AGU) até a chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha.

Nesse período, 23 pessoas foram indiciadas pela PF e 24 foram denunciadas pelo Ministério Público. Contudo, entre os 15 funcionários públicos envolvidos, nove continuam recebendo salários do governo.

  Escrito por Magno Martins, às 05h05
 
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24
11/14
Dilma acabou fazendo o que criticou antes, diz Marina

Lucas Salomão - Do G1, em Brasília

A ex-senadora e ex-ministra Marina Silva afirmou neste domingo (23) que o governo iria 'acabar fazendo' muitas medidas econômicas que foram criticadas pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral. Ela participou de encontro da Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade, em Brasília.

Segundo Marina, a campanha de Dilma se utilizou do 'marketing selvagem' para ganhar as eleições mas acabou recuando em pontos que antes eram criticados, como o aumento da taxa de juros e a redução da meta fiscal para o ano de 2014. A previsão do governo para o ano de 2014 era atingir o superávit primário de R$ 80,8 bilhões. Entretanto, enviou um projeto de lei ao Legislativo abandonando completamente a meta. Pela proposta, as contas do governo poderão registrar até mesmo déficir neste ano.

'Uma coisa foi o marketing selvagem praticado [por Dilma] para ganhar as eleições. Outra coisa agora é o confronto com a realidade', criticou. 'A tipificação que eu coloquei desde o início é de que muitas medidas que a presidente criticou, ela ia acabar fazendo'.

  Escrito por Magno Martins, às 05h00
 
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24
11/14
PT bate em Levy e sua afinidade com economia de Aécio

Joaquim-Levy-ministerio-Fazenda

Uma ala do PT quer reverter a escolha de Levy para a Fazenda alegando sua proximidade com a política econômica do PSDB de Aécio Neves. Eles lembram, reservadamente, que a indicação pode representar uma contradição em relação às críticas feitas por Dilma durante a campanha eleitoral.  Dilma criticou a escolha de Aécio por Armínio Fraga, presidente do BC no governo FHC, que ficaria à frente da Fazenda. A presidente chegou a dizer que Fraga 'não gosta do salário mínimo'.

'Ele acha que, no Brasil, para resolver os problemas, eles têm de reduzir o salário mínimo porque está excessivo. Isso é um escândalo', afirmou a presidente.

Na TV, Dilma explorou uma frase de Aécio, segundo a qual, se eleito, tomaria medidas 'impopulares'. A peça dizia que poderia isso significaria 'eventuais cortes na educação, saúde e em programas sociais'.  A indicação de Levy foi bem recebida pelo mercado. A Bolsa subiu 5% e dólar caiu 2,08% para R$ 2,519. (Da Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 04h50
 
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11/14
Petrolão: ''Isto não prova nada''

 Em 2007, então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque recebeu a gravação de uma conversa na qual executivos de empreiteiras combinavam preços para participar de uma concorrência realizada por sua área. “Isso não prova nada”, reagiu o executivo, descartando o áudio. Por cautela, o Jurídico da estatal achou melhor encaminhar a fita ao Ministério Público Federal. Onde, pelo visto, também não lhe deram importância. A informação é de Ricardo Boechat, na revista IstoÉ.

Ao decidir abrir um processo administrativo contra Renato Duque, na quarta-feira 20, a Comissão de Ética Pública da Presidência mudou o paradigma. Passou a cobrar respostas dos ocupantes de altos cargos comissionados antes da formalização de denúncia ao órgão e do fim do processo criminal na Justiça. Um passo adiante também dará a CEP, presidida pelo advogado Américo Lacombe, quando vier a cruzar bases de dados oficiais para descobrir se houve variação significativa no patrimônio de algum burocrata, durante exercício da função – e dele cobrar explicações.

  Escrito por Magno Martins, às 04h00
 
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24
11/14
Futuro em jogo

O processo decisório vacilante de Marina Silva paralisou a criação da Rede.Guilherme Leal, da Natura, e até a filha Mayara são contra a criação do partido já. Acham que é preciso esperar o primeiro semestre de 2015, aguardar insatisfações em outras siglas e, aí sim, montar um partido com maior representatividade.

Já a militância da Rede quer a criação do partido já no primeiro bimestre do ano que vem.

Marina não decidiu, mas já deixou claro que não pretende submergir como depois da disputa presidencial de 2010. Isso inclui participar mais ativamente das eleições municipais daqui a dois anos.

  Escrito por Magno Martins, às 03h00
 
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24
11/14
Milagre

Elio Gaspari

 Com jeito de quem não quer nada, a doutora Dilma congelou o projeto do trem bala, estimulado durante o governo de Nosso Guia. Antes que o BNDES mostrasse que a primeira proposta era fantasia em estado puro, a ideia chegou a encantá-la.

Se a coisa tivesse andado, acabaria num escandalo bilionário, parecido com o da Petrobras. Custaria no mínimo R$ 35 bilhões e já custou perto de R$ 70 milhões com nuvens, papéis e burocracia. Em benefício das grandes empreiteiras, foram elas quem pisaram no freio.

O primeiro comissário encarregado do projeto, José Francisco das Neves, ou 'Doutor Juquinha', passou alguns dias na cadeia em 2012, por conta de outros malfeitos.

  Escrito por Magno Martins, às 02h00
 
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11/14
Barbeiragens da Polícia Federal na Operação Lava Jato
 O criminalista Alberto Toron se queixa de que a citação indevida do diretor da Petrobras José Carlos Cosenza não foi a primeira arbitrariedade da PF na atual fase da Lava Jato, revela Vera Magalhães, na Folha de São Paulo deste domingo.

Diz a colunista que Walmir Pinheiro, diretor financeiro da UTC, empresa que o advogado defende, e Edinaldo Alves, "um subalterno", segundo ele, foram presos e soltos cinco dias depois, "após constatarem que não tinham nada a ver com o caso".

Os escritórios criminais menos renomados se movem para pegar os "peixes médios" que começam a surgir nas delações premiadas da Lava Jato e não têm dinheiro para bancar honorários das estrelas, estimados em R$ 3 milhões iniciais.

  Escrito por Magno Martins, às 22h00
 
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23
11/14
Este conhece
 O ex-presidente Lula tem um talento raro no Brasil: sabe que os eleitores apreciam quando expõe fraquezas humanas que tantos políticos procuram esconder. Mais do que isso, ele as proclama. Outro dia, em Foz do Iguaçu, depois de palestrar no evento Cultivando Água Boa, ganhou de presente um vidro de mel e uma garrafa de pinga artesanal.

Olhou para o fotógrafo Roger Meireles com ar de paradisíaca felicidade e proclamou: "É dessa água que eu gosto".

Enquanto isso, os presidentes da Claro, Oi, TIM e Vivo simplesmente não apareceram na audiência pública convocada pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara Federal, para discutir as falhas nos serviços que oferecem (as quatro estão no alto do ranking de queixas de consumidores). Deixaram claro que dão às autoridades a mesma atenção que aos clientes.

Para que melhorar, se não têm concorrentes?  (Carlos Brickmann)
  Escrito por Magno Martins, às 21h00
 
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23
11/14
Lava Jato: o cerco da PF agora é aos sem mandato

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Depois de mandar para a cadeia lobistas, executivos, diretores da Petrobras e grandes empreiteiros do País, a nova fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal, vai cercar os políticos sem mandato – e pode ocorrer a partir de Janeiro, quando alguns dos citados nas delações premiadas perderão o foro privilegiado. São pelo menos 70 parlamentares, entre senadores e deputados, envolvidos até agora pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da petroleira Paulo Roberto Costa.

O cenário explica a luta do deputado federal André Vargas, ex-PT, para se manter na Câmara e evitar a cassação. E

Pelos relatórios da PF, Vargas é o deputado escancaradamente citado por Youssef, que pagou até viagem de jatinho. Vargas não disputou eleição, e pode ser preso em Janeiro.

Outros alvos da PF são ex-deputados e atuais parlamentares que se despedem do Congresso este ano, a maioria deles do PP, que visitavam Youssef.

  Escrito por Magno Martins, às 20h00
 
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23
11/14
Saqueadores: só uma merreca de bilhões
 Pode parecer bobagem a diferença entre uma quantia e outra, mas R$ 3 bilhões resolveriam boa parte dos problemas até mesmo de gente riquíssima. De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, COAF, órgão federal, os desvios nesse caso chegam perto de R$ 24 bilhões. Os bancos consultados falam em R$ 21 bilhões.

Não é nada, não é nada, mas isso pagaria mais de dez vezes a devolução recorde do gerente da Petrobras Pedro Barusco. 

Por falar em trocados, o COAF vinha estranhando a movimentação financeira de algumas pessoas e empresas hoje investigadas na Operação Lava-Jato, umas oito mil, já há quatro anos. Mas ninguém deu atenção às informações do COAF.  (Carlos Brickmann)
  Escrito por Magno Martins, às 19h00
 
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23
11/14
Economia: para ajustar terá de matar um leão por dia

 Joaquim Levy e a nova equipe econômica terão, ninguém duvida, muito trabalho pela frente para mudar o humor dos empresários.

Um exemplo: de acordo com uma pesquisa feita pela seguradora Zurich e pela GfK com 3 800 pequenas e médias empresas de dezenove países, os brasileiros são os mais pessimistas em relação ao crescimento dos negócios em 2015.

Do total de 200 altos executivos brasileiros entrevistados, 27% “não esperam nenhuma oportunidade para suas empresas”. A média mundial é 18%.(Lauro Jardim - Veja Online)

  Escrito por Magno Martins, às 18h20
 
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23
11/14
Belo Jardim: prefeito denuncia governo João Lyra

 O prefeito de Belo Jardim, João Mendonça (PSD) denunciou hoje em nota pelas redes sociais suposta  perseguição política ao Jardim Cultural, evento previsto para ocorrer em meados de dezembro no município. Segundo a nota de João Mendonça, até o momento o Governo do Estado não deu qualquer sinalização sobre o apoio que dará ao evento que é fundamental para a economia do município, principalmente neste final de ano.

O prefeito destacou que desde 2013 vem saldando dívidas que ultrapassam a casa dos R$ 13 milhões da administração passada do município, mas mesmo assim promoveu uma série de obras na cidade e distritos e tem se esforçado para realizar o Jardim Cultural 2014, porém a falta de apoio governamental tem dificultado isso.

João Mendonça alerta que o evento está seriamente ameaçado de acontecer porque “o governador João Lyra Neto, pai da deputada estadual Raquel Lira parece não dar a menos atenção a Belo Jardim”. Ele questiona na nota se há a ação de alguém que quer prejudicar o governo João Mendonça e por isso gostaria que a festa não acontecesse. No final, o prefeito questiona o deputado federal Mendonça Filho, “que trouxe a filha do governador para fazer oposição a João Mendonça em Belo Jardim”.

  Escrito por Magno Martins, às 17h40
 
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