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O criador de partidos
Reparando erro grave da ditadura contra chineses
Com nome na lista, Alves deve perder ministério
MP denuncia coronel da ditadura por homicídio doloso
A tempestade, o furacão e o dilúvio
Coluna do sabadão
A Petrobras resistirá à tormenta
Contribuinte pagará a conta da corrupção na Petrobras
Projeto para espantar fumantes
MP aciona governador Agnelo por rombo recorde no País


Opinião


O futuro de Dilma - Adriano Oliveira
























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12/14
O criador de partidos

Kassab: 1 milhão de assinaturas para criar o PL

Gilberto Kassab determinou na quarta-feira passada que os chefes estaduais do PSD consigam 1 milhão de assinaturas para a criação do PL. Metade disso seria suficiente para a legalização de um partido, mas Kassab não quer repetir o fiasco da Rede de Marina Silva – ainda não viabilizada por ter assinaturas canceladas em 2013.

O sonho de Kassab é um ter partido encorpado que possa disputar com o PMDB a condição de ser o grande aliado do governo Dilma no Congresso.(Lauro Jardim - Veja)

  Escrito por Magno Martins, às 12h00
 
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20
12/14
Reparando erro grave da ditadura contra chineses

 Cinquenta anos depois da prisão, tortura e expulsão de nove chineses acusados de espionagem e subversão, o governo brasileiro reconheceu formalmente o erro cometido pela ditadura militar. Numa portaria publicada no Diário Oficial de anteontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anulou decreto de expulsão dos chineses assinado pelo ex-presidente Castelo Branco em 1965. Na portaria, Cardozo explica que anulou o decreto de Castelo Branco com base em decisão da Comissão Nacional da Verdade.

Na madrugada de 3 de abril de 1964, três dias após o golpe militar, nove chineses foram presos no Rio, suspeitos de tramar uma revolução comunista no país. Sofreram torturas e foram condenados a dez anos de prisão, da qual cumpriram um, antes de serem expulsos do Brasil.

O jornalista Ju Qingdong, 84, (Foto) é uma das cinco vítimas ainda vivas. Ele continua à espera de um pedido de desculpas do governo brasileiro. O episódio é tema do livro recém-lançado 'O Caso dos Nove Chineses', de Ciça Guedes e Murilo Fiu.

'Policiais com sapatos de couro pisaram na minha barriga, causando uma evacuação involuntária. Me queimaram com cigarros. Começamos a fazer greve de fome. 'A história e os fatos não mudam. Deveríamos resolver esse assunto corretamente. Do contrário, no fundo do coração, restará sempre um incômodo, um nó.''

  Escrito por Magno Martins, às 11h20
 
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20
12/14
Com nome na lista, Alves deve perder ministério
 O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), deve ficar sem ministério no próximo governo da presidente Dilma Rousseff. Seu nome já havia sido acordado entre os peemedebistas para assumir uma pasta no próximo mandato, uma vez que o parlamentar se despede da Câmara no ano que vem, e ficaria sem cargo público.

O motivo é a reavaliação das indicações dos nomes por Dilma Rousseff, após a divulgação, nesta sexta-feira, da lista de 28 políticos supostamente envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras, conforme delação do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa. Segundo ele, Alves seria um dos beneficiados.

O deputado era cotado para assumir o ministério da Previdência Social no lugar de Garibaldi Alves. Dilma não quer indicar alguém que possa ser alvo de inquérito no ano que vem. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve indiciar os políticos envolvidos na Operação Lava Jato a partir de fevereiro, na volta do recesso Judiciário.(Do Portal BR 247)

  Escrito por Magno Martins, às 10h40
 
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20
12/14
MP denuncia coronel da ditadura por homicídio doloso

 O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou nesta sexta-feira (19) o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, 81, e outros dois militares pela morte do militante Hélcio Pereira Fortes, em janeiro de 1972, durante a ditadura. Além de Ustra, o delegado Dirceu Gravina e o servidor aposentado Aparecido Laertes Calandra são acusados por homicídio doloso qualificado. O procurador Anderson Vagner Gois dos Santos, responsável pelo caso, defende que os crimes relatados não podem ser prescritos ou anistiados.

A morte do militante foi relatada pela testemunha Darci Toshiko Miyaki, que estava com a vítima nas dependências do DOI-Codi, centro do Exército que funcionou na zona sul de São Paulo. Levada ao prédio junto com Hélcio, ela relatou ter ouvido seus gritos. Ouviu também de um dos agentes que o colega estava sendo empalado. Depois, seu carcereiro afirmou que um 'presunto fresquinho' havia acabado de sair da solitária. A partir de então, Darci não ouviu mais os gritos de Hélcio.

Para Ustra, a vítima teria fugido da prisão e falecido em decorrência de tiroteio com agentes de segurança. A procuradoria quer que Ustra, Gravina e Calandra apontaram agravantes do crime: motivo torpe para a morte, emprego de tortura, abuso de poder e prática de um crime para a ocultação.(Da Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 10h00
 
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20
12/14
A tempestade, o furacão e o dilúvio

Carlos Chagas

 Deve ter respirado aliviada a presidente Dilma Rousseff quando viu, ontem, no jornal O Estado de S. Paulo, a lista de políticos supostamente envolvidos no escândalo da Petrobras, conforme a delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa.

Apesar de faltar a lista do doleiro Alberto Youssef, capaz de acrescentar outros nomes, Dilma fica mais ou menos livre para compor o novo ministério sem o risco de nomear alguns dos 28 acusados e precisar, depois, livrar-se deles, caso tornados réus.

Apesar dessa previsão, abre-se a hipótese da nomeação de um ou outro como forma de a presidente demonstrar que acredita em seus veementes protestos e negativas, além de não ter sido aberto processo contra nenhum e, muito menos, haver condenação. Mesmo assim, melhor que os relacionados não alimentem esperanças de virar ou, mesmo, de indicar ministros.

Essa primeira lista é impressionante, dada a evidência de que Paulo Roberto Costa, se não tiver certeza e provas de sua delação, arrisca-se a voltar para a cadeia e lá ficar até a eternidade. Dos políticos, 7 são ou foram senadores, 11 deputados, 4 governadores e 3 ministros. Entre eles, 10 do PP, 8 do PMDB, 8 do PT, além de um do PSB e outro do PSDB. Dois morreram.

Os parlamentares reeleitos serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal, caso denunciados pelo procurador-geral da República e se aceitas as denúncias pelo ministro-relator. O fórum para governadores é o Superior Tribunal de Justiça. Para os que não tem mandato eletivo, a justiça de primeira instância.

Não há como negar que a classe política, o Congresso e os partidos ficam muito mal. O governo também. Novidade propriamente não há na evidência de que a corrupção e os políticos relacionam-se faz muito, mas choca todo mundo conhecer os nomes relacionados, muitos até agora tidos como acima de qualquer suspeita. Por ironia, a divulgação segue-se à promessa da presidente Dilma de celebrar um pacto contra a corrupção, fazendo parte da lista alguns de seus ex-ministros.

Com relação ao Congresso, a inclusão dos ainda presidentes do Senado e da Câmara aumenta a falta de credibilidade na instituição. Quanto aos partidos, salta aos olhos a prevalência quase absoluta daqueles que formam a base parlamentar dos governos Lula e Dilma.

Em suma, e apesar dos desmentidos e das negativas, a conclusão é de que a tempestade vai virar furacão. Depois, quem sabe, o dilúvio. Marcada para fevereiro a apresentação das denúncias contra os políticos envolvidos no escândalo da Petrobras, o mínimo a esperar é o descrédito nas instituições políticas.

  Escrito por Magno Martins, às 09h00
 
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20
12/14
Coluna do sabadão

   Construção do perfil político

O Governo de Paulo Câmara gera uma grande expectativa como toda gestão pública, mas há um diferencial que se sobrepõe a ele, que é de natureza política. Jovem e fabricado na escola eduardista, Câmara não tem ainda uma identidade nessa área que possa ser visível, mesmo com muito esforço.

Por isso mesmo, a pergunta que se ouve mais entre aliados e adversários é a seguinte: o governador se afirma politicamente? Eis o grande desafio de Paulo Câmara, que ontem cumpriu mais uma etapa do processo eleitoral ao ser diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Câmara não é do metier político, nunca havia disputado uma eleição, viveu pouco ou quase nada de bastidores e por isso sua caminhada será longa em busca da afirmação. Não se forja um político da noite para o dia. O próprio Eduardo, mesmo sendo neto de Arraes, teve que conhecer primeiro o inferno, quando teve seu nome envolvido no escândalo dos precatórios.

Sua afirmação política se deu quando transformou o limão do esvaziado Ministério da Ciência e Tecnologia numa limonada. A partir dali, reconstruiu sua imagem de gestor e se reafirmou politicamente. Morreu precocemente quando vivia o melhor momento político da sua carreira.

Diz Maquiavel que o príncipe tem que ser amado e temido. Eduardo impunha medo aos adversários, aos secretários, aos aliados e até mesmo aos conselheiros mais próximos. Quando queria seduzir, era um doce! Quando pisava em seus calos, implacável.

Eduardo aliou à imensa capacidade gestora ao talento e a arte de fazer política. E reinou absoluto no Estado porque soube se impor politicamente. Que Paulo Câmara posse se inspirar nele, para que não comece a gerar desconfianças. Na formação da sua equipe, Câmara gerou a primeira desconfiança.

Permitiu a criação de grupos em seu governo, um formado a partir do núcleo da Casa Civil com Antônio Figueira, outro enraizado na área de planejamento com Danilo Cabral. Isso sem falar na força do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, que, segundo as paredes do Palácio do Capibaribe e o rouxinol que canta nos jardins das Princesas, tem forte poder de influência sobre Câmara.

E isso, se vier a ser comprovado ao longo da sua gestão, será muito ruim para Câmara e o Estado, porque o governador eleito vai contrariar uma velha lição do ex-governador Agamenon Magalhães, que dizia: “Ninguém governa governador”.

Que seja assim com Câmara!

RECUOU– O senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) não estava disposto a buscar o seu canudo no ato de diplomação dos eleitos ontem, mas acabou mudando de opinião depois de um telefonema que recebeu do governador eleito Paulo Câmara, acenando para o cachimbo da paz. FBC está com uma pulga atrás da orelha com Câmara depois de não ter sido ouvido na composição do seu secretariado.

A força de Queiroz Apesar da desconfiança dos seus próprios aliados, o prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), conseguiu, ontem, na peinha, por apenas um voto de diferença, emplacar a reeleição do seu aliado Leonardo Chaves (PSD) na presidência da Câmara de Vereadores.

Autonomia do processo– O escândalo Petrobras não terá um inquérito gigante, como o mensalão, nem será enviado ao Congresso um listão de réus. O ministro do STF Teori Zavascki e o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, decidiram que cada político citado, nas delações premiadas, terá um processo autônomo.

Como se dará– O presidente do STF, Teori Zavascki, só pedirá a abertura de inquérito contra os políticos com mandato eletivo depois que o Ministério Público enviar o pedido de investigação relacionando nomes, fatos e imputações criminais. Esta é a praxe no STF e isto foi o combinado com o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

Rei na barriga! O futuro secretário da Fazenda, Marcio Stefanni, tem um rei na barriga. Nem mesmo assumiu a pasta da Fazenda já escalou um grupo de aspones para fazer uma barreira com jornalistas. Diferentemente do governador eleito Paulo Câmara, que é bem acessível, Stefanni só fala se enviarem a ele as perguntas previamente prontas. É mole?

 

 

CURTAS

 

ESTRADAS– O maior desafio do governador eleito Paulo Câmara, de imediato, será, retomar as obras paradas no Estado, principalmente estradas, como a PE-292, que liga o distrito de Albuquerquené, em Sertânia, ao município de Afogados da Ingazeira.

ROMPIMENTO– A prefeita de Arcoverde, Madalena Brito (sem partido), diz que não se surpreendeu com o rompimento do seu líder na Câmara, Luciano Pacheco, porque ao longo da campanha ele já tinha sinalizado engajamento ao grupo do deputado federal eleito Zeca Cavalcanti, com quem a prefeita rompeu.

Perguntar não ofende: Quando Dilma, enfim, vai escolher o restante do seu Ministério?

'O servo prudente dominará sobre o filho que faz envergonhar; e repartirá a herança entre os irmãos'. (Provérbios 17-2)

  Escrito por Magno Martins, às 06h00
 
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20
12/14
A Petrobras resistirá à tormenta
Empresa enfrenta golpe triplo: o uso e abuso político na manipulação de preços, os desvios do petrolão e a desvalorização do petróleo

 A Petrobras é um colosso. Ainda assim, sente as avarias causadas pelo mar revolto. A empresa lida com uma tempestade perfeita. As suas ações não valiam tão pouco desde 2004, depois de terem caído para abaixo de 10 reais na semana passada. No auge, em 2008, cada papel chegou a valer mais de 55 reais.

Para os milhares de investidores da empresa, a grande dúvida é: até quanto as ações podem cair? Ou, pior, estaria a estatal condenada a um destino semelhante ao do conglomerado X, de Eike Batista, cujas ações viraram pó? As preocupações se justificam. Não existe sinal no horizonte, neste momento, de que a tormenta se dissipará em breve.

A despeito do prejuízo bilionário de dimensões ainda desconhecidas e da perda de credibilidade com o escândalo de corrupção, a estatal não só vai sobreviver como continuará a crescer nos próximos anos, graças em boa parte às reservas já conhecidas da camada do pré-sal.

A legítima preocupação de alguns investidores com o futuro da Petrobras, especialmente desconfiados da indústria de petróleo e gás natural depois da quebra da OGX, de Eike Batista, não resiste à análise dos números e das informações disponíveis. (Veja - Marcelo Sakate)

Clique aí e leia na íntegra: A Petrobras resistirá à tormenta
  Escrito por Magno Martins, às 05h54
 
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20
12/14
Contribuinte pagará a conta da corrupção na Petrobras

 A União poderá ter que pagar a conta pela corrupção na Petrobras, investigada na operação “lava jato”. Um grupo de fundos de investimento e de bancos, que veem suas ações minguarem a cada denúncia de desvio de recursos da petroleira, entrarão com processo no início de 2015 contra a União, sócia majoritária da estatal, e a Petrobras. Elas são acusadas de má gestão dos negócios.

A operação “lava jato” está rendendo dinheiro. Com a decisão da Setal de pagar multa de R$ 10 milhões no âmbito de um acordo de delação que fez com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, o montante arrecadado com essas penalidades chega a cerca de R$ 450 milhões.

  Escrito por Magno Martins, às 05h30
 
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20
12/14
Projeto para espantar fumantes
Maço anódino
Embalagens padronizadas

Embalagens padronizadas

A ideia de acabar com a identidade visual dos maços de cigarro e padronizá-los, proibindo a exibição da marca do produto foi apresentada ontem na Câmara pelos deputados Darcísio Perondi, Ivan Valente, Chico Alencar, Luiz Couto e César Colnago, informa Lauro Jardim na Veja Online.

O objetivo do projeto de lei é, para além das imagens escabrosas que já ilustram o verso das embalagens, evitar qualquer promoção e incentivo ao consumo de cigarros, assim como acontece na Austrália desde 2012.

  Escrito por Magno Martins, às 05h20
 
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20
12/14
MP aciona governador Agnelo por rombo recorde no País

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

 Após dois meses de denúncias e indicações do déficit bilionário que o governo deixará para o sucessor, o Ministério Público do DF e Territórios enfim acionou o governador Agnelo Queiroz (PT) na Justiça. O Processo 2014.01.1.196733-0 por improbidade administrativa tramita na 1ª Vara de Fazenda Pública e requer R$ 100 mil de indenização aos cofres públicos. Um montante acanhado diante do rombo deixado pela gestão do petista: algo em torno de R$ 5 bilhões, constatou a equipe de transição do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB).

Durante a campanha eleitoral o Governo do DF começou a indicar discretamente a crise nos cofres. Há três meses, havia R$ 1,3 bilhão em dívidas represadas para fornecedores.

Há um mês Agnelo praticamente sentenciou a falência da má gestão ao proibir, por decreto no D.O., novos gastos com servidores, como treinamentos e viagens a trabalho. A ação do MP surge como precedente perigoso para os governadores que estão deixando as contas com rombo.

  Escrito por Magno Martins, às 04h40
 
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20
12/14
Lava Jato: Samsung também entre corruptores

 Relatório de análise bancária da Procuradoria-Geral da República concluiu que um dos delatores da operação “lava jato”, Julio Gerin Camargo, da Setal, negociou propina diretamente com o vice-presidente mundial da Samsung, Harry Lee, em contratos com a Petrobras para afretamento de navios que totalizaram US$ 1,2 bilhão.

Segundo a perícia, a negociação teria ocorrido a mando do empresário acusado de operar para o PMDB, Fernando Soares, o "Baiano", que está preso preventivamente e responde a processo criminal por corrupção e lavagem de dinheiro. As informações são do jornal Valor Econômico.

  Escrito por Magno Martins, às 03h20
 
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20
12/14
Petrobras: ex-gerente reafirma que Graça sabia tudo

 Nesta sexta-feira (19/12), a ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca prestou depoimento de cerca de 5 horas ao Ministério Público Federal em Curitiba. Segundo seu advogado, Ubiratan Mattos, Venina levou "vários documentos" que comprovam que ela tentou informar à Petrobras os problemas de corrupção que existiam na estatal, mas foi ignorada.

Venina foi ao MPF ratificar depoimentos que deu à imprensa, afirmando que desde 2008 a atual presidente da Petrobras, Graça Foster, foi alertada sobre os problemas da empresa, hoje alvo da operação "lava jato". Venina afirma que ela e Graça trabalharam sob o comando de Paulo Roberto Costa e já haviam conversado sobre esquemas de desvio de dinheiro na estatal.

No aeroporto de Curitiba, o advogado Ubiratan Mattos afirmou à revista eletrônica Consultor Jurídico que a Petrobras está tentando "desconstruir a imagem" de sua cliente, dizendo que ela foi procurar a imprensa em vez de informar os problemas para a companhia. "Ela tentou comunicar a estatal várias vezes, pelos canais internos, mas ninguém foi atrás", rebate.

Em nota, a Petrobras afirma que residente Maria das Graças Silva Foster não foi informada sobre as irregularidades por Venina "antes do dia 20 de novembro de 2014".  (Do Consultor Jurídico - Por Felipe Luchete)

  Escrito por Magno Martins, às 22h57
 
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20
12/14
Congresso: pior do que o atual, só o próximo
Carlos Chagas

 E a reforma política, cantada em prosa e verso durante a recente campanha presidencial? Saiu pelo ralo, porque nem Dilma Rousseff tocou outra vez no tema, nem o Congresso aproveitou o final de mandato senão para votar, ao menos para equacionar o trabalho da próxima Legislatura. Sequer o Supremo Tribunal Federal deu continuidade ao julgamento que proíbe empresas privadas de doarem recursos para as campanhas. Os três poderes da República demonstraram não falar a sério quando levantaram a ponta do tapete da reforma política, preferindo deixar a sujeira debaixo dele.

A presidente da República chegou a anunciar a disposição de ver convocada uma Assembleia Constituinte exclusiva, aliás, uma grossa bobagem, mas sentindo a impossibilidade jurídica da proposta, esqueceu da reforma propriamente dita.

Deputados e senadores reeleitos sob a promessa de mudarem regras eleitorais e institucionais demonstram que não falavam a sério. Afinal, seria suicídio alterar a legislação que serviu para preservar seus mandatos.

Na mais alta corte nacional de justiça, quatro votos já haviam sido dados pela proibição das doações empresariais, mas há mais de seis meses que o ministro Gilmar Mendes pediu vistas e engavetou sua opinião.

Em suma, nada de novo sob o sol. As campanhas continuarão à mercê de operações de compra e venda, quer dizer, os eleitos beneficiados pelas doações pagarão aprovando projetos de interesse dos doadores. A diminuição do número de partidos esbarra na lambança do aluguel oferecido pelas pequenas legendas a quem se dispuser pagar mais. Do voto distrital não se cogita porque levará o eleitor a cobrar mais empenho dos eleitos. Nem se pensa na revogação da reeleição, que como regra dobra o tempo de permanência dos governantes no governo, precisamente pelo uso imoral das estruturas do poder. Acabar com a triste figura dos suplentes de senador significa suprimir sinecuras e obrigar os senadores eleitos a trabalhar. Mudar a forma de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal equivale a tirar do Executivo a possibilidade de escolher juristas amigos e amestrados. Trocar o presidencialismo pelo parlamentarismo seria fechar as portas para o caudilhismo.

E assim por diante, ou seja, ninguém quer mudar nada capaz de alterar privilégios e distorções. Razão tinha o dr. Ulysses quando sentenciou que pior do que o atual Congresso, só o próximo…

  Escrito por Magno Martins, às 02h00
 
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19
12/14
Roseana sai mas fica com pensão vitalícia de R$ 24 mil

 A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB), que renunciou ao mandato no último dia 10, voltará a receber uma pensão vitalícia de R$ 24 mil mensais. O ato, assinado pelo governador em exercício do Estado, Arnaldo Melo (PMDB), foi publicado no Diário Oficial do estado no dia 12, dois dias após a renúncia da peemedebista.

A concessão de pensões vitalícias a ex-governadores é controversa, embora todos os ex-governadores do Maranhão — ou seus cônjuges — a recebam.

Adversários políticos da ex-governadora Roseana Sarney informaram que vão recorrer à Justiça contra a concessão da aposentadoria vitalícia, tanto para ela como para os outros ex-governadores.

  Escrito por Magno Martins, às 23h40
 
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19
12/14
Janot pede ao STF prisão do senador Ivo Cassol
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) o pedido de prisão do senador Ivo Cassol (PP-RO). O caso só deve ser analisado em fevereiro, quando os ministros do STF retornam do recesso do Judiciário. Em 2013, o tribunal condenou o congressista a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão por crimes cometidos quando foi prefeito de Rolim de Moura (RO), entre 1998 e 2002. Ele foi autorizado a recorrer em liberdade.

Janot argumenta que o novo recurso apresentado por Cassol contra a condenação tem o objetivo de protelar e tumultuar o desfecho do processo. O STF entendeu que Cassol fraudou licitações no município e direcionou processos a empresas ligadas a pessoas de sua proximidade.

Em relação a seu mandato no Senado, o STF mudou o entendimento firmado no julgamento do mensalão e decidiu que caberá ao Legislativo deliberar sobre a cassação. Durante o julgamento o STF ainda aplicou multa aos condenados. Cassol terá de pagar R$ 201 mil, Silveira e Matt R$ 134 mil cada.(Da Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 23h00
 
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19
12/14
Tem mais gente: lista de delator é só a primeira

Blog de Cristiana Lobo

 A lista de políticos que receberam dinheiro de Paulo Roberto Costa, publicada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" nesta sexta-feira, com 28 nomes, é apenas a primeira. A maioria, nomes antes vazados ao longo das investigações da Operação Lava-Jato.

Falta ainda a lista de Alberto Yousseff, que teve seu pedido de delação premiada acolhido pelo ministro Teori Zavaski também nesta sexta-feira. Vai ser preciso cruzar as duas listas, comparar com aquela outra revelada por um entregador de dinheiro, que disse amarrar enomes quantias pelo corpo, e outras que ainda venham a aparecer.

Ainda que com nomes já citados anteriormente, a lista traz informações importantes e curiosas: 28 nomes, entre eles o do presidente da Câmara e o do Senado, envolvendo, portanto, na denúncia o comando do Legislativo; dois nomes cotados para o próximo ministério (Ciro Nogueira e Henrique Eduardo Alves); um ministro fortíssimo na época em que Paulo Roberto Costa diz ter recebido o pedido de R$ 2 milhões (Antonio Palocci); um outro ex-ministro (Màrio Negromonte) e um atual ministro (Edison Lobão). Ou seja, políticos de alto calibre. Todos negaram ter recebido dinheiro escuso de Paulo Roberto Costa é importante registrar.

Se a delação premiada de Paulo Roberto Costa foi aceita e ele está em prisão domiciliar e não na prisão de Curitiba onde estão outros citados é de se acreditar que ele disse coisa com coisa. Do contrário, o pedido não teria sido aceito. Afinal, já tem um bom tempo que ele está em casa e muita coisa poderia ter sido apurada pela Justiça nesse período.

Os valores citados pela Operação Lava Jato de desvio de recursos da Petrobras são altíssimos. Basta lembrar que a própria Controladoria-Geral da União reconheceu prejuízo de mais de R$ 600 milhões na compra da refinaria de Pasadena. Um dinheirão. Mas a soma apresentada por Paulo Roberto Costa ao beneficiários apontados na lista não é tão grande assim, comparada ao desvio. Muitas das doações para campanha eram de R$ 1 milhão casos de Gleisi Hoffmann e Humberto Costa.

Fica até curioso: na lista, os dois que teriam sido beneficiados com os recursos e que já morrerram teriam recebido muito mais R$ 20 milhões para Eduardo Campos e R$ 10 milhões para Sérgio Guerra.

Os vivos receberam bem menos.

  Escrito por Magno Martins, às 22h20
 
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19
12/14
Na contramão do mercado Soros compra ações da Petrobras
Conhecido por suas apostas ousadas nos mercados, o megainvestidor George Soros decidiu comprar mais ações da Petrobras para o fundo Soros Fund Management. O fundo, que administra US$ 13,270 bilhões de clientes, terminou o terceiro trimestre com 5,079 milhões de papéis da Petrobras (incluindo opções de compra dessas ações), segundo relatório de prestação de contas enviados a SEC (CVM dos EUA). Em junho, o fundo tinha 2,777 milhões desses papéis.

O megainvestidor tem uma posição bem maior (US$ 13,751 milhões) em papéis da brasileira Embraer. A maior aposta de Soros são as ações do site Alibaba, com US$ 480,7 milhões. George Soros está na contramão da maioria dos fundos americanos que costumavam investir na Petrobras.

Levantamento da Folha mostra que 25% dos grandes investidores reduziram em ao menos um terço o número de ADRs (recibos de ações) ordinários que possuíam desde o início do semestre. A Franklin Mutual vendeu cerca de 20 milhões de ações no terceiro trimestre, 90% de tudo o que tinha. A T Rowe Price se desfez de mais 18 milhões.(Da Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 21h40
 
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19
12/14
PSDB responde a Toffoli: haverá 3º turno, sim senhor!
 Ainda com dificuldade de digerir a vitória de Dilma Rousseff sobre Aécio Neves no dia 26 de outubro, o PSDB emitiu uma nota nesta sexta-feira (19) atacando o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli, e garantindo que vai ter 'terceiro turno', sim. A legenda promete continuar apresentando recursos judiciais na tentativa de cassar o segundo mandato da presidente petista, alegando fraude eleitoral.

Divulgado um dia após a diplomação de Dilma, o texto sustenta que o PT fez uso de mecanismos suspeitos para vencer a eleição presidencial (como dinheiro possivelmente desviado de esquemas na Petrobras), e crava que o TSE fez vistas grossas aos crimes porque seu presidente, Toffoli, ainda se comporta como advogado do PT.

A nota do PSDB é uma resposta ao discurso de Toffoli durante a diplomação de Dilma. O magistrado precisou ressaltar que as contas da campanha petista foram aprovadas e que não há espaço no TSE para tapetão. Horas antes, os tucanos haviam entrado com mais uma representação na Justiça Eleitoral, solicitando o impedimento da petista e a diplomação de Aécio em seu lugar.

Abaixo, a nota do PSDB em resposta ao ministro:

Dilma Rousseff foi diplomada ontem como presidente reeleita do país. Com tantas suspeitas ainda pairando sobre a campanha que a levou à vitória em outubro, é no mínimo temerário que o TSE tenha lhe garantido o certificado. Talvez fosse diferente se um ex-advogado do PT não comandasse a Justiça Eleitoral brasileira.

A cerimônia ontem era de Dilma, mas quem ocupou a ribalta foi José Antonio Dias Toffoli. O presidente do TSE abandonou a postura que se espera de um magistrado para envergar a toga de um militante político. Lembrou os velhos tempos em que defendia gente como José Dirceu e Delúbio Soares, condenados que agora têm no currículo uma longa temporada na Papuda.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral decretou que a eleição presidencial é “página virada”. Foi mais longe e, enfático, ordenou que quem levanta suspeitas sobre os métodos empregados pela campanha vitoriosa “se calem”. “Não há espaço para terceiro turno que possa vir a cassar o voto destes 54.501.118 eleitores”, discursou, para delírio dos petistas presentes.

O mais engajado militante talvez não conseguisse produzir melhor peça de campanha. A experiência pregressa de Toffoli como causídico talvez o tenha ajudado nesta hora: inclui serviços prestados ao PT e à CUT durante nove anos, um cargo na Casa Civil à época em que Dirceu a comandava e a chefia da Advocacia-Geral da União durante o tempo em que o governo Lula esteve sob o fogo cruzado das investigações do mensalão.

Por que os brasileiros que desconfiam da lisura da campanha que deu mais um mandato a Dilma Rousseff devem calar-se? Por que devem ignorar as denúncias de que dinheiro sujo desviado de cofres públicos pode ter financiado a vitória petista? Por que devem esquecer o uso da máquina estatal para beneficiar a candidata oficial, como aconteceu nos Correios? Por que devem sublimar o mais explícito terrorismo já praticado numa eleição no país?

Num país (ainda) democrático como o Brasil, acima de tudo estão as instituições e o sagrado direito de manifestação. A legalidade da vitória da presidente é indiscutível. Mas isso não significa calar-se diante das monumentais evidências de que a eleição foi ganha pelo PT com métodos espúrios, com procedimentos inadequados, com aviltamento de instituições, com fortes suspeitas de ligações do partido da candidata com a corrupção.

É por isso que as forças de oposição têm recorrido, e continuarão recorrendo, à Justiça para que prevaleçam os preceitos legais, para que as instituições sejam respeitadas, para que a lisura das disputas eleitorais assegure que a vontade do eleitor seja sempre soberana. O ex-advogado do PT pode até querer defender os 54.501.118 de cidadãos que optaram por Dilma Rousseff, mas não pode pretender calar os 51.041.155 de brasileiros que preferiram Aécio Neves.

  Escrito por Magno Martins, às 21h00
 
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Ouça o Frente a Frente desta sexta-feira (19/12)

Se você perdeu o Frente a Frente desta sexta, 19 de dezembro de 2014, programa que apresento de segunda-feira a sexta-feira, ao lado da jornalista Eduarda Feitosa, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha FM 96,7 formada por 40 emissoras, Clique aqui e ouça agora.

  Escrito por Magno Martins, às 20h05
 
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Câmara homenageia Eduardo durante diplomação

Do Blog da Folha

Durante a cerimônia de diplomação, que ocorre nesta sexta-feira, no Centro de Convenções, em Olinda, o governador eleito Paulo Câmara pediu autorização ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de do Estado (TRE-PE), desembargador Fausto Campos, para homenagear Eduardo Campos. Foram mostradas imagens do líder do PSB durante um pouco mais de cinco minutos.

O final do vídeo terminou com a frase “não vamos desistir do Brasil”, jargão que foi utilizado na campanha presidencial do PSB. A homenagem deixou várias pessoas emocionadas. Muitos puxaram gritos enaltecendo Eduardo Campos.

  Escrito por Magno Martins, às 19h30
 
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