FMO

18/11


2017

Fifagate: Globo citada 14 vezes por delator

Emissora supostamente pagou US$ 15 milhões em propinas

Jornal do Brasil

Em depoimento sobre o escândalo de corrupção envolvendo a FIFA, Alejandro Burzaco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias SA, menciona 14 vezes a Rede Globo, perante a juíza Pamela Chen, que comanda o caso no Tribunal do Brooklyn, em Nova York. As informações são do portal R7. De acordo com ele, a emissora foi uma das seis empresas que teriam pago propina para ganhar a concorrência dos direitos de transmissão de torneios internacionais.

Segundo Burzaco, a Globo teria pago US$ 15 milhões em propinas (cerca de R$ 50 milhões) para adquirir exclusividade na transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030.

De acordo com o portal, os valores da propina teriam sido enviados por meio do ex-diretor Marcelo Campos Pinto para a T&T, braço na Holanda da empresa de Burzaco em associação com a brasileira Traffic, de J. Hawilla, e posteriormente repassado para uma conta na Suíça de Julio Gronoda, ex-presidente da Associação de Futebol Argentino e ex-vice-presidente da Fifa responsável por cuidar dos direitos de transmissão para a América Latina. O dirigente morreu em 2014.

Burzaco também revelou que o ex-presidente da CBF José Maria Marin, um dos réus do caso, teria recebido US$ 2,7 milhões (R$ 8,95 milhões). O delator ainda relatou um encontro em 2013, durante reunião do Comitê Executivo da Fifa, com Marco Polo Del Nero, Marin e J. Hawilla. Os dirigentes brasileiros teriam reclamado do atraso do pagamento de propinas relacionadas à venda dos direitos de transmissão da Libertadores e da Copa Sul-Americana, na época.

O delator apontou o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo del Nero, como chefe do esquema de corrupção, mesmo na época em que a entidade era presidida por José Maria Marin.


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Versão Agreste Setentrional

18/11


2017

Geddel destruíu provas, aponta delator

Braço direito de Michel Temer e pivô da maior apreensão de dinheiro sujo da história do Brasil, quando foram encontrados R$ 51 milhões em seu bunker, o ex-ministro Geddel Vieira Lima também determinou a destruição de provas.

Quem afirma é o assessor parlamentar Job Vieira Brandão, homem de confiança de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), que só não foi preso no episódio do bunker por ter foro privilegiado.

Segundo Job, que negocia acordo de delação premiada, foram destruídas anotações e agendas que poderiam incriminar ainda mais os dois irmãos do PMDB baiano, assim como os beneficiários dos recursos.

A nova denúncia deve fazer com que Geddel perca qualquer esperança de deixar a Papuda e pode levá-lo a também delatar seu chefe, Michel Temer.

As informações da delação de Job Brandão são dos jornalistas Aguirre Talento e Débora Bergamasco, e foram publicadas em Época.

Leia, abaixo, um trecho:

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.


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Versão Sertão do São Francisco

18/11


2017

Não desista do Brasil, roga líder da Lava Jato

Josias de Souza

“Não desista do Brasil”, escreveu o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba, em reação à decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que tirou da cadeia três caciques da facção parlamentar do PMDB fluminense. Diante do mutismo do asfalto, o procurador acrescentou: “Nós não podemos nos anestesiar, mas sim dar vazão à nossa indignação, de modo pacífico e democrático, por meio da participação popular.”

Debruçado na janela do Facebook, Dellagnol afirmou: “Os deputados da Assembleia do Rio deveriam ser os primeiros a endossar a atuação da Justiça e apurar a responsabilidade de seus líderes, mas o comportamento foi o oposto.” Mergulhado nos processos da Lava Jato desde 2014, o procurador conhece a podridão por dentro. Num instante em que os parlamentares, com a lama pelo nariz, apelam à cumplicidade e ao compadrio dos colegas para obter blindagem, Dallagnol soa como se enxergasse as urnas como um atalho ao Judiciário.

“Se Você não se envolver, eles ocuparão o seu espaço. Se hoje os políticos mostraram do que são capazes, em 2018 a sociedade brasileira precisa mostrar do que é capaz, nas urnas, agindo de modo organizado para eleger apenas políticos com ficha limpa, que expressem compromisso com a democracia e que apoiem propostas anticorrupção, com palavras, votos e atitudes.”


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suricato

.. o procurador de frases prontas e rebuscada que é candidato a um cargo politico.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O homem que quer ser o dono do Brasil. Não respeita a Constituição e as Leis. A Lava Jato perdeu credibilidade por ele e os que o acompanham, assim como o Janot e o Fachin que dão perdão a bandidos por delações sem provas. É aquela delação que diz: ouvir dizer que fulano me falou que sicrano disse que o Temer ou outro político qualquer recebeu propina. O pior é que a imprensa divulga como se tudo fosse verdade. Josias e a Globo deveria dá destaque a delação da propina que a Rede Globo deu para ter direito de transmissão jogos. Delação nos Estados Unidos é coisa séria. E agora Josias? E agora Camarotti? E agora os repórteres da Globo? Bando de velhacos.


Versão Mata Sul

18/11


2017

TV: PMDB e Temer ironizam Dilma, saudando a “mandioca”

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como "uma das maiores conquistas do Brasil".

O vídeo, ao qual a Folha teve acesso, será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série "O Brasil segue em frente", criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

 

Os outros filmes atacam a delação da JBS e uma suposta "trama" para "tentar derrubar" Temer, em uma referência indireta ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o presidente.

Ambas, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foram barradas pela Câmara.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme –que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Segundo aliados, porém, o presidente foi convencido por sua equipe de comunicação de que era importante mostrar as diferenças de gestões e de que não é possível "esquecer o que foi feito com o país".

"Não dá pra esquecer: 2016, com a economia em frangalhos, Dilma Rousseff anunciava a mandioca como uma das mais importantes conquistas do país", diz a apresentadora do programa.

O discurso, porém, foi feito em junho de 2015, durante a abertura dos Jogos Indígenas.

"O PT de Dilma desenterrou a mandioca e enterrou o país. Estava mesmo na hora de tirar o país do vermelho", completa a narradora em uma analogia à cor do PT, partido de Dilma.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bandeira do Brasil com estrela vermelha? Nunquinha.



18/11


2017

Temer define refoma ministerioal amanhã

Blog do Valdo Cruz

G1

O presidente Michel Temer deve definir neste domingo (19) boa parte de sua reforma ministerial para tentar garantir a aprovação das mudanças na Previdência. Além de bater o martelo na indicação do deputado Alexandre Baldy (GO) – que vai se desfiliar do Podemos – para o Ministério das Cidades, o presidente vai acertar com sua equipe o novo ministro da articulação política em substituição a Antônio Imbassahy (PSDB).

Temer se reuniu neste sábado (18) com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para avaliar tanto a reforma da Previdência como as mudanças em sua equipe ministerial.

 

Ao Blog, Maia disse que “as duas próximas semanas são decisivas” para definir o futuro da votação das alterações nas regras de aposentadoria no país e afirmou acreditar na possibilidade da aprovação.

 

“Não temos um terceiro caminho. Ou aprovamos a reforma da Previdência e resolvemos o desequilíbrio das contas públicas, ou teremos a volta da inflação. Aí, os mais prejudicados serão os mais pobres, que não conseguem se defender da inflação elevada. Os deputados precisam discutir isso”, afirmou Rodrigo Maia.

 

Depois da reunião entre Temer e Maia, assessores palacianos davam como certa a escolha de Alexandre Baldy para a pasta das Cidades. Atualmente no Podemos, o deputado de Goiás vai se filiar ao PP, partido que reivindica o Ministério das Cidades para continuar votando majoritariamente com o governo.

 

O principal padrinho de Baldy, porém, é Rodrigo Maia. No encontro com o presidente, o comandante da Câmara dos Deputados disse a Temer que consultou os demais líderes da base aliada e obteve o aval de todos para a indicação do deputado goiano. Assim, ele contaria com o apoio de PP, DEM, PR e PMDB.

 

Segundo um líder, Baldy será muito mais do que um ministro do PP, mas sim de uma coligação de partidos. Com isso, a expectativa do Palácio do Planalto é agradar sua base aliada e garantir a votação e aprovação da reforma da Previdência.

 

Além do titular do Ministério das Cidades, o presidente vai definir em reunião com sua equipe o futuro ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, que cuida da articulação política.

O nome mais forte, no momento, é o do ex-ministro dos Transportes João Henrique de Almeida Sousa. Peemedebista, ele foi deputado pelo Piauí. Entraria na vaga do tucano Antônio Imbassahy, cuja saída é reivindicada pelos partidos do antigo centrão, pedido que será atendido por Temer. A expectativa é que os novos nomes sejam divulgados oficialmente até terça-feira (21).


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Versão Sertão do Moxotó

18/11


2017

Prestígio do novo diretor da PF está em teste

Fernando Segovia convidou todos os servidores da corporação para a cerimônia de transmissão de cargo na próxima segunda-feira (20)

Marcelo Rocha – Época

O prestígio do novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, será testado na próxima segunda-feira (20), data em que ocorrerá a cerimônia de transmissão de cargo no Ministério da Justiça. Segovia substitui Leandro Daiello. A lista de convidados dá para lotar um ginásio. Ele chamou todos os 15 mil servidores que compõem o quadro funcional da PF para que participem do evento. O presidente Michel Temer é aguardado na solenidade.

Fernando Segovia afirmou nesta terça-feira (14) que a corporação é “totalmente” imune a pressões políticas e que a continuidade do trabalho será prova disso. “O que vai nos blindar é o trabalho. Trabalho sério”, disse.

O novo diretor disse que a classe política, alvo de investigações conduzidas pela PF, e demais setores da sociedade podem esperar de sua gestão uma PF “republicana” e de respeito à Constituição Federal. Esse foi, segundo ele, assunto das conversas que manteve com o presidente Michel Temer e com o ministro da Justiça, Torquato Jardim.


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Prefeitura do Ipojuca

18/11


2017

Caças suecos: Lula sabia que lobista vendia influência

Provas, de acordo com procurador da República, estão em e-mails e documentos apreendidos

Época - Marcelo Rocha

Ao pedir à Justiça o bloqueio de R$ 24 milhões do ex-presidente Lula no âmbito da Operação Zelotes, o procurador da República Hebert Mesquita afirmou que o petista sabia, ao menos desde 2012, que o lobista Mauro Marcondes afirmava a representantes da sueca Saab ter prestígio em Brasília.

A Saab vendeu 36 caças para o governo brasileiro.

Mesquita afirma que as provas do tráfico de influência estão em e-mails e documentos apreendidos com os investigados.

A defesa do ex-presidente afirma que as certezas do Ministério Público sobre a influência de Lula no episódio dos caças são “delirantes”.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabia não. Ele não sabia nem que era presidente.


Banner - Hapvida

18/11


2017

Lula diz que se eleito consulta o povo sobre reformas

Folha de S.Paulo

Se eleito em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete fazer um referendo para consultar a população sobre reformas, como a trabalhista, aprovada por Michel Temer. A declaração foi feita em entrevista publicada pelo jornal francês "Le Monde" neste sábado (18).

"Se eu vencer as eleições, farei um referendo para perguntar a população sobre sua opinião. E o assunto será debatido no Congresso", afirmou o ex-presidente ao diário.

Questionado sobre a política de Temer, Lula diz que "isso não é política". "Ele não constrói nada. Esse governo reprisa 'O Exterminador do Futuro 1 e 2'. Ele destrói. Ele reduz o investimento em educação, aquilo que há de mais sagrado, em ciência e tecnologia, e se desfaz do patrimônio público", afirma.

O petista não confirma se sairá candidato no ano que vem. "Não é minha preocupação. A hora da verdade chegará e o PT decidirá", afirma ao jornal.

Mas criticou a preocupação do mercado financeiro com sua candidatura, vista como a de um populista na América Latina. "Essa preocupação dos mercados é ridícula e hipócrita. Os mercados não têm medo de Lula porque eles já viveram em um país governado por Lula e foi um dos melhores momentos para a economia", afirma.

"O que amedronta eles é que eu não vou deixar vender o patrimônio. Nós não vamos vender a Amazônia, não vamos vender a Petrobras, a Eletrobras ou os bancos públicos. E os mercados sabem que nós vamos privilegiar a produção à especulação", afirma o ex-presidente.

Para Lula, o Brasil não precisa de um Emmanuel Macron, presidente francês que foi eleito com discurso de mudar o sistema político. "Deixem Macron governar para ver o que acontece. É uma teoria que venceu as eleições na França. Vejamos a prática. E nos falemos novamente daqui a cinco anos."

Na entrevista, o petista diz não ser contra a Operação Lava Jato, mas sim contra os "excessos" e as "mentiras". "Toda política contra corrupção é bem-vinda. Mas o erro da operação Lava Jato foi politizar e midiatizar os debates, de se entregar à pirotecnia", afirma. 


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suricato

....este meliante mesmo pagando 30 contos para cada aloprado nas andanças que faz naõ consegue juntar 50 idiotas basta ver no youtube o que é o fiasco lula que está condenado a 9 anos e meio de cadeia.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabe quando o Lularápio volta a governar? Nunca. Sem ser comprovadamente corrupto e sem ter mostrado sua incompetência sempre perdeu no 1º Turno e somente foi presidente com o apoio do FHC, agora nem em outra encarnação. Tchau Lularápio, tchau PT.

Nehemias

Lula vai botar pra arrombar.

marcos

Isso é um Bosta!

Rafael C.Soares Quintas

Esse corrupto depois de ficar milionário as custas do povo que votou nele, agora quer dá uma de sério, é piada kkkkkkk


ArcoVerde

18/11


2017

A proclamação da vadiagem

Senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento e o cidadão comum

Ruth de Aquino – ÉPOCA

Só no Brasil um feriado na quarta-feira, a Proclamação da República, enseja o enforcamento de dois dias úteis, quinta-feira e sexta-feira, numa vadiagem emendada com o feriado de segunda-feira, o Dia da Consciência Negra, e muito sol, calor, feijoada, churrasco e caipirinha, para só voltar a trabalhar na terça-feira, como se navegássemos numa economia abundante, com alta produtividade e pleno emprego.

Temos feriados para todo gosto, de nacionais a municipais, datas comemorativas, homenagens a minorias e categorias, carnavais oficiais e facultativos, revoluções, celebrações religiosas, tudo para endeusar o ócio. Neste ano, “emendamos” nove feriados. Em 2018, serão dez. A classe que mais folga é, claro, a classe política, que também desfruta os recessos. Quando não estão em férias, os senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento, o contribuinte e o cidadão comum.

Esta última sexta-feira viu, no entanto, um movimento inédito e espontâneo de suspensão de lazer na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj. Deputados decidiram sacrificar a folga para tentar se unir e livrar da prisão o presidente da Assembleia, Jorge Picciani, e os colegas Paulo Melo, ex-presidente da Alerj, e Edson Albertassi, todos do PMDB. 

A enorme pressão popular para que a decisão da Justiça seja respeitada não sensibiliza, porém, quem já vive em águas turvas. São aliados e afilhados da turma que asfixiou o Rio sem pena nas últimas décadas. O governador Pezão é um exemplo dessa lealdade canina: fez tudo nos últimos dias para empossar Edson Albertassi no Tribunal de Contas do Estado, até demitiu seu procurador-geral, que era contra a nomeação. E agora, Pezão?   O “trio dos corruptos” foi preso na Operação Cadeia Velha.

Os valores variam e perdemos a noção da fronteira entre realidade e ficção. Por que motivo alguém faz tudo para ganhar ilegalmente, em propina, um dinheiro que jamais conseguirá gastar, nem nas próximas gerações? Eles não perdem o sono?

Continue lendo a reortagem clicando aí ao lado: A proclamação da vadiagem - ÉPOCA | Ruth de Aquino


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Garanhuns Natal Luz

18/11


2017

Um petista festeiro. Com dinheiro público

Ricardo Boechat – ISTOÉ

Camilo Santana (foto),  governador petista do Ceará, é um homem que gosta de festa. Especialmente com dinheiro público.

Só esse ano, ele já gastou mais de R$ 500 mil com bandas para acompanhá-lo em eventos públicos.

O gênero preferido de Sua Excelência é o forró.

Enquanto isso, ministros do TST não estão gostando da lavagem de roupa suja em autos de processos, entre o presidente Ives Gandra Martins Filho e o vice da Corte, Emmanuel Pereira. Ambos vêm utilizando fundamentos jurídicos bem agressivos, um contra o outro, numa contundência que lembra certos debates entre ministros do STF.

Diversas togas do tribunal trabalhista se revelaram incomodados na semana passada, pedindo moderação. Um dos argumentos foi que o conflito não melhora a imagem do TST, justo na hora em que a reforma trabalhista entrou em vigor, sob um manto de incertezas.


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18/11


2017

Ministro filho de Picciani “some” após prisão do pai

Leonardo Picciani (PMDB) (Foto) cancelou ao menos dois compromissos públicas e não abriu agenda para audiências; nos bastidores, começam a circular rumores de que ele possa deixar o cargo

O Estado de S.Paulo - Felipe Frazão

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), deixou nesta semana a agenda de gabinete, em Brasília, para prestar apoio à família depois que o pai, Jorge, e o irmão, Felipe, foram presos – decisão posteriormente revogada pela Assembleia Legislativa.

O ministro passou a semana no Rio, acompanhando de perto a repercussão da Operação Cadeia Velha, que atingiu seu clã e a cúpula do PMDB fluminense.

Picciani nem sequer voltou a Brasília nesta semana. A última aparição foi ao lado do presidente Michel Temer, na segunda-feira passada, no lançamento de um programa emergencial de ações sociais voltadas para comunidades carentes por ocasião da intervenção das forças de segurança na cidade.

 O ministro cancelou pelo menos dois compromissos públicos e não abriu a agenda para audiências com parlamentares, prefeitos, vereadores, secretários, atletas e dirigentes de confederações na capital federal. A assessoria não divulgou nenhuma atividade do ministro.Nos corredores do Palácio do Planalto, entre representantes da base governista já começaram a circular rumores de que Picciani possa deixar o cargo, contra sua vontade, na reforma ministerial prometida pelo presidente. Ele deve concorrer à reeleição e planejava deixar o cargo apenas no ano que vem.


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Supranor 1

18/11


2017

Alckmin incensado no Recife segunda-feira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Da coluna de  Marisa Gibson DIARIO POLÍTICO deste sábado

 [...]

Um ano de sol e sereno

Nesta segunda-feira, Alckmin faz palestra no Recife, no mesmo palco onde, no início do ano, Doria foi aplaudido de pé como presidenciável. Agora, a crise que divide o PSDB,  em função do apoio ao Governo Temer, alarga os caminhos de Alckmin – tucanos de todas as plumagens o querem presidente do PSDB, por ser o único capaz de unir o partido. E, assim, seu projeto nacional começa a se consolidar a quase um ano das eleições.

Para incensá-lo, os tucanos pernambucanos prepararam uma agenda típica de candidato, começando com uma missa, no domingo, na Madre de Deus, seguindo uma visita à comunidade do Pilar.

Depois, almoça com o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB), acompanhado por Samuel Moreira, chefe da Casa Civil do governo paulista, e do vice pernambucano Raul Henry (PMDB).

Jarbas, a quem Alckmin convida com frequência para conversar em São Paulo, vai prestigiar o tucano no café da manhã, no Paço Alfândega, promovido pelo Lide /PE e Fiepe. Agora, todo cuidado é pouco: a candidatura de Alckmin pode envelhecer antes de chegar a eleição de 2018.


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Mobi Brasil 5

18/11


2017

Maia admite apetite para Presidência da República

Maia disse que em 2018 irá buscar a reeleição como deputado e não descartou disputar a presidência da Câmara novamente

Maria Carolina Marcello e Anthony Boadle, da Reuters

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu nesta sexta-feira ter “apetite” para disputar a Presidência da República, mas afirmou quem em 2018 irá se candidatar a deputado federal. O comentário surgiu quando justificava sua postura, que considera isenta, na condução das duas denúncias contra o presidente Michel Temer.

“O presidente da Câmara anterior não trabalhou da forma como eu trabalhei. Alguns até criticaram ‘ah, o Rodrigo não mostrou apetite para ser presidente’. Eu falei ‘não, eu tenho apetite para ser candidato a presidente –na urna, não na denúncia'”, disse Maia em entrevista à Reuters nesta sexta-feira.

“Eu tenho apetite para ser candidato a presidente no futuro, mas não para tirar o presidente.” Questionado, Maia disse que em 2018 irá buscar a reeleição como deputado e não descartou disputar a presidência da Câmara novamente.

“Isso aí é uma conjuntura pós-eleição. Se eu for reeleito (deputado), primeiro, e se eu tiver um grupo de partidos que apoie essa alternativa, não tem nenhum problema… se eu puder construir, eu vou construir, mas isso depende de variáveis que eu não tenho como tratar agora.”

“Pop Star”

Ao avaliar o cenário das eleições de 2018, Maia afirmou que as chances de vitória de um “outsider” em uma eleição majoritária nacional depende da estrutura partidária que ele obtiver.

“Não existe ‘outsider’ que consiga vencer uma eleição no Brasil sem uma estrutura partidária. Não adianta você ser ‘pop star’ se você chega no Paraná, faz uma bela agenda porque todo mundo gosta de você, você é um cara conhecido, mas quando você sair de lá não vai ficar ninguém pedindo voto para você”, disse Maia.

“Por isso que eu acho que o próprio Luciano Huck… está procurado esse caminho, ele já viu que sem o mínimo de estrutura partidária ele não vai a lugar nenhum”, completou, referindo-se ao apresentador de TV que tem se movimentado nos meandros políticos.

“Só acho que o DEM erra de ficar valorizando esses nomes. Não que não sejam nomes que possam disputar com condições de vencer”, disse Maia. O deputado defende a tese que o partido precisa se fortalecer, buscar palanques nos principais Estados do país e consolidar sua mensagem à sociedade. Para ele, o DEM não deveria “gerar muita especulação” sobre nomes fora do partido.

“Você não deve fazer política projetando um cenário com variáveis que você não controla.”


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Asfaltos

18/11


2017

Políticos fundaram o MFP, Movimento Fora Povo

Josias de Souza

Os políticos brasileiros fundaram o MFP, Movimento Fora Povo. Todas as pesquisas de opinião informam que a corrupção está na lista dos problemas que mais inquietam o brasileiro. A Lava Jato animava a plateia com a perspectiva de igualar todos os transgressores perante a lei. De repente, o vendaval que ameaçava os corruptos foi substituído pela mesma velha brisa de sempre —a brisa da impunidade.

Insatisfeitos com o foro privilegiado, os políticos agora perseguem a blindagem absoluta. O mais trágico é que eles fazem isso com a ajuda do Supremo Tribunal Federal, que, sob a presidência gelatinosa da ministra Cármen Lúcia, não só lavou as mãos no caso de Aécio Neves, como autorizou o Senado a sumir com o sabonete.

Ao permitir que Aécio recuperasse o mandato e se livrasse do recolhimento domiciliar noturno não pelo peso dos seus argumentos mas pela força do compadrio e do corporativismo, o Supremo acionou um abracadabra que fez aflorar o lado Ali-Babá das Assembleias Legislativas.

A conversão de imunidade em impunidade já livrou a cara de deputados estaduais em Mato Grosso e no Rio Grande do Norte. Vem agora o escárnio do Rio de Janeiro. A melhor arma contra o Movimento Fora Povo é o voto. O instinto de autoproteção dos corruptos transforma as urnas de 2018 numa espécie de raticida.


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Nehemias

Lula, é uma lágrima de Cristo.

Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

sonia

Bretas: STF pode criar ‘pessoas imunes’ às leis. Isso é o Brasil atual L.A.D.R.Ã.O soltando L A D R Ã O . Lamentável Fala aí Dra. Cármen Lúcia. O que você está achando disso tudo?


bm4 Marketing 3

18/11


2017

Campanha: Alckmin vem ao Recife e vai a Renata Campos

Geraldo Alckmin (PSDB) embarca neste fim de semana para Pernambuco com programação de candidato a presidente da República. Terá conversa com Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos.

Ciceroneado por Bruno Araújo (PSDB-PE), o paulista participará de um encontro com o PSDB local. Na segunda (20), fará palestra para empresários.

Se o governador Alckmin continuar esperando que a presidência do PSDB caia em seu colo, corre o risco de deixar de ser opção para a sigla. Como ele não se move, Tasso Jereissati (CE) e Marconi Perillo (GO) decidiram dar um gás em suas campanhas. (Painel - Daniela Lima - Folha de S.Paulo)


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sonia

Não se meta a besta venta de chu chu, não tem pra ninguém é BOLSONARO.



18/11


2017

Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária

O candidato que reverencia torturadores, chama os direitos humanos de “esterco da vagabundagem”, diz que só quem “fraqueja” gera filha mulher e que preferiria um filho morto a ser homossexual ostenta quase 20% nas pesquisas. Agora, finge ser liberal para encantar o mercado. Ele pode ser presidente. E o perigo é exatamente esse

ISTOÉ - Octávio Costa e Tábata Viapiana

O deputado Jair Bolsonaro empreende um enorme esforço para suavizar seu perfil. Tenta vestir pele de cordeiro, mas não adianta. É um predador. Tornou-se conhecido exatamente pela truculência, pelos raivosos ataques às minorias, pelas ofensas às mulheres, aos homossexuais e pela defesa radical da tortura e dos regimes autoritários. Salta aos olhos sua verve flagrantemente totalitária – o parlamentar reage a críticas a coices de cavalo. Demonstra não admiti-las. A virulência com que contra-ataca qualquer reparo dispensado a ele é típica de quem não suporta ser fiscalizado.

Imagine no poder? Como diria o filosofo espanhol Ortega & Gasset, parece faltar a Bolsonaro aquele fundo insubornável do ser. Ou seja, o mais íntimo pensamento na hora em que o indivíduo encara o seu reflexo no espelho e tenta reconhecer a própria face. Não raro, acusa os outros do que ele mesmo faz.

Até hoje, Bolsonaro conseguiu se eleger graças aos votos de pessoas aparentemente tão preconceituosas quanto ele. As que não o são, transmitem a impressão de estarem inebriadas pelo fenômeno eleitoral – os olhos vidrados e a postura quase catatônica de seu séquito, a entoar “mito, mito, mito” a cada aparição de Bolsonaro pelas capitais do País, falam por si. Nos últimos meses, o parlamentar aproveitou a crise de segurança e a escalada da corrupção para ampliar sua faixa de simpatizantes. Mais moderado, apresenta-se como o candidato ideal à Presidência para quem perdeu a confiança na política tradicional. Com isso, já aparece em segundo lugar nas pesquisas de opinião, atrás somente do ex-presidente Lula. Porém, que ninguém se engane.

Bolsonaro significa um retrocesso para o Brasil. O pré-candidato leva Messias no nome, mas definitivamente não conduz o País para um bom caminho. Depois de um impeachment e de a Lava Jato arruinar a velha política e seus métodos condenáveis, as próximas eleições podem representar um momento de inflexão para o Brasil. Pelo menos é o que se espera. Sua candidatura, no entanto, é a antítese disso.

Comete erro grosseiro quem não dá importância à ascensão do ex-capitão do Exército. O País pode estar diante do ovo da serpente. Embora sua candidatura seja legítima, e algumas de suas ideias passíveis de estarem em debate numa campanha, uma eventual eleição de Bolsonaro representa uma grave ameaça aos preceitos republicanos e democráticos. Do ponto de vista político, será como manter o País sob um Fla-Flu constante. E, pior, debaixo de um tacape manejado por um troglodita desprovido de freios. Ele sabe que grassa no eleitorado um sentimento de desolação e, para chegar lá, joga exatamente para essa platéia. Por isso, tornou-se um fenômeno nas redes sociais, com mais de cinco milhões de seguidores, além de admiradores fieis. Trata-se, no entanto, de um mito com pés de barros.

As declarações de Bolsonaro costumam ser contraditórias e inconsistentes, um espelho de seu repertório raso. Mostram seu total despreparo para exercer altas funções no Executivo. Seu conhecimento sobre a economia brasileira é de uma superficialidade chocante para um homem com tantos anos de vida pública. Ele próprio admite que não entende nada do riscado. E diz que, se chegar à Presidência, bastará nomear um ministro da Fazenda que seja do ramo para ficar tudo certo. Quem conhece seu estilo centralizador, sabe que não é bem assim. Os próprios aliados reconhecem que delegar não é seu forte.

Em encontro com representantes do mercado financeiro, Bolsonaro deu demonstrações de sua ignorância a respeito de temas econômicos. Ao ser questionado sobre o que pretende fazer para reduzir a dívida pública, disse que chamaria todos os credores para conversar. Perpetrou um absurdo. Como se sabe, qualquer pessoa ou empresa pode comprar títulos da dívida pública. E o número de detentores de tais títulos é imenso. O deputado confundiu dívida pública com dívida externa, essa sim com número de credores palpável. Dias antes, em entrevista a Mariana Godoy, da RedeTV!, disse que os militares guindaram a economia brasileira à 8ª maior do mundo. “Dos cinco presidentes militares, nenhum era formado em economia, e ainda assim, elevaram o Brasil da 49ª para a 8ª economia mundial”. Convenientemente ou não, esqueceu-se que, na ditadura, a dívida externa explodiu e houve hiperinflação.

Diante das derrapadas em profusão na seara econômica, Bolsonaro recorreu à consultoria dos irmãos Abraham Weintraub e Arthur Weintraub. O primeiro foi diretor da corretora do Banco Votorantim e o segundo é advogado e doutor em direito previdenciário. Com o auxílio, Bolsonaro divulgou uma espécie de nova versão da lulista Carta aos Brasileiros. Nela, defendeu a independência do Banco Central, que sairia da Fazenda. “Com sua independência, tendo mandatos atrelados a metas/métricas claras e bem definidas pelo Legislativo, profissionais terão autonomia para garantir à sociedade que nunca mais presidentes populistas ou demagogos colocarão a estabilidade do país em risco para perseguir um resultado político de curto prazo”, justificou. Sua ideia, no entanto, não encontra respaldo entre economistas de mais estofo. Nem os de esquerda, nem os liberais.

As patetices de Bolsonaro chamaram a atenção de importantes veículos de comunicação internacionais. Na semana passada, edições dos conceituados “Financial Times” e “The Economist”, da Inglaterra, trouxeram pesadas críticas ao deputado. O FT comparou o deputado aos presidentes dos EUA, Donald Trump, e das Filipinas, Rodrigo Duterte: “Um demagogo de direita com pontos de vista radicais”. Para “The Economist”, Bolsonaro não é um “Messias”, como seu sobrenome do meio, mas sim um “menino muito travesso”. A revista descreve o deputado como ele é: um nacionalista religioso, anti-homossexual, favorável às armas e que faz apologia a ditadores que torturaram e mataram brasileiros entre 1964 e 1985. “Bolsonaro quer ser o Trump brasileiro”, constata “The Economist”.

Ainda não se sabe exatamente qual foi a reação de Jair Bolsonaro às críticas que recebeu do exterior. Mas uma coisa é certa: deve ter perdido totalmente 

Continue lendo areportagem clicando aí ao lado:  Jair Bolsonaro: a ameaça totalitária - ISTOÉ Independente


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Comentários

Saulo Alves

É melhor Jair se acostumando!

Cícero Ramos de Souza

Com a desordem que atinge esse país, o que o povo está querendo mesmo é ORDEM. Portanto, melhor jairseacostumando.

gilson

Os eleitores deste senhor devem ser objeto de estudo psicológico, chegamos ao fundo do poço mesmo.

sonia

Sou fã de Jair Bolsonaro É ELLLLLEEEEEEEEEE



18/11


2017

Delação pode destruir Geddel e balançar governo Temer

Ex-assessor implode Geddel e revela que ajudou a destruir provas contra o peemedebista

Ao resolver contar o que sabe, Job Brandão envolve o deputado Lúcio Vieira Lima com recursos ilícitos e diz que o dinheiro do bunker ficava guardado em closet da mãe

>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA desta sermana:

ÉPOCA – Rodrigo Talento e Débora Bergamaso

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.

Job foi alvo de prisão domiciliar porque suas impressões digitais foram identificadas nas notas poucos dias depois de a Polícia Federal descobrir a caixa-forte de Geddel num pequeno apartamento em Salvador. As imagens com malas cheias de dinheiro, mais exatamente com R$ 51 milhões, correram o mundo como prova desvergonhada de corrupção. Ged­del voltou à Papuda, porque o apartamento fora emprestado a ele e ao irmão. Lúcio, no entanto, nada sofreu por estar protegido pelo foro privilegiado. Era óbvio que as impressões dos dedos de Job estariam na bufunfa. Contratado como assessor parlamentar, pago com dinheiro público, uma das principais atividades de Job sempre foi contar dinheiro para os Vieiras Lima, como ele mesmo diz.

 

Job teve uma longa história de relacionamento com a família. Começou a trabalhar como secretário parlamentar do patriarca Afrísio Vieira Lima, que também foi deputado federal, no fim da década de 1980. Depois, passou a ser assessor parlamentar de Geddel, entre 1991 e 2007, quando ele exerceu mandatos de deputado federal, e se tornou funcionário de Lúcio Vieira Lima em 2011. Job só foi exonerado por Lúcio, no mês passado, após se tornar um investigado. Com um histórico desses,  tinha acesso direto e privou da intimidade dos Vieiras Lima.

 

Procurado, o advogado de Job, Marcelo Ferreira, confirma que seu cliente quer fazer delação premiada e estuda entrar com uma ação na Justiça pedindo ressarcimento dos valores de seu salário que eram devolvidos à família Vieira Lima. “Apesar de figurar nos registros da Câmara dos Deputados como secretário parlamentar, na prática as atividades de Job se resumiam aos interesses pessoais dos parlamentares e familiares, um verdadeiro empregado doméstico, refém das circunstâncias e obrigado a devolver a maior parte de seu salário, pago pelos cofres públicos”, diz o advogado.

A defesa da família Vieira Lima afirmou que não comentaria o caso, por não ter tido acesso ao depoimento de Job. “(Job) É uma pessoa que trabalhava pra gente há 30 anos, então não estou sabendo de muita coisa que ele está dizendo, aí eu não posso dar opinião não, só o advogado mesmo”, disse Marluce Vieira Lima. O deputado Lúcio Vieira Lima disse que só seu advogado poderia responder. A defesa de Geddel argumentou que as buscas no apartamento com os R$ 51 milhões foram ilegais porque partiram de denúncia anônima.


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sonia

Eu quero é que se F..



18/11


2017

Coluna do sabadão

Paulo acerta em trazer PP e SD

O governador Paulo Câmara está fazendo um movimento político certo ao tentar atrair o PP e o Solidariedade para a Frente Popular. A partir do ingresso dos dois partidos oficialmente no primeiro escalão do seu governo, Câmara praticamente terá sacramentado o apoio dos deputados federais Eduardo da Fonte e Augusto Coutinho, e seus respectivos grupos políticos, à sua reeleição.

Em paralelo, o governador arma a Frente Popular de candidatos competitivos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. Entram nessa conta, por exemplo, o Pastor Cleiton Collins (PP) e a esposa do prefeito de Olinda, Professor Lupércio (SD), Cláudia Cordeiro (SD). O primeiro tem votação consolidada no segmento evangélico, tendo vencido as três últimas eleições para estadual; a segunda terá a máquina da Prefeitura de Olinda moendo com força a seu favor.

A conta, com o ingresso do PP e SD no primeiro escalão palaciano, fica ainda mais vistosa porque o PMDB deve mesmo seguir para a oposição, com o senador Fernando Bezerra Coelho vencendo a disputa contra o deputado federal Jarbas Vasconcelos e o vice-governador Raul Henry. Com isso, a perda de tempo de TV com a migração do PMDB seria minimizada, sobretudo, por causa do PP.

A única lacuna para selar o casamento com os progressistas é o nome que Eduardo da Fonte indicará para a Secretaria de Desenvolvimento Social, Infância e Juventude. O deputado tem se reunido bastante com o governador em almoços e jantares. Os dois estão trabalhando um nome ligado a Eduardo da Fonte. Isso porque o próprio governador já se apressou em negar a indicação da vereadora do Recife, Michelle Collins, esposa de Cleiton, que, pelas suas posições conservadoras, tem enfrentado críticas dos movimentos sociais.

IRMÃOS FERREIRA – O próximo alvo do governador deve ser os irmãos Anderson (prefeito de Jaboatão) e André Ferreira (deputado estadual). Com os dois na Frente Popular, Paulo fecharia o cerco contra FBC na Região Metropolitana do Recife. O problema é que a fatura dos Ferreira é muito alta: eles querem uma vaga de candidato a senador para a André. E a ideia não é bem vista na Frente Popular. Os governistas não querem ver os irmãos muito grande ao ponto de se tornarem uma ameaça.

CARPINA – A Prefeitura do Carpina reabriu as portas do Centro de Especialidades Odontológicas Jaime Vicente Pereira Filho (CEO), que estava sem funcionar por falta de estrutura adequada. Após reforma e compra de novos equipamentos, a unidade irá disponibilizar procedimentos em Endodontia, Periodontia, atendimento a portadores de necessidades especiais, Cirurgia Bucomaxilar e outros serviços de saúde bucal. O prefeito Manuel Botafogo vem articulando recursos e ações para o município com a ajuda dos deputados Fernando Monteiro (federal) e Vinícius Labanca (estadual).

MAIS SAÚDE – A deputada Roberta Arraes (PSB), após reunião com o secretário estadual de Saúde, Iran Costa, anunciou boas notícias para o Araripe. Ela garantiu a conquista de serviços de oftalmologia e cirurgias eletivas nos hospitais, além da chegada de um aparelho de tomografia para o Hospital Regional Fernando Bezerra, em Ouricuri.

"EU TENHO MEDO" – Depois de insistir no desembarque do PSDB do Governo Temer, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso saiu com outra nesses dias. FHC disse ter medo de uma eventual vitória de Jair Bolsonaro na eleição de 2018. "Há pessoas da Direita que são perigosas. Um dos candidatos propôs me matar quando eu estava na Presidência. Na época, não prestei atenção. Mas hoje eu tenho medo, porque agora ele tem poder", lembrou o tucano. A "ameaça" aconteceu no ano de 1999, em uma entrevista de Bolsonaro à TV Bandeirantes. Imagina se a moda pega?!

Curtas

CUNHA – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, está decidida a rejeitar a proposta de delação feita recentemente por Eduardo Cunha. A PGR não acredita no que ele diz e não esquece os ataques feitos pelo ex-deputado ao Ministério Público. O fracasso das tratativas atormenta a defesa do ex-presidente da Câmara. Como os bens dele seguem bloqueados, seus advogados não estão recebendo. A esperança morreria com a negativa de Dodge.

REVOGAÇÃO – Alguém em sã consciência achou mesmo que a Assembleia Legislativa do Rio não revogaria a prisão dos deputados Jorge Picciani (presidente do Poder), Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, presos pela Polícia Federal após decisão do TRF-2? Acredito que não. No Rio, não adianta mais juiz mandar prender que deputado vai lá e mandar soltar. Ô, cidade maravilhosa para a bandidagem.

BRECHT – Não bastasse o acinte que seus colegas deputados federais do Rio de Janeiro estavam fazendo, o parlamentar fluminense André Lazaroni, também do PMDB, saiu com uma que o fez virar piada nas redes sociais, na sessão que revogou a prisão de Jorge Picciani e companhia. Ao tentar citar uma frase do dramaturgo Bertolt Brecht, André acabou atribuindo a declaração a Bertoldo Brecha, personagem da Escolinha do Professor Raimundo. Resultado: virou meme!

Perguntar não ofende: O ministro Raul Jungmann consegue emplacar uma candidatura a senador pelo Rio de Janeiro?


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Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

marcos

Dilma Jumenta nosso dinheiro para divulgar mentiras no exterior...../////..... “Dilma Jumenta continua gastando o dinheiro do contribuinte para divulgar no exterior mentiras sobre o Brasil.” A elite brasileira está empenhada em inviabilizar a candidatura presidencial de Lula para, ‘aí, vender o pré-sal\'”. ( grande Merda ) “No primeiro semestre deste ano, com viagens à Suíça, França, Estados Unidos, Espanha, Itália, Argentina e México – às quais se soma, agora, a visita a Berlim –, a equipe de Dilma Jumenta já havia custado ao Tesouro mais de meio milhão de reais, o triplo do que gastaram, juntos, no mesmo período, todos os outros ex-chefes de governo.” Dilma Jumenta SÓ deu prejuízo aos brasileiros desde que assumiu o poder.

marcos

“Queremos concluir as investigações relativas ao Condenado Lula antes do início do processo eleitoral”......../////..... Foi o que disse o diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, sobre os inquéritos de Lula na Lava Jato. “Vamos botar o número de policiais que for necessário para passar isso a limpo neste prazo”, acrescentou.



18/11


2017

Renan condenado a perder o mandato e direitos políticos

Senador foi condenado por enriquecimento ilícito e vantagem patrimonial indevida, em caso relacionado ao pagamento de pensão a uma filha que Renan teve fora do casamento. Senador pode recorrer sem deixar o cargo.

G 1

A Justiça do Distrito Federal condenou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a perder o mandato e ainda suspendeu seus direitos políticos por oito anos por improbidade administrativa, motivada por enriquecimento ilícito e recebimento de vantagem patrimonial indevida. Quem deu a sentença foi o juiz Waldemar Carvalho, da 14ª Vara Federal. Renan pode recorrer da decisão sem deixar o cargo.

O processo é relacionado ao caso do pagamento de pensão a um filho que Renan Calheiros teve fora do casamento.

Por meio de nota, Renan Calheiros disse que não conhece a decisão, que está sob segredo de Justiça, mas que, se for confirmada, vai recorrer com serenidade.

Renan foi condenado por enriquecimento ilícito e vantagem patrimonial indevida. A defesa do senador pode apelar ao próprio juiz da 14ª Vara Federal do DF ou ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.

O caso quase tirou de Renan da Presidência do Senado em 2007, depois que a jornalista Mônica Veloso, com quem ele tinha uma filha fruto de um relacionamento extraconjugal, denunciou que o senador pagava a pensão da criança com dinheiro de um lobista da empreiteira Mendes Júnior. Renan escapou de ter o mandato cassado após ser absolvido em votação em plenário.

Mas após seis meses de denúncias, o senador Renan Calheiros renunciou em dezembro de 2007 à presidência do Senado como estratégia para evitar a cassação do mandato no plenário do Senado pela acusação de ter sociedade, por meio de "laranjas", com o usineiro João Lyra em duas emissoras de rádio e um jornal em Alagoas.

Outras investigações

Além de oito inquéritos em que é investigado na Lava Jato, Renan ainda responde a outros três inquéritos no STF, sendo um da Operação Zelotes – que apura um esquema de compra de sentenças no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) –, um sobre fraudes na construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e outro sobre movimentação financeira suspeita.


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18/11


2017

Assessor que trabalhou com irmão de Geddel delata

Job Ribeiro Brandão já disse, em depoimento, que ex-ministro lhe repassava dinheiro vivo

O Globo - Bela Magale

O ex-assessor parlamentar Job Robeiro Brandão, que está em prisão domiciliar, procurou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para tentar firmar um acordo de delação premiada. Brandão chegou a ser preso em setembro após a Polícia Federal encontrar suas digitais no apartamento em que o ex-ministro Geddel Vieira Lima, detido na mesma operação, guardava R$ 51 milhões, em

Por meio de advogados, ele fez uma oferta para falar tudo que sabe envolvendo o "bunker" do ex-ministro, como ficou conhecido o apartamento na capital baiana. Os investigadores afirmaram que têm interesse em um eventual acordo, mas que para isso Job Brandão precisa apresentar provas do que relatará. Até o momento, porém, nenhuma documentação sobre o caso chegou à PGR.

Brandão, que trabalhou no gabinete do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, disse em depoimento à PF que recebia dinheiro do ex-ministro para contar na casa da mãe dele.

À PF, o ex-assessor disse que as quantias variavam entre R$ 50 mil e R$ 100 mil e que não sabia de onde vinham as cédulas e nem para onde iam depois.


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