FMO

26/07


2016

Coluna da terça-feira

   Collins vira a noiva cobiçada 

Não fosse a inclusão do Pastor Cleiton Collins (PP), por precaução, tendo em vista a sua indefinição no processo eleitoral até a data em que a pesquisa foi a campo, o candidato do PDT, Manoel Neco, teria aparecido na dianteira da primeira pesquisa do Instituto Opinião sobre a sucessão do prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB). Neco pode se transformar no azarão no segundo colégio eleitoral do Estado, dependendo do cenário para onde migrarão os eleitores de Collins.

Escolhido e anunciado muito tardiamente pelo prefeito tucano, o candidato do PSB, Heraldo Selva, pontua abaixo da margem de erro. Isso, entretanto, era esperado pelo alto desconhecimento da sua candidatura. Selva tem pela frente o grande desafio de ser identificado como o continuador da gestão de Elias e o nome das forças ligadas ao governador Paulo Câmara. Diferente de Selva, Neco, além de ser veterano no parlamento municipal, está há muito tempo em campanha.

O pedetista tem, ainda, um eleitorado cativo e seu perfil se encaixa a um município que surpreende nas urnas, tendo elegido Nilton Carneiro, personagem folclórico, que, cassado, foi sucedido por Fernando Rodovalho, seu vice, também reeleito. Atuando no mesmo segmento evangélico, o candidato do PR, Anderson Ferreira, apareceu abaixo de Neco e quase empatado, tecnicamente, com Edmar de Oliveira, do SD. Depende, logicamente, do apoio de Collins.

O pastor, aliás, passa a ser a noiva mais cobiçada da eleição. Pela força eleitoral apontada no levantamento, para onde pender tende a arrastar o candidato para a vitória. Collins é filiado a um partido da base de Paulo Câmara, mas teria dificuldades de fechar uma aliança com Heraldo Selva devido à postura de oposição que exerce no município, sua principal base eleitoral. Ele não tolera Elias Gomes.

O que se pode prever, entretanto, é que caminhe, naturalmente, para o palanque de Anderson Ferreira, o que ainda não se concretizou por divergências dentro das igrejas evangélicas. Jaboatão tem, para explicar melhor esta situação, a maior concentração de evangélicos do Estado e sua principal liderança é o deputado Collins.

Que, aliás, sempre ensaiou candidaturas, mas nunca levou até o fim. Collins tem lá suas razões para adiar sua posição, mas o certo é que, mesmo entrando para valer em qualquer das campanhas, o cenário de Jaboatão é de eleição em dois turnos. Teoricamente, Neco estaria, hoje, com vaga garantida na etapa final, ficando a espera da briga a ser travada entre Anderson, Edmar e Heraldo.

MAIS RELAXADA– Interlocutores da presidente Dilma Rousseff (PT) que frequentam o Palácio da Alvorada, residência oficial da petista, dizem que o comportamento dela mudou da água para o vinho. "Ela não deixou de ser a Dilma, mas está mais leve, relaxada. Tirou das costas o peso de administrar o País e ter de tomar decisões a todo instante", afirmou um desses interlocutores numa conversa, ontem, com jornalistas nos corredores vazios do Congresso em recesso branco.

Secretário na corda bamba - A má gestão do secretário de Defesa, Alessandro Carvalho, que conseguiu transformar o Pacto pela Vida em letra morta, incomoda a Associação dos Cabos e Soldados, que pediu a sua cabeça ao governador Paulo Câmara (PSB). O estopim da insatisfação está no episódio de um assalto a uma pizzaria no Recife, no qual resultou na morte do soldado Rosinaldo Bezerra da Silva. Integrantes da Associação relatam, ainda, que o secretário está alheio à falta de estrutura para trabalho dos policiais. Eles são obrigados a usar coletes vencidos, armas obsoletas, viaturas depenadas e com pneus carecas, alémda falta de rádios potentes para comunicações.

Vídeo sobre atentado– Para lembrar a passagem dos 50 anos do atentado terrorista que provocou a morte do jornalista, escritor e poeta Edson Régis, ocorrido no saguão do aeroporto dos Guararapes, no Recife, a família Régis de Carvalho produziu um vídeo. A bomba explodiu quando o guarda-civil Sebastião Thomaz de Aquino, ao perceber uma mala abandonada no saguão do Aeroporto dos Guararapes, resolveu retirá-la provavelmente considerando-a suspeita. As pessoas estavam aguardando a chegada ao Recife do então presidente Costa e Silva.

Início dos debates– A RedeTV anunciou as datas de seus debates eleitorais, mas não inclui Recife nem Salvador ou Fortaleza. Em São Paulo, serão nos dias 2 de setembro e 14 de outubro para primeiro e segundo turnos, respectivamente. A emissora ainda realizará debates no Rio de Janeiro – nos dias 9 de setembro e 18 de outubro – e em Belo Horizonte – dias 16 de setembro e 21 de outubro. As jornalistas Mariana Godoy e Amanda Klein mediarão os debates, que contarão com parceria de Veja, UOL e Facebook.

O delegado que se cuide! – Soube, ontem, que a candidatura do delegado Erick Lessa, que já aparece em segundo lugar nas pesquisas para prefeito de Caruaru, sofre fortes pressões da cúpula do seu partido, o PR, no Estado, para cair fora. Segundo uma fonte, até o ex-deputado Inocêncio Oliveira, que tem voz ativa no partido, exercendo forte influência sobre o presidente Sebastião Oliveira, teria sido pressionado pela direção estadual do PSB. A ordem na legenda socialista é detonar Lessa, porque estaria roubando os votos de Jorge Gomes (PSB), candidato do prefeito José Queiroz (PDT).

 

 

 

CURTAS

ALIANÇA– Em Camaragibe, o candidato do PTB a prefeito, Demóstenes Meira (PTB), se uniu a ex-vice-prefeita e ex-deputada Nadegi Queiroz (PSDC) e, juntos, já cumprem agenda de pré-campanha. Na sexta feira, estiveram nos bairros Aldeia e Sítio dos Pintos, conversando com a população em busca de soluções conjuntas. No sábado, visitaram o mercado municipal, para ouvir as reclamações dos comerciantes, que se queixam em sua maioria, pela demora das obras na reforma do mercado e o abandono das autoridades públicas com a infraestrutura do local.

PSD COM HERALDO– O presidente do PSD, André de Paula, anuncia, hoje, apoio às pré-candidaturas de Heraldo Selva (PSB) e Conceição Nascimento (PSDB) em Jaboatão. O ato na sede da legenda, no Recife, às 15 horas. "Um partido do porte do PSD agrega muito. Trata-se de uma legenda forte. André traz um peso político importante ao nosso projeto de seguir as mudanças iniciadas pelo prefeito Elias Gomes (PSDB)”, disse Heraldo.

Perguntar não ofende: Quais impostos pontuais que Henrique Meirelles quer aumentar caso o Congresso não aprove o pacote de Temer? 


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Comentários

José Pereira da Silva

O deslocamento do corno do Suplicy foi acompanhado por um veterinário, havia a possibilidade dele ferir alguém, ou até mesmo a quebra de um dos chifres que esse corno safado carrega com muito orgulho.

marcos

João Santana botou no rabo da Jumenta, que ele é mentirosa todo mundo sabe agora ladra só os mais íntimos! Volta querida. kkkkkkkk

marcos

E agora Lula o Supremo Tribunal Federal ainda é Acovardado?

marcos

Será que Lula ainda vai mandar o MPF enfiar os processos dele no cu?

marcos

Suplicy foi indiciado por lesão corporal, pois quando se baixou para entrar na viatura policial feriu quatro com o Par de Pontas que carrega na região frontal. kkkkk


Agência Comunicação

26/07


2016

Sem Pastor Collins na disputa, Neco lidera em Jaboatão

Diante de um quadro embolado, na qual o Instituto Opinião teve que incluir 12 pré-candidatos, em Jaboatão dos Guararapes, segundo maior colégio eleitoral do Estado, quem aparece na liderança é o Pastor Collins, do PP, que não deve ser candidato. Ele aparece com 27,8% das intenções de voto. Mas, na espontânea, estranhamente, ele só tem 0,6%, o que pode confirmar a descrença ou desconhecimento do eleitorado de uma possível candidatura dele. Em segundo lugar, na estimulada, desponta o vereador Manoel Neco, do PDT, com 14,2%. Como Collins deve ficar de fora, o líder, automaticamente, é o pedetista, que nos cenários de segundo turno ganha de todos os concorrentes, exceto Collins.

Já o candidato do PR, Anderson Ferreira, vem em seguida com 9,6% e Edmar de Oliveira, do SD, se aproxima dele, com 5,4%. Candidato do PSB e apoiado pelo prefeito Elias Gomes (PSDB), o vice-prefeito Heraldo Selva tem apenas 3%.  Joel da Harpa, do PTN, aparece com 1,8%, o Professor Luizinho, do PEN, com 1,2%, Zé Coelho, do PRTB, 0,6%, José Carlos, do DEM, que renunciou para ser vice de Anderson, 0,4%, Paulo de Tarso, do Pros, 0,4%, e Zé Esteves, da Rede, 0,2%.

Brancos e nulos somam 20% e 15,4% se declararam indecisos. Na espontânea, modelo em que o eleitor é forçado a lembrar do nome do candidato sem o auxílio da cartela com os devidos nomes, quem aparece na frente é o prefeito Elias Gomes, com 3,2%, seguido por Neco, com 2,2%, Edmar de Oliveira, com 1,4% e Heraldo Selva, 1%.Paulo de Tarso tem 0,6% e Pastor Collins, que lidera na estimulada, tem apenas 0,6%, também. Foram citados ainda Joel da Harpa (0,2%), Doutor Luiz Pereira (0,2%) e Jailton Batista (0,2%).

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 21 últimos, tendo sido aplicados 500 questionários nas seguintes áreas: Alto da Colina, Barra de Jangada, Cajueiro Seco, Candeias, Cavaleiro, Centro, Comportas, Cristo Redentor, Curado, Dois Carneiros, Engenho Velho, Floriano, Guararapes, Jangadinha, Jardim Jordão, Jardim Prazeres, Manassu, Marcos Freire, Massaranduba, Muribeca, Pacheco, Padre Roma, Piedade, Prazeres, Santana, Santo Aleixo, Socorro, Sucupira, UR11, Vila Rica, Vista Alegre e Zumbi do Pacheco.

O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,4 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-02917/2016.

No capitulo rejeição, quem lidera é o candidato do PDT, Manoel Neco. Dos entrevistados, 12% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Em segundo aparece o Pastor Collins, com 6,4%, Zé Coelho, com 4,6%, Anderson Ferreira e Edmar de Oliveira, 2,6%, Heraldo Selva tem 2% e Zé Esteves, 1,6%. Em seguida, pela ordem, Professor Luizinho 1,4%, Paulo de Tarso 1,2%, Adelson Veras 1,2%, Joel da Harpa 0,8% e José Carlos, 0,6%.

Mesmo não sendo candidato, como há uma tendência nessa direção, o Pastor Collins, em cenários de segundo turno, não perderia para ninguém. Frente a Joel da Harpa, ganharia de 46,8% a 10%. Diante de Heraldo, a vantagem seria maior ainda: 50% a 9%. No enfrentamento a Edmar de Oliveira, ganharia de 48,4% a 12,8%. E com Neco, cenário mais apertado, teria 43,2% dos votos contra 24%. Já com Anderson Ferreira, Collins teria 43,6% contra 14,2%.

Já Neco, que, teoricamente, lidera a pesquisa, porque Collins não deve entrar na disputa, só perde para o próprio Collins. Frente a Heraldo Selva, ele teria 33,8% contra 15%. Diante de Anderson Ferreira, venceria de 32,2% ante 23,2%. Neco ganharia também de Edmar Oliveira – 33% contra 18,6% - e no enfrentamento a Joel da Harpa a vantagem do pedetista seria maior – 33,2% a 16%. Diante do Pastor Collins, levaria desvantagem. Teria 24% contra 43,2% do religioso.

Já o candidato do PSB, Heraldo Selva, perderia, hoje, para todos os concorrentes. Frente a Collins, teria apenas 9% contra 50%. Com Joel da Harpa, alcançaria 9.8% contra 20,4%. Com Edmar, a desvantagem seria nesta ordem: 12,2% a 22,2%. E com Anderson, o republicano teria 29% contra 10,4%. Quanto ao candidato do PR, Anderson Ferreira, além de Heraldo, ele sairia vitorioso no segundo turno frente a Edmar Oliveira – 28% contra 15,8%. Contra Joel da Harpa, Anderson teria uma vitória de 26% a 15% e diante de Selva, venceria de 29% a 10,4%.

Estratificando a pesquisa, os maiores percentuais de intenção de voto do Pastor Collins se encontram entre os eleitores com grau de instrução da 6ª a 9ª séries (31,2%), entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (31,6%) e entre os eleitores com renda familiar até um salário mínimo (28,7%). Por sexo, 32,7% dos eleitores são femininos e 22,1% masculinos.

Já Manoel Neco tem seus maiores indicativos de voto entre os eleitores com grau de instrução até a 5ª série (19,1%), entre os eleitores com renda até um salário (17,3%) e entre os eleitores na faixa etária entre 45 a 59 anos (16,7%). Por sexo, 18,6% dos seus eleitores são homens e 10,4%, mulheres. Anderson Ferreira, por sua vez, tem seus maiores percentuais entre os eleitores na faixa etária de 25 a 34 anos (16,7%), entre os eleitores com renda familiar acima de cinco salários (14%) e entre os eleitores com grau de instrução superior (11,2%). Por sexo, 10,4% são homens e 8,9%, mulheres.

Edmar de Oliveira tem seus maiores indicativos de voto entre os eleitores com renda superior acima de cinco salários (10,5%), entre os eleitores com grau de ensino superior (9,8%) e entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (9,2%). Por sexo, 6,5% são homens e 4,5%, mulheres. Heraldo Selva, por sua vez, tem seus maiores percentuais entre os eleitores com grau de instrução médio (4,1%), entre os eleitores com renda familiar entre três e cinco salários (3,8%) e entre os eleitores na faixa etária de 16 a 24 anos (5,1%). Por sexo, 4,3% são masculinos e 1,9%, femininos.


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Sopranor 1

26/07


2016

Dilma muda a versão sobre caixa dois na campanha

Agora, presidente diz que repasse foi após a campanha e, por isso, não a atinge

O Globo - Eduardo Barreto

Após ter dito semana passada que, se houve caixa dois em sua campanha, isso ocorreu sem seu conhecimento, a presidente afastada, Dilma Rousseff, adotou nesta segunda-feira nova resposta para a delação de seu ex-marqueteiro, João Santana. Em depoimento na última quinta-feira, o publicitário e a mulher dele, Mônica Moura, admitiram ao juiz Sérgio Moro que os depósitos de US$ 4,5 milhões feitos pelo empresário Zwi Skornicki na conta do marqueteiro na Suíça eram para pagar dívidas da campanha presidencial de 2010 sem declaração à Justiça Eleitoral, ou seja, caixa dois.

Em entrevista à Rádio França Internacional, Dilma alegou que, como o caixa dois teria ocorrido após eleição, ele não atingiria sua campanha:

— Querida, nem o João Santana nem a mulher dele acusaram a minha campanha. Eles se referem a episódios que ocorreram depois de encerrada a campanha, e depois que o comitê financeiro da minha campanha foi dissolvido, dois anos depois. Então não há nenhuma afirmação que atinja a mim e a minha campanha. E é público e notório que eu jamais autorizei caixa dois na minha campanha.

Continue lendo: Dilma muda versão sobre caixa dois na campanha eleitoral


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Banner - Hapvida

26/07


2016

Ameaça de elevar impostos cheira a chantagem

Josias de Souza

Não é gratuita a pregação do ministro Henrique Meirelles sobre a possibilidade de aumento de impostos. Junto com a ameaça (aqui e aqui), o titular da Fazenda menciona a esperança de que o Congresso aprove “rapidamente” a emenda constitucional que institui um teto para os gastos públicos, limitando-os à inflação do ano anterior. A combinação da ameaça com a esperança resulta numa chantagem. É como se Meirelles declarasse: ou os congressitas aprovam o teto ou o remédio será ainda mais amargo.

Relator da emenda do teto de gastos na Câmara, o deputado Danilo Forte (PSB-CE) disse ao blog que a proposta só deve ser aprovada em plenário depois das eleições municipais de outubro. Meirelles insinua que a decisão sobre os tributos talvez tenha que ser tomada antes, no final de agosto. Convém que o governo se acerte com seus apoiadores no Legislativo. Sob pena de aviltar um vocábulo. Arrancar mais dinheiro do brasileiro, à força, e continuar chamando-o de “contribuinte'' não faz sentido.


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Comentários

Nehemias Fernandes Jaques

Toma coxas, golpistas!



26/07


2016

Executivos da Odebrecht e OAS ameaçam rebelião

A tensão interna na OAS e na Odebrecht aumenta na proporção em que se aproxima a possibilidade de acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato. Executivos que precisam assumir práticas irregulares têm mostrado desconforto com a orientação das empresas. Alguns fazem ameaça de rebelião. A informação é de Mônica Bergamo, na sua coluna de hoje na Folha de S.Paulo.

Mais detalhes da colunista:

A situação é mais tensa na OAS. Há divergências inclusive sobre o peso que se dará à participação dos acionistas, da família Mata Pires, nas irregularidades. Quanto menor ele for, maior a responsabilidade que recairá sobre os executivos da construtora baiana.

A Odebrecht estaria contornando as divergências com maior tranquilidade graças a um generoso programa informal de indenizações milionárias a seus diretores. De acordo com relatos que circulam entre as empreiteiras, ela e a Andrade Gutierrez têm garantido vários anos de remuneração aos diretores que, confessando crimes, vão se inviabilizar no mercado de trabalho.

Os valores variam de acordo com os anos que cada diretor ainda poderia trabalhar nas empresas.*Em boa parte dos casos eles passariam dos R$ 15 milhões, podendo chegar a números bem maiores.


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26/07


2016

Perdão de dívida da Alstom por Alckmin é investigado

Folha de S.Paulo – Flávio Ferreira

O Ministério Público do Estado de São Paulo vai investigar o acordo pelo qual o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) perdoou dívidas de pelo menos R$ 116 milhões da multinacional francesa Alstom no âmbito de um contrato para fornecimento de um sistema de controle de trens para o Metrô. Como revelado pela Folha no domingo (24), a administração também aceitou que a Alstom entregue o sistema até 2021, com dez anos de atraso. O acordo foi fechado no âmbito de uma arbitragem privada em janeiro deste ano. Atualmente, o Metrô passa por uma crise financeira.

O contrato do produto da Alstom, que é denominado CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação), já era alvo de um inquérito conduzido pelo promotor de Justiça Marcelo Milani. A apuração teve início porque a implantação do CTBC vem apresentando problemas nas linhas do Metrô. A Promotoria chegou a recomendar a suspensão do contrato, mas o governo estadual não seguiu a sugestão do Ministério Público. Milani afirmou que vai pedir ao governo toda a documentação referente ao acordo assinado em janeiro, uma vez que não foi comunicado sobre o assunto, e vai investigar se a medida não gerou danos aos cofres públicos.

De acordo com o promotor, o acordo é ilegal pois foi assinado no âmbito de uma arbitragem e não foi levado à apreciação do Poder Judiciário, além de não ter levado em consideração a recomendação da Promotoria. A Alstom é alvo de uma série de processos e investigações pela suposta participação em esquemas de pagamento de propina para obtenção de vantagens em contratos de estatais paulistas de energia e de transporte, sempre em governos do PSDB.

Leia a reportagem de Flávio Ferreira.sobre o assunto na Folha de S.Paulo


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Senai 4.0

26/07


2016

Lula tenta reatar com as bases e retorno às origens

Folha de  S.Paulo – Daniela Lima e Marina Dias

Há duas semanas fotografias de um Luiz Inácio Lula da Silva de camisa social e blazer deram lugar, nas redes sociais, a um retrato em que o ex-presidente aparece de guaiabeira vermelha –uma típica vestimenta cubana– e chapéu de cangaceiro.

Não foi por acaso. A troca é o símbolo mais evidente de uma guinada estratégica que o petista vem formulando internamente para tentar reatar com suas bases eleitorais e sobreviver politicamente.

Não chega, porém, a ser uma tática inédita. Em sua trajetória, o ex-presidente sempre voltou às origens nos momentos de crise.

Mas ele nunca havia passado por uma situação tão dramática. O ex-presidente viu seu patrimônio e legado político derreterem nos últimos meses com o avanço da Operação Lava Jato. Foi denunciado sob acusação de tentar obstruir a investigação e é investigado por suposta ligação com imóveis que teriam sido reformados por empreiteiras alvos da operação.

Segundo a última pesquisa Datafolha, Lula é rejeitado por 46% do eleitorado –o pior índice entre os testados para a eleição presidencial de 2018. Apesar de liderar os cenários para o primeiro turno, não aparece numericamente à frente de nenhuma hipótese de segundo turno.

O ápice do desgaste culminou com o afastamento de sua afilhada política, Dilma Rousseff, da Presidência.

Nesse cenário, Lula decidiu mergulhar no ambiente que lhe é mais afeito. Passou a priorizar agendas com movimentos de esquerda e viagens ao Nordeste –na região, é o presidenciável preferido de 39% da população.


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Sesi 4.0

26/07


2016

Dilma: querem nos transformar num bando de carneiros

Em evento para defender seu mandato em Aracaju (SE), a presidente afastada reiterou suas críticas à gestão do presidente em exercício e afirmou que querem retirar direito

 O Estado de S.Paulo - Carla Araújo

Em evento para defender seu mandato em Aracaju (SE), a presidente afastada Dilma Rousseff reiterou suas críticas ao governo do presidente em exercício Michel Temer, afirmou que querem retirar direitos dos brasileiros e se mostrou contrária ao projeto Escola sem partido, que supostamente defende a “neutralidade política, ideológica e religiosa”  nas escolas, em tramitação no Senado. “Eles têm uma pauta ultraconservadora”, disse.

“A educação sem partido é na verdade o coroamento dessa visão”, afirmou, ressaltando que o projeto impedirá que as escolas formem cidadãos pensantes. “Querem nos transformar num bando de carneiros. Isso é a educação sem partido.”

Dilma disse ainda que o processo de impeachment “sem crime” é machista e que se inspira nas mulheres anônimas brasileiras “que lutam todos os dias”. “Eu não vou deixar de lutar”, afirmou. A presidente afastada disse que com mobilização é possível persuadir os senadores para votar contra o seu afastamento definitivo.

Continue lendo: Dilma critica 'Escola sem partido' e diz que governo Temer quer transformar brasileiro em 'carneiro'


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Odonto Personalité

26/07


2016

A vaca voou

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

Há quatro meses, perguntaram ao vereador Andrea Matarazzo se ele deixaria de ser candidato a prefeito de São Paulo para apoiar a senadora Marta Suplicy. "É mas fácil uma vaca voar!", respondeu o dono das gravatas mais elegantes da Câmara Municipal. A mimosa decolou nesta segunda (25).O ex-tucano será o vice da ex-petista, agora filiada ao PMDB.

A aliança escreve um novo capítulo na história de reviravoltas da política paulistana. Um deputado sugeriu que a chapa seja chamada de "Ma-mata". Outros apelidos virão.

Embora tenham nascido no mesmo berço aristocrático, Marta e Matarazzo sempre militaram em campos opostos. Ela entre os petistas, sob a liderança de Lula; ele com os tucanos, ao lado de José Serra e FHC.

O chanceler do governo interino tem tudo a ver com o acordo. Serra convenceu Matarazzo a se filiar ao PSD, de seu escudeiro Gilberto Kassab. As pesquisas fizeram o resto, ao mostrar que o vereador não teria chances como cabeça de chapa.

O pano de fundo da aliança é a corrida presidencial de 2018. Ao inflar sua velha rival, Serra atrapalha Geraldo Alckmin, que lançou o estreante João Doria. O ministro e o governador medem forças no PSDB enquanto o senador Aécio Neves tenta acertar as contas com a Lava Jato.

A chapa Marta-Matarazzo parece ter potencial. A ex-prefeita ganha tempo de TV e passa a contar com um puxador de votos na parte rica da cidade. Ela precisa reduzir a rejeição nos bairros centrais, que buscam alguém que seja capaz de derrotar o PT e não se chame Celso Russomanno.

O problema é que Marta sempre foi alvo do antipetismo, que a venceu em 2004 e 2008. Ela ainda terá que explicar as novas companhias ao eleitor da periferia, que sustenta sua popularidade nas pesquisas.

A missão da senadora será difícil, mas não chega a ser impossível. Há quatro anos, Fernando Haddad virou prefeito depois de unir Lula e Paulo Maluf na mesma foto. 


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Naipes

26/07


2016

Temer se prepara para enfrentar retaliação de Cunha

Governo quer evitar cair em armadilha na economia e na política

A um mês do início da votação no Senado do impeachment de Dilma e com uma Olimpíada no meio do caminho, a prioridade do governo Temer é evitar armadilhas na política e na economia.

O governo continuará administrando por meio de discursos do presidente e de ministros as expectativas na economia. Por exemplo, prometer reforma da Previdência e controle do gastos públicos para manter o apoio do mercado financeiro e dos empresários.

Outra ação é se preparar para enfrentar eventual retaliação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. O governo considera que a cassação do mandato de Cunha está ligada ao destino de Dilma. Na visão do governo, no próximo mês e quase simultaneamente, Cunha perderá o mandato e Dilma sofrerá impeachment.

Nos bastidores, o governo avalia que Cunha vai morrer atirando, porque é o estilo dele. Temer tem dito a interlocutores que está preparado para enfrentar Cunha.

Temer acredita que, se o impeachment for aprovado, haverá uma onda positiva na economia. Isso daria mais força ao governo para aprovar medidas duras no Congresso, como a reforma da Previdência e a emenda constitucional que cria um teto para o crescimento das despesas públicas.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, repetiu nesta segunda que poderá recorrer a aumento pontual de impostos. É uma medida que encontra mais resistência do Congresso e dos empresários, mas que não pode ser descartada.

Uma parcela do governo acredita que, com uma nova CPMF, o ajuste fiscal seria mais rápido e que isso poderia acelerar a retomada de investimentos, gerando mais empregos e renda.  (Kennedy Alencar)


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26/07


2016

Relação entre Dilma e o PT só piora

A relação entre Dilma e o PT não é boa. Ela não tem uma vida partidária real. No domingo, por exemplo, não foi ao lançamento da candidatura à reeleição do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

A resposta de Dilma sobre a confissão do marqueteiro João Santana de que houve um pagamento de dívida de campanha de 2010 por meio de caixa 2 deve piorar a relação entre ela e o PT. Santana e a mulher dele, Monica Moura, responsabilizaram diretamente o então tesoureiro do PT, João Vaccari, pelo pagamento de caixa 2. Disseram que foi a única forma que o PT ofereceu para quitar a dívida.

Dilma afirmou que, se teve caixa 2, ela não sabia. Jogou a culpa para auxiliares e o PT, mas, nos bastidores, apontou para o ex-tesoureiro do PT. Isso complica muito a vida de Vaccari, que está preso em Curitiba.

João Santana, pelo papel de destaque nas campanhas petistas, produziu uma prova testemunhal de peso contra Vaccari, o que alimenta temores no PT de que ex-tesoureiro do partido faça delação premiada. A confissão de Santana e a resposta de Dilma tendem a aumentar o isolamento político de Vaccari.

Até hoje, o PT sustentou que as doações eleitorais que recebeu foram todas legais e nunca representaram percentual de propina de contratos públicos. Se Vaccari admitir que legalizou propina de obras federais via doação eleitoral ou que intermediou pagamentos de caixa 2, será dinamite pura contra o PT e seus principais dirigentes políticos.  (Blog do Kennedy)


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26/07


2016

Ele ainda tem a força: coordena lista de cargos

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Defenestrado do Ministério do Planejamento sob suspeita de diálogos comprometedores com Sérgio Machado, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) é quem faz a lista de ocupantes de altos cargos do segundo e terceiro escalões da Esplanada do Governo Michel Temer.

Enquanto isso, onde há fumaça.. há dinheiro, muito dinheiro.

Os mais de 600 produtores de tabaco do Brasil acusam o Governo federal de inapetência no combate ao contrabando de cigarros vindos do Paraguai.

Dizem que só operação da Polícia Federal não resolve. E cobram ação política com restrições alfandegárias contra o país vizinho como parte da solução.

Ocorre que 50% do cigarro contrabandeado vêm da Tabesa. E daí? A empresa é propriedade do.. presidente do Paraguai, Horácio Cartes.

O silêncio dos governos Dilma Rousseff e agora de Michel Temer incomodam o setor brasileiro.


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bm4 Marketing (pessoal)

26/07


2016

Ex-mulher entrega Valdemar Costa Neto ao FBI

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Maria Cristina Mendes Caldeira, a ex-esposa de Valdemar da Costa Neto, dono do Partido da República, decidiu entregar ao FBI os papéis que a polícia americana tanto quer: provas de offshore e possível lavagem de dinheiro de políticos brasileiros nos Estados Unidos.

Foram cinco meses de negociações, com o caso revelado pela Coluna.

Ela passou a visitar a Embaixada dos EUA em Brasília e os americanos propuseram o acordo.

O pacote de cortesia para os agentes tem, só de início, um ex-deputado federal, um ex-deputado capixaba e um empreiteiro do Rio de Janeiro.

Valdemar não fala do assunto e a assessoria já informou, em outras ocasiões, que ele a processou por litigância de má-fé no processo de divórcio entre ambos.


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Márcio Calheiros

26/07


2016

Pos-impeachment, Temer e Dilma devem conversar

Blog do Kennedy

Para petista, peemedebista acerta no atacado na política e na economia

Quem conversa reservadamente com Lula e Temer vê disposição nos dois políticos para que tenham um encontro, caso seja aprovado em definitivo o impeachment de Dilma, como é a tendência.

O ex-presidente Lula está cumprindo um papel político de defesa de Dilma, mas não acredita que a sucessora tenha chance real de evitar a perda do mandato.

Na visão de Lula, Dilma errou na política e na economia. Para o petista, o presidente interino, Michel Temer, está acertando no atacado nas duas áreas, porque colocou Henrique Meirelles na Fazenda, o que foi sugerido por Lula a Dilma inúmeras vezes, e porque fechou um acordo efetivo com a maioria do Congresso.

Já Temer tem esperança de que, aprovado o impeachment, Lula se concentre na preservação de seu cacife político e na luta para evitar uma condenação jurídica na Lava Jato. O presidente interino faria um gesto para sinalizar disposição de diálogo e amenizar o bombardeio do petista contra ele.

Portanto, há interesse e espaço da parte de Lula e Temer para, pelo menos, diminuírem a intensidade da guerra política.


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26/07


2016

Apagou a luz e foi dormir

Carlos Chagas

Só faltava ele. Agora não falta mais. A referência é para Henrique Meirelles, que acaba de ameaçar o país com novo aumento de impostos. Disse que se o Congresso não aprovar a proposta de criação de um teto para os gastos públicos, logo teremos aumento de impostos e de juros por longo período. O resultado será a interrupção do crescimento.

Com todo o governo empenhado na gastança pré-impeachment, o ministro da Fazenda era voz isolada a seguir a ortodoxia de não gastar mais do que arrecadar. Acaba de aderir à prática de lavar as mãos e ameaçar com o aumento de impostos e juros caso os gastos públicos não se interrompam antes de chegar ao limite do desequilíbrio.

O problema é que essa distorção vem sendo comandada pelo presidente da República. Para garantir a aprovação definitiva do afastamento de Dilma, Michel Temer vem liberando todo o tipo de aumentos salariais e de despesas abusivas. Parece até que já bateram de frente, o ministro e o presidente.

Assim, Meirelles optou pela saída mais fácil: saltar de banda e empurrar as consequências da interrupção do crescimento para o próprio governo. Esqueceu as promessas de que impediria a elevação de impostos. Fechou o círculo, apagou a luz foi dormir.

É fácil imaginar sobre quem recairão os ônus da interrupção do crescimento e do equilíbrio nas contas públicas: os mesmos de sempre. Os assalariados e os menos favorecidos, vítimas dos mecanismos capazes de transferir para outros as despesas decorrentes da improbidade de seus planos e programas.

O ministro condenou-se ao acrescentar ter feito a opção errada, não tendo controlado a evolução da dívida pública. A etapa seguinte será culpar Michel Temer.


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