FMO

26/08


2016

Lewandowski permite que professor seja testemunha

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, que preside a sessão, decidiu que Geraldo Prado poderá participar como testemunha de defesa.

A decisão contraria a acusação que tentava impugnar o testemunho do professor de direito da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) por ele ter participado de livro chamado "Resistência ao Golpe de 2016", em alusão ao impeachment.

A advogada de acusação Janaína Paschoal comparou a situação de Prado com a de Luiz Gonzaga Belluzzo, que foi requalificado como informante.

Na contradita, o advogado de defesa José Eduardo Cardozo afirmou que não via "nenhum impedimento, nenhuma suspeição no professor Belluzzo".

"Quando abri mão do senhor Belluzzo, ao contrário do doutor Lodi, não entendi que havia suspeição, fiz porque entendi que estava havendo acordo de procedimentos naquele momento com senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Parece que entendi errado. Acho que houve má compreensão da minha parte, mas acho que não há impedimento nem suspeição do querido professor que vai prestar o depoimento", disse Cardozo.

Lewandowski considerou a solicitação da acusação "extemporânea" e "preclusa", e permitiu que a Prado seja ouvido na condição de testemunha.


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Agência Comunicação

26/08


2016

Próxima testemunha da defesa deve ser anulada

Da Folha de São Paulo

Caso o presidente do STF Ricardo Lewandowski siga na mesma linha de decisão tomada nesta quinta (25), o que é provável, a próxima testemunha de defesa poderá ser considerada suspeita.

Antes das perguntas feitas pela defesa da presidente Dilma Rousseff, o presidente do STF Ricardo Lewandowski suspendeu a sessão por cinco minutos porque nenhum advogado estava presente.

Mais cedo, o advogado de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, reclamou com senadores da base, principalmente do PSDB, sobre a quebra de um acordo oral que eles haviam feito mais cedo.

O advogado concordou em pedir para que Luiz Gonzaga Belluzzo fosse rebaixado à condição de informante em troca de os senadores não pedirem a impugnação das outras testemunhas.

Pouco tempo depois, porém, os senadores informaram a Cardozo que a advogada Janaína Paschoal não abrirá mão de pedir a anulação da participação de Geraldo Prado, próximo a testemunhar.

Janaína irá alegar que Prado publicou um artigo contrário ao impeachment em um livro chamado "Resistência ao Golpe de 2016" e por isso deverá ser declarado impedido.

Questionado, o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), afirmou que não houve um acordo, apesar de uma negociação ter começado.

"Se houve acordo, não entendi. A inteligência dele (Cardozo) está acima da minha, eu não entendi isso", declarou.

Além disso, o senador paraibano explicou que não houve entendimento com a advogada Janaína Paschoal. "Ninguém controla a Janaína", disse.


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Sopranor 1

26/08


2016

Alvaro reclama do nível rasteiro do debate


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Banner - Hapvida

26/08


2016

A pá de cal na candidatura de Lula

Gabriel Garcia

De Brasília

“Pode ser a pá de cal nas pretensões políticas de Lula”, avaliou nesta sexta-feira (26) o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), ao comentar o indiciamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suspeita de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica no inquérito da Operação Lava Jato que investiga o tríplex do Condomínio Solaris, no Guarujá.

Para Bueno, o indiciamento agrava a situação de Lula, que é o nome do PT para as eleições presidenciais de 2018. “Mesmo que indiciamento ainda não seja condenação, o ex-presidente fica numa situação muito difícil, é uma pá de cal nas suas pretensões políticas para 2018. Sua candidatura fica bastante comprometida”, afirmou.

A ex-primeira-dama Marisa Letícia também foi indiciada junto com o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto e Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS. Lula e Marisa foram enquadrados pelo recebimento de R$ 2,4 milhões da empreiteira no esquema de corrupção da Petrobras.


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26/08


2016

Campos recebe Marina em seu 1º ato de campanha

A coordenação estadual da Rede Sustentabilidade e a Coligação Muda Olinda irão realizar um ato, amanhã, com a presença de Marina Silva em apoio à candidatura de Antônio Campos (PSB), em Olinda.

O evento acontece às 18h30, na sede do Comitê do Muda Olinda, na Avenida Brasil, 445 – Rio Doce, Olinda/PE (Em frente à Vila Olímpica).

Recentemente, Marina Silva gravou uma mensagem em apoio à Coligação Muda Olinda e a candidatura de Campos. Confira.


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26/08


2016

Em vídeo, os bastidores no Salão Azul


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Senai 4.0

26/08


2016

O indiciamento de Lula


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Sesi 4.0

26/08


2016

Paulo: "Arraes era um homem à frente do seu tempo"

Em reconhecimento à contribuição do ex-governador Miguel Arraes à História do País, a Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Hélder Câmara (CEMVDHC) lançou, na manhã desta sexta-feira (26.08), o 5º Caderno da Memória e Verdade – IBAD Interferência do Capital Estrangeiro nas Eleições do Brasil. A entrega da publicação, realizada durante solenidade comandada pelo governador Paulo Câmara no Palácio do Campo das Princesas, também marcou a assinatura do Projeto de Lei pela bancada federal pernambucana para a inserção de Arraes no "Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria". Iniciativa do arquiteto Oscar Niemeyer, inaugurada em 1986, que tem o objetivo de condecorar os que se destacaram em prol do País.

As duas homenagens fazem parte das comemorações pelo Centenário do ex-governador Miguel Arraes. "Estamos aqui para celebrar a conclusão de mais uma etapa do trabalho da Comissão da Memória e Verdade Dom Helder Câmara, Comissão esta que se dedica, desde 2012, a investigar circunstâncias e a tornar públicas as violações dos direitos humanos praticadas por motivação política em Pernambuco ou contra pernambucanos em outros territórios, entre 1946 e 1988", salientou Paulo. "O grupo detalha a vida de grande brasileiros, como foi Doutor Arraes, que tiveram seus direitos políticos cassados. E hoje a gente faz uma justa homenagem por tudo que ele representou para Pernambuco e para a democracia", completou.

Miguel Arraes foi governador de Pernambuco por três mandatos (1963-1964; 1987-1990; 1995-1999); deputado federal por três vezes e prefeito do Recife Em 1964, teve o seu mandato de governador interrompido pelo Golpe Militar. Ele morreu aos 88 anos, em 2005, no exercício de seu último mandato político. Para o chefe do Executivo estadual, a inserção de Arraes no Livro dos Heróis da Pátria é um reconhecimento merecido. "Trata-se de um reconhecimento a um homem que esteve à frente do seu tempo, que batalhou por causas nobres, que sempre lutou em favor dos interesses do povo brasileiro e da democracia, fazendo-o adquirir, inclusive, reconhecimento internacional", completou Câmara.

O lançamento do 5º Caderno da Memória e Verdade – IBAD Interferência do Capital Estrangeiro nas Eleições do Brasil congrega importantes recortes da história recente. A obra traz o escândalo da CPI do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) que, instaurada em 1963, funcionou no Congresso Nacional antes do Golpe Militar de 1964. O dossiê denuncia o financiamento na compra de apoio de candidatos opositores à esquerda. E, ainda, ressalta o depoimento de Arraes no dia da instauração da CPI do IBAD. "A atuação de Miguel Arraes transcendia as barreiras do Estado", salientou Henrique Mariano, secretário da Comissão, que, na ocasião, representou Fernando Coelho.

HERÓI NACIONAL – Para que o ex-governador Miguel Arraes seja incluído no "Livro dos Heróis da Pátria", é necessária aprovação do PL na Câmara e no Senado. Após esse processo, a matéria segue para a sanção da Presidência da República. A publicação integra o acervo do "Panteão da Pátria e da

Liberdade Tancredo Neves”, em Brasília. Com a aprovação desse projeto, o pernambucano será eternizado ao lado de heróis como Tiradentes, Deodoro da Fonseca, Dom Pedro I, Santos Dumont e Leonel Brizola.

Autor do Projeto de Lei, o deputado Tadeu Alencar afirmou que a matéria é de interesse da sociedade. "Tenho certeza que o Congresso vai aplaudir de pé essa proposta. Se tem alguém que merece ser citado no Livro dos Heróis da Pátria, esse alguém é Miguel Arraes", salientou. O parlamentar pontuou a importância de reconhecer os fatos históricos. "O povo se afirma a partir da sua história", registrou. A proposta de inclusão de Arraes no "Livro de Aço" foi estimulada por Paulo Câmara e pela Comissão da Verdade. Caso a matéria seja aprovada no Congresso e sancionada pela Presidência da República, o pernambucano receberá o status de herói nacional.

Animado com a proposta de inclusão do pai no Livro dos Heróis e ainda com a publicação do livro, José Almino Arraes classificou o ex-governador como um patriota e defensor da liberdade. "Tudo que ele fez foi voltado para a população mais simples e com a ajuda do povo pernambucano", ressaltou, representando os familiares de Doutor Arraes na solenidade.

Para o presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira, o ex-governador Miguel Arraes deixou marcas profundas na sociedade brasileira. Em seu discurso, o dirigente partidário citou programas importantes de Arraes, a exemplo do Luz para Todos e Chapéu de Palha. "Não falta mérito ao ex-governador que fez um trabalho voltado para a população mais simples", frisou Siqueira. Ainda sobre a presença de Arraes na política, o presidente do PSB registrou que "o seu pensamento político não se limitou a geografia".

Estiveram presentes na solenidade a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes; os deputados federais Fernando Monteiro, Danilo Cabral, Severino Ninho e João Fernando Coutinho; os deputados estaduais Waldemar Borges e Lucas Ramos.  Também participaram do ato a ex-primeira-dama do Estado Renata Campos; familiares do ex-governador Marcos Arraes, Nena Arraes, Lula Arraes, Pedro Arraes, Elisa Arraes e Antônio Campos. E, ainda, secretários e gestores do Governo de Paulo Câmara.


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Odonto Personalité

26/08


2016

Belluzzo: É preciso estabelecer qual é a meta fiscal

A senadora Regina Sousa (PT-PI) pergunta a Luiz Gonzaga Belluzzo, se ficará "tudo maravilhoso" passado o impeachment.

O economista respondeu que "tem resistência a fazer previsões porque economistas erram sempre".

"O que eu posso dizer, e isso com certeza, é que se a economia não se recuperar, não crescer, ela não vai sair desse enrosco fiscal em que está metida", disse.

"Se alguém for começar por algum lugar deve começar por estabelecer definitivamente qual é a meta fiscal, que está predeterminada pelo governo provisório, e a partir daí começar com redução das taxas de juros para que empresas possam respirar", afirmou Belluzzo.

Depois de ser questionado pela senadora Lídice da Matta (PSB-BA), o economista disse que o impacto dos decretos de crédito suplementar no deficit nominal foram "ridículos", de aproximadamente 0,15%.


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Naipes

26/08


2016

Fetape repudia Superintendente Regional do Trabalho

Nota de repúdio

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco – FETAPE, a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Pernambuco – FETAEPE e os Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais a elas filiados vêm a público repudiar a nomeação do empresário Eduardo Geovane de Freitas Leite para o cargo de Superintendente Regional do Trabalho em Pernambuco. Essas instituições entendem que condutas que vêm sendo assumidas por esse senhor ferem os princípios que regem o Ministério do Trabalho.

Ele é alvo de várias reclamações, na Justiça do Trabalho, de ex-funcionários de uma empresa de confecções que teve no interior do estado, e foi à falência. Inclusive, há registros de que não havia recolhimento do FGTS.

Na conjuntura difícil vivenciada pelo país, com ataques à democracia brasileira, é inaceitável identificarmos um órgão de governo, que deveria estar a serviço daqueles que vendem sua mão-de-obra por um salário, ser administrado por um representante do capital, que não tem compromisso com o trabalho digno e saudável.

Num momento em que a Superintendência do Trabalho deveria se reestruturar, realizando concurso público para aumentar o número de servidores administrativos e auditores fiscais, nos deparamos com mais um golpe à classe trabalhadora.

Por esse motivo a Fetape, Fetaepe e os seus Sindicatos se somam à luta dos auditores fiscais do Trabalho, apoiando firmemente a pauta da promoção do Trabalho Decente e, desde já, repudiam a nomeação de Eduardo Geovane, cobrando a imediata revogação do ato administrativo que o conduziu ao cargo.

Direção da Fetape

Direção da Fetaepe

Sindicatos dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais


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26/08


2016

Lewandowski diz que poderá negar pedidos de palavra

O presidente do STF Ricardo Lewandowski volta a pedir que os senadores façam perguntas de forma objetiva e não induzam respostas das testemunhas.

O anúncio foi feito após Lindbergh Farias (PT-RJ) fazer uma pergunta ao economista Luiz Gonzaga Belluzzo e criticar a política econômica adotada em 2015 e pelo presidente interino Michel Temer.

Lewandowski declarou que poderá pedir que os senadores indiquem qual o "objeto" das solicitações de palavras pela ordem, para avalizá-las ou não.


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26/08


2016

Senado retoma sessão já com testemunha

O presidente da sessão do impeachment, Ricardo Lewandowski, reabriu a sessão, há pouco, depois de um grande tumulto. Senadores e oposição fizeram um acordo para evitar questões de ordem e a sessão já recomeçou com depoimento do professor Luiz Gonzaga Beluzzo, que fala como informante e não testemunha.


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Bm4 Marketing 9

26/08


2016

Cardozo diz que testemunhas são frágeis


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Márcio Calheiros

26/08


2016

PF indicia Lula e Marisa por corrupção e lavagem

Estadão

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no inquérito que investiga o tríplex do Condomínio Solaris, no Guarujá, litoral paulista. O petista é alvo de três investigações centrais na Operação Lava Jato, em Curitiba – sede do escândalo de cartel e corrupção na Petrobrás. Ele foi enquadrado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. A ex-primeira-dama Marisa Letícia e o ex-presidente do Instituto Lula Paulo Okamoto também foram indiciados.

Lula foi indiciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Dona Marisa por corrupção e lavagem. A conclusão do delegado Márcio Adriano Anselmo é que o casal “foi beneficiário de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2,4 milhões referentes as obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenamento de bens do casal”.

A apuração do inquérito teve como ponto central reforma realizada no tríplex, construído pela Bancoop (cooperativa habitacional do sindicato dos bancários), que teve como presidente o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto – preso desde abril de 2015. O imóvel foi adquirido pela OAS e recebeu benfeitorias da empreiteira, acusada de corrupção na Petrobrás. O ex-presidente seria o verdadeiro dono do tríplex- a defesa do petista nega taxativamente.

É o primeiro indiciamento formal contra Lula, nas apurações da Lava Jato em Curitiba. A conclusão do inquérito da PF, com o indiciamento dos investigados, antecede a denúncia criminal a ser apresentada pelo Ministério Público Federal ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos do caso em primeira instância. Os procuradores pediram 90 dias para oferecer denúncia no caso.

Lula foi alvo de condução coercitiva, no dia 4 de março, quando foi deflagrada a 24ª fase da Lava Jato, batizada de Operação Aletheia. Na ocasião ele negou conhecer o engenheiro da OAS Paulo Gordilho, que teria participado da reforma da cozinha do tríplex e de outra propriedade que investigadores atribuem a Lula, o sítio de Atibaia (SP).

Investigações

Outro inquérito, em fase final, investiga a compra e reformas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, interior de São Paulo. O imóvel, para a Lava Jato, pertence a Lula e recebeu obras da OAS e da Odebrecht.

O terceiro inquérito da PF vasculha pagamentos e doações à LILS Palestras e Eventos e ao Instituto Lula.

A PF suspeita que a LILS e o Instituto receberam valores de empreiteiras contratadas durante os dois mandatos de Lula (2003/2010).

Investigadores da força-tarefa, em Curitiba, reuniram elementos para apontar a participação de Lula no esquema de cartel e corrupção que vigorou de 2004 a 2014, na Petrobrás – e teria sido espelhado em outras áreas do governo, como contratos do setor de energia, concessões de aeroportos e rodovias. Com base em uma sistemática padrão de corrupção como “regra do jogo”, empreiteiras, em conluio com agentes públicos e políticos da base, PT, PMDB e PP, em especial, desviavam de 1% a 3% em contratos das estatais. Um rombo de pelo menos R$ 6,2 bilhões, só na Petrobrás.

Lula teria recebido “benesses” das empreiteiras do cartel, como Odebrecht, OAS e outras. Executivos dos dois grupos empresariais negociam desde o início do ano acordos de delação premiada com o Ministério Público Federal – a da OAS foi encerrada nesta semana pela Procuradoria Geral da República (PGR).


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26/08


2016

Katia Abreu lamenta clima de radicalização


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