FMO

25/09


2016

Altair abre vantagem de 33 pontos em Palmares

Se as eleições fossem hoje, o candidato do PMDB a prefeito de Palmares, na Mata Sul do Estado, a 123 km do Recife, Altair Júnior, já poderia encomendar a beca da posse. Segundo pesquisa do Instituto Opinião, o peemedebista teria 53,4% dos votos e derrotaria o prefeito João Bezerra (PSB), que disputa a reeleição, com 33 pontos de vantagem. Historicamente, nunca se viu em Palmares tamanha avalanche de votos. A candidata do Partido Rede, Marluce Mercês, aparece com apenas 4,7% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 11,1%, mesmo percentual de indecisos.

Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a lembrar do nome do seu candidato sem o auxílio do disco contendo o nome de todos os candidatos, Altair também aparece numa posição bastante confortável. Tem 44,3% das intenções de voto ante 16,9% do prefeito, enquanto Marluce foi lembrada por apenas 0,9%. Brancos e nulos representam 9,1% e indecisos sobem para 28,5%.

No quesito rejeição, João Bezerra está no topo. Entre os entrevistados, 49,4% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, Marluce vem em seguida com 11,1% e Altair é o que detém a menor taxa: 10,3%. Ainda entre os que foram ouvidos pelo levantamento, 10,6% disseram que rejeitam todos e 18,6% dos entrevistados afirmaram que não rejeitam nenhum dos nomes apresentados no disco.

Foram aplicados 350 questionários entre os dias 16 e 17 de setembro nas localidades de Barra do Dia, Capricho, Centro, COHAB I, COHAB II, Coiceiro, Esperança, Humaitá, Lajedo, Monte Pio, Nilton Carneiro, Nova Palmares, Novo Horizonte, Pirangi, Quilombo I, II e III, Riachão, Santa Luzia, Santa Rosa, Santo Antônio, Santo Onofre, São Francisco, São José, São Sebastião e Serro Azul.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-05813/2016.

Estratificando a pesquisa, Altair aparece melhor situação entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (61,8%), entre os eleitores com grau de instrução da 6ª a 9ª séries (66,1%) e entre os eleitores com renda familiar de apenas um salário mínimo (54,3%). Por sexo, 56,5% dos seus eleitores são homens e 50,8% dos seus eleitores são mulheres.

João Bezerra, por sua vez, aparece com maiores taxas de intenção de voto entre os eleitores com grau de instrução superior (26,7%), entre os eleitores  com renda familiar acima de cinco salários mínimos (21,4%) e entre os eleitores na faixa etária entre 35 e 44 anos (23,6%). Por sexo, 22,4% dos seus eleitores são homens e 17,5% dos seus eleitores são mulheres.

Gestão reprovada

O alto índice de intenção no candidato da oposição, Altair Júnior, é consequência também da estratosférica rejeição da população ao Governo do prefeito João Bezerra. Entre os entrevistados, 74% disseram que desaprovação a sua gestão, enquanto apenas 18% aprovam. Ainda entre os que foram ouvidos, 8% se recusaram a responder ou disseram que não sabiam avaliar. Quanto ao Governo Paulo Câmara, 42,3% dos entrevistados reprovam e 32,6% aprovam. Já o Governo Michel Temer é desaprovado por 64,3% e aprovado por apenas 12,1% dos moradores de Palmares. 


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Agência Comunicação

25/09


2016

Pastor da Assembleia de Deus apoia Selva em Jaboatão

Em reunião com pastores e obreiros, o pastor Francisco Tércio, presidente da Igreja Assembleia de Deus Ministério Novas de Paz, declarou, ontem, apoio a Heraldo Selva (PSB). O líder religioso destacou que o postulante é o melhor nome para dar continuidade aos projetos realizados pelas gestões do prefeito Elias Gomes (PSDB) em Jaboatão e as ações celebradas em parceria da Igreja com a Prefeitura. "Recebi os quatro candidatos e os melhores nomes para o desenvolvimento dos projetos por nossa igreja são Heraldo e Conceição", afirmou. 

Aos religiosos, o Pastor Tércio destacou que nos últimos 40 anos nunca houve um governo em Jaboatão que desenvolveu tantos projetos como as gestões Elias Gomes, da qual Heraldo é o atual vice-prefeito, e Conceição Nascimento (PSDB) foi secretária. O líder evangélico citou os avanços na educação, saúde, infraestrutura e outras áreas. "Nunca Jaboatão teve tantas ruas asfaltadas. O Binário de Prazeres, a área de Jaboatão Centro. O que era aquilo. Essas ruas eram lama pura e a gente vê o trabalho sendo desenvolvido", afirmou o presidente da Assembleia de Deus Ministério Novas de Paz.

"Existe uma conversa entre os crentes que crente só vota em crente. Isso não é uma coisa bíblica. Temos o compromisso de Heraldo de levar os nossos projetos em frente", cravou o religioso. A Assembleia de Deus Ministério Novas de Paz possui cerca de 80 igrejas em Jaboatão dos Guararapes, congregando mais de mil obreiros e oito mil membros.

Na reunião, Heraldo listou as conquistas obtidas por Jaboatão nos últimos oito anos. O socialista apresentou as suas propostas para ampliar o desenvolvimento do município. E reafirmou que o seu governo vai dar prosseguimento aos trabalhos em parceria com a igreja. "A parceria que o Pastor Tércio falou com a Prefeitura vem acontecendo ao longo dos governos Elias. E ela vai continuar em nossa gestão. Temos o entendimento de que é preciso nos unir,7 principalmente no combate às drogas, recuperando as pessoas. A gente precisa de união. E é dessa forma que estamos trabalhando. Unindo as pessoas", grifou o postulante. 


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Sopranor 1

25/09


2016

Neco faz caminhada e destaca plano de governo

O candidato do PDT a prefeito de Jaboatão, Manoel Neco, participou de uma gigantesca caminhada, ao lado do deputado federal João Fernando Coutinho (PSB) e dos deputaduais Lucas Ramos (PSB) e Edmar de Oliveira, por mais de duas horas, num percurso em que foi bastante festejado pela população. "Estamos no segundo turno e vamos ganhar a eleição", disse Neco, adiantando ser este o sentimento das ruas por onde tem passado, O evento foi finalizado com um comício. Em sua fala, Neco afirmou que irá trabalhar para fazer de Jaboatão uma cidade melhor para todos e destacou alguns pontos do seu Plano de Governo, como gestão, participação e modernização; controle urbano efetivo; regularização fundiária; programa More Legal; maior segurança com monitoramento, Iluminação e trabalho ostensivo da guarda municipal juntamente com a polícia civil e militar; investimento no esporte e lazer, combate as drogas, entre outros. “Meu povo, só tenho a agradecer pelo carinho,  pela força e pela certeza que estou recebendo de vocês que seremos vitoriosos.Temos as propostas que representam de verdade os anseios dos jaboatonenses, conhecemos cada canto da cidade e temos a propriedade de afirmar que realmente somos o melhor para Jaboatão. Basta de sofrimento, de ilusão e de descaso. Não merecemos mais andar para trás e sim seguir em frente“, afirmou. 


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Banner - Hapvida

25/09


2016

Geraldo endurece o discurso contra o PT

Geraldo Julio atacou os adversários de forma mais contundente durante ato com Paulo Câmara e um dia depois de Lula fazer comício no Recife

Do  Diario de Pernambuco – Rosália Rangel

Na primeira participação do governador Paulo Câmara (PSB) na campanha de rua de Geraldo Julio (PSB), o prefeito-candidato endureceu, ontem, o discurso contra os adversários, principalmente o PT. As palavras mais duras foram para rebater os opositores que o têm acusado de não concluir obras importantes para a cidade. “No Recife não tem obras paradas. Tem obra parada no Brasil inteiro. O Brasil parou. Aliás, o Brasil não parou, eles pararam o Brasil”, reagiu o prefeito.

Ainda no discurso, feito um dia depois do ex-presidente Lula (PT) ter participado no Recife de uma mobilização em favor do candidato do PT, João Paulo, Geraldo Julio chamou de “falsas” e “pobres” as acusações dos adversários. E foi mais além ao dizer que tem “muita gente do outro lado” tentando esquecer o passado e enganar o povo agora no presente. “Mas do passado a gente se lembra. O passado foi um passado de muitos problemas na gestão do PT. Essa é a verdade. Basta olha o jeito que recebemos a cidade”, declarou.

O governador Paulo Câmara, por sua vez, defendeu a gestão do aliado dizendo que Geraldo Julio e Luciano Siqueira (PCdoB) serão reeleitos “porque o povo quer continuar o trabalho que vem dando certo”. No discurso, citou o Hospital da Mulher, as Upinhas, a UPA/E, Compaz e a contribuição que a prefeitura deu na educação do estado, como avanços da gestão do perfeito. 

No final da caminhada realizada na comunidade Sítio do Cardoso, na Madelena, Paulo Câmara disse que aguarda um retorno do presidente Michel Temer (PMDB) das reivindicações feita pelos governadores. Em relação à eleição de Geraldo Julio, afirmou que a reeleição do prefeito é uma prioridade do PSB. 


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25/09


2016

Lula vive momento delicado, não jogarei pedra, diz FHC

Folha de S.Paulo – Daniela Lima

Em entrevista à Folha, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso evitou fazer juízo de valor sobre o destino de seu sucessor, o também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –que nesta semana virou réu pela segunda vez na Operação Lava Jato.

FHC disse que o assunto é da Justiça e que não quer "jogar pedra" no petista.

*

*Folha - O sr. assistiu ao julgamento de Dilma Rousseff
Fernando Henrique Cardoso - Eu a vi falando. Acho que se defendeu bravamente, como podia. Foi até mais clara no falar do que é geralmente.

O problema é que não querem enfrentar a realidade. Apesar de todos os floreios para evitar a questão central, houve efetivamente arranhões à Constituição. Houve emissão de despesa sem autorização do Congresso.

Durante algum tempo o sr. não teve segurança de que era o suficiente...
Não. Foi o mesmo com o [Fernando] Collor. O impeachment é sempre traumático, tirar alguém que foi votado. E, enquanto a população não se convence de que esse alguém esgotou sua chance...

Fiz o mesmo com o Collor, custei muito a aceitar. Sempre achei que Dilma, pessoalmente, não se meteu em tramoia. Agora, se ela tem ou não responsabilidade nas tramoias, responsabilidade política, já é outra coisa.

O que achou da decisão de fatiar o julgamento de Dilma?
Visivelmente contra a Constituição. Não sei como o Supremo vai descalçar essa bota. [Acho que] Não vai. Vai dizer que é soberania do Senado.

Mas o ministro do Supremo [Ricardo Lewandowski] não teve nem o cuidado de submeter ao Congresso a questão. O que é isso? É um pouco do espírito de conciliação brasileiro. Um "jeitinho".

E a denúncia do ex-presidente Lula? Assistiu?
Vi partes. O Ministério Público, ao tentar mostrar que o Lula era o responsável maior, obscureceu a outra questão, que é a mais importante: houve ou não crime de favorecimento pessoal?

Se ele foi o responsável maior, não é ponto de partida, é ponto de chegada. Isso não diminui a necessidade de responder a outro quesito: houve desvio de finalidade dos recursos?

Antes, o sr. havia se recusado a falar sobre o assunto...
Disse que preferia não entrar no assunto. Ele vive um momento delicado, e não acho que corresponda a mim, que fui presidente e o conheço de outras épocas, agravar. Isso, agora, é a Justiça quem vai ter que decidir. Não quero jogar pedra no Lula.

Há tensão entre diversas instituições: Judiciário, Congresso, Ministério Público. É possível uma crise institucional?
Não creio. O problema que temos é o seguinte: Será que o nosso arranjo –Executivo, Congresso, Judiciário, Ministério Público– está funcionando?

Após 1988 metade dos eleitos sofreu impeachment, e, saltando o regime militar, só [Eurico] Dutra e Juscelino [Kubitschek] escaparam de um final tormentoso. Tem algo inquietante.

O Congresso tem muita força. A Constituição é quase parlamentarista. Por quê? Porque ela era quando foi escrita. Depois, quando foi derrotada a emenda, não houve rebalanceamento.


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25/09


2016

Ida de Lula a Fortaleza não levou Luizianne a crescer

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa em Fortaleza em comício da candidata do PT à prefeitura, Luizianne Lins 

Prefeito da capital continua liderando disputa, seguido por candidato do PR

O Globo - Júnia Gama

A ida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Fortaleza, para participar de atos de campanha na semana passada, não serviu para ajudar a candidata do PT à prefeitura da capital cearense, a deputada federal Luizianne Lins, a melhorar seu lugar na disputa eleitoral. Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, publicada neste sábado no site do jornal O Povo, Luizianne se manteve estável, no terceiro lugar, oscilando de 16% para 15%.

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), manteve a liderança, oscilando de 32% para 34%. O único a crescer nas intenções de voto, segundo a pesquisa, foi o deputado estadual Capitão Wagner (PR), que passou de 24% para 28%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Apesar de Roberto Cláudio e Capitão Wagner estarem empatados tecnicamente no limite da margem de erro, o Datafolha aponta que, estatisticamente, é mais provável que o prefeito esteja liderando. Roberto Cláudio é apoiado pelos irmãos Ciro e Cid Gomes, ambos ex-governadores do Ceará e ex-ministros de governos petistas, e também pelo governador do estado, Camilo Santana (PT), que não participa desta campanha devido a impedimentos legais e compromissos com seu partido, segundo seus interlocutores.

Leia mais: Ida de Lula a Fortaleza não ajudou Luizianne a crescer em pesquisa


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Senai 4.0

25/09


2016

Rede de Marina patina na estreia eleitoral

Em apenas uma capital candidato do partido aparece na dianteira; em outras 9, filiados da legenda oscilam entre traço e 4% nas pesquisas

O Estado de S.Paulo

Em sua primeira disputa eleitoral, a Rede Sustentabilidade, legenda criada há um ano pela ex-ministra Marina Silva, não conseguiu se apresentar para o eleitor como uma terceira via diante da polarização entre petistas e aliados do presidente Michel Temer, incluindo o PSDB. Apesar do bom desempenho de Marina nas últimas duas eleições presidenciais, seu partido apresenta até agora uma performance pouco significativa em quase todas as capitais onde disputa a prefeitura como cabeça de chapa.

Segundo levantamento do Estadão Dados com pesquisas registradas no TSE, apenas um nome da sigla aparece com chance de vitória. Trata-se do atual prefeito de Macapá, Clecio Luís, que em março deixou o PSOL e migrou para a Rede.

Na mais recente pesquisa Ibope, divulgada no dia 15, ele apareceu na liderança com 27% das intenções de voto. Nas demais nove capitais, a Rede oscila entre traço e 4% nos levantamentos. Os casos mais dramáticos são os de São Paulo e Rio, onde o partido esperava estar entre as candidaturas competitivas.


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Sesi 4.0

25/09


2016

Candidato que tem nojo de pobre multado em 150 mil

Blog do Esmael

O juiz João Manassés de Albuquerque Filho, da 1ª Zona Eleitoral, condenou neste sábado (24) a Coligação Curitiba Inovação e Amor, liderada pelo candidato Rafael Greca (PMN), a pagar R$ 150 mil de multa por divulgar pesquisa falsa.

Segundo o magistrado, Rafael Greca, o candidato a vice Eduardo Pimentel e a coligação infringiram o artigo 33, parágrafo 3, da Lei 9.504/97.

A denúncia partiu da Coligação Curitiba Justa e Sustentável, do candidato Requião Filho (PMDB), que contestou os dados supostamente colhidos e não divulgados oficialmente pela Datacenso.

A condenação veio em meio ao ato falho de Rafael Greca que, quinta (22), disse em sabatina na PUCPR ter vomitado com cheiro de pobre.


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Odonto Personalité

25/09


2016

O próximo

Salvou-se Guido Mantega de ser preso, mas de Curitiba chegam rumores sobre outros ex-ministros do PT estarem na alça de mira dos procuradores. Antônio Palloci seria um deles, por conta de sua passagem na Fazenda, com o Lula, e na Casa Civil, com Dilma.

No PT, continua a disposição de expor cada vez mais o ex-presidente, fazendo-o viajar pelos estados até o dia da eleição municipal. A vilegiatura não se interromperá, ainda que venha a arrefecer. O objetivo é fazê-lo desde já o candidato do partido em 2018, coisa que levará os demais concorrentes a se movimentarem.

Entendem os companheiros ser essa a melhor estratégia para neutralizar os efeitos da Operação Lava Jato, capaz de atingir outros líderes do PT, desde que blindado o ex-presidente.      (Carlos Chagas)


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Naipes

25/09


2016

Lei legaliza lobistas e os livra da cana da Lava Jato

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Após dormitar nas gavetas da Câmara Federal, avançou o projeto de lei 1202/2007 que oficializa a atividade de lobby político – desde uma Câmara de Vereadores até a presidência da República.

O parecer da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) será apreciado na Comissão de Constituição e Justiça e, já com acordo para aprovação, segue para plenário da Casa.

A proposta é consenso depois do cerco da Lava Jato a lobistas que se deram mal e estão na cadeia.

Há outra proposta feita há anos pelo então senador Marco Maciel, originário do Senado e que está na Câmara.

A tramitação da proposta em duas frentes visa a garantia da aprovação. A meta de seus defensores é que um dos textos seja aprovado até meados do ano que vem e a atividade legalizada em sanção do presidente Michel Temer.

A estratégia do lobby lembra a da legalização dos jogos. Há duas propostas avançando, uma em cada Casa. A que 'subir' primeiro vai à sanção, após acordos pelo texto comum.


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25/09


2016

O samba do saci

Carlos Brickmann

Ao contrário do Governo anterior, que não sabíamos por onde andava (ainda bem, porque quem sabia não era cumpanhêro, mas comparsa), temos agora um Governo que indica todos os dias o que vai fazer. Às segundas, quartas e sextas, anuncia providências; às terças, quintas e sábados, se desmente, ou adia o que era urgente. Aos domingos imagina novos planos.

Não dava para aguentar o déficit de R$ 170 bilhões, herança de Dilma. Era urgente baixá-lo. O Governo deu um aumentão para grupos poderosos do funcionalismo, gastando bilhões para inteirar o déficit de R$ 170 bilhões. Erraram na conta e o buraco ficou maior. Aumentou-se a previsão de capitais que serão repatriados. Só que o dinheiro ainda não existe.

Todos os partidos estavam livrando quem usou Caixa 2. Alguém descobriu, o projeto morreu, o Governo informou que jamais permitiria o golpe baixo - que, entre outros, era articulado pelo ministro Geddel.

Alguém ouviu o ministro Meirelles dizer que haveria corte de juros em 2016. Tanto disse que algum indiscreto ouviu. Mas Meirelles desmentiu.

Diz o Governo que a Previdência, com déficit crescente (em 2015, R$ 148,8 bilhões) ou é reformada com urgência ou quebra o país. E, como já estamos em setembro, o problema urgente ficou para o ano que vem.

Todos os cidadãos, democraticamente, podem opor-se ao Governo ou apoiá-lo. Em nosso país peculiar, isso só depende do dia da semana.


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25/09


2016

A batalha da comunicação

Carlos Chagas

Mais um que vai para o sacrifício, porque milagres não poderá fazer.

Virou moda, quando um governo vai mal, dizer que ele está perdendo a batalha da comunicação, tornando-se essencial mudar toda a estrutura que responde pelo setor. Em muitos casos, trata-se de chantagem: bicões e até partidos instalados ao redor do presidente da Republica, não conseguindo verbas de publicidade como desejariam, pressionam para a troca do ministro ou secretário por outro que lhes satisfaça as ambições. A argumentação é a mesma: “não temos comunicação capaz de transmitir à opinião pública os resultados de nossos esforços”. Quase sempre, o governo não tem o que apresentar, sendo as primeiras vítimas os encarregados da comunicação social.

Anunciam-se mudanças no governo Temer, com a convocação de um jornalista para a comunicação social. Mais um que vai para o sacrifício, porque milagres não poderá fazer.

Houve tempo em que a função de “comunicador-chefe” era abastecer a mídia de notícias. Desde que elas existissem, é claro


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bm4 Marketing 6

24/09


2016

A disputa da fé alheia

Talvez seja muita pretensão achar que Deus vai dar atenção às nossas eleições municipais, ainda mais sabendo que elas transformaram a fé em moeda de troca de votos

Zuenir Ventura – O Globo

Eu não queria estar no lugar de Jesus nestas eleições para a prefeitura do Rio. Já muito assediado, não se sabe ainda que partido Ele vai tomar, se é que vai tomar algum. Em tese, ninguém admite misturar religião e política, pois, como se diz, vivemos num Estado laico. Mas, na prática, é evidente a mistura. E hoje há uma corrida aos votos de fieis de outras crenças, em acirrada disputa pela fé alheia.

Por via das dúvidas, deve ter candidato rezando e orando para agradar aos dois lados. O do PMDB, por exemplo, Pedro Paulo, fez vídeo em que aparece segurando a Bíblia no templo da Assembleia de Deus, Ministério de Madureira, como se fosse crente desde criancinha. Mas o campeão desse novo sincretismo religioso para efeito eleitoral é Marcelo Crivella, do PRB, que está atacando em dois planos.

Bispo licenciado, ele vem tentando se descolar da Igreja Universal do Reino de Deus, do seu tio Edir Macedo, para diminuir a rejeição. E, ao mesmo tempo, tenta colar sua imagem à tolerância, ao aparecer na televisão acompanhado de um pai de santo. Trata-se de uma ousada estratégia de marketing, que prevê lances eticamente reprováveis, como o uso não autorizado da foto do encontro com o cardeal arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, a quem foi apresentar seu plano de governo, como fizeram os outros candidatos.

Só que, ao contrário destes, Crivella produziu peças com a imagem risonha dos dois e panfletou em portas de igreja e de metrô. A Arquidiocese protestou com indignação contra a indevida propaganda e aproveitou para avisar: “O cardeal não apoia nenhum candidato à prefeitura ou à Câmara Municipal”. Por meio de sua campanha, o senador começou negando que tivesse distribuído o material, mas depois confessou a má ação, embora alegando que o “único objetivo foi dar transparência à população dos programas assumidos junto ao cardeal”.

Quer dizer, tergiversou, confessou, mas não se penitenciou do erro, isto é, do que a igreja de dom Orani classificaria de pecado sem remissão, porque sem reconhecimento da falta e sem arrependimento. Durante sua última campanha, a ex-presidente Dilma Rousseff deu um conselho: “Nós podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”.

Não se sabe se ela incluía aí usar o santo nome em vão. Talvez seja muita pretensão achar que Deus, com tantos problemas graves para resolver no mundo, vai dar atenção às nossas eleições municipais, ainda mais sabendo que elas transformaram a fé em moeda de troca de votos.


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Márcio Calheiros

24/09


2016

Governo quer apoio do MBL para reforma da Previdência

A reforma previdenciária de Michel Temer e Henrique Meirelles, impopular como toda mudança que toca em benefícios sociais, poderá contar com o apoio do Movimento Brasil Livre, que se engajou nos protestos contra a presidente Dilma Rousseff.

O Palácio do Planalto quer o apoio do MBL para convencer a população de que as mudanças seriam necessárias. Eis, abaixo, os principais pontos da mudança que será proposta em 2 de outubro:

1) Idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens e mulheres.

2) Regra de transição para homens a partir de 50 anos e mulheres a partir de 45 anos.

3) Tempo mínimo de contribuição subirá de 15 anos para 25 anos.

4) Acúmulo de aposentadoria e pensão por morte será proibido.

5) Aposentadoria não será desvinculada do salário mínimo, mas outros benefícios podem perder o vínculo.


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24/09


2016

Colômbia: por unanimidade, Farc ratifica acordo de paz

Da Agência Ansa

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) aprovou - por unanimidade - o acordo de paz assinado com o governo da Colômbia. A informação é da Agência Ansa.

"Informamos que os guerrilheiros-delegados deram respaldo unânime ao acordo de paz. A guerra acabou. Viva a Colômbia, viva a paz", disse Luciano Marín Arango, também chamado de Iván Márquez, que foi o líder da negociação com o governo de Juan Manuel Santos.

Os líderes estavam reunidos no 10ª Conferência Nacional que foi realizada, pela última vez, de maneira ilegal. O acordo de paz entre as Farc e a Colômbia coloca fim a um conflito de 52 anos, que é considerado um dos mais antigos e sangrentos da América do Sul.

Com a ratificação, está mantida para a segunda-feira (26) a cerimônia de assinatura do acordo entre ambas as partes.


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